Essa curiosidade encontrei na página da TulipaBaby no Facebook:
Você
sabia que muitas mulheres afirmam que a música que escutavam com mais
frequência durante a gravidez é capaz de acalmar instantaneamente o bebê
depois do nascimento?
Durante a gravidez, o feto compartilha suas
reações diante da música.
As sequências de notas musicais que o bebê
ouve através do líquido amniótico são uma experiência auditiva diferente
para ele.
Como a linguagem, a música é formada por pautas e ritmos que
lhe fascinam.
Por isso, ao se deitar para descansar e ouvir sua canção
preferida, lembre-se que a pessoinha que está dentro de você também está
aprendendo a relaxar com esses sons tão especiais.
Gravidez significa, para muitas mulheres que já passaram pela experiência
ou que estão a vivê-la no momento, o início de uma nova vida – em ambos
os sentidos (conotativo e denotativo).
É, de facto, uma nova vida que a
mulher vai encetar, recheada de rotinas diferentes que a vão obrigar a
fazer adaptações, tanto ao nível físico, como emocional.
É, também, por
outro lado, uma nova vida que se vai desenvolvendo no ventre materno ao
longo de nove felizes e ansiosos meses.
Ora, o que fazer para tornar
esta e a outra jornada em experiências o mais agradáveis, benéficas e
enriquecedoras possível?
Ouvir música!
Em primeiro lugar,
supõe-se que o hábito de se ouvir música durante a gravidez favorece o
desenvolvimento harmonioso do feto, apesar de não existir nenhum estudo
conclusivo.
É, aliás, por esta razão que os bebês prematuros são
submetidos a "terapias musicais", de forma a favorecer uma melhor recuperação.
Em
segundo lugar, sabe-se que ouvir música agradável durante a gravidez
desenvolve na criança o gosto pela mesma.
Paralelamente, a criança
reconhecerá as melodias que a mãe seleccionou para si antes do
nascimento.
Por exemplo, muitas mães relatam que o filho, após o
nascimento, gosta de ouvir aquela melodia especial que ouvia através da
barriga da mãe.
Outras mães, inclusivamente, colocam bonecos de corda
musicais em cima do ventre quando estão a repousar, para que o filho
ouça a música e relaxe com ela – será mais fácil adormecê-lo meses mais
tarde, quando já tiver nascido.
Por outro lado, a voz da mãe é sempre a mais bela (e afinada!!) do mundo.
De fato, os bebês adoram que a sua mãe lhes cante, de preferência canções de embalar.
E, uma vez mais, poderão começar a fazê-lo ainda antes do nascimento,
tudo para que a criança aprenda a identificar um mundo familiar, no qual
se sente acolhida e protegida.
Finalmente, fica apenas a
recomendação de que a mãe deverá usar o seu bom senso quando seleccionar
o tipo de música que quiser que o seu bebé ouça.
Assim, deverá deixar
de lado opções que incluam hard metal, rock e rap, uma vez que este tipo
de música, desordenada e caótica, pode mesmo provocar alterações na
estrutura do cérebro – ainda em formação no recém-nascido (de acordo com
estudos científicos realizados em animais).
As opções deverão, pois,
passar por música clássica (Mozart é muito escolhido), latina e
africana, que, por serem mais harmoniosas e ritmadas, são mais
aconselháveis para as crianças ouvirem.
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