Ontem fui ao posto de saúde do bairro para tomar as duas vacinas que minha médica pediu que fossem feitas no segundo trimestre da gravidez...
a Antitetânica e da Hepatite B.
Segundo ela a da Hepatite B não é obrigatória, mas de qualquer forma sugeriu que eu fizesse, ela é daquelas que pensa, se mal não faz melhor fazer!!
Então lá fui eu!!!!
Serão 3 doses da Antitetânica e 2 da Hepatite B.
A 2ª dose da Hepatite B tomarei daqui 1 mês e da Antitetânica daqui a 2 meses! Segundo a enfermeira a 3ª dose é possível que eu tome após o nascimento da Mariana!!
Bom, então resolvi pesquisar e compartilhar sobre o assunto
"As vacinas para gestantes"!!!
Devo
tomar alguma Vacina?
Não é apenas para o bebê que
a mãe precisa ficar de olho no calendário de vacinação.
A gestante
também precisa saber quais vacinas pode, deve ou não deve tomar
durante a gestação.
Existem três tipos de vacina:
- as inativas, que contêm vírus ou bactérias mortas
- as toxóides, que
contêm outros agentes nocivos
- e as “vivas”, que contêm organismos
vivos em doses pequenas, bactérias ou vírus.
Normalmente, as vacinas inativas
e as toxóides não afetam a criança. Mesmo assim, só podem ser
tomadas com a indicação de um médico.
As vacinas vivas ( contra rubéola,
sarampo, febre amarela, varicela ou catapora) não devem ser aplicadas
durante a gravidez.
A presença dos vírus e das bactérias, mesmo em
uma dosagem atenuada, aumentam
a probabilidade de malformação do feto e de abortamento.
A única vacina que é pré-indicada para
gestantes e deve ser tomada o quanto antes, é a antitetânica.
Ela é
indicada pela Organização Mundial de Saúde e serve para evitar o tétano
quando o cordão umbilical do recém nascido é cortado.
Mas essa vacina
só deve ser tomada se a mãe
não a tomou nos cinco anos anteriores.
Esse tema ainda desperta um certo receio pelo fato de que tudo que a mãe
faz pode refletir de alguma maneira no bebê.
É indiscutível que durante
a gravidez os cuidados com a ingestão ou aplicação de qualquer
substância diferente das usadas habitualmente devem ser maiores, mas há
medidas como a aplicação de determinadas vacinas que podem trazer mais
proteção e segurança tanto para a mãe como para o bebê.
Um
exemplo disso, com a eficácia já comprovada, é a vacina anti-tetânica.
Antigamente conhecido como o mal dos sete dias, já que a doença
iniciava-se dentro da primeira semana de vida, o tétano neonatal era
causa de muitas mortes de recém-nascidos.
A porta de entrada da infecção
é, na maioria dos casos, o coto umbilical da criança, por isso é tão
importante seguir as instruções do médico para fazer uma higiene correta
dessa área.
Além da anti-tetânica, as gestantes também devem
receber a imunização contra difteria, elas são administradas juntas.
A
imunização da gestante com a vacina dT (dupla tipo adulto contra
Difteria e Tétano) faz parte do calendário nacional de vacinação do
Ministério da Saúde.
Há duas situações que definem como dever ser o
processo de vacinação:
Gestantes não vacinadas
(ou que desconhecem seu passado vacinal) | Gestantes vacinadas |
| Deve-se
aplicar três doses, com intervalos de dois meses entra a mesmas. Para
melhor proteção ao bebê, a terceira dose deve ser aplicada até duas
semanas antes do parto. Recomenda-se evitar o primeiro trimestre de gestação, já que nesta fase certos problemas que poderiam ocorrer, independentemente da vacina aplicada, seriam atribuídos injustamente ao ato vacinal. | Nas grávidas que foram vacinadas há mais de cinco
anos, recomenda-se uma dose de reforço com objetivo de aumentar a
quantidade de anticorpos. Estes anticorpos passam pela placenta e
protegem o bebê contra estas duas doenças. Recomenda-se a vacinação após o primeiro trimestre de gestação, pelo mesmo motivo citado ao lado. |
Para uma gravidez segura e tranqüila
O ideal é que todas as mulheres sigam corretamente o calendário de vacinação, que deve estar completo antes de engravidarem.
O ideal é que todas as mulheres sigam corretamente o calendário de vacinação, que deve estar completo antes de engravidarem.
Dessa forma já
estariam imunizadas contras as principais doenças e passariam uma
gestação tranqüila e sem riscos.
A vacina tríplice viral- SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola) deve ser administrada em mulheres de 12 a 49 anos, não grávidas, que não tiverem comprovação de vacinação anterior.
A vacina tríplice viral- SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola) deve ser administrada em mulheres de 12 a 49 anos, não grávidas, que não tiverem comprovação de vacinação anterior.
Principalmente a
imunização contra Rubéola é essencial às mulheres em idade fértil.
Essa
doença é particularmente grave quando atinge gestantes no primeiro
trimestre de gravidez.
O feto pode ser atingido pelo vírus e evoluir com
a forma congênita da doença, apresentando sequelas irreversíveis tais
como glaucoma, catarata, malformação cardíaca, retardo no crescimento,
microencefalia, surdez, dentre outras.
Segundo as normas de Assistência Pré-Natal, do Ministério da Saúde a
única vacina recomendada indistintamente para todas as gestantes é a
dupla tipo adulto (dT), que visa imunizar contra o tétano e difteria. Eventualmente poderá ser substituída pela Anti-Tetânica isolada (TT).
Objetivo principal dessa vacina é evitar o tétano neonatal.
Gestante não vacinada ou com vacinação desconhecida deve receber 3 doses de dT (na falta desta usar TT) , com intervalo de 2 meses entre as doses (mínimo de 1 mês).
A primeira dose deve ser a mais precoce possível, e a segunda dose no mínimo 20 dias antes do parto.
Gestante que comprova vacinação adequada há mais de 5 e menos de 10 anos, recebe dose de reforço no último trimestre (até 20 dias antes do parto).
Em casos específicos, quando for identificado grande risco, poderão ser também indicadas as vacinas contra Hepatite B e contra Febre Amarela.
De um modo geral podem ser aplicadas durante a gravidez, de preferência após o 1º trimestre, todas as vacinas que não contenham vírus vivos.
Vacinas com vírus vivos atenuados estão contra-indicadas.
Exceção é a vacina contra a Febre Amarela que, apesar de ser com vírus vivos atenuados, pode ser aplicada, após o primeiro trimestre, quando o risco de contrair a doença for muito elevado.
Em princípio, toda mulher que recebeu um vacina constituída de vírus vivos deve evitar engravidar nos 30 dias seguintes.
Considerando as vacinas mais comumente disponíveis, podemos dizer:
1- Vacinas que não devem ser aplicadas em gestantes:
2 – Vacinas que podem ser aplicadas :
http://brasil.babycenter.com/pregnancy/infeccoes/hepatite-b/:
Objetivo principal dessa vacina é evitar o tétano neonatal.
Gestante não vacinada ou com vacinação desconhecida deve receber 3 doses de dT (na falta desta usar TT) , com intervalo de 2 meses entre as doses (mínimo de 1 mês).
A primeira dose deve ser a mais precoce possível, e a segunda dose no mínimo 20 dias antes do parto.
Gestante que comprova vacinação adequada há mais de 5 e menos de 10 anos, recebe dose de reforço no último trimestre (até 20 dias antes do parto).
Em casos específicos, quando for identificado grande risco, poderão ser também indicadas as vacinas contra Hepatite B e contra Febre Amarela.
De um modo geral podem ser aplicadas durante a gravidez, de preferência após o 1º trimestre, todas as vacinas que não contenham vírus vivos.
Vacinas com vírus vivos atenuados estão contra-indicadas.
Exceção é a vacina contra a Febre Amarela que, apesar de ser com vírus vivos atenuados, pode ser aplicada, após o primeiro trimestre, quando o risco de contrair a doença for muito elevado.
Em princípio, toda mulher que recebeu um vacina constituída de vírus vivos deve evitar engravidar nos 30 dias seguintes.
Considerando as vacinas mais comumente disponíveis, podemos dizer:
1- Vacinas que não devem ser aplicadas em gestantes:
- BCG
- Rubéola
- Sarampo
- Caxumba
- Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)
- Tríplice bacteriana celular
- Poliomielite oral (Sabin ou VOP)
- Rotavírus
- Varicela
- Influenza via nasal (vírus atenuados)
- HPV
- Febre Amarela
2 – Vacinas que podem ser aplicadas :
- Coqueluche
- Toxóide tetânico ou diftérico
- Tríplice bacteriana acelular
- Vacina inativada contra a poliomielite (Salk ou VIP)
- Influenza (Gripe) injetável
- Hepatite B (recombinante)
- Meningite (bivalente B/C)
http://brasil.babycenter.com/pregnancy/infeccoes/hepatite-b/:
O que é hepatite B?
O vírus da hepatite B
pode provocar inflamação crônica do fígado e há a possibilidade de ele
ser transmitido para o bebê durante o parto.
Se você tiver uma infecção
aguda de hepatite B durante a gravidez ou se for hospedeira do vírus, há
risco de um parto prematuro.
Vou saber, se tiver hepatite B?
Não
necessariamente.
Embora geralmente seja fácil detectar um quadro agudo
de hepatite B - pela cor amarelada da pele e do branco dos olhos -, às
vezes os sintomas são mais sutis, como perda de apetite e dor de
barriga.
Neste caso, é difícil distingui-los de uma outra virose ou de
uma intoxicação alimentar.
Uma vez que tenha tido hepatite B, você pode
se tornar um portador crônico do vírus, sem apresentar sintoma nenhum.
Se eu for portadora do vírus, como posso proteger o bebê antes de ele nascer?
Seu médico provavelmente pedirá exames de sangue no pré-natal, entre eles a avaliação para hepatite B.
Se os resultados indicarem que você é portadora do vírus, é possível que tenha que passar por um hepatologista, que lhe dará, entre outras coisas, conselhos sobre como adaptar sua dieta a fim de diminuir as chances de desenvolver doenças no fígado.
Como portadores crônicos do vírus correm risco de ter essas doenças, você deve manter as consultas com o especialista mesmo depois de dar à luz.Quanto ao bebê, ao nascer, ele vai ser bem lavado para retirar todos os vestígios do seu sangue do corpo dele, e em seguida receberá uma vacina contra hepatite B.
Todos esses cuidados quase sempre são
suficientes para impedir que a infecção seja transmitida para o bebê.
Sem tratamento, seu filho ficaria sujeito a ter graves doenças hepáticas
no futuro.
A amamentação não representa nenhum risco ao bebê desde que ele tenha tomado a vacina de hepatite B.
A amamentação não representa nenhum risco ao bebê desde que ele tenha tomado a vacina de hepatite B.
Algumas pessoas correm mais risco que outras de contrair a hepatite B?
A
hepatite B é transmitida através do sangue e das secreções do corpo,
especialmente durante relações sexuais.
Ela também pode estar presente
em salões de beleza com más condições higiênicas, por exemplo, e ser
passada para profissionais de saúde tenham contato com sangue
contaminado.
Vale lembrar que existe vacina contra a hepatite B, e ela é
recomendada no período pré-gestação, e também a partir do segundo
trimestre da gravidez.
O Ministério da Saúde está promovendo a vacinação gratuita contra a hepatite B para gestantes (a partir de 13 semanas) e para profissionais de determinadas atividades, como manicures, podólogas, pedicures, pessoas que trabalhem com lixo hospitalar ou em situações de resgate.
O Ministério da Saúde está promovendo a vacinação gratuita contra a hepatite B para gestantes (a partir de 13 semanas) e para profissionais de determinadas atividades, como manicures, podólogas, pedicures, pessoas que trabalhem com lixo hospitalar ou em situações de resgate.
http://revistacrescer.globo.com/Revista/Crescer/0,,EMI9733-10567,00.html:
(...) Se você é daquelas que, mesmo grávidas, prezam manter, semanalmente, os
cuidados com as unhas, adote alguns cuidados importantes: nunca
compartilhe alicate de cutícula com ninguém.
Tenha o próprio conjunto
(alicate e palito) e leve-o ao cabeleireiro.
Isso para afastar o risco
de ser contaminada pelo vírus da hepatite.
De acordo com a Ligia Raquel Brito, infectologista do Hospital Edmundo
Vasconcelos (SP), a vacina é completamente segura e deve ser aplicada a
partir do segundo trimestre de gestação.
Mas converse antes com o seu
obstetra.
Os efeitos colaterais são leves.
A reação mais comum é dor no local da
aplicação, mas podem aparecer outras, como inchaço, febre, mal-estar e
náusea.
Se você tiver algum desses sintomas, ligue para o seu médico.

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