"O Diário da Mariana" nasceu durante a gestação da Mariana, mal podia eu imaginar que um dia ele se tornaria "O Diário das Manezinhas"!! Surpresas da vida ... Mariana, Sofia e Alice ... é por elas e para elas que escrevo!!
terça-feira, 28 de maio de 2013
Meu filho, você não merece nada.
A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
ELIANE BRUM
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram
adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente
grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao
mesmo tempo, da mais despreparada.
Preparada do ponto de vista das
habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações.
Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia,
despreparada porque despreza o esforço.
Preparada porque conhece o
mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a
fragilidade da matéria da vida.
E por tudo isso sofre, sofre muito,
porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da
felicidade.
E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou
para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia.
Uma geração que
teve muito mais do que seus pais.
Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão
de que a vida é fácil.
Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o
mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho
uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe
complacente, que tudo concede.
Foram ensinados a pensar que merecem,
seja lá o que for que queiram.
E quando isso não acontece – porque
obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a
“injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes
que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante,
desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no
mundo é preciso ralar muito.
Com ética e honestidade – e não a
cotoveladas ou aos gritos.
Como seus pais não conseguiram dizer, é o
mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para
os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim?
Penso que este é um
questionamento importante para quem está educando uma criança ou um
adolescente hoje.
Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a
felicidade é uma espécie de direito.
E tenho testemunhado a angústia de
muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”.
Pais que fazem
malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os
perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem
devedores.
Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso
pessoal.
Mas é possível uma vida sem frustrações?
Não é importante que
os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas
básicas do viver, a frustração e o esforço?
Ou a falta e a busca, duas
faces de um mesmo movimento?
Existe alguém que viva sem se confrontar
dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas
capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço.
Prefere a genialidade.
Dizer que “fulano é
esforçado” é quase uma ofensa.
Ter de dar duro para conquistar algo
parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor.
Bacana é o cara que
não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de
Medicina.
Este atesta a excelência dos genes de seus pais.
Esforçar-se
é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam
assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem
esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver
sem sofrer.
De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e,
como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que
deveria estar garantido.
Pais e filhos têm pagado caro pela crença de
que a felicidade é um direito.
E a frustração um fracasso.
Talvez aí
esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de
mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes
prometido.
Expressão que logo muda para o emburramento.
E o pior é que
sofrem terrivelmente.
Porque possuem muitas habilidades e ferramentas,
mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções.
Nem
imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém,
por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais
e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”?
É no passar dos
dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça
desaparece deixando nenhum chão.
Ninguém descobre que viver é complicado
quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a
condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com
os muros da realidade.
Desde sempre sofremos.
E mais vamos sofrer se
não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se
a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que
os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem
considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de
se sentir desencaixado?
Não há espaço para nada que seja da vida, que
pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque
isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído
sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está
disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e
reconhecer equívocos – o mais fácil é calar.
E não por acaso se cala com
medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se
comportam segundo o manual.
Assim, a família pode tocar o cotidiano sem
que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem
– e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e
filhos podem ter?
Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se
o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele?
Se a
relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a
exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que
estas são as mais fáceis
de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a
felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na
própria pele dia após dia.
É pelos objetos de consumo que a novela
familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que
ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem
buscar.
E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o
jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma
vida inteira, mas se desconhecem.
E, portanto, estão perdendo uma grande
chance.
Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados.
E
mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode
tudo.
E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar
não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com
suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que
precisam muito de realidade.
Com tudo o que a realidade é.
Sim, assumir a
narrativa da própria vida é para quem tem coragem.
Não é complicado
porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a
sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é
escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de
chegada.
É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas.
Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante
quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez
em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas
essa briga é tua”.
Assim como sentar para jantar e falar da vida como
ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com
medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando
descobrir”.
Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa
dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o
trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência.
É
tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada
que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho
merece tudo simplesmente por existir, paciência.
De nada vai adiantar
choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu
espaço no mundo sem nenhuma garantia.
O melhor a fazer é ter a coragem
de escolher.
Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para
descobri-lo –, seja a de abrir mão dele.
E não culpar ninguém porque
eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas
vezes.
Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua
desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna
menor.
Sim, a vida é insuficiente.
Mas é o que temos.
E é melhor não
perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
O congelamento de papinhas!!
Eu já imaginava que depois que a Mariana começasse a comer o trabalho seria maior, de fato, saudades de quando era só botar o peito pra fora e o cardápio estava pronto!!
Andei fazendo umas continhas e gasto em torno de 2 horas diárias em função das papinhas dela, entre planejar o que fazer, cozinhar, moer, acondicionar, servir a ela (só aqui é uns 20 minutos), lavar as louças (minha pia está sempre com louça suja), as roupas (agora tenho que esfregar mais e deixar de molho), o chão que sempre recebe umas colheradas ... enfim, aí que uma das formas de tentar otimizar um pouco esse tempo é congelando papinhas!!
Conversei com algumas amigas sobre o assunto e pesquisei na internet também, é claro que algumas opiniões se divergem, a começar pela dos pediatras.
Bom, segundo a pediatra da Mariana posso congelar por 1 semana e deu uma dica, já comentei em post anterior, a de congelar os produtos separados pois assim posso montar as papas com 2 ou 3 produtos congelados e 2 ou 3 feitos na hora, o que vai resultar num resultado "mais fresquinho"!!
E eu fiquei contente pois já é o que venho fazendo, pois olha gente, preparar pelo menos 5 alimentos diários é muita coisa!!
Mas claro que tenho também alguma papinha pronta pras horas de emergência!!
Eu que já não sou muito chegada na cozinha coloco toda a minha vontade e amor nas papinhas da Mariana e sobra pouca coisa pra minha comida, tenho vontade de só tomar sopa!! rsrsr
Ah sim, outra recomendação da Dra Renata é a de congelar e usar somente recipientes de vidro, nada de plástico!!!
Então estou fazendo uso de vidrinhos de papinhas Nestle que ganhei da Luciana!
E aqui alguma coisa que selecionei da internet:
Pode descongelar e congelar de novo?
Não.
A multiplicação de bactérias começa no ato do descongelamento e pode se agravar, caso a comida seja congelada novamente.
Por isso, armazene porções pequenas, para não haver sobras.
A multiplicação de bactérias começa no ato do descongelamento e pode se agravar, caso a comida seja congelada novamente.
Por isso, armazene porções pequenas, para não haver sobras.
A saber: a maioria das papinhas dura cerca de 30 dias no freezer, mas tudo irá depender do tipo de alimento que a compõe.
Confira alguns exemplos de armazenamento:
- Papinha de fruta ou de legumes:
2 dias na geladeira e 6 meses congelada.
2 dias na geladeira e 6 meses congelada.
- Papinha de carne:
1 dia na geladeira e 2 meses congelada.
1 dia na geladeira e 2 meses congelada.
- Combinações de carne e legumes:
2 dias na geladeira e 2 meses congeladas.
2 dias na geladeira e 2 meses congeladas.
- Dica: cole uma etiqueta no recipiente, com a data de produção e de validade.
Aproveite e anote o sabor, para facilitar a identificação.
Para servir
Um dia antes, retire a papinha do freezer e coloque-a na geladeira.
O processo de descongelamento será natural e com menor risco de contaminação bacteriana.
No dia seguinte, esquente e sirva.
O processo de descongelamento será natural e com menor risco de contaminação bacteriana.
No dia seguinte, esquente e sirva.
A verdade sobre a perda de nutrientes
Não existe alimento que não perca nutrientes quando congelado, mas há
dicas para melhorar a conservação.
Fique por dentro:
Fique por dentro:
- Chuchu, abobrinha e berinjela congelam melhor como prato pronto.
- Mandioca bem fresca pode ser congelada crua e sem casca.
- Couve-flor, brócolis, alcachofra e repolho: precisam ser bem lavados.
Em seguida, deixados de molho em água com limão e sal por 30 minutos.
Assim, eliminam pequenos insetos e duram mais.
- Ervas para tempero: lave, seque, pique a gosto e congele.
- Tomate: retire a casca e as sementes antes de preparar molho, suco ou purê.
http://bebe.abril.com.br/materia/como-congelar-os-alimentos-do-bebe
As papinhas também podem ser congeladas, desde que não contenham:
- maionese
- ovos ou claras cozinhas, gemas
- vegetais crus
- iogurte
- folhas de verduras e de frutas
- banana
E nada de colocar no freezer o que sobrou do pratinho da criança.
Alimentos que já entraram em contato com a saliva ficam suscetíveis à contaminação.
http://guiadacozinha.uol.com.br/receitas/14-Materia-Superguia-de-Congelamento
Quanto mais rápido o alimento for congelado e quanto mais devagar ele for descongelado, melhor será o resultado final.
http://bebe.abril.com.br/materia/como-congelar-os-alimentos-do-bebe
As papinhas também podem ser congeladas, desde que não contenham:
- maionese
- ovos ou claras cozinhas, gemas
- vegetais crus
- iogurte
- folhas de verduras e de frutas
- banana
E nada de colocar no freezer o que sobrou do pratinho da criança.
Alimentos que já entraram em contato com a saliva ficam suscetíveis à contaminação.
http://guiadacozinha.uol.com.br/receitas/14-Materia-Superguia-de-Congelamento
Quanto mais rápido o alimento for congelado e quanto mais devagar ele for descongelado, melhor será o resultado final.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
As papinhas segundo a pediatra!!
Essas orientações sobre as papinhas da Mariana nós recebemos ainda na consulta mensal de abril, e eu trouxe para o blog mas ficou nos rascunho, pela metade, sabem como é, ao invés de terminar de escrever fui cozinhar, agora que tenho algumas papinhas congeladas vou conseguir terminar e então publicar a postagem!! ;)
* 2 cereais ou tubérculos
* 1 leguminosa
* 1 proteína animal
* 1 hortaliça
CEREAL ou TUBÉRCULOS
- CEREAIS
trigo (macarrão), cevada, arroz, aveia
- TUBÉRCULOS
batata, cará, inhame/mandioca,
LEGUMINOSAS
feijões, ervilha, lentilha, grão de bico e soja
PROTEÍNA ANIMAL
carne bovina, vísceras, frango, peixe , carne suína, ovos inteiros
HORTALIÇAS
- VERDURAS
acelga, agrião, aipo, alface,
almeirão, brócolis, chicória, couve, couve-flor, escarola, espinafre,
mostarda, repolho, rúcula, salsa e salsão.
- LEGUMES
cenoura, beterraba, abobrinha, abóbora, pepino, cebola, chuchu, berinjela, tomate
DEMAIS ORIENTAÇÕES:
DEMAIS ORIENTAÇÕES:
- carne - 70 a 100 gramas por dia para 2 refeições
- oferecer água:
0 a 6 meses - 700 ml
7 a 12 meses - 800 ml
1 a 3 anos - 1300 ml
Lembrando que o leite materno e fórmula infantil possuem a maior parte do fornecimento de água
- não acrescentar sal e condimentos industrializados
- óleo vegetal no final do preparo - não refogar
- peixe 2 vezes por semana pois são fonte de ômega 3. Ex. salmão, anchova, sardinha e atum
- evitar os alimentos ricos em agrotóxicos
- lavagem cuidadosa dos alimentos: mergulhar o alimento em solução de bicarbonato de sódio (1 colher de sopa para 1 litro de água filtrada) deixar por 20 minutos.
- retirar as folhas externas das verduras
- retirar gorduras e pele das carnes
- não oferecer nada com sal ou açúcar nas frutas e papas
- não dar produtos industrializados tipo: refrigerantes, bolachas recheadas, "danoninhos", sucos de caixinhas
A 7ª consulta!!
Na 4ª feira da semana passada, dia 15, depois de levarmos a Mariana pra tomar as vacinas mensais foi a vez da consulta mensal!
Como na data da consulta faziam 9 dias que a Mariana havia começado com as papinhas estávamos curiosos pra saber como estava o peso dela, aumentou, mas foi um aumento normal, o esperado pela idade dela e tempo de papinhas, ela ganhou 460 gramas e está pesando praticamente 7 Kg, 6950!!
E cresceu 1 centímetro, está agora com 64,5.
E depois vieram as perguntas nossas e da pediatra...
Conversamos muito sobre as papinhas da Mariana já que de fato acho que é o assunto e acontecimento do momento!!
Devemos continuar no esquema que estamos agora, em torno do meio dia o almoço, papinha preparada com 5 ingredientes, suco e mamazinho como complemento. 2 horas depois uma fruta e novamente mamazinho de complemento, passadas mais 2 horas a janta conforme o almoço.
A grande dúvida é saber o quanto a Mariana está comendo, se a quantidade é boa ou não, pelo que relatamos está bom sim considerando os poucos dias.
Perguntei sobre o congelamento das papinhas, na verdade já ando congelando baseada em informações de amigas e da internet, mas queria a opinião dela, que nos disse pra congelar por 1 semana e sugeriu um esquema de congelar produtos separados e usar 2 ou 3 deles congeladas e 2 ou 3 feitos na hora, assim a papinha não fica com cara de 100% congelada, recebe sabor de feita na hora.
O que me deixou feliz é saber que é exatamente como já estou fazendo!!
Mas claro que tenho sempre alguma papinha pronta para aquelas horinhas de emergência!!
Nesse primeiro mês as papinhas devem ser batidas no liquidificador ou mixer e a partir do 7º mês essa consistência deve ir engrossando aos poucos, ou seja, alguns triturados, outros só amassados, depois tudo só amassado, então menos amassadinhos, depois pedacinhos e assim por diante!!
Sobre o atum enlatado, já que a orientação é de comer peixe 2 vezes por semana, ele pode ser usado de forma eventual, assim como as papinhas prontas Nestlé!!
Pegando a linha "alimentação" chegamos a outro ponto, o intestino da Mariana, que trancou depois que ela começou com as papinhas!!
Há 1 mês, antes de começar com as papinhas, o intestino dela já estava meio preguiçoso e não funcionava mais diariamente. Quando ela começou a comer chegou a ficar 4 dias sem fazer cocô até passar a fazer todos os dias, porém aos poucos e com dificuldade que da peninha de ver ela fazendo tanta força e choramingando irritada com a situação!
Por hora a indicação foi a de dar a ela mamão com ameixa e mais água ao longo do dia!!
Conversamos sobre o sono da D.Mariana, na verdade o sono dela não é ruim, o difícil é na hora de dormir pois ela luta e luta contra o sono, está caindo de sono mas não quer se entregar.
Bom, pra isso ela receitou uma homeopatia pra ver se a bichinha entra nos eixos!!
Além das gotinhas de homeopatia agora a Mariana também vai tomar ferro, que é habitual ser receitado aos bebês a partir do 6º mês e que vai até os 2 anos!!
(é a fase das roupas manchadas!! rsrs)
O receitado pela Dra Renata foi esse:
E como o ferro costuma trancar o intestino dos bebês, e o da Mariana já anda trancadinho, a introdução será de forma gradual, começando por 1 gotinha até a 7ª!!
Outra dúvida é sobre o calor e o frio da Mariana, tão difícil às vezes saber o que vestir e o que ela está sentindo!!
É muito comum ela suar a cabeça, enquanto pernas e pés estão frios, e então, ela sente frio ou calor?
Embora já acreditássemos que se ela está suando é por que sente calor, resolvemos perguntar e de fato é sinal de calor, até por que os pés ficam frios por suarem muito!!
Bom gente, foi mais ou menos isso, o bom é sempre sair de lá sabendo que estamos no caminho certo e que está tudo bem com ela!!
Segue a tabelinha:
| DATA | IDADE | PESO | ESTATURA |
| 07/11/12 | nascimento | 3015 | 48 |
| 14/11/12 | 7 dias | 3020 | |
| 07/12/12 | 1 mês | 3780 | 52 |
| 09/01/13 | 2 meses | 4480 | 57 |
| 19/02/13 | 3 meses 12 dias | 5550 | 61 |
| 14/03/13 | 4 meses 7 dias | 6020 | 63 |
| 16/04/13 | 5 meses 9 dias | 6490 | 63,5 |
| 15/05/13 | 6 meses 8 dias | 6950 | 64,5 |
E depois vieram as perguntas nossas e da pediatra...
Conversamos muito sobre as papinhas da Mariana já que de fato acho que é o assunto e acontecimento do momento!!
Devemos continuar no esquema que estamos agora, em torno do meio dia o almoço, papinha preparada com 5 ingredientes, suco e mamazinho como complemento. 2 horas depois uma fruta e novamente mamazinho de complemento, passadas mais 2 horas a janta conforme o almoço.
A grande dúvida é saber o quanto a Mariana está comendo, se a quantidade é boa ou não, pelo que relatamos está bom sim considerando os poucos dias.
Perguntei sobre o congelamento das papinhas, na verdade já ando congelando baseada em informações de amigas e da internet, mas queria a opinião dela, que nos disse pra congelar por 1 semana e sugeriu um esquema de congelar produtos separados e usar 2 ou 3 deles congeladas e 2 ou 3 feitos na hora, assim a papinha não fica com cara de 100% congelada, recebe sabor de feita na hora.
O que me deixou feliz é saber que é exatamente como já estou fazendo!!
Mas claro que tenho sempre alguma papinha pronta para aquelas horinhas de emergência!!
Nesse primeiro mês as papinhas devem ser batidas no liquidificador ou mixer e a partir do 7º mês essa consistência deve ir engrossando aos poucos, ou seja, alguns triturados, outros só amassados, depois tudo só amassado, então menos amassadinhos, depois pedacinhos e assim por diante!!
Sobre o atum enlatado, já que a orientação é de comer peixe 2 vezes por semana, ele pode ser usado de forma eventual, assim como as papinhas prontas Nestlé!!
Pegando a linha "alimentação" chegamos a outro ponto, o intestino da Mariana, que trancou depois que ela começou com as papinhas!!
Há 1 mês, antes de começar com as papinhas, o intestino dela já estava meio preguiçoso e não funcionava mais diariamente. Quando ela começou a comer chegou a ficar 4 dias sem fazer cocô até passar a fazer todos os dias, porém aos poucos e com dificuldade que da peninha de ver ela fazendo tanta força e choramingando irritada com a situação!
Por hora a indicação foi a de dar a ela mamão com ameixa e mais água ao longo do dia!!
Bom, pra isso ela receitou uma homeopatia pra ver se a bichinha entra nos eixos!!
Além das gotinhas de homeopatia agora a Mariana também vai tomar ferro, que é habitual ser receitado aos bebês a partir do 6º mês e que vai até os 2 anos!!
(é a fase das roupas manchadas!! rsrs)
O receitado pela Dra Renata foi esse:
E como o ferro costuma trancar o intestino dos bebês, e o da Mariana já anda trancadinho, a introdução será de forma gradual, começando por 1 gotinha até a 7ª!!
Outra dúvida é sobre o calor e o frio da Mariana, tão difícil às vezes saber o que vestir e o que ela está sentindo!!
É muito comum ela suar a cabeça, enquanto pernas e pés estão frios, e então, ela sente frio ou calor?
Embora já acreditássemos que se ela está suando é por que sente calor, resolvemos perguntar e de fato é sinal de calor, até por que os pés ficam frios por suarem muito!!
Bom gente, foi mais ou menos isso, o bom é sempre sair de lá sabendo que estamos no caminho certo e que está tudo bem com ela!!
terça-feira, 21 de maio de 2013
Dia de vacina!!
4ª feira da semana passada, dia 15, levamos a Mariana pra tomar as vacinas mensais!!
Levamos numa clinica particular pra diminuir de 3 pra 2 as picadinhas, ainda mais que na semana anterior já teve a da gripe, tadinha, é muito picada!!
Não por nada que mal deitamos ela na maca e começou a chorar!!
Dessa vez recebeu as vacinas contra Hepatite B, Rotavírus, Sabin, Tetravalente e Pneumo10.
Agora vacina do calendário só com 1 ano!!!
Dessa vez a vacina foi ainda mais tranquila que as anteriores em termos de reação, não teve nada de febre!!!!
sábado, 18 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
O saco da vovó tá cheio!!
Ou quase cheio, e é de coisa gostosa!!!
Então, essa postagem é pra mostrar o presente que a vovó Lorena fez pra Mariana ainda em abril, lá em Erechim!!
Mas como não havia feito nenhum frio mais intenso ela não usou o presente, e eu queria fazer uma foto do saco cheio!!
A história do saco começou quando a Mariana ganhou da minha amiga Nara esse saco:
Achamos muito interessante e aprovamos o uso já que nem sempre ela fica coberta.
Aí fui pesquisar sobre os mesmos:
http://soedani.blogspot.com.br/2013/03/ensacadinha.html
Então, essa postagem é pra mostrar o presente que a vovó Lorena fez pra Mariana ainda em abril, lá em Erechim!!
Mas como não havia feito nenhum frio mais intenso ela não usou o presente, e eu queria fazer uma foto do saco cheio!!
A história do saco começou quando a Mariana ganhou da minha amiga Nara esse saco:
Achamos muito interessante e aprovamos o uso já que nem sempre ela fica coberta.
Aí fui pesquisar sobre os mesmos:
http://soedani.blogspot.com.br/2013/03/ensacadinha.html
E por fim apelamos para os dotes de costureira da vovó Lorena!!!
Esse que ela fez é mais grosso, próprio para os dias mais frios, e maior, já que o da tia Nara está quase no limite!!
Momentos Mágicos!!
Resolvi fazer uma brincadeira nesse dia das mães!!
Montagens com as fotos que tiramos em maio de 2012 em que estávamos grávidos de 16 semanas com as fotos desse domingo, ou seja, maio de 2013, em que a Mariana já está com 6 meses!!
Esse é o link da postagem do ano passado:
Esse é o link com as fotos desse ano:
E esse é o resultado:
Obs. o sapatinho vermelho não serve mais pra Mariana!!
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