terça-feira, 19 de junho de 2012

Diabetes Gestacional

Resolvi pesquisar sobre Diabetes Gestacional a partir de uma situação que me deixou um pouco preocupada.
Já contei aqui como foi nossa última ultrassonografia em que descobrimos que seremos papais da Mariana!!
Pois bem, nesse ultrassom o médico comentou que a Mariana estava com aproximadamente 243 gramas, ou seja, peso acima da média!!
Num primeiro momento isso me soou como algo bom, numa ideia "enganosa" de muita saúde, afinal, se ele dissesse que ela está abaixo da média eu ficaria preocupada...mais preocupada!!
Mas em casa, bisbilhotando pela internet e conversando com outras pessoas tive certeza de que ela está mesmo grande, e então mandei um email a minha médica contando sobre a situação!!
A drª Raphaella não fez maiores comentários ao responder o email, apenas me disse para comer menos doce!!
Ao ler isso algo me veio de imediato na cabeça...
Diabetes Gestacional!!
E resolvi pesquisar sobre o assunto, e eis que descobri que bebês com tamanho acima da média podem ser sim sinal de mãe com diabetes gestacional!!
Isso não significa que eu tenha diabetes gestacional, não posso tirar conclusões precipitadas, até porque ela ocorre durante a gravidez, em geral durante a 24 e a 28 semana. 
Mas de qualquer forma ficou o alerta...e um pouco de preocupação!!





O diabetes gestacional é o alto nível de açúcar no sangue que começa ou é diagnosticado durante a gestação. 
Os hormônios da gravidez podem impedir que a insulina cumpra sua função. 
Quando isso acontece, os níveis de glicose podem aumentar no sangue da gestante.


Geralmente não há sintomas ou os sintomas são leves e não apresentam risco de morte para a grávida. 
Com frequência, o nível de açúcar (glicose) no sangue volta ao normal após o parto. 

Os sintomas podem incluir:
  • Visão borrada
  • Fadiga
  • Infecções frequentes, incluindo as na bexiga, vagina e pele
  • Aumento da sede
  • Aumento da micção
  • Náusea e vômitos
  • Perda de peso, apesar do aumento de apetite
O objetivo do tratamento é manter o nível de açúcar no sangue (glicose) dentro dos limites normais durante a gravidez e garantir que o bebê em formação seja saudável.
O médico deve acompanhar atentamente você e seu bebê durante toda a gestação. 
O monitoramento fetal que verifica o tamanho e a saúde do bebê geralmente inclui ultrassom e testes sem estresse.
  • Um teste sem estresse é um teste muito simples e indolor para você e o bebê. Um aparelho que ouve e exibe os batimentos cardíacos do bebê (monitor fetal eletrônico) é colocado sobre o seu abdômen. Quando o bebê se movimenta, a frequência cardíaca normalmente aumenta 15 a 20 batimentos acima da sua frequência normal.
  • O médico compara o padrão dos batimentos cardíacos do bebê quando ele se movimenta e determina se ele está bem. O médico procura elevações na frequência cardíaca do bebê que ocorrem dentro de um período específico.
A melhor maneira de melhorar sua dieta é comer uma grande variedade de alimentos saudáveis
Você deve aprender a ler os rótulos dos alimentos e sempre verificá-los quando precisar tomar decisões em relação à sua alimentação. 
Em geral, a dieta deve ser moderada em gordura e proteína e fornecer níveis controlados de carboidrato com alimentos como frutas, hortaliças e carboidratos complexos (como pão, cereais, massa e arroz). 
Será necessário diminuir os alimentos que contêm muito açúcar, como refrigerantes, sucos de fruta e doces.
Você deve fazer três refeições pequenas ou médias e comer um ou mais lanches diariamente. 
Não pule as refeições nem os lanches. 
Mantenha a mesma quantidade e os tipos de alimentos (carboidratos, gorduras e proteínas) todos os dias.
  • O médico receitará uma vitamina prénatal diária. Ele ainda pode recomendar que você tome ferro ou cálcio. Se você for vegetariana ou seguir alguma outra dieta especial, converse com seu médico.
  • Lembre-se de que "comer por dois" não significa ter que ingerir o dobro de calorias. Geralmente são necessárias apenas 300 calorias a mais por dia (como um copo de leite, uma banana e 10 bolachas tipo água e sal).
Para obter mais detalhes sobre o que você deve comer, consulte: 
Dieta para diabéticos - gestacional
Se a melhora na sua dieta não controlar os níveis de açúcar (glicose) no sangue, pode-se receitar medicamentos para diabetes tomados por via oral ou terapia insulínica. 
Você precisará monitorar seus níveis de glicose durante todo o tratamento.
A maioria das mulheres que desenvolve o diabetes gestacional não precisa tomar medicamentos para diabetes ou insulina, mas para algumas isso é necessário. 

A maioria das mulheres com diabetes gestacional consegue controlar a glicose no sangue e evitar danos a elas e aos bebês.
Grávidas com esse tipo de gestação tendem a ter bebês maiores que o normal. 
Isso pode aumentar a chance de ocorrerem problemas no momento do parto, como:
  • Lesão de parto (trauma) devido ao tamanho do bebê
  • Parto cesária
Esses bebês têm mais probabilidade de apresentar períodos de pouco açúcar no sangue (hipoglicemia) durante os primeiros dias de vida.
As mães com diabetes gestacional têm mais risco de apresentar hipertensão durante a gravidez.
O risco de o bebê morrer aumenta ligeiramente quando a mãe apresenta diabetes gestacional não tratado. 
Controlar os níveis de glicose diminui esse risco.
Os altos níveis de glicose no sangue geralmente voltam ao normal após o parto. 
Entretanto, as mulheres com diabetes gestacional devem ser observadas atentamente depois do parto e durante as consultas médicas para identificar sinais de diabetes. 
Muitas mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes dentro de 5 a 10 anos após o parto. 
O risco pode ser maior para mulheres obesas. 

Complicações possíveis:
  • Complicações relacionadas ao parto por causa do tamanho do bebê
  • Desenvolvimento de diabetes no futuro
  • Risco maior de dar à luz um natimorto ou de o bebê morrer pouco tempo depois
  • Pouco açúcar no sangue (glicose) ou outra doença no recém-nascido
Começar o pré-natal cedo e realizar consultas regulares ajuda a melhorar sua saúde e a do bebê. 
Conhecer os fatores de risco do diabetes gestacional e fazer exames de triagem entre a 24ª e a 28ª semana de gestação ajudam a detectar a doença mais cedo.
Se você estiver acima do peso, diminuir seu índice de massa corporal (IMC) para um valor normal antes de engravidar diminuirá o risco de desenvolver diabetes gestacional. 

http://brasil.babycenter.com/pregnancy/complicacoes/diabete/ 

Seu corpo precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê -- principalmente da metade da gravidez em diante. 
Se seu corpo não conseguir fazer isso, você pode ficar com diabete gestacional. 
Seu nível de açúcar no sangue também pode subir devido às mudanças hormonais da gravidez, que interferem na ação da insulina. 
O lado positivo do tratamento da diabete é que você tem como influenciá-lo para o bem. 
Com orientação médica, você conseguirá controlar a diabete durante toda a gestação. 
O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais.
 Um bebê muito grande pode dificultar o parto, e aumenta a probabilidade de você precisar de uma cesariana.
O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e a apresentar problemas respiratórios.
 O volume de líquido amniótico também pode aumentar demais.
Há pesquisadores que acreditam que bebês grandes demais têm maior probabilidade de sofrer de obesidade mais tarde. 

Quando adultos, também têm mais propensão à própria diabete.
Quando a mulher já era diabética antes da gravidez, há um risco maior de o bebê apresentar problemas de saúde -- especialmente se a diabete pré-gestacional não estava sendo controlada. 

Pode acontecer de a mulher só descobrir que é diabética nos exames do pré-natal. 
Esse é um dos motivos para a recomendação de as mulheres se submeterem a novo exame de glicemia de jejum cerca de um mês e meio depois do parto. 
Você dificilmente saberá que tem diabete gestacional a não ser que o problema seja detectado pelos exames do pré-natal. 
Por isso os exames são tão vitais. 
Algumas mulheres sentem sede anormal ou cansaço extremo, sintomas clássicos da diabete.

Seu obstetra ou um endocrinologista vão orientá-la sobre como controlar a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o consumo de alimentos doces e bebidas com cafeína
 Você receberá conselhos sobre como se alimentar -- o melhor é fazer refeições pequenas e frequentes, em vez de comer muito de uma vez só. 
 Para algumas mulheres, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle pela alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina. 

Você poderá aplicar a injeção sozinha -- a agulha é bem pequena. 
De qualquer maneira, precisando ou não de insulina, você terá um acompanhamento mais frequente da gestação, com a realização de mais ultra-sons para verificar o crescimento do bebê e o volume de líquido amniótico.


A diabetes gestacional ocorre durante a gravidez, em geral durante a 24 e a 28 semana.
Ela é muito específica e afeta as mulheres não-diabéticas durante a gravidez e desaparece alguns dias após o nascimento do bebê.
Existem vários riscos durante a gravidez, como a diabetes, a hipertensão, etc. 
Essa gravidez de risco deve ser corretamente acompanhada por um médico.
A diabetes gestacional pode ser controlada  por uma mudança na alimentação, pela prática de esportes de forma moderada e pelo uso de medicamentos, se necessário. 
As causas dessa diabete se da pelas inúmeras mudanças no corpo da mulher grávida, no entanto, essas modificações podem gerar complicações que podem ser perigosas para a mãe e para a criança. 
Em geral, durante a gravidez, a transformação do açúcar fica mais devagar, mas quando a taxa sanguína de açúcar fica muito elevada, falamos em diabetes gestacional. 


Antecedentes familiares, ter tido um bebê com mais de 4 quilos ou engravidar acima do peso estão entre os fatores de risco para desenvolver o diabetes gestacional. 
Além disso, os médicos consideram que mulheres com mais de 35 anos têm maior propensão à doença por conta de alterações na placenta. 
O tratamento é essencial para não prejudicar o bebê. 
Isso aumenta as visitas ao médico: no início, a cada três semanas; depois da 28ª semana, a cada duas semanas; e a partir da 36ª, toda semana. Normalmente, o controle do diabetes acontece por meio da alimentação
O que não significa apenas cortar docinhos e barras de chocolate, mas também reduzir a porção de carboidratos, que se transformam em açúcar no sangue. 
 Em geral, aumenta-se a quantidade de proteínas ingeridas e de refeições também: de seis a sete por dia. 
Praticar alguma atividade física também é recomendado. 
O excesso de glicose é usado como energia para a prática do exercício. 
São poucos os casos, mas algumas mães necessitam de aplicação diária de insulina
E estas precisam fazer um controle rígido da glicemia, cerca de duas a três vezes por dia. 
Existem medidores digitais, bem fáceis de usar e com a necessidade de uma única gota de sangue. 


http://bebe.abril.com.br/materia/20-questoes-sobre-o-diabete-gestacional


20 questões sobre o diabete gestacional:


1. O que é diabete gestacional?
“É o aumento dos níveis de açúcar no sangue na gravidez”.
 Na maior parte dos casos, o problema, que afeta cerca de 7% das mulheres, aparece depois do segundo trimestre e, uma vez diagnosticado, persiste até o fim da gestação.
 
2. Por que esse tipo de problema pode ocorrer durante a gestação?
A placenta produz diversos hormônios que podem bloquear parcialmente a ação de insulina, a substância responsável pelo transporte do açúcar do sangue para dentro das células. 
A produção de insulina é insuficiente para que o corpo processe adequadamente o excedente de glicose que está na circulação. 
 Daí, conforme as semanas de gravidez avançam e a placenta cresce, eleva-se o risco do diabete surgir.
 
3. Quais são os sintomas?
Se a futura mãe não estiver altamente descompensada, ou seja, com as taxas de açúcar no sangue muito elevadas, ela não vai ter nenhum sinal do problema. 
“Somente em casos mais extremos a doença pode gerar mal-estar, cansaço e muita sede
 Além disso, os efeitos tradicionais da doença se confundem com sensações bem familiares às futuras mamães, como fadiga, apetite elevado e aumento das escapadas ao banheiro para fazer xixi.
 
4. Algumas mulheres estão mais propensas ao diabete gestacional?
Sim. 
 Estão mais propensas ao problema as gestantes obesas ou que engordaram em demasia ao longo da gravidez, as portadoras de ovário policístico e aquelas com histórico de diabete na família
Também fazem parte desse grupo mulheres cujo primeiro bebê nasceu muito acima do peso.
 
5. Como é o diagnóstico da doença?
O problema é detectado por meio de um exame de sangue, feito em torno da 24ª semana. 
Alguns médicos defendem que todas as gestantes devem fazê-lo, outros especialistas acreditam que ele deve ser restrito a aquelas com propensão ao mal. 
“Se for constatado o diabete, o acompanhamento deve ser mais específico e inclui avaliações periódicas e mais detalhadas, como a curva glicêmica”
 Nesse exame, a gestante bebe uma espécie de concentrado de glicose. 
Em seguida, de hora em hora, colhe-se uma amostra de seu sangue para checar quanto tempo o açúcar demora para desaparecer da corrente sanguínea. 
Assim, uma hora depois de o líquido ser ingerido, o nível de glicose não deve ultrapassar 180 mg/dl. 
Duas horas depois, essa valor não deve ultrapassar o limiar de 155 mg/dl. 
Por fim, após três horas, deve ser menor do que 140 mg/dl. 
O crescimento acelerado do bebê ou o aumento do líquido aminiótico, diagnosticados por meio do ultrassom, também podem indicar a presença do excesso de açúcar no sangue.
 
6. Como é o tratamento?
“A maior parte das mulheres que têm diabete gestacional consegue controlar as taxas de açúcar apenas com dieta e, se não houver contra-indicação, com a prática de uma atividade física
 Apenas 20% delas precisam fazer uso de insulina, que é um tratamento seguro e não afeta nem a mãe nem o bebê. 
“Tudo depende do grau do problema. Se as taxas de açúcar estão pouco alteradas não é preciso entrar com remédios”
 
7. E como fica o tratamento de quem já era diabética?
“A paciente que já era diabética e fazia uso de remédios como os hipoglicemiantes orais deve trocar a medicação para a insulina antes mesmo de engravidar. 
Isso porque esses medicamentos são contra-indicados para o período
 Por isso a importância de ela ter uma gravidez planejada: “No momento da fecundação as taxas de açúcar devem estar bem controladas, porque esse deslize pode provocar a malformação do bebê”
 Fora isso, a filosofia de tratamento é a mesma: cuidar da alimentação e evitar o sedentarismo.
 
8. É verdade que a grávida diabética contrai infecções com maior facilidade?
Depende. 
Se o diabete estiver controlado isso não acontece. 
As infecções geralmente ocorrem em pacientes que estão com as taxas de açúcar muito elevadas.
 
9. O problema desaparece depois do parto?
Sim. 
Os níveis de açúcar costumam se normalizar de três dias a uma semana após o nascimento do bebê, já que a causa do problema (a gravidez em si) já não existe.
 
10. Quem teve diabete gestacional corre maior risco de se tornar diabética com o passar dos anos?
Sim. 
O fato de a mulher ter tido a doença durante a gravidez serve de alerta para que mantenha uma vida saudável, evite ganhar peso e pratique alguma atividade física.
 Afinal, o pâncreas, que é o responsável pela liberação da insulina, já avisou de que talvez não consiga lidar a contento com o excesso de açúcar no corpo.
 
11. Existe alguma restrição em relação à amamentação?
Não. 
“A mãe pode ter um leite com um pouco mais de açúcar. Mas isso não é muito preocupante e não demora a se estabilizar”
 
12. Durante a gestação o bebê corre algum risco?
Dois terços do açúcar da mãe vão para o bebê
Essa dose extra de glicose sobrecarrega o pâncreas da criança que, então, começa a produzir mais insulina
 Para completar, a insulina, além de processar o açúcar do sangue, é um hormônio anabólico, ou seja, ele promove o crescimento de alguns órgãos e tecidos. 
Dessa forma, níveis elevados dessa substância vão interferir diretamente no desenvolvimento do feto, que pode se tornar um bebê com um tamanho acima da média. 
Felizmente, a maioria dos casos de diabete gestacional evolui bem.
 
13. É verdade que o peso exagerado do recém-nascido nem sempre é um bom sinal?
Sim. 
Nem todo bebê gordinho e rechonchudo é saudável. 
Os filhos de mães que tiveram diabete gestacional descontrolado, além da gordura subcutânea em excesso, desenvolvem, por assim dizer, órgãos agigantados, especialmente o fígado e o coração. 
Um recém-nascido com um coração hipertrofiado corre o risco de ter problemas de circulação e dificuldades para bombear o sangue
 
14. É preciso ter algum cuidado adicional na hora do parto?
Na verdade, os cuidados se concentram ao longo da gestação, antes, portanto, do nascimento do pequeno.
 É com esse acompanhamento que a mãe vai garantir a saúde do bebê e dela própria. 
O certo é que o diabete não vai interferir na escolha entre a cesariana ou o parto normal. 
Essa decisão depende de fatores alheios ao problema.
Mas vale lembrar: o tamanho do bebê é uma variável importante nesse momento, porque se ele for grande demais dificilmente virá ao mundo por meio de parto normal. 
A equipe médica deve ser avisada sobre a condição da mãe e a glicemia avaliada. 
De resto, os procedimentos na hora do parto são semelhantes aos adotados em situações consideradas normais
 
15. Como devem ser os cuidados com o bebê logo após o parto?
O filho de uma mãe diabética recebeu doses elevadas de açúcar durante a gestação. 
Para equilibrar essa condição, seu pâncreas produziu mais insulina do que o habitual. 
Assim que ele sai do ambiente uterino, para de ser alimentado com esse grande volume de glicose e pode apresentar um quadro de hipoglicemia. Se isso acontecer, o bebê é medicado para que o açúcar no seu sangue entre em equilíbrio.
 
16. É verdade que esse bebê tem maior probabilidade de ter icterícia?
Sim. 
A icterícia acontece por conta do excesso de bilirrubina, o que dá à criança um aspecto amarelado. 
Essa substância é um produto do metabolismo da hemoglobina, um dos principais componentes do sangue. 
O distúrbio é comum em filhos de mulheres cujo diabete gestacional não foi controlado corretamente. 
Pelo crescimento exagerado da criança ela acaba precisando de mais sangue e, assim, de mais hemoglobina
 
17. O bebê também pode ter mais problemas respiratórios?
Sim. 
Os problemas respiratórios do bebê são uma consequência do tamanho exagerado da criança ao nascer e do descompasso na adaptação do corpo –a insulina pode colaborar para uma hipertensão pulmonar.
 
18. Quais as chances dessa criança ter diabete no futuro?
A mulher que tem diabete antes da gravidez corre mais risco de passar a condição para seus descendentes. 
O pâncreas desse bebê foi estimulado durante toda a gestação. 
E é constatado que com isso ele terá mais facilidade em desenvolver obesidade e diabete mais tarde
 Esse risco, no entanto, vai depender também de outros fatores, como o estilo de vida sedentário.
 
19. Há risco de o diabete gestacional se manifestar novamente em uma mulher que já teve esse quadro?
Sim.
 Ela correrá seis vezes mais risco de desenvolver o problema novamente porque o pâncreas, que é o responsável pela liberação da insulina, já deu sinais anteriormente de que talvez não consiga lidar com o excesso de açúcar no corpo.
 
20. Dá para reduzir o risco de desenvolver o problema?
Sem dúvida. 
Uma estratégia de prevenção certeira se dá por meio da adoção de uma dieta saudável e da prática regular de alguma atividade física.
 
 

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