quarta-feira, 30 de julho de 2014

16º dentinho!!


E apontou hoje o 4º canino da Mariana!!
É inferior e do lado esquerdo!!!
Agora só faltam 4 pra completar a arcada dentária de leite!!

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Mães com defeito!!

Desde que me tornei mãe tenho pensado que algumas coisas deveriam/poderiam ser diferentes para nós mães, ou para nós mulheres depois de nos tornarmos mães, enfim...
Longe, muito longe de contrariar o que Deus criou, mas cá entre mães, vamos combinar que algumas coisas poderiam ser ajustadas!!

1 -SONO DE MÃE
Deveria ser automático, ao nascer o baby o botão anti sono seria acionado!!
E aquelas 8 horas de sono seriam dispensadas, deveríamos sobreviver lindamente com umas 2 ou 3 horas de sono por dia, assim resistiríamos mais bravamente as primeiras (e segundas, e terceiras semanas) e teríamos um pouco mais de tempo para as dezenas de outras coisas a serem feitas!!






2 - BRAÇOS DE MÃE
Assim como a barriga cresce deveriam crescer na gestante 2 outros braços!!
Alguma mãe aí nunca sentiu falta de algum braço extra?
Bom, aí ao nascer o bebê a barriga iria embora, por completo, mas os braços ficariam!!
Ninguém iria estranhar se fosse assim desde sempre, assim como a centopeia tem várias pernas e pés as mães teriam mais que duas mãos!!
É, a ideia me pareceu boa, se não fosse o fato de que com 2 mãos nos sobrecarregamos, imaginem então se tivéssemos mais!!




3 - PACIÊNCIA DE MÃE
Ahh sim, a tal da paciência deveria ser parida junto com o baby!!
Falo de uma paciência extra, grande, daquelas bonitas de ver, daquelas de receber elogios, pois vamos combinar que há momentos fogo de aguentar!!
Ou pelo menos que essa tal paciência estivesse a venda nas melhores farmácias e drogarias!!!



Pronto, falei!!
Brincando um pouco falei de algumas coisas que senti falta desde que a Mariana nasceu, ah sim, não senti falta de sono não, quem dera, senti falta de dormir mesmo!!
Há tempo eu queria falar sobre isso aqui, bobagens da cabeça de uma mãe, tanto tempo que felizmente no momento atual tenho vivido dias melhores com relação a esses 3 pontos.
A Mariana tem dormido melhor e consequentemente eu também!!
O sono dela era o que mais tirava minha paciência, e tendo ele melhorado, minha paciência também!!
E por fim digo que estou numa fase muito gostosa com a Mariana, ela quase não quer colo, se desgrudou um pouco de mim e até brinca mais sozinha, com isso acho que 2 mãos estão dando conta!!!

Dia de vacina!!

Hoje levamos a Mariana pra tomar a 2ª dose da vacina contra Hepatite A.
Essa foi a 32ª vacina que ela toma, sendo 28 injeções!!! 
Ufa!!
Fechamos esse primeiro ciclo, digamos assim, pelo calendário atual a próxima vacina será com 4 anos.
Claro que nesse intervalo terá a vacina da gripe e mais alguma de campanha, mas por hora ela pode dizer:

(a)

domingo, 27 de julho de 2014

Natação no frio!!

O papai da Mariana achou essa reportagem no caderno Vida ZH e aqui estou eu compartilhando, afinal, não houve frio até agora que nos fizesse faltar alguma aula de natação!
Mas confesso que foi por pouco, pois o início do inverno coincidiu com o momento em que eu não estava mais satisfeita com as aulas que a Mariana estava tendo, mas aí veio a nova escola, a nova profe, e novos ânimos!!
Valeu a pena ter continuado e ver que a cada aula a Mariana curte mais, mesmo sendo inverno, imagino então a delícia que será no verão!!



Melhora do condicionamento físico e da coordenação motora, prevenção da obesidade — além de ajudar na disciplina e na socialização, entre tantos outros benefícios. 
As atividades físicas são essenciais para o desenvolvimento das crianças, que devem ser incentivadas a praticar mais de uma modalidade durante a infância.
A natação é uma das mais indicadas para os pequenos, pois além de ser um dos esportes mais completos para o ganho de aptidão física, também auxilia na prevenção de doenças como gripes e resfriados, pois fortalece o sistema imunológico. 
Por isso mesmo, sua prática não deve ser abandonada quando o calor vai embora. 
Ao contrário: segundo especialistas, ela é recomendada para pessoas de todas as idades nessa época.
— Como nas estações mais frias do ano a umidade do ar diminui, o vapor de água eliminado pelas piscinas umidifica o ambiente, evitando lesões na mucosa do trato respiratório e, consequentemente, infecções virais — ressalta o pediatra Alexandre Netto.
Outra vantagem é que, como no inverno são comuns temperaturas baixas ou chuva, dificultando as aulas ao ar livre, as piscinas internas favorecem a continuidade da atividade física mesmo nos dias mais feios. A maior parte dos clubes e escolas de natação oferecem ambientes vedados, que impedem a entrada de correntes de ar e garantem o conforto.

Uma escolha que vem cedo
Embora seja altamente recomendada, a natação não pode ser imposta. 
Muitas começam quando ainda engatinham, acompanhadas dos pais, o que facilita a evolução ao longo dos anos e o não abandono da prática. 
Segundo a Academia Americana de Pediatria, 75% das crianças obrigadas a fazer esportes de que não gostam, até os 15 anos, param de praticar e ficam sedentárias.
— As crianças precisam da presença de alguém em quem confiem, seja o professor ou os pais. 
Essa relação de confiança é fundamental.
 Assim, elas aprendem com mais segurança, sem medo do desconhecido — diz a professora de natação Marcela Leite.
Não é de se espantar quando se fala que a natação é um esporte completo: há várias evidências de que, além de dar um upgrade na saúde, ela ajuda na prevenção e recuperação de doenças como asma, bronquite, problemas ortopédicos e, quem diria, até no processo de alfabetização: uma série de estudos, como o realizado recentemente pela Universidade Castelo Branco (RJ), comprovam que crianças iniciadas em programas de adaptação ao meio líquido em idade pré-escolar têm um rendimento mais satisfatório durante seu processo de alfabetização. 

PRINCIPAIS CUIDADOS
1 Fique atento à entrada e saída da água: deixe os chinelos e o roupão na beira da piscina.
2 Regule o chuveiro para ficar com a temperatura próxima à da água da piscina. Evite banhos muito quentes.
3 Antes de sair do vestiário, enxugue bem os cabelos, o rosto e os ouvidos. Um secador de cabelos sempre é bem-vindo.
4 Agasalhe-se bem (recomenda-se moletom de capuz) e, mesmo que prefira chinelos, não deixe de calçar meias para aquecer os pés, pois o corpo perde calor, inicialmente, nas extremidades.
5 Quando a criança estiver com febre, diarreia ou vômito, reações vacinais ou dores de ouvido, entre outros sintomas, a atividade física deve ser suspensa até a melhora do quadro.



sexta-feira, 18 de julho de 2014

A crise dos 2 anos!


Já começo dizendo que não tenho certeza de que a Mariana está entrando no período da tal crise dos 2 anos, mas resolvi pesquisar sobre o tema depois de observar algumas mudanças no comportamento dela.
Há 1 mês mais ou menos ela começou a sapatear quando contrariada, alterna as batidas dos pés no chão que parece estar treinando para uma corrida olímpica, juntamente com sonoros gritinhos, que quase sempre são de "nãoooo"!!
Mas confesso que isso não me surpreendeu muito, é claro que não acho nada bonito mas digo que não me surpreende pelo fato de que embora a Mariana seja uma menina carinhosa e doce ela sempre demonstrou ser geniosa e dona de uma personalidade forte.
Bom, mas aí de uns 10 dias pra cá começou a morder locais como a mesa da cozinha que é de mármore, a porta do fogão a gás (a alça da porta do forninho), a estante da sala...além de se bater com tapas e socos e dar cabeçadas, por enquanto os locais escolhidos foram os armários da cozinha e a geladeira!!
Ontem pela 1ª vez se mordeu na mão deixando o desenho de quase todos os dentes que a boquinha possui.
Num primeiro momento pensei que esses ataques de ira eram por causa dos dentes, o que não é uma causa que excluo totalmente já que em 9 dias nasceram 3 caninos e o 4º está prestes a se manifestar.
Tais atitudes acontecem quando ela está com fome ou sono, mas principalmente e quase sempre, quando é contrariada!!
Eis a questão que me faz pensar e pesquisar sobre a tal crise dos 2 anos!!
De certa forma se for mesmo isso fico mais tranquila, primeiro por pensar que é algo normal e segundo por não achar que é culpa minha, uma mãe que da moleza, que não sabe educar, etc
Saber o que pode estar acontecendo com minha pequena é muito importante, assim como é para qualquer pai e mãe, nos limita a alguns julgamentos como o de criança mal educada, pais relapsos e assim por diante.
Além de nos fazer agir com mais paciência, maaais paciência, lembrando sempre o que diz minha irmã, "penso que é uma fase e vai passar"!!
Ah sim, ainda sobre o comportamento da Mariana, joga longe o que tem nas mãos, com força, com raiva!!
E tudo vem acompanhado de nãos e mais nãos e as vezes choro!!
Preocupa, angustia um pouco!!
É fase?
É crise?
É alguma outra coisa que incomoda nossa pequena?
É personalidade tinhosa?
O que temos por hora é a esperança de que isso passe logo e se for mesmo a crise dos 2 anos que não vá até os 4 como acontece com algumas crianças!!
E sendo ou não algo a ver com tal crise peço a Deus sabedoria pra saber ao certo o que fazer sem ceder aos caprichos da pessoinha, seguindo na busca de dar a ela uma boa educação!!
Ler e se informar ajuda um pouco a lidar com a situação, pois confesso, há momentos que olho pra ela sem saber ao certo o que fazer, qual a melhor atitude a tomar!!
Ter filhos é mesmo viver a cada dia novas experiências, recheadas de alegrias, angustias, medos, dúvidas...




http://guiadobebe.uol.com.br/a-crise-dos-dois-anos-de-idade/


Por volta dos 2 anos de idade a criança entra em uma fase conhecida como adolescência do bebê, ou terrible twos, em inglês. 
É quando começam as frequentes crises de birras e malcriações sempre que sua vontade é contrariada. 
Mesmo os mais bonzinhos e tranquilos surpreendem os pais com ataques de choro e gritos, se jogam no chão, agridem os amigos, batem a cabeça na parede, mordem, beliscam e dizem “não” a tudo que lhes é pedido.
Essa mudança no comportamento, em geral, ocorre entre 1 ano e meio e 3 anos de idade, embora não seja raro se estender até os 4 anos. Normalmente, este comportamento é observado diante das intervenções dos pais, o desejo de contrariar os pais parece ser uma constante na crise dos dois anos.
Nem toda criança passa pelo período com este padrão de comportamento, embora todas estejam sujeitas, uma vez que a crise está associada ao desenvolvimento normal da criança.
É importante sublinhar que, neste mesmo período, algumas mudanças importantes estão ocorrendo, como um abrupto desenvolvimento cerebral. 
Por consequência, o aumento considerável na competência linguística, na organização do pensamento e na capacidade de exploração do mundo trazem uma percepção de autonomia e independência para tomar decisões ao seu modo

 

Como lidar com a adolescência do bebê?


A grande pergunta é: como os pais devem agir para evitar ou minimizar esse comportamento? 
Muitas vezes os pais acabam perdendo a paciência na hora da crise porque não adianta conversar, pedir, gritar, ameaças ou colocar de castigos. 
A punição ou mesmo tirar a criança de perto de outras crianças faz com que demore ainda mais para passar essa agressividade. 
Na realidade não é agressividade pura e sim uma fase de aprendizagem onde a criança faz suas experiências e vê as diferenças entre uma ‘mordidinha de amor’ e outra mais forte que vai doer muito no seu amiguinho.
Se os pais agirem com amor, afeto e respeito podem fazer com que esta fase seja mais rápida e menos dolorida. 
Para a criança pequena é importante ter limites colocados de modo suave, mas com firmeza. 
A criança deve aprender que há coisas que pode fazer e coisas que não pode.
 Principalmente com o exemplo dos pais, aos poucos e com muita paciência é que a criança vai assimilando as regras, que devem ser claras.
Na prática, quando a criança começa a espernear na fila de um supermercado, por exemplo, os pais precisam manter a calma. 
Seja compreensivo. 
Mesmo que não ceda às exigências do seu filho não significa que não possa entender o porquê dele estar alterado. 
Deve-se abaixar à altura da criança e conversar sem reforçar o mau comportamento.  
Não negocie no calor da crise, nesse momento você pode sentar-se ao lado da criança e esperar até que as coisas se acalmem, pode tentar abraçá-la, mesmo que ela não aceite bem o seu afeto, isso demonstra que ela pode esperar compreensão e amor. 
Lembre-se que isso é uma fase e vai passar.

 

O que fazer quando a criança vai para a escolinha e está na fase da crise?


Geralmente, a crise dos dois anos de idade acontece na mesma época que a criança vai começar a frequentar a escolinha. 
Os pais, claro, temem problemas de socialização e agressões aos amiguinhos.
Na verdade, frequentar a escolinha nesse período difícil não é um problema. 
Ali, ela terá a oportunidade de conviver com outras crianças e aprender a interagir, ceder, dividir, o que pode fazer com que passe mais rapidamente pela fase.
Como nessa idade a criança ainda não tem maturidade para conviver em grupo e pensa ser o centro do mundo, no início a convivência em grupo será difícil e provavelmente haverá brigas pelo mesmo brinquedo, conflito e muito choro. 
Nesse momento, a intermediação dos professores deve ser rápida e não negociável. 
A escola pode ajudar tendo respeito à individualidade de cada criança e ter regras bem claras, sem contradições.





Existe alguma causa?

 A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. 
A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela.
Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais.
Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si.
Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais.
Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais.
No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente.
Ela discorda até dela mesma! 
Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”.
Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero!”
Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar.
Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação.
É uma fase difícil para os pais e também para as crianças.
É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

Como agir quando a criança se joga no chão e grita num lugar público?

 Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra.
Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio.
Diga como espera que ele aja, o que ele poderá fazer ou não etc.
E conte as consequências para o seu mau comportamento.
 Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos.

Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento.
Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar.
É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação.
Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também.
Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação.
Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto.
Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados.
Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar.
Sua atitude mostrará desaprovação.

O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

 Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável.
É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano.
Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis.
Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles.
A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar , dizendo que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. 
Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. 
Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

 E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

 Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais.
Por mais que possam se preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”.
O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude.
Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro.
Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc.
Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional que, aí sim, merece a atenção dos pais.
 Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos frequentemente em situações cotidianas, como se arranhar, bater em sua própria cabeça e puxar os cabelos, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.

Como agir quando se está em público?

 Não deixe que a opinião de pessoas desconhecidas lhe afete. 
Ignore os olhares de reprovação, ou aqueles que dizem: “ah, se fosse meu filho…”. 
Você conhece sua criança e deve buscar o que é melhor para ela. 
Leia, busque informações sobre esta etapa, converse com quem tem filhos nesta idade, procure quem possa ajudar, crie sua técnica e adote um mantra: “é normal e vai passar, é só manter a calma.”

 Cuidado!

 Por mais difícil e irritante que esta fase seja, saiba que ela passa e que a criança precisa de compreensão. 
Portanto, evite sempre os castigos físicos, os tapas, beliscões e afins. Queremos que a criança entenda que a violência não é um comportamento aceitável, então, não podemos resolver a situação da mesma forma que ela. 
Explique e negocie sempre. 
Se você estiver perdendo o controle, respire fundo e afaste-se. 
Quando se sentir melhor, chame a criança e converse. 
Mas nunca deixe uma crise sem resposta, ou a criança vai se acostumar a não ter consequências para seus atos.




quarta-feira, 16 de julho de 2014

15º dentinho!!

Gente, e não é que hoje mais um dente apontou na boquinha da nossa amada Mariana!!! 
O que talvez justifique um pouco alguns momentos de irritação dela, afinal,  foram 3 dentes em 9 dias!!
E o 4º canino está prestes a apontar!!
E mais do que irritação, muito coceira, ela destruiu em 1 semana a última escova de dentes e o bico do copo de tanto morder, além de colocar o dedo e outros objetos e morder com voracidade!!
Esse que apontou hoje é um canino inferior, do lado direito!!

domingo, 13 de julho de 2014

14º dentinho!!!


E se faziam 3 meses que não nasciam dentes na Mariana na última semana foram 2!!
E 2 caninos!!
Ontem o seu 14º dentinho apontou, é o 2º canino superior, esse do lado direito!!
Logo as janelinhas do sorrisão se fecham!!!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

O sono da Mariana - nova fase!!

 

Há 1 mês e pouco eu fiz uma postagem falando sobre o sono da Mariana, caso alguém perdeu e queira ver aqui está:
Escrevi muita coisa pois fiz praticamente uma retrospectiva do sono dela desde que nasceu.
Admito que o texto é mais que um relato, é quase um desabafo misturado com chorumela de uma mãe que conta nos dedos as boas noites de sono que teve ao longo desses quase 2 anos!!
Bom, mas se naquele momento vim aqui chorar minhas pitangas agora que o sono dela está melhor me sinto quase que na obrigação de contar isso também.
Uns dias antes daquela postagem a Mariana havia deixado de fazer o sono da manhã, ou seja, isso tem praticamente 2 meses.
O fato é que isso foi um fator relevante para que o sono dela melhorasse.
Sem a soneca da manhã, que era de meia hora, a da tarde ficou maior, aos poucos ela juntou as duas.
A soneca da tarde, assim como a da manhã, nunca passava de meia hora, e era muito pontual inclusive, mas aos poucos foi pra 40 minutos e agora chega quase sempre a 1 hora, ainda varia muito, eventualmente dorme 40 minutos mas também já chegou a 1h e meia, 2 horas.
Esse tempo que relato é no berço, pois aí ela acorda, chama a mamãe no maior choramingo e já em pé no berço, ao pegar ela se debruça cheia de preguiça e dorme outro tanto que também varia conforme o que já dormiu no berço, mas o total da soneca da tarde vai de 1h e meia a 2h, eventualmente chega a 2h e meia.
E apesar desse tempo em que ela dorme no colo esse sono "todo" estava na minha lista de desejos do que eu queria ver melhorar!!
Ainda sobre o fato dela dormir um tempo no colo tenho a dizer primeiramente que já tentei inúmeras vezes colocar ela de volta no berço, acorda!!
"Segundamente" quero dizer que é um momento que curto, a Mariana é muito ativa e não fica muito no colo, pouco colo pede e mesmo quando chamo ela pra um colinho ela foge ou me responde "nãum"!!
Com essa soneca bem feita, mesmo que em 2 partes (parte berço e parte colo) ela passou a dormir um pouco mais de manhã!!
Tem acordado normalmente entre 6:30 e 7h, as vezes até passa um pouco das 7h, o que é ótimo pra quem já teve a fase entre 5:30 e 6h.
E se passou meses batendo o ponto entre 5 e 5:30 também deixou essa fase pra trás, deixando também uma das mamadas, que não eram de rotina mas seguidas pela tentativa de fazer ela dormir novamente.
Além da acordada das 5h não acontecer mais a noite toda tem sido melhor!!
Falo isso em linhas gerais, considerando uma boa noite quando ela acorda e me chama até umas 2 vezes!
Tem noites mais pesadas, acontece, noite passada mesmo, ela parecia estar sonhando pois acordava chorando, gritando pela mamãe, pelo au au e assim foram umas 10 vezes pelo menos, pra contrariar a noite anterior em que ela dormiu toooda a noite, nem acreditei!! 
 
 

Uma coisa vai levando a outra, se tem dormido melhor a noite acho que isso se deve a 2 fatores, o do sono diurno estar melhor mas também ao fato dela estar pegando no sono no berço.
Contei na postagem de maio tudo o que vinha acontecendo, eu fazia ela dormir na minha cama e depois levava ela pro berço.
Acontecia o que todos falam que acontece, ela acordava no meio da noite chamando a mamãe, muitas vezes, e a mamãe cansada passou a levar ela pra sua cama!!
É claro que a esperta garotinha iria chamar a mamãe muitas e muitas vezes, até ser levada pro meio do papai e da mamãe!!
Decidi que isso precisava mudar, apesar de ser muito gostoso, tanto eu quanto o papai tínhamos o mesmo sentimento/pensamento, o de que era gostoso, mas ao mesmo tempo era importante ela dormir na sua cama e o sono de todos nós ficar melhor.
E dessa forma começamos o processo em 10 de junho!!
Quase desisti de cara, logo no primeiro dia!!
Ela simplesmente não se dobrava para deitar, chorava desesperada agarrada ao meu pescoço gritando "é mamãe é mamãe"!!
Olhei várias vezes pro Daniel morrendo de vontade de levar ela pra pegar no sono na nossa cama, ahh estava tão fácil, rápido e sem choro!!
Nesse hora as teorias que confundem na nossa cabeça e a do apego parece ganhar força, rsrsr
Enfim depois de uns 20 minutos ela foi se entregando, e cansada dormiu, mas as 4:30 foi pra nossa cama, não resisti muito pois sabia que a mudança seria aos poucos.
No dia seguinte, 11/06 ela novamente chorou agarrada ao meu pescoço, mas em um pouco menos tempo se entregou, e dormiu a noite toda no berço.
No dia 12/06 ela chorou, me abraçou e sem muito resistência deitou e dormiu em seguida.
No 4º dia ela dormiu sem chorar!!
E é no berço que tem adormecido todos os dias, de forma tão tranquila que as vezes nem acredito!!
Assim como não acredito que foi fácil, sim pois li relatos de algumas mães e digo que com a Mariana não foi difícil, depois dos choros das 2 primeiras noites eu afirmo que não foi difícil.
Desde então teve mais uma noite que levei ela pra nossa cama, noite essa que ela ficou acordada das 4 as 5:30 e eu ali, resistindo, levantei umas 10 vezes, até  entregar os pontos.
O interessante foi que ela criou apego pelo berço, o que não devia ter antes!!
Falamos muitas vezes do quanto ele era bonito, etc, etc e o resultado foi que ao longo do dia ela corria pro quarto e queria entrar no berço, erguia a perna falando "mi" (dormir)!!
Na soneca do dia comecei o processo uns 3 dias depois do da noite, e hoje também é super tranquilo, ela almoça, meia hora depois dou banho e dai a coloco no berço, as vezes não leva 5 minutos pra ela pegar no sono.
Claro que como qualquer pessoa ela também tem seus dias de exceção, dias que demora mais, dias que quer todo o zoológico pra dormir com ela ou então meia dúzia de nenéns oi ainda o "tão" (ursão) que ocupa quase todo o berço, mas via de regra está bom.
O que precisei descartar da rotina e cronograma do sono foi a leitura de um livrinho, simplesmente não deu certo, ao começar a ler ela já se animava, queria pegar o livro, folhear, etc, teve um dia que até dormiu abraçada ao livro.
Bom, o que ainda tenho pra dizer é que o processo ainda tem o que evoluir e que por enquanto paramos na fase de colocar ela no berço e ficar ao lado dela segurando sua mão até ela pegar no sono.
Sabemos que ainda dessa forma ela pode acordar no meio da noite e querer aquele que ali estava segurando sua mão, mas estou dando mais um tempo, já está tão melhor do que antes que nem tenho sido tão exigente!!
Deixar ela no berço ainda acordada pra dormir sozinha será outro processo já que atualmente qualquer movimento nosso que ela entenda como sendo o de sair de perto já se levanta.
Mas olha gente...tem dormido melhor a maioria das noites, acorda depois das 6:30, faz uma soneca a tarde de 2h mais ou menos, dorme entre 20:30 e 21h da noite, no berço e sem choros ... já está ótimo!!!


segunda-feira, 7 de julho de 2014

1 ano e 8 meses!!

Hoje a Mariana completou 1 ano e 8 meses!
Todos os dias ao olhar pra ela vejo como o tempo tem passado rápido!!
Não tenho feito muitas postagens nos últimos dias mas resumidamente posso dizer que ela está muito sapeca, parece um foguetinho dentro de casa, abre todas as gavetas e portas possíveis e vai botando pra fora tudo o que encontra.
Nas últimas 2 semanas adotou o sofá da sala como seu cantinho preferido, sobe correndo e sobre ele pula, canta, dança, come, por enquanto só caiu 1 vez, e olha que até demorou por tudo o que ela faz lá em cima!!
Fala pelos cotovelos, mas claro que pouca coisa se entende!!
Tem dado trabalho mas a cada dia me apaixono mais por ela, faz caras e bocas que da vontade de morder, da beijos e abraços imensamente deliciosos...
e pra alegria dessa mãe o sono dela melhorou!!!



  
Pequeno artista
Se você puser um giz de cera na mão do seu filho, talvez se surpreenda de vê-lo riscando algumas linhas horizontais e verticais -- embora a maior parte da obra de arte seja mesmo formada por rabiscos.
Desenhar (ou rabiscar) é uma atividade que envolve a coordenação motora fina, como a habilidade de segurar coisas e o movimento de pinça. 
Também treina a coordenação visuomotora -- entre as mãos e os olhos -- e a imaginação.
 Pode ser, porém, que a criança não tenha o menor interesse em riscar o papel. 
Não há motivo para se preocupar. 
Ela provavelmente está empenhada em desenvolver outras habilidades, como andar com firmeza, correr, subir degraus etc.

 

Comida no microscópio

A hora de comer está mais difícil? 
Com esta idade, a criança pensa no gosto, na textura e até na cor do alimento antes de colocá-lo na boca.
Continue oferecendo comidas variadas, e segure o instinto de obrigá-lo a comer. 
Dê você o bom exemplo e coma com gosto, junto com ele, para quem sabe instigar a curiosidade e o interesse do seu filho.

 

Como vai seu papagaio?

Nesta fase, as crianças querem imitar e repetir tudo o que ouvem. 
Em média, com 1 ano e 8 meses, uma criança diz mais ou menos uma dúzia de palavras diferentes, mas isso varia muito. 
Há aquelas que falam muito mais que isso, e outras que não dizem quase nada, e todas são normais.
O importante é saber que seu filho entende muito mais palavras do que as que consegue dizer. 

 

Está chegando a idade das birras

Os 2 anos de idade são tão famosos pelos escândalos e ataques de fúria que em inglês existe até o apelido "terrible twos" -- uma idade terrível. 
Mas todo mundo sobrevive, e o importante é saber que as birras são normais, e quase nenhuma criança escapa, nem mesmo as mais calmas e comportadas.
Seu filho ainda não reclama de nada? 
Talvez a fase ainda não tenha começado. 
Os primeiros sinais são: ele insiste em fazer exatamente o que você acabou de dizer que não, ou se joga no chão quando fica muito irritado. 
A busca pela independência é tanta que às vezes a criança faz escândalo por uma coisa que nem quer de verdade, só para ver se tem o poder de consegui-la.
Por mais bizarra que seja a situação, até engraçada, é difícil manter a cabeça fria na hora da gritaria. 
Um bom caminho é ficar por perto do seu filho, deixá-lo chorar e extravasar a raiva, que logo vai passar. 
Outros preferem distrair a criança com alguma outra coisa.
Se você estiver num lugar público ou na casa de alguém, leve a criança para algum lugar mais isolado, até que ela se acalme. 
Guarde o castigo para daqui a alguns meses, quando ela já entender melhor como seguir regras.
Cuidado com saídas à noite, ou no fim da tarde, perto da hora de dormir. 
Crianças cansadas são ótimas candidatas a um ataque de birra.
 
Chamego e colo
Muitas crianças são bastante carinhosas nesta idade. 
Seu filho deve gostar de sentar no seu colo, porque sabe que esse é um jeito de ter sua atenção todinha para ele. 
Aproveite o contato para fazer coisas juntos: cantar, dançar, olhar um livrinho, fazer brincadeiras.
 Até assistir a um desenho na TV juntinhos vale, afinal às vezes a criatividade para brincadeiras se esgota, ou você está cansada demais para fazer qualquer outra coisa. 
Só aproveite para comentar o que vocês estão assistindo, pois assim a criança aumenta seu vocabulário e interage com você, em vez de só ficar hipnotizada pela tela.

 

Como seu filho está crescendo

A essa altura, seu filho deve estar correndo por todo lado. 
Consegue até subir escadas sozinho, mas provavelmente ainda precisa de ajuda para descer. 
Você já testou se ele é bom de chute? 
Coloque uma bola na frente dele e veja o que acontece. 
Pular tirando os dois pés do chão ainda é difícil, assim como atirar uma bolinha longe com uma mão só.
O intenso nível de atividade às vezes descamba para o lado errado.
 É normal crianças pequenas recorrerem a agressões, com chutes, empurrões e mordidas para se impor sobre os outros, e também para matar a curiosidade: "O que será que acontece se eu bater na Ana? Será que é a mesma coisa que aconteceu quando bati no Dudu?".
Procure não exagerar na sua reação. 
Se você responder dando um tapa, vai estar ensinando a ele que bater pode. 
Deixe claro que esse tipo de comportamento é sempre proibido. 
Com esta idade, as crianças são naturalmente curiosas e mexem em tudo, inclusive nos seus órgãos genitais. 

 

Como fica sua vida: mudanças em casa

Pode ser que seu filho seja muito apegado a você e ainda sofra com a hora de dizer tchau.
 Não enrole para sair e explique direitinho para onde vai.