Há alguns dias entrei numa loja pra provar um calçado e a vendedora me perguntou se meus pés não incharam, com alegria respondi que não!!!
Na semana passada experimentando um chinelinho - pra levar pra maternidade :) - na feira de artesanato do centro e o feirante comentou admirado que meus pés não estavam inchados!!
Pois é, tudo ia muito bem obrigada até 4ª feira a noite, quando levei um susto ao olhar para os meus pés e ver duas coisas gordinhas e que os ossos dos tornozelos haviam quase desaparecido!! rsrs
Então lá fui eu tomar um banho, pular pra cama, fazer uma massagem e deixar eles pro alto!!
O inchaço durante a gravidez, principalmente nos membros inferiores, é
muito comum.
Normalmente, tudo começa com uma sensação de peso nas
pernas.
Depois, as sandálias ficam apertadas ou simplesmente não servem
mais.
Até os anéis e as pulseiras não entram nos dedos e braços.
Isso
acontece porque, durante a gravidez, existe um aumento na quantidade de
sangue e líquidos no organismo em geral.
O sistema circulatório sofre
uma alteração e, quando não dá conta, gera o problema.
O crescimento do
útero, que acompanha o desenvolvimento do bebê e comprime os vasos da
região pélvica, também prejudica a circulação.
A dificuldade é que, no
verão, todo esse processo tende a ficar mais lento ainda e aumenta o
inchaço.
Seus pés estão inchados durante a gravidez?
É um fenômeno muito comum.
Existem muitos remédios caseiros para pés inchaço durante a gravidez.
Inchaço é chamado edema em termos médicos .
Pés inchaço durante a gravidez é enfrentado por um número de mulheres em todo o mundo .
Pés inchaço durante a gravidez pode ser visto por
todos os trimestres.
No entanto , é mais observado no 5º mês .
O
inchaço geralmente aumenta no 3º trimestre .
O inchaço, especialmente dos membros inferiores, costuma ser a causa
de muitas queixas entre as grávidas.
A boa notícia é que na maioria das vezes o edema, como chamam os médicos, só causa desconforto e não deve ser motivo de preocupação.
O inchaço aparece por razões simples.
Entre o final do 2º trimestre de gestação e o início do 3º, o útero – que cresce acompanhando o desenvolvimento do bebê – passa a comprimir os vasos pélvicos, localizados na região pélvica.
Com isso, o retorno do sangue fica prejudicado.
O sangue sai do coração, segue para as pernas e os pés e, na hora de retornar para a parte superior do corpo, encontra resistência.
O volume de sangue circulante no corpo da mulher aumenta durante a gravidez – à custa de água.
Por isso, se diz popularmente que o sangue fica ralo.
Na verdade, a gestante retém líquido e ele se mistura ao sangue, deixando-o realmente diluído.
Uma das consequências pode ser a anemia.
A outra é que, quando o sangue encontra resistência para retornar aos membros superiores, essa água extravasa pela parede das veias, causando o inchaço de pernas e pés.
Cada gravidez é diferente da outra.
Alguns fatores são comuns – a retenção de líquido, a compressão da veia cava (na região pélvica) e o aumento do sangue circulante.
Porém, o inchaço pode aumentar quando a mulher está acima do peso, fica grávida de gêmeos (pois o útero fica mais pesado, comprometendo ainda mais a circulação) e se enfrentar temperaturas temperaturas elevadas ao longo do último trimestre de gestação.
Normalmente, o problema aparece nos membros inferiores, deixando pés, tornozelos e pernas inchados.
Porém, o edema pode surgir na parte superior do corpo.
A alteração atinge todo o aparelho circulatório e, por isso, mãos, braços e até mesmo o rosto podem ficar inchados.
Uma série de fatores pode influenciar o aparecimento ou não do inchaço.
O ideal é que a mulher se prepare até mesmo antes de engravidar, já que excesso de peso, tabagismo e alimentação desregrada colaboram para o surgimento do problema.
Mulheres com estilo de vida saudável, que estão dentro do peso ideal, não fumam, se alimentam corretamente e fazem exercício têm menos chances de inchar.
Pacientes gordinhas e obesas já convivem com uma alteração do sistema circulatório e, durante a gravidez, a circulação do sangue fica ainda mais prejudicada.
A idade da grávida e o número de filhos que a mulher já teve também são fatores de influência.
Isso porque, com o tempo, a circulação passa a funcionar de forma diferente.
E, a cada filho que essa mulher tem, mais prejudicado fica seu aparelho circulatório.
As mulheres que engravidam por meio de métodos artificiais também têm tendência maior de inchar, isso ocorre porque é feito uso de hormônios. “Os níveis de estradiol e progesterona quase chegam a dez vezes o valor normal”, explica.
Mas há como contornar ou pelo menos amenizar o desconforto.
A primeira dica é modificar a alimentação.
Para reduzir a retenção de líquido, a gestante deve utilizar pouco sal no preparo de seus pratos.
Para melhorar a circulação, a recomendação são as aulas de hidroginástica – duas vezes por semana para mulheres sedentárias – ou caminhadas.
O uso de meia elástica de média compressão também ajuda.
Ela deve ser colocada logo de manhã e retirada ao final do dia.
O inchaço costuma ser maior no fim do dia e nos dias mais quentes, principalmente quando a grávida fica longos períodos em pé ou sentada.
Por isso, outra recomendação é que a mulher coloque as pernas para cima à noite durante uma hora.
Basta colocar um travesseiro embaixo do colchão, deixando-o inclinado. Isso ajuda o sistema circulatório a funcionar melhor.
Por fim, parte dos médicos orienta as pacientes a fazerem drenagem linfática.
Mas atenção: o ideal é que seja procurado um profissional habilitado a trabalhar com gestantes.
A massagem não pode ser feita na barriga, pois ela pode estimular a contração uterina, levando ao trabalho de parto prematuro.
Então, o melhor é que a gestante reserve 15 minutos depois do almoço e à noite para esticar e elevar as pernas.
Use a meia na parte da manhã, normalmente o calor é menor e este procedimento já ajuda bastante.
Mantenha suas pernas elevadas enquanto você dorme com a ajuda de uma toalha ou cobertor enrolado debaixo do colchão ao pé da cama.
Habitue sempre a sentar com as pernas retas apoiadas em um banco ou cadeira, quando for assistir à televisão ou ler.
Outra opção é esticá-las no sofá.
Use sapatos confortáveis e, se possível, use sapatos um número maior que o seu tamanho normal.
Caminhe duas a três vezes por semana durante as horas mais frescas do dia.
Remova os anéis se eles parecerem estar apertados.
Algumas grávidas podem ter inchaço nas mãos e ter que cortar os anéis para tirá-los.
http://bebegravidez.com/inchaco-das-pernas-e-dos-pes-durante-a-gravidez/
Yoga é muito eficaz porque as técnicas de respiração e posturas que são feitas, reduzir os níveis de estresse.
Tome muita água para manter a hidratação da pele, é uma maneira fácil de evitar o inchaço nas pernas.
A massagem pode ser muito eficaz no combate ao inchaço.
Use o azeite para a massagem.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI909-10566,00.html
Depois do escalda-pés, uma hidratação profunda também vai bem.
Passe um creme específico para a área (menos entre os dedos) e coloque uma meia de algodão por meia hora.
O resultado é um pé macio e cheiroso.
Para quem quiser um cuidado completo, esfoliantes e desodorantes também são uma boa dica.
Não fique em uma mesma posição por muito tempo.
Reduza, mas não elimine, o sal da dieta. O sal contém iodo, um elemento essencial para a saúde do feto.
Não tome diurético. Os diuréticos podem causar perda de eletrólitos e podem ser prejudiciais para o feto.
Nesse caso, a gestante pode estar com algum problema renal ou sofrendo com pressão alta, que pode levar à pré-eclampsia.
O inchaço costuma aumentar logo após o nascimento do bebê.
O sangue que a mulher compartilhava com a placenta volta para ela.
Ocorre o que os médicos chamam de “redistribuição do líquido”.
Com o passar dos dias – com uma alimentação equilibrada e, principalmente, com a amamentação –, o edema tende a diminuir e, depois, acabar.
O inchaço não costuma deixar consequências, mas pode aumentar a incidência de varizes e hemorróidas.
As mulheres que desenvolvem doenças durante a gravidez devem ficar atentas.
A boa notícia é que na maioria das vezes o edema, como chamam os médicos, só causa desconforto e não deve ser motivo de preocupação.
O inchaço aparece por razões simples.
Entre o final do 2º trimestre de gestação e o início do 3º, o útero – que cresce acompanhando o desenvolvimento do bebê – passa a comprimir os vasos pélvicos, localizados na região pélvica.
Com isso, o retorno do sangue fica prejudicado.
O sangue sai do coração, segue para as pernas e os pés e, na hora de retornar para a parte superior do corpo, encontra resistência.
O volume de sangue circulante no corpo da mulher aumenta durante a gravidez – à custa de água.
Por isso, se diz popularmente que o sangue fica ralo.
Na verdade, a gestante retém líquido e ele se mistura ao sangue, deixando-o realmente diluído.
Uma das consequências pode ser a anemia.
A outra é que, quando o sangue encontra resistência para retornar aos membros superiores, essa água extravasa pela parede das veias, causando o inchaço de pernas e pés.
Cada gravidez é diferente da outra.
Alguns fatores são comuns – a retenção de líquido, a compressão da veia cava (na região pélvica) e o aumento do sangue circulante.
Porém, o inchaço pode aumentar quando a mulher está acima do peso, fica grávida de gêmeos (pois o útero fica mais pesado, comprometendo ainda mais a circulação) e se enfrentar temperaturas temperaturas elevadas ao longo do último trimestre de gestação.
Normalmente, o problema aparece nos membros inferiores, deixando pés, tornozelos e pernas inchados.
Porém, o edema pode surgir na parte superior do corpo.
A alteração atinge todo o aparelho circulatório e, por isso, mãos, braços e até mesmo o rosto podem ficar inchados.
Uma série de fatores pode influenciar o aparecimento ou não do inchaço.
O ideal é que a mulher se prepare até mesmo antes de engravidar, já que excesso de peso, tabagismo e alimentação desregrada colaboram para o surgimento do problema.
Mulheres com estilo de vida saudável, que estão dentro do peso ideal, não fumam, se alimentam corretamente e fazem exercício têm menos chances de inchar.
Pacientes gordinhas e obesas já convivem com uma alteração do sistema circulatório e, durante a gravidez, a circulação do sangue fica ainda mais prejudicada.
A idade da grávida e o número de filhos que a mulher já teve também são fatores de influência.
Isso porque, com o tempo, a circulação passa a funcionar de forma diferente.
E, a cada filho que essa mulher tem, mais prejudicado fica seu aparelho circulatório.
As mulheres que engravidam por meio de métodos artificiais também têm tendência maior de inchar, isso ocorre porque é feito uso de hormônios. “Os níveis de estradiol e progesterona quase chegam a dez vezes o valor normal”, explica.
Mas há como contornar ou pelo menos amenizar o desconforto.
A primeira dica é modificar a alimentação.
Para reduzir a retenção de líquido, a gestante deve utilizar pouco sal no preparo de seus pratos.
Para melhorar a circulação, a recomendação são as aulas de hidroginástica – duas vezes por semana para mulheres sedentárias – ou caminhadas.
O uso de meia elástica de média compressão também ajuda.
Ela deve ser colocada logo de manhã e retirada ao final do dia.
O inchaço costuma ser maior no fim do dia e nos dias mais quentes, principalmente quando a grávida fica longos períodos em pé ou sentada.
Por isso, outra recomendação é que a mulher coloque as pernas para cima à noite durante uma hora.
Basta colocar um travesseiro embaixo do colchão, deixando-o inclinado. Isso ajuda o sistema circulatório a funcionar melhor.
Por fim, parte dos médicos orienta as pacientes a fazerem drenagem linfática.
Mas atenção: o ideal é que seja procurado um profissional habilitado a trabalhar com gestantes.
A massagem não pode ser feita na barriga, pois ela pode estimular a contração uterina, levando ao trabalho de parto prematuro.
Faça
O ideal é usar a meia elástica, mas sabemos que é quase impossível no verão porque elas são muito quentes.
Então, o melhor é que a gestante reserve 15 minutos depois do almoço e à noite para esticar e elevar as pernas.
Use a meia na parte da manhã, normalmente o calor é menor e este procedimento já ajuda bastante.
Mantenha suas pernas elevadas enquanto você dorme com a ajuda de uma toalha ou cobertor enrolado debaixo do colchão ao pé da cama.
Habitue sempre a sentar com as pernas retas apoiadas em um banco ou cadeira, quando for assistir à televisão ou ler.
Outra opção é esticá-las no sofá.
Use sapatos confortáveis e, se possível, use sapatos um número maior que o seu tamanho normal.
Caminhe duas a três vezes por semana durante as horas mais frescas do dia.
Remova os anéis se eles parecerem estar apertados.
Algumas grávidas podem ter inchaço nas mãos e ter que cortar os anéis para tirá-los.
http://bebegravidez.com/inchaco-das-pernas-e-dos-pes-durante-a-gravidez/
Yoga é muito eficaz porque as técnicas de respiração e posturas que são feitas, reduzir os níveis de estresse.
Tome muita água para manter a hidratação da pele, é uma maneira fácil de evitar o inchaço nas pernas.
A massagem pode ser muito eficaz no combate ao inchaço.
Use o azeite para a massagem.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI909-10566,00.html
Escalda-pés contra o inchaço:
esquente água
suficiente para encher uma bacia, coloque duas tampinhas de álcool e um
punhado de sal grosso. Depois do escalda-pés, uma hidratação profunda também vai bem.
Passe um creme específico para a área (menos entre os dedos) e coloque uma meia de algodão por meia hora.
O resultado é um pé macio e cheiroso.
Para quem quiser um cuidado completo, esfoliantes e desodorantes também são uma boa dica.
Não faça
Não use roupas apertadas.Não fique em uma mesma posição por muito tempo.
Reduza, mas não elimine, o sal da dieta. O sal contém iodo, um elemento essencial para a saúde do feto.
Não tome diurético. Os diuréticos podem causar perda de eletrólitos e podem ser prejudiciais para o feto.
Sinais de alerta
Apesar de na maioria das vezes o inchaço não representar perigo, os médicos sempre estão atentos a sinais que podem indicar problemas: inchaço maior do que o normal, ganho de peso muito intenso – mais de um quilo por semana –, limitação no movimento dos dedos das mãos, formigamento dos braços e dor de cabeça na região da nuca.Nesse caso, a gestante pode estar com algum problema renal ou sofrendo com pressão alta, que pode levar à pré-eclampsia.
O inchaço costuma aumentar logo após o nascimento do bebê.
O sangue que a mulher compartilhava com a placenta volta para ela.
Ocorre o que os médicos chamam de “redistribuição do líquido”.
Com o passar dos dias – com uma alimentação equilibrada e, principalmente, com a amamentação –, o edema tende a diminuir e, depois, acabar.
O inchaço não costuma deixar consequências, mas pode aumentar a incidência de varizes e hemorróidas.
As mulheres que desenvolvem doenças durante a gravidez devem ficar atentas.







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