Você quer parto normal ou cesariana?
Essa pergunta já me foi feita várias vezes!!
E nessa resposta já pensei muitas outras vezes apesar de há muito tempo já ter a resposta: cesariana!!
É um assunto delicado, complexo...uma decisão e escolha própria de cada mãe a qual acho que cabe todo respeito seja ela qual for!
Sabe aquela música dos Titãs que diz "Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração"??
Pois é, eu diria que cada mãe e mulher sabe da alegria, da dor, dos medos, das ansiedades, das fraquezas, das coragens, das vontades...e é isso, sei do que se passa em mim e me sinto mais tranquila ao pensar que a Mariana nascerá de cesária!
Não adiantaria eu dar uma "mãe super-poderosa" resolvendo mesmo insegura ter ela de parto normal e passar isso a ela!!
Li muito sobre o assunto, no dia que fiz essa pesquisa passei a noite sem dormir, pois é tão falado que parto normal é melhor, é o natural, é isso e é aquilo que me senti até meio mal com minha opção, como se eu estivesse sendo egoísta escolhendo o que é melhor pra mim mas não pra minha filha!!
Até pensar com calma, conversar com o Daniel, com minha irmã, com minha médica, lembrar de conversas com amigas, e ir colocando os pensamentos no lugar!!
Como diz minha médica egoísta eu seria se quisesse o parto na 37ª ou 38ª semana só por que estou cansada com a barriga, cansada de ir tantas vezes ao banheiro ou com dor nas costas por exemplo!!
Outra coisa que ela comentou comigo é que nem sempre o parto normal é realmente o melhor para o bebê, ou alguém acha que quando uma mãe fica 10/12 horas em trabalho de parto o bebê não sofre, não cansa?
Tem mães que não encucam, é cesariana e pronto, nem querem saber de outro método!!
Tem mães cuja bandeira do parto normal é levada tão a sério, é tão defendida que não exitariam em chamar as demais de monstros, desumanas, ingratas, egoístas e outros tantos adjetivos bonitinhos!!
O problema é que, como em qualquer assunto, quando as pessoas defendem um ponto de vista de forma muito fervorosa elas só veem os pontos positivos, esquecem do outro lado da moeda, e nesse caso cada moeda tem muito de cada lado!!
É fato que o corpo da mulher foi feito para parir, nossa natureza foi feita pra isso, mas nos dias de hoje, tudo é feito conforme as leis da natureza? A medicina evoluiu muitíssimo e todos tiram proveito disso!!
Acredito sim nas muitas vantagens que um bebê pode ter ao nascer de parto normal, mas não que isso não possa ser traumático também!!
Fala-se muito na recuperação rápida da mulher, mas aí eu penso, o momento crucial é a hora do nascimento dela, depois eu dou um jeito!! Depois eu vou ter ajuda de enfermeiras, do Daniel, da minha mãe, da minha sogra e de quem mais puder, mas na hora de nascer não, se for parto normal sou eu com ela, e eu temo sim não "dar conta" apesar das intervenções médicas que francamente, também não me parecem das mais agradáveis tais como episiotomia por exemplo!
Sem contar que o "sofrimento" poderá ser duplo, a tentativa de um parto normal com a necessidade posterior da cesariana!
Sem contar as questões práticas, como por exemplo, da minha médica estar no hospital Ilha apenas nas 4ª feiras, não sendo nesse dia ou eu faria com outro médico que nunca me viu na frente ou tentaria chamar minha médica, pagando no caso um valor adicional!!
Enfim, minha decisão está tomada e não vou me sentir "menos mulher" por ela não ser a do parto normal, o mais importante é eu ouvir meu coração e fazer o que me faz sentir melhor nesse momento que não é nada simples, banal ou comum!!
Sem contar que até o momento nem muita opção eu tenho com a Mariana sentadinha!!!!
E será que ela não está assim pra dizer à mamãe dela "tudo bem mamãe, tudo bem em eu nascer de cesariana!!" rsrsrs, uma amiga minha, Mariana também, até comentou comigo que "a Mariana já decidiu que quer nascer assim"!!!
Então tá minha filha, minha companheirinha, vambora marcar o dia do nosso grande encontro!!!!!
***
Uma das inúmeras preocupações de uma mãe, tanto a de primeira viagem quanto a que já teve experiência de outras gestações, é o parto.
Essa pergunta já me foi feita várias vezes!!
E nessa resposta já pensei muitas outras vezes apesar de há muito tempo já ter a resposta: cesariana!!
É um assunto delicado, complexo...uma decisão e escolha própria de cada mãe a qual acho que cabe todo respeito seja ela qual for!
Sabe aquela música dos Titãs que diz "Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração"??
Pois é, eu diria que cada mãe e mulher sabe da alegria, da dor, dos medos, das ansiedades, das fraquezas, das coragens, das vontades...e é isso, sei do que se passa em mim e me sinto mais tranquila ao pensar que a Mariana nascerá de cesária!
Não adiantaria eu dar uma "mãe super-poderosa" resolvendo mesmo insegura ter ela de parto normal e passar isso a ela!!
Li muito sobre o assunto, no dia que fiz essa pesquisa passei a noite sem dormir, pois é tão falado que parto normal é melhor, é o natural, é isso e é aquilo que me senti até meio mal com minha opção, como se eu estivesse sendo egoísta escolhendo o que é melhor pra mim mas não pra minha filha!!
Até pensar com calma, conversar com o Daniel, com minha irmã, com minha médica, lembrar de conversas com amigas, e ir colocando os pensamentos no lugar!!
Como diz minha médica egoísta eu seria se quisesse o parto na 37ª ou 38ª semana só por que estou cansada com a barriga, cansada de ir tantas vezes ao banheiro ou com dor nas costas por exemplo!!
Outra coisa que ela comentou comigo é que nem sempre o parto normal é realmente o melhor para o bebê, ou alguém acha que quando uma mãe fica 10/12 horas em trabalho de parto o bebê não sofre, não cansa?
Tem mães que não encucam, é cesariana e pronto, nem querem saber de outro método!!
Tem mães cuja bandeira do parto normal é levada tão a sério, é tão defendida que não exitariam em chamar as demais de monstros, desumanas, ingratas, egoístas e outros tantos adjetivos bonitinhos!!
O problema é que, como em qualquer assunto, quando as pessoas defendem um ponto de vista de forma muito fervorosa elas só veem os pontos positivos, esquecem do outro lado da moeda, e nesse caso cada moeda tem muito de cada lado!!
É fato que o corpo da mulher foi feito para parir, nossa natureza foi feita pra isso, mas nos dias de hoje, tudo é feito conforme as leis da natureza? A medicina evoluiu muitíssimo e todos tiram proveito disso!!
Acredito sim nas muitas vantagens que um bebê pode ter ao nascer de parto normal, mas não que isso não possa ser traumático também!!
Fala-se muito na recuperação rápida da mulher, mas aí eu penso, o momento crucial é a hora do nascimento dela, depois eu dou um jeito!! Depois eu vou ter ajuda de enfermeiras, do Daniel, da minha mãe, da minha sogra e de quem mais puder, mas na hora de nascer não, se for parto normal sou eu com ela, e eu temo sim não "dar conta" apesar das intervenções médicas que francamente, também não me parecem das mais agradáveis tais como episiotomia por exemplo!
Sem contar que o "sofrimento" poderá ser duplo, a tentativa de um parto normal com a necessidade posterior da cesariana!
Sem contar as questões práticas, como por exemplo, da minha médica estar no hospital Ilha apenas nas 4ª feiras, não sendo nesse dia ou eu faria com outro médico que nunca me viu na frente ou tentaria chamar minha médica, pagando no caso um valor adicional!!
Enfim, minha decisão está tomada e não vou me sentir "menos mulher" por ela não ser a do parto normal, o mais importante é eu ouvir meu coração e fazer o que me faz sentir melhor nesse momento que não é nada simples, banal ou comum!!
Sem contar que até o momento nem muita opção eu tenho com a Mariana sentadinha!!!!
E será que ela não está assim pra dizer à mamãe dela "tudo bem mamãe, tudo bem em eu nascer de cesariana!!" rsrsrs, uma amiga minha, Mariana também, até comentou comigo que "a Mariana já decidiu que quer nascer assim"!!!
Então tá minha filha, minha companheirinha, vambora marcar o dia do nosso grande encontro!!!!!
***
Uma das inúmeras preocupações de uma mãe, tanto a de primeira viagem quanto a que já teve experiência de outras gestações, é o parto.
Existem
vários tipos para que ela escolha como quer trazer seu bebê ao mundo – o
normal, o natural, o método Leboyer, o parto na água, o de cócoras, a
cesariana e o parto com fórceps.
As formas de nascer estão diretamente ligadas ao avanço da medicina.
Se antes as mulheres davam à luz em suas próprias casas, muitas vezes
sozinhas ou acompanhadas de parteiras, hoje isso é feito, na maioria das
vezes, em maternidades, dentro do ambiente hospitalar, que proporciona
maior conforto e assistência tanto à mãe quanto ao bebê.
Datam do final do século 19 e início do século 20 os primeiros
relatos de cesarianas com sobrevida da mãe.
Antes disso, a cirurgia era
realizada apenas em casos extremos e praticamente todas as mulheres
morriam.
Não existiam fios cirúrgicos e nem conhecimento da necessidade
de se realizar suturas (pontos nos cortes cirúrgicos).
Os bebês eram
retirados e o útero ficava aberto.
A cicatrização era espontânea (também
conhecida como cicatrização por segunda intenção).
O útero, que é um
órgão muito vascularizado, ficava sangrando até se recompor, e como isso
não acontecia na maioria das vezes, as mulheres tinham hemorragia
interna ou infecção e acabavam morrendo.
Hoje, o nascimento de bebês é um procedimento bastante seguro, se
forem tomadas algumas precauções fundamentais, como pré-natal desde o
início da gravidez e os cuidados assistenciais na hora do parto.
***
A maioria dos médicos recomenda o parto normal, pois é mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê.
Embora atualmente a cesariana seja uma intervenção realizada com muita segurança, é uma cirurgia e, por isso, tem maior índice de complicações (infecções, hemorragias, hematomas, lesão de órgãos, dores, aderências, indicação para outras cesarianas) e de mortalidade que um parto normal, tanto para a mãe quanto para o bebê.
No parto normal, tanto a mulher quanto o bebê têm mais vantagens, a princípio pela amamentação.
Na cesárea, o pós-operatório dificulta esse processo devido à pouca locomoção que a mulher pode realizar.
Futuramente, isso pode resultar em problemas emocionais e psicológicos da criança.
***
Ao final da gravidez, em que seu corpo trabalhou como uma incrível usina de produção de vida, o bebê, produto de uma magnífica transformação, vai nascer.
Você precisa saber qual o momento de ir para a maternidade.
Um primeiro alerta de que o trabalho de parto vai começar é dado pela eliminação do muco, um tampão gelatinoso que vedou o colo do útero durante a gravidez.
Existem outros sinais mais definidos, como o rompimento da bolsa de água.
Depois que ele ocorre, o bebê deve nascer no prazo de 24 horas, para se evitar o risco de infecção.
O começo das contrações, e a repetição delas em intervalos cada vez menores - de 10 para 5, 3, 2 minutos, sem parar - , é o sinal derradeiro de que o pequenino vem vindo e que chegou a hora.
Um misto de curiosidade, preocupação e medo costumam povoar a mente da mulher grávida neste momento tão importante.
É comum, entre outras coisas, o receio de falhar na hora H, não sabendo como expulsar a criança para fora do útero.
Esta preocupação, no entanto, pode ser afastada se você se preparar durante a gravidez para enfrentar com tranquilidade o momento culminante do parto.
Desde que sair de casa, chegando à maternidade e durante todo o parto, quando as contrações uterinas ficam mais fortes e intensas, o bebê continua precisando receber de sua mãe sinais de segurança e tranquilidade.
O simples fato da mamãe estar consciente da necessidade de se manter calma e relaxada durante todo o trabalho de parto, já é um importante passo para alcançar este objetivo.
***
A maioria dos médicos recomenda o parto normal, pois é mais seguro tanto para a mãe quanto para o bebê.
Embora atualmente a cesariana seja uma intervenção realizada com muita segurança, é uma cirurgia e, por isso, tem maior índice de complicações (infecções, hemorragias, hematomas, lesão de órgãos, dores, aderências, indicação para outras cesarianas) e de mortalidade que um parto normal, tanto para a mãe quanto para o bebê.
No parto normal, tanto a mulher quanto o bebê têm mais vantagens, a princípio pela amamentação.
Na cesárea, o pós-operatório dificulta esse processo devido à pouca locomoção que a mulher pode realizar.
Futuramente, isso pode resultar em problemas emocionais e psicológicos da criança.
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Ao final da gravidez, em que seu corpo trabalhou como uma incrível usina de produção de vida, o bebê, produto de uma magnífica transformação, vai nascer.
Você precisa saber qual o momento de ir para a maternidade.
Um primeiro alerta de que o trabalho de parto vai começar é dado pela eliminação do muco, um tampão gelatinoso que vedou o colo do útero durante a gravidez.
Existem outros sinais mais definidos, como o rompimento da bolsa de água.
Depois que ele ocorre, o bebê deve nascer no prazo de 24 horas, para se evitar o risco de infecção.
O começo das contrações, e a repetição delas em intervalos cada vez menores - de 10 para 5, 3, 2 minutos, sem parar - , é o sinal derradeiro de que o pequenino vem vindo e que chegou a hora.
Um misto de curiosidade, preocupação e medo costumam povoar a mente da mulher grávida neste momento tão importante.
É comum, entre outras coisas, o receio de falhar na hora H, não sabendo como expulsar a criança para fora do útero.
Esta preocupação, no entanto, pode ser afastada se você se preparar durante a gravidez para enfrentar com tranquilidade o momento culminante do parto.
Desde que sair de casa, chegando à maternidade e durante todo o parto, quando as contrações uterinas ficam mais fortes e intensas, o bebê continua precisando receber de sua mãe sinais de segurança e tranquilidade.
O simples fato da mamãe estar consciente da necessidade de se manter calma e relaxada durante todo o trabalho de parto, já é um importante passo para alcançar este objetivo.
Na hora do parto, apenas a companhia do obstetra e seus
assistentes não deixa a futura mamãe mais tranquila.
Portanto, é
imprescindível que mais uma pessoa esteja ao seu lado, o papai.
Infelizmente ainda há maternidades que proíbem a presença do pai na sala de parto, mas quase todas as particulares a permitem.
O acompanhamento do pai do bebê durante o trabalho de parto, além de dar
apoio a futura mamãe, permite com que ele se sinta mais útil, ao
contrário do que se estivesse alí fora esperando pela vinda de seu
filho.
Além disso, ele terá a vantagem de ser uma das primeiras pessoas a
segurar o pequenino.
Trabalho de parto
Período dividido em 4 fases ativas.
Antes disso, existe uma fase
chamada de pródromos, também conhecida como fase pré-sintomática, em
que a mulher não iniciou as contrações regulares e ainda não atingiu uma
dilatação adequada, que é de pelo menos 2 cm ou 3 cm.
A primeira fase ativa é a dilatação do colo uterino, acompanhada pela
descida do bebê na pelve materna;
a segunda, conhecida por expulsão
fetal, dura desde o momento em que a dilatação é total (10 cm) até a
saída do bebê, ou seja, o nascimento em si.
A terceira fase ativa é a da saída da placenta (ou dequitação);
e a
quarta e última fase se inicia após a saída da placenta e dura mais uma
hora – período em que o útero se contrai para cessar o sangramento de
vasos, evitando hemorragias internas.
***
Um dos fatores que influencia na
decisão das gestantes é o famoso trabalho de parto, que pode chegar a
até 18 horas.
Porém, é aconselhável conhecer os benefícios da maneira
mais natural para ter o bebê e conversar com o médico de confiança antes
de optar pela cesariana.
Uma vantagem do parto vaginal é a
rápida recuperação e possibilidade da paciente voltar às atividades
rotineiras e atender seu filho recém nascido com mais tranquilidade e
menos desconforto.
Principalmente na primeira semana de recuperação
Para que um parto normal seja bem sucedido,
a preparação psicológica dos pais é fundamental.
Fazer um bom pré-natal
e buscar informações sobre a hora do nascimento da criança ajuda a
diminuir a ansiedade e preocupações
Quanto mais
preparados estiverem, mais fácil será entender o que está acontecendo, o
que fazer durante o parto e como podem ajudar para que o parto seja
mais rápido
A posição da mulher na hora do nascimento do bebê
também interfere na qualidade do parto.
Tipos de parto
Existem os partos naturais e os partos
operatórios.
Quanto menos intervenção, mais próximo o parto está do
natural, ainda que isso implique em sentir dor.
Parto normal:
É todo parto que acontece por via vaginal, ou seja, o bebê sai pela
pelve (vagina) da mulher.
Dependendo do desenrolar do trabalho de parto,
o médico pode usar medicamentos e fazer algumas intervenções.
A gestante pode receber analgesia, um tipo de anestesia que inibe a
dor, mas não tira a sensação das contrações nem o sentido do tato.
Após a
dilatação do colo do útero, ela é colocada na cama de parto, onde o
médico controlará a saída do bebê.
Às vezes, faz-se um corte
(episiotomia) no períneo (região que liga a vagina ao ânus), com o
objetivo de facilitar a passagem do bebê, protegê-lo contra o
desprendimento brusco e preservar os tecidos da vagina.
***
O parto normal, comparado com a cesareana, evita possíveis complicações
como hematomas, dores pélvicas e infecções, e ainda diminui o tempo da
recuperação.
***
Por ser o método mais natural e seguro tanto para a mãe quanto para o bebê, é também o mais indicado para qualquer gravidez que não apresente complicações.
Vantagens - A compressão do tórax ao passar pelo canal vaginal faz com que o líquido amniótico seja expelido dos pulmões do bebê, facilitando a respiração. Para a mãe, a recuperação é mais rápida e menos dolorosa. Além disso o aleitamento logo após o nascimento aumenta a imunidade do bebê e estreita os laços entre mãe e filho.
Desvantagens - A dor no períneo é a principal – ela é provocada pela pressão exercida pela cabeça do bebê sobre a região. Muitas vezes é necessário que o médico faça um pequeno corte na região muscular entre a vagina e o ânus, para facilitar a passagem do bebê. Chamada de episiotomia, essa prática é seguida por alguns pontos, que normalmente caem sozinhos alguns dias após o parto.
***
As desvantagens do parto normal para mãe estão na maioria das vezes relacionadas com manobras e intervenções efetuadas desnecessariamente pela equipe médica, podendo envolver possíveis danos à pelve, ao períneo, uretra e ânus, incontinencia urinária e fecal.
Já para o bebê as vantagens do parto normal consistem em: vínculo imediato com a mãe; melhor adaptação ao ambiente extra-uterino; melhor eliminação dos líquidos pulmonares; bebê nasce no momento em que está realmente pronto, acomodando seu sistema fisiológico de forma leve e não brusca. Ela afirma que quando o parto evolui naturalmente, não existe desvantagem alguma para o bebê.
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Por ser o método mais natural e seguro tanto para a mãe quanto para o bebê, é também o mais indicado para qualquer gravidez que não apresente complicações.
Vantagens - A compressão do tórax ao passar pelo canal vaginal faz com que o líquido amniótico seja expelido dos pulmões do bebê, facilitando a respiração. Para a mãe, a recuperação é mais rápida e menos dolorosa. Além disso o aleitamento logo após o nascimento aumenta a imunidade do bebê e estreita os laços entre mãe e filho.
Desvantagens - A dor no períneo é a principal – ela é provocada pela pressão exercida pela cabeça do bebê sobre a região. Muitas vezes é necessário que o médico faça um pequeno corte na região muscular entre a vagina e o ânus, para facilitar a passagem do bebê. Chamada de episiotomia, essa prática é seguida por alguns pontos, que normalmente caem sozinhos alguns dias após o parto.
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As desvantagens do parto normal para mãe estão na maioria das vezes relacionadas com manobras e intervenções efetuadas desnecessariamente pela equipe médica, podendo envolver possíveis danos à pelve, ao períneo, uretra e ânus, incontinencia urinária e fecal.
Já para o bebê as vantagens do parto normal consistem em: vínculo imediato com a mãe; melhor adaptação ao ambiente extra-uterino; melhor eliminação dos líquidos pulmonares; bebê nasce no momento em que está realmente pronto, acomodando seu sistema fisiológico de forma leve e não brusca. Ela afirma que quando o parto evolui naturalmente, não existe desvantagem alguma para o bebê.
Parto natural:
É um procedimento em que não existe nenhuma intervenção para a sua
indução.
Podem até ocorrer algumas manobras para que a mulher não sinta
dor, como massagens, mas sem o uso de medicamentos.
Pode ser que esse
parto siga dessa maneira até o fim e se concretize como parto natural,
como também pode ser que necessite de intervenção médica
Parto de cócoras:
É uma forma bastante antiga de dar à luz e a maneira mais fácil de expulsar o bebê, pois a gravidade puxa o peso para baixo e colabora no trabalho de parto, acelerando a dilatação iniciada pelas contrações.
E
possui algumas vantagens e desvantagens.
A vantagem é a abertura maior da vagina e da bacia óssea, provocada
pela posição, deixando o canal de parto desimpedido e muitas vezes
favorecendo a saída do bebê.
A desvantagem é que esse tipo de parto está
menos sujeito à assistência ao bebê, caso seja necessário, e à proteção
do períneo (região de saída da vagina) contra lacerações causadas
durante o nascimento.
Ao contrário da posição horizontal, no parto de cócoras o processo é mais rápido, bem mais confortável e a mulher não sofre compressão de importantes vasos sanguíneos, o que poderia levar ao sofrimento do feto.
Outra vantagem é que a área da pélve é aumentada em até 40% e a
elasticidade do períneo é menos comprometida (mantendo sua integridade),
o que facilita a passagem do bebê;
já na posição horizontal, o feto é
obrigado como que subir durante a expulsão para vencer a forma da curva
pélvica, e exige da mãe um esforço muito maior para o mesmo fim.
Parto na água:
De acordo com o Dr. Mariano Tamura, a natureza humana não combina com o nascimento na água.
O bebê, antes de nascer, está em ambiente que
contém o líquido amniótico, considerado na maioria das vezes estéril e
livre de infecções, e deve, ao nascer, respirar ar e oxigenar os
pulmões.
"Devemos nascer no meio ambiente onde iremos viver”, afirma o
médico.
O parto na água traz, em especial, dois riscos para a vida do
recém-nascido.
O primeiro é o de pneumonia, pois a água em que ele vai
nascer não é estéril e, não raro, está contaminada por microorganismos
do local.
Então, o risco de aspiração dessa água contaminada para o
pulmão do bebê, que pode levar a uma infecção, é real.
O segundo risco é o de asfixia: o bebê consegue viver em meio ao
líquido amniótico, dentro da barriga da mãe, porque toda a sua
oxigenação é feita pelo cordão umbilical (órgão que pulsa e que manda
oxigênio e nutrientes); o seu pulmão está em formação nessa etapa e
apenas recebe líquido para que seja expandido, mantendo os alvéolos
abertos.
Depois do nascimento, em aproximadamente um minuto, o cordão
umbilical deixa de pulsar.
O bebê, então, para de receber oxigênio por
essa via e terá que respirar pelos pulmões, que não devem estar cheios
de água.
“Durante o trabalho de parto, com o rompimento da bolsa, a criança
expulsa parte desse líquido que está em seus pulmões, para que eles
estejam limpos ao nascer. Por isso, o parto na água é desaconselhável.
Não faz sentido encher seus pulmões de água quando, na verdade, ele
precisará respirar”, esclarece o Dr. Tamura.
O parto é feito na água, de forma que o bebê sai suavemente de um líquido quentinho direto para outro.
Em uma banheira com água na
temperatura corpórea (37º), cobrindo toda a barriga e genitais, esse
parto pode, assim como no de cócoras, ser realizado com o apoio de um
acompanhante.
A água morna proporciona aumento de irrigação sanguínea, diminuição da
pressão arterial e relaxamento muscular, o que provoca o alívio das
dores e maior rapidez no trabalho de parto, se comparado ao parto
natural, por exemplo.
A água também ajuda na dilatação do colo de útero e
dá maior flexibilidade ao períneo.
Apesar das vantagens, esse tipo de parto não é recomendado para os
prematuros, ou em casos de presença de mecônio, sofrimento fetal,
mulheres com sangramento excessivo, diabetes, HIV positivo, Hepatite-B,
Herpes Genital ativo e bebês com mais de 4 kg ou que precisem de
monitoramento contínuo.
Além disso, requer condições de ambiente
propicias além de profissional experiente neste tipo de assistência.
Parto a fórceps:
É um parto operatório via vaginal, em que é usado um instrumento
cirúrgico em formato de duas colheres (fórceps) para a retirada do bebê.
É posicionado na cabeça da criança, perto dos ouvidos (têmporas).
Esse procedimento é indicado quando o bebê está com alguma
dificuldade para sair.
E é feito quando há dilatação total do colo
uterino e o bebê está bem embaixo, quase saindo, mas ainda precisa de
ajuda, em função de cansaço da mãe.
De acordo com o Dr. Mariano Tamura,
quando bem feito e no momento certo, não machuca nem o bebê nem a mãe.
***
Atualmente, é um recurso utilizado apenas em casos de emergência ou de sofrimento fetal
Parto de múltiplos:
Ao contrário do que muitas mães pensam, não é necessariamente um parto feito por cesariana e pode, sim, ser feito de forma normal.
Isso
irá depender da posição dos bebês.
Em caso de gêmeos, se ambos estiverem
de cabeça para baixo, o parto normal é tecnicamente aceitável.
Se os
bebês estiverem sentados ou invertidos – o primeiro estiver sentado e o
segundo estiver de cabeça para baixo – é indicado apenas o parto por
cesariana.
“Se for trigêmeos ou mais, sempre é indicada a cesárea, pela
possibilidade de os bebês mudarem de posição na hora do parto”, explica o
médico.
Parto Leboyer:
Criado pelo médico francês Frédérick Leboyer, é uma modalidade de
parto que preza por um ambiente mais confortável para o nascimento, com
foco no atendimento ao recém-nascido, tentando fazer daquela experiência
a menos traumática possível.
Caracteriza-se pelo uso de pouca luz, silêncio, principalmente depois
do nascimento, massagem nas costas do bebê, amamentação precoce e banho
perto da mãe, que pode ser dado pelo pai.
“São cuidados interessantes e
que podem ser utilizados na maioria dos partos, embora não se possa
dizer que nascer de outra maneira seja, de fato, traumático ou traga
consequências negativas”, afirma o Dr. Tamura.
***
Há a ausência da famosa palmada para fazer o bebê chorar e abrir os pulmões:
essa transição respiratória é feita de forma suave, esperando o cordão
parar de pulsar.
O Parto Laboyer é um exemplo de renovação do ritual do nascimento
e apontado por psicanalistas como um meio de reduzir o “trauma” que
significa para o bebê a saída do útero materno.
Estudos realizados em
“Bebes-Leboyer” defendem que esse tipo de parto gera crianças mais
seguras, autônomas precocemente e emocionalmente equilibradas.
Parto cesárea ou cesariana:
É um parto operatório, com corte abdominal.
E é realizado quando não
existem condições favoráveis de a criança vir ao mundo de parto normal.
Na cesárea, após a anestesia, o médico corta algumas camadas de
tecido abdominal até chegar ao útero, por onde é retirada a criança;
depois, é cortado o cordão umbilical e a cavidade uterina é limpa.
Só
então o médico faz as suturas no caminho inverso, utilizando fios
cirúrgicos.
Alguns são os motivos que levam os obstetras a optar por uma cesárea,
como
prolapso do cordão umbilical (quando o cordão surge pela vagina antes do aparecimento da criança);
descolamento prematuro da placenta
fetal agudo, em função de baixas reservas de oxigênio;
infecções sexualmente transmissíveis (quando, em um parto natural, o bebê tiver risco de contrair a doença durante a passagem pelo canal vaginal), entre outros.
prolapso do cordão umbilical (quando o cordão surge pela vagina antes do aparecimento da criança);
descolamento prematuro da placenta
fetal agudo, em função de baixas reservas de oxigênio;
infecções sexualmente transmissíveis (quando, em um parto natural, o bebê tiver risco de contrair a doença durante a passagem pelo canal vaginal), entre outros.
***
Como em qualquer cirurgia, os riscos de recuperação são maiores, o que aumenta o cuidado com todos os procedimentos.
Como em qualquer cirurgia, os riscos de recuperação são maiores, o que aumenta o cuidado com todos os procedimentos.
A anestesia mais desejável
é a raque ou peridural; mas, em condições excepcionais, pode ser
necessária a anestesia geral.
Após desinfecção da pele do abdome da gestante, campos cirúrgicos
estéreis de tecido são colocados naquela região, os braços são
acomodados e mantidos fora da área operatória.
Em seguida, as paredes do
abdome são abertas cirurgicamente por planos até o útero (sete camadas)
por uma incisão de 10 cm feita acima dos pelos púbicos.
O bebê e, em
seguida, a placenta são retirados;
o médico revisa toda a área operada,
sobretudo para avaliar se não há qualquer ponto sangrando, e então o
corte é fechado com pontos, plano por plano.
De todos os tipos de parto, esse parto cirúrgico é o de recuperação
mais difícil, por ser bem mais lenta e dolorida, além de apresentar
maiores riscos de infecções.
***
Por apresentar maiores riscos de infecção e sangramento, a cesariana é indicada apenas quando há algum impedimento para a realização do parto normal.
***
Por se tratar de uma cirurgia de grande porte, a recuperação pode ser bem lenta.
Em geral, mãe e bebê só vão para casa após três ou quatro dias.
Apenas cerca de 8 a 12h após a cesárea é liberada a alimentação, e só de 10 a 12 horas após o parto a mulher pode sair da cama – normalmente levada para tomar um banho com a ajuda de enfermeiras.
Caminhar é um dos primeiros passos rumo à recuperação, mas o processo de cicatrização geral é longo e demanda alguns cuidados, especialmente com a área externa do corte – que precisa estar sempre bem higienizada.
***
Por apresentar maiores riscos de infecção e sangramento, a cesariana é indicada apenas quando há algum impedimento para a realização do parto normal.
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Por se tratar de uma cirurgia de grande porte, a recuperação pode ser bem lenta.
Em geral, mãe e bebê só vão para casa após três ou quatro dias.
Apenas cerca de 8 a 12h após a cesárea é liberada a alimentação, e só de 10 a 12 horas após o parto a mulher pode sair da cama – normalmente levada para tomar um banho com a ajuda de enfermeiras.
Caminhar é um dos primeiros passos rumo à recuperação, mas o processo de cicatrização geral é longo e demanda alguns cuidados, especialmente com a área externa do corte – que precisa estar sempre bem higienizada.
Ao listar as vantagens da cirurgia cesariana para a mãe: nascimento menos demorado, no mesmo dia da internação; poder
decidir a data do nascimento e ter o médico do pré-natal disponível.
E quando realmente necessária, a cesárea traz vantagens para
mãe e bebê.
As desvantagens da cesariana para a mãe, são:
mãe fica passiva no momento do nascimento de seu filho;
recuperação mais lenta, com dores nas atividades cotidianas e restrição as atividades físicas por pelo menos 2 meses, em função do corte e da manipulação abdominal feita pelo médico;
permanência hospitalar o dobro do tempo em relação ao parto normal;
risco de infecção, inflamação, perda do útero, hemorragia, com risco 16 vezes maior de morte materna que no parto normal;
necessidade de retorno para retirada dos pontos externos
pode ser prejudicada;
implicações nos partos futuros, pois o útero forma uma cicatriz que pode representar um ponto mais frágil e, a cada cesárea realizada, os riscos de complicações aumentam.
mãe fica passiva no momento do nascimento de seu filho;
recuperação mais lenta, com dores nas atividades cotidianas e restrição as atividades físicas por pelo menos 2 meses, em função do corte e da manipulação abdominal feita pelo médico;
permanência hospitalar o dobro do tempo em relação ao parto normal;
risco de infecção, inflamação, perda do útero, hemorragia, com risco 16 vezes maior de morte materna que no parto normal;
necessidade de retorno para retirada dos pontos externos
pode ser prejudicada;
implicações nos partos futuros, pois o útero forma uma cicatriz que pode representar um ponto mais frágil e, a cada cesárea realizada, os riscos de complicações aumentam.
As desvantagens para o bebê da cesariana são:
maior risco de desconforto para respirar, de síndrome dos pulmões úmidos com necessidade de encaminhamento para UTI neo natal e de pneumonia; possível necessidade de intervenções como aspiração nasogástrica, reanimação, entubação e respiração artificial;
atraso da primeira amamentação e formação de vínculo materno.
maior risco de desconforto para respirar, de síndrome dos pulmões úmidos com necessidade de encaminhamento para UTI neo natal e de pneumonia; possível necessidade de intervenções como aspiração nasogástrica, reanimação, entubação e respiração artificial;
atraso da primeira amamentação e formação de vínculo materno.
E vale a pena correr riscos?
Todas as modalidades de parto podem ser feitas dentro de uma
maternidade, que, segundo o ginecologista, é o melhor lugar para trazer
um bebê ao mundo, pois reúne as melhores condições assistenciais tanto
para a mãe quanto para o bebê, dando total segurança e conforto à
família.
Se há necessidade
de chegar ao hospital em situações de urgência, até mesmo alguns
minutos de atraso na assistência médica necessária já podem levar a
consequências graves.
Mesmo em pré-natais de baixo risco,
aproximadamente 10% das mulheres que optam por dar à luz no lar ou em
casas de parto vão precisar ser transferidas ao hospital durante ou no
final do parto.
E isso não é uma estatística baixa
Cuidados pós-parto e neonatais
O pós-parto é a fase de retorno do organismo da mulher, dos órgãos
reprodutivos às características pré-gravidez.
A duração dessa fase é de
aproximadamente seis semanas (42 dias), período conhecido como
puerpério.
E os cuidados que a mãe deve ter vão depender do tipo de
parto a que ela se submeteu.
Quando tiver sido feito uma cesariana, os cuidados são os mesmos de qualquer pessoa que se submeteu a uma cirurgia.
- Do nascimento à 2ª semana: a mulher deve fazer atividades leves, sem esforços, mas sem deixar de se movimentar, em função do risco de trombose, quando se fica imóvel por muito tempo.
- Da 2ª à 4ª semana: já pode voltar às atividades do dia a dia, sempre respeitando seu corpo e seu bem-estar. Nesse período, a mulher está amamentando, dormindo pouco, com sono fragmentado. É um período de cuidados ao bebê. Ela precisa ter uma boa alimentação e descansar bem
- A partir da 4ª semana: a mãe já pode iniciar uma atividade física. E depois de seis semanas pode voltar a sua vida sexual. Antes desse período, o útero da mulher ainda está regredindo e, portanto, encontra-se mais vulnerável às infecções.
O período entre um parto e outro, conhecido como intervalo
interpartal, deve ser de mais de um ano.
Antes disso, existe maior risco
de rompimento de cicatrizes no útero e também de parto prematuro
Quanto aos cuidados com o recém-nascido na sala de parto, esses têm
sido feitos da forma menos invasiva possível.
Hoje, se o parto não
tiver sido de alta complexidade, com a vinda de um bebê prematuro, que
irá precisar de cuidados rápidos, o que fazemos é deixar a criança
confortável e aquecida, massageando-a um pouco e deixando-a bem perto da
mãe.
Podemos até esperar o cordão umbilical parar de pulsar para
cortá-lo; e a amamentação pode ser feita em poucos minutos do nascimento
do bebê
O texto é do seguintes sites:
http://www.promatrix.com.br/spip.php?article86
http://vilamulher.terra.com.br/parto-normal-x-cesariana-8-1-53-38.html?origem=materias_relacionadas
http://vilamulher.terra.com.br/parto-normal-x-cesariana-8-1-53-38.html?origem=materias_relacionadas
http://vilamulher.terra.com.br/parto-normal-boa-opcao-para-a-mae-e-o-bebe-8-1-53-155.html?origem=materias_relacionadas
http://www.planetabebe.com.br/parto1.php
http://gerarenutrir.blogspot.com.br/2012/05/parto-normal-x-cesariana-vantagens-e.html













Sonia, vc conversou com a obstetra sobre a preparação para o parto? Para o nascimento do Lucas, tentei normal e não deu, mas apesar de ser cesárea, teve pouquíssimas intervenções, pois a obstetra fez um parto humanizado. Não precisei fazer a lavagem estomacal, nem ficar com o aparelho o tempo inteiro amarrado, para verificar os batimentos fetais, e pude caminhar à vontade durante as contrações, fazendo os exercícios respiratórios e "ajudando" a bolsa a romper naturalmente. Depois, mesmo com dilatação, ele não desceu e acabei fazendo a cesariana, mas mesmo assim, esse momento foi muito gostoso e auxiliou na preparação para o nascimento dele. No parto do Rafa, apesar de ser normal, teve todas essas intervenções, então não pude caminhar e me mexer muito, o que dificultou bastante.
ResponderExcluirPor isso, dou a dica de conversar com ela a respeito, mesmo sendo agendado, se puder, evite a lavagem, que é muito desagradável e, ao meu ver, não faz diferença nenhuma...
bjs
Lu
Na verdade ainda não tivemos um booa conversa a respeito, na última consulta toquei no assunto pois ela sempre dizia pra não pensar nisso com muita antecedência (difícil né!!?), mas agora não há mais o que esperar, tenho consulta nessa semana e na próxima também, conversaremos com certeza!!
Excluirbjs Lu e obrigada!!!!