Como diz minha médica "cada fase da gravidez tem suas belezas", se referindo além das belezas em si também aos desconfortos, já sendo um pouco irônica!!
Sim, pois são vários!!!
E a gente aguenta tudo, suporta tudo, pois a razão disso tudo é muito nobre!!
E isso que nem posso reclamar muito pois praticamente não tive enjoos, enquanto que algumas gestantes penam!!
Bom, mas há mais ou menos uma semana comecei a ter dores de estômago, o que normalmente não tinha!!
E ontem essa dor foi muito forte, não lembro de ter sentido dores assim antes, ela chegava nas costas!! rsrsr
E ela ia e voltava, mais intensa, mais calma, a noite senti um pouco também!!
Então que a pesquisa de vez foi sobre "dor de estômago na gravidez", o que resultou na enumeração de outros sintomas e desconfortos!!
Sim, pois são vários!!!
E a gente aguenta tudo, suporta tudo, pois a razão disso tudo é muito nobre!!
E isso que nem posso reclamar muito pois praticamente não tive enjoos, enquanto que algumas gestantes penam!!
Bom, mas há mais ou menos uma semana comecei a ter dores de estômago, o que normalmente não tinha!!
E ontem essa dor foi muito forte, não lembro de ter sentido dores assim antes, ela chegava nas costas!! rsrsr
E ela ia e voltava, mais intensa, mais calma, a noite senti um pouco também!!
Então que a pesquisa de vez foi sobre "dor de estômago na gravidez", o que resultou na enumeração de outros sintomas e desconfortos!!
Quando as mulheres ficam grávidas se tornam mais sensíveis e necessitam
de todos os cuidados, principalmente porque seu corpo sofre muitas
mudanças em um curto espaço de tempo.
O que faz com que elas sofram de diversos males como corrimento, cãibras, dor abdominal, prisão de ventre e gases, tonturas e desmaios, urinar várias vezes ao dia, enjoo, inchaço especialmente em pernas e pés, manchas na pele, alteração no paladar, infecção urinária, cansaço, dor nas costas, falta de ar, varizes entre outras coisas.
O que faz com que elas sofram de diversos males como corrimento, cãibras, dor abdominal, prisão de ventre e gases, tonturas e desmaios, urinar várias vezes ao dia, enjoo, inchaço especialmente em pernas e pés, manchas na pele, alteração no paladar, infecção urinária, cansaço, dor nas costas, falta de ar, varizes entre outras coisas.
Porém isso não quer dizer que quando você engravidar irá sentir tudo
isso, pois varia de mulher para mulher, mas entre essas coisas é comum a
mulher sentir dor, queimação e mal-estar, isso ocorre em algumas
mulheres, pois nessa época é normal a acidez do estômago aumentar, já
que durante a gravidez ele libera uma maior quantidade de enzimas
digestivas, que atuam na digestão dos alimentos.
Isso ocorre principalmente nos primeiros quatro meses de gestação, assim causando dor e queimação no estômago.
Isso ocorre principalmente nos primeiros quatro meses de gestação, assim causando dor e queimação no estômago.
Caso a mulher antes de ficar grávida já apresentar problemas
estomacais, como refluxo, gastrite e úlcera, o problema será mais
agravado.
Além disso, pode ocorrer o retorno do suco gástrico, que é causado pelo mal funcionamento de uma válvula que se encontra entre o estômago e o esôfago, assim causando uma sensação de mal-estar.
Além disso, pode ocorrer o retorno do suco gástrico, que é causado pelo mal funcionamento de uma válvula que se encontra entre o estômago e o esôfago, assim causando uma sensação de mal-estar.
O que também pode agravar mais a situação é o nervosismo e a ansiedade
que são totalmente comuns durante a gestação, mas que podem piorar mais a
dor.
Isso tudo acontece devido ao crescimento do útero, que faz com que o estômago e outros órgãos sejam comprimidos, assim afetando seu funcionamento.
Isso tudo acontece devido ao crescimento do útero, que faz com que o estômago e outros órgãos sejam comprimidos, assim afetando seu funcionamento.
Para você ter uma idéia o útero cresce 4 cm por mês.
Assim para não sobrecarregar o estômago o ideal é fazer pequenas refeições durante o dia com intervalos pequenos, assim ajudando a aplacar a fome, sem causar dor.
E também não exagere nas porções, pois o estômago aumentará de tamanho e então se sentirá mais comprimido ainda, causando mais dor.
Assim para não sobrecarregar o estômago o ideal é fazer pequenas refeições durante o dia com intervalos pequenos, assim ajudando a aplacar a fome, sem causar dor.
E também não exagere nas porções, pois o estômago aumentará de tamanho e então se sentirá mais comprimido ainda, causando mais dor.
O intestino também pode ser afetado, devido à ação dos hormônios que
são produzidos em maior quantidade durante a gravidez, assim fazendo com
que o intestino trabalhe em ritmo mais lento, podendo causar problemas
como intestino preso e hemorróidas, que ocorre como conseqüência devido à
dilatação das veias.
Para amenizar a dor e os problemas, o ideal é durante a gravidez aderir
a uma dieta rica em fibras, assim dando mais força ao intestino, também
é bom beber bastantes líquidos ao recorrer do dia.
Para diminuir a dor no estômago evite comidas gordurosas, não beba líquido durante as refeições e mastigue bem os alimentos.
Para diminuir a dor no estômago evite comidas gordurosas, não beba líquido durante as refeições e mastigue bem os alimentos.
Em alguns casos se a dor for muito forte, vá a um especialista, que ele
irá indicar um medicamento próprio para gestantes, mas nunca tome
medicamento mesmo se for natural por conta própria ou você pode
prejudicar tanto você quanto seu bebê.
Dor no estômago e problemas relacionados são motivos das queixas mais
frequentes durante o período da gestação.
A dor no estômago pode ocorrer em qualquer parte do abdômen e, geralmente, o fator que desencadeia a dor é a quantidade de órgãos presentes nesta região que ficam comprimidos por conta do crescimento do útero, que cresce em média até quatro centímetros por mês.
A ação dos hormônios da gravidez também é um dos elementos apontados como possível causador da dor, já que afetam o processo digestivo da gestante.
É o médico que vai buscar soluções para diminuir a intensidade da dor, como o repouso, medicamentos analgésicos permitidos para gestantes e massagem abdominal suave feita por um profissional especializado.
Recomenda-se que sejam evitados os alimentos gasosos, pois costumam aumentar o volume da barriga e comprimir ainda mais os órgãos internos, causando mais dor.
Outra indicação é fazer leves refeições durante o dia, para que o volume do estômago não aumente subitamente, ocasionando o típico desconforto.
Sobretudo, atente-se para uma alimentação equilibrada e saudável.
Mastigar bem os alimentos e evitar ingerir líquidos junto às refeições também é uma dica dos especialistas para evitar a dor de estômago.
Sempre que a gestante sentir dor de estômago deve repousar e relaxar e se a dor persistir, tomar algum medicamento analgésico indicado pelo teu médico obstetra.
É importante o alerta contra a automedicação: a gestante nunca deve utilizar medicamentos sem consultar previamente seu médico.
Nervosismo, ansiedade e agitação podem agravar ainda mais o quadro de desconforto.
http://bebe.abril.com.br/materia/as-dores-mais-comuns-na-gravidez
Para que você não se surpreenda com o que pode vir, listamos as dores mais frequentes nesse período, explicamos por que elas aparecem e ainda mostramos como aliviá-las
A dor no estômago pode ocorrer em qualquer parte do abdômen e, geralmente, o fator que desencadeia a dor é a quantidade de órgãos presentes nesta região que ficam comprimidos por conta do crescimento do útero, que cresce em média até quatro centímetros por mês.
A ação dos hormônios da gravidez também é um dos elementos apontados como possível causador da dor, já que afetam o processo digestivo da gestante.
O que fazer??
A dor é uma resposta do organismo de que algo está errado, por isso o indicado é que a gestante não hesite em procurar um médico e relatar os sintomas.É o médico que vai buscar soluções para diminuir a intensidade da dor, como o repouso, medicamentos analgésicos permitidos para gestantes e massagem abdominal suave feita por um profissional especializado.
Recomenda-se que sejam evitados os alimentos gasosos, pois costumam aumentar o volume da barriga e comprimir ainda mais os órgãos internos, causando mais dor.
Outra indicação é fazer leves refeições durante o dia, para que o volume do estômago não aumente subitamente, ocasionando o típico desconforto.
Sobretudo, atente-se para uma alimentação equilibrada e saudável.
Mastigar bem os alimentos e evitar ingerir líquidos junto às refeições também é uma dica dos especialistas para evitar a dor de estômago.
Sempre que a gestante sentir dor de estômago deve repousar e relaxar e se a dor persistir, tomar algum medicamento analgésico indicado pelo teu médico obstetra.
É importante o alerta contra a automedicação: a gestante nunca deve utilizar medicamentos sem consultar previamente seu médico.
Nervosismo, ansiedade e agitação podem agravar ainda mais o quadro de desconforto.
http://bebe.abril.com.br/materia/as-dores-mais-comuns-na-gravidez
Para que você não se surpreenda com o que pode vir, listamos as dores mais frequentes nesse período, explicamos por que elas aparecem e ainda mostramos como aliviá-las
Desde as mais suaves até as mais chatinhas, elas são um incômodo comum e
onipresente.
"As dores na gestação são alterações usuais, mas não obrigatórias", explica Daniela Maeyama, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, de São Paulo, e especialista em reprodução humana.
São diversos fatores que contribuem para o aparecimento delas, como o peso e o preparo físico materno, o tamanho do bebê e o quanto a mulher engorda ao longo do pré-natal.
Confira as mais frequentes.
1- Dor nos seios
Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação.
Nessa fase, as mamas aumentam de volume.
A razão? Elas estão se preparando para a amamentação.
"Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível" (...)
Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.
2- Dor pélvica
Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação.
"Na maioria das vezes, não está relacionada com nenhuma patologia, mas com as contrações que a mulher tem durante a gravidez" (...)
Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez.
"Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia" (...)
3- Dor lombar
O incômodo é consequência do peso da barriga, conforme a gestação avança.
Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para a frente e afaste as pernas.
"É uma nova posição que o corpo encontra para se equilibrar.
E isso força bastante os músculos da região lombar", explica Mariano Tamura.
Ou seja, é uma dor totalmente previsível.
4- Dor na virilha e na raiz da coxa
"Aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve", explica a obstetra Daniela Maeyama.
Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos.
Na medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar.
"Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias", completa a ginecologista do Hospital São Luiz.
Como aliviar o problema? Com bastante repouso.
Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. N
os casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.
5- Dor de cabeça
"O padrão hormonal da gravidez predispõe a mulher a ter sonolência e indisposição. Mas não a dor de cabeça propriamente dita", esclarece o obstetra Mariano Tamura.
O que pode acontecer é o crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo.
Por causa disso, a gestante fica mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça.
"A cefaleia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaqueca", completa Daniela.
Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.
6- Cólicas
As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez.
Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações.
"Mas ela deve ser relatada ao médico sempre. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal", alerta o obstetra Mariano Tamura.
Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer.
"No final da gestação, é comum sentir cólicas leves e de curta duração, mas, se elas forem contínuas, durarem mais de 45 segundos e ritmadas (uma a cada três minutos), pode ser sinal de que a mulher está entrando em trabalho de parto", avisa Daniela Maeyama.
7- Dor nas articulações
As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase.
E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos.
"Por isso, é muito comum a sensação de dor ou dormência nas extremidades do corpo, muito frequente nas mãos e que pode até deixar a mulher mais atrapalhada", justifica Mariano Tamura.
8- Dores nas pernas
A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular.
E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas.
"A circulação fica mais lenta", explica a obstetra Daniela Maeyane.
No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício.
O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática.
"A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço", recomenda Daniela.
Vale ainda evitar comidas salgadas.
9- Dores de estômago
Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você.
Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado.
Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos.
A consequência são a azia e o refluxo.
Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo.
"Não se deite logo após uma refeição, especialmente à noite. Por questões mecânicas mesmo. Nessa posição, fica mais fácil a comida voltar", aconselha o ginecologista Mariano Tamura.
"As dores na gestação são alterações usuais, mas não obrigatórias", explica Daniela Maeyama, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, de São Paulo, e especialista em reprodução humana.
São diversos fatores que contribuem para o aparecimento delas, como o peso e o preparo físico materno, o tamanho do bebê e o quanto a mulher engorda ao longo do pré-natal.
Confira as mais frequentes.
1- Dor nos seios
Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação.
Nessa fase, as mamas aumentam de volume.
A razão? Elas estão se preparando para a amamentação.
"Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível" (...)
Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.
2- Dor pélvica
Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação.
"Na maioria das vezes, não está relacionada com nenhuma patologia, mas com as contrações que a mulher tem durante a gravidez" (...)
Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez.
"Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia" (...)
3- Dor lombar
O incômodo é consequência do peso da barriga, conforme a gestação avança.
Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para a frente e afaste as pernas.
"É uma nova posição que o corpo encontra para se equilibrar.
E isso força bastante os músculos da região lombar", explica Mariano Tamura.
Ou seja, é uma dor totalmente previsível.
4- Dor na virilha e na raiz da coxa
"Aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve", explica a obstetra Daniela Maeyama.
Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos.
Na medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar.
"Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias", completa a ginecologista do Hospital São Luiz.
Como aliviar o problema? Com bastante repouso.
Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. N
os casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.
5- Dor de cabeça
"O padrão hormonal da gravidez predispõe a mulher a ter sonolência e indisposição. Mas não a dor de cabeça propriamente dita", esclarece o obstetra Mariano Tamura.
O que pode acontecer é o crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo.
Por causa disso, a gestante fica mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça.
"A cefaleia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaqueca", completa Daniela.
Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.
6- Cólicas
As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez.
Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações.
"Mas ela deve ser relatada ao médico sempre. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal", alerta o obstetra Mariano Tamura.
Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer.
"No final da gestação, é comum sentir cólicas leves e de curta duração, mas, se elas forem contínuas, durarem mais de 45 segundos e ritmadas (uma a cada três minutos), pode ser sinal de que a mulher está entrando em trabalho de parto", avisa Daniela Maeyama.
7- Dor nas articulações
As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase.
E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos.
"Por isso, é muito comum a sensação de dor ou dormência nas extremidades do corpo, muito frequente nas mãos e que pode até deixar a mulher mais atrapalhada", justifica Mariano Tamura.
8- Dores nas pernas
A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular.
E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas.
"A circulação fica mais lenta", explica a obstetra Daniela Maeyane.
No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício.
O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática.
"A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço", recomenda Daniela.
Vale ainda evitar comidas salgadas.
9- Dores de estômago
Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você.
Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado.
Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos.
A consequência são a azia e o refluxo.
Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo.
"Não se deite logo após uma refeição, especialmente à noite. Por questões mecânicas mesmo. Nessa posição, fica mais fácil a comida voltar", aconselha o ginecologista Mariano Tamura.



uau... ser mãe é, realmente, padecer no paraíso, né não? Mas depois vem a recompensa, O Gabriel ou a Mariana, e tudo será esquecido e depois vai querer ter outro de tão bom que é ser mãe!
ResponderExcluirBoa sorte, amiga!
Bjssssss
Pois então chará...como já disse a gente aguenta ainda com alegrai tudo isso, rsrsrs, mas só porque a causa é super nobre!! :)
ExcluirTudo valerá a pena...já está valendo!!
Beijooss e obrigada!!