O título da postagem é esse mesmo: Lendo pra Mariana!!!
E que também poderia ser: Lendo para a "barriga"!!!
E foi depois de ler sobre o assunto que comecei a montar a biblioteca da Mariana e que já é composta por 3 exemplares!!!
Mas confesso que é difícil saber exatamente o que comprar e então escolhi um clássico...
Um com título bastante sugestivo e que tem várias histórias para a "garota mãe" viajar pelo mundo infantil fazendo a Mariana ao menos ouvir sua voz!!!
E quando eu já estava fechando o pedido vi esse:
"Conta pra mim - Histórias da Bíblia" e pensei, por que não??
Por que não ler pra ela historinhas da Bíblia enquanto o papai também lê a dele??
Afinal, no que depender de nós ela será uma católica praticante!! :)
É claro que a Mariana não vai entender nada do que as histórias contam, depois que ela nascer esses livros serão substituídos por outros até ela voltar pra esses e assim vamos indo, tentando colocar os livros e a leitura na vida dela!!!
Foram 2 as noites que li pra ela, li no sábado e no domingo de noite e na 2ª feira foi o papai quem leu "Conta pra Mim" pra filhotinha, gente, pode ser uma incrível coincidência (e eu já nem acredito mais que seja apenas isso) mas ele lia e ela mexia muito, mais do que nos momentos anteriores...já vi tudo né!!! rsrsrs
Foram 2 as noites que li pra ela, li no sábado e no domingo de noite e na 2ª feira foi o papai quem leu "Conta pra Mim" pra filhotinha, gente, pode ser uma incrível coincidência (e eu já nem acredito mais que seja apenas isso) mas ele lia e ela mexia muito, mais do que nos momentos anteriores...já vi tudo né!!! rsrsrs
Bom, mas então vamos ao que falam sobre o assunto!!!
Sugestões que podem contribuir para aprofundar o vínculo entre a mãe, o pai e o bebê na barriga:
Leia para o seu bebê!!
Escolha um livro que inspire bons pensamentos, uma leitura prazeroza, e compartilhe com o bebê.
Caso você visse uma mãe lendo para o bebê dentro da sua barriga, você
acharia normal?
E ler um livro para um bebê?
Você faria ou se acharia
um pouco maluquinha?
A verdade é que quanto mais cedo o incentivo à leitura for iniciado, melhor!
Você sabia que a partir da 23ª semana de gestação, o bebê ouve o que
acontece fora do útero e consegue processar uma leitura feita pela
mamãe?
Incrível, não é mesmo?
Por isso é tão importante começar desde a
barriga a ler para o bebê!
Mas o que ler para um bebê?
Até um ano de idade o conteúdo não importa muito, mas imagens bem
coloridas, grandes e bem trabalhadas.
E o mais importante desde o
comecinho até sempre, é a interação da criança com adulto, que deve transbordar de prazer, alegria e significado.
Tenha a plena certeza que ao ler para seu filho você estará se
aproximando afetivamente dele e o ajudando na construção do seu
pensamento e aquisição da linguagem.
As crianças estão cada dia menos acostumadas a ler, sendo que
elas serão os adultos de amanhã.
Uma pessoa com pouca cultura tem
maior dificuldade em se socializar e, futuramente, ingressar no mercado
de trabalho.
Portanto, o interesse pela leitura deve ser
estimulado pela mamãe quando o bebê ainda está dentro da barriga.
O
hábito de ler deve ser desenvolvido desde o início da vida.
O
bebê, mesmo dentro da barriga, sente e escuta a voz da mamãe.
Uma
mamãe que conta histórias para o seu filhote durante a gestação
oferece uma experiência que pode ser levada para toda a vida se for
sempre estimulada.
Depois do nascimento, a mamãe, ou mesmo o
papai, deve continuar a contar histórias para o seu pequeno.
A
partir do momento em que o pequeno começa a pegar objetos e a
brincar, brincadeiras com livros já podem ser introduzidas no
cotidiano da criança.
As crianças são seres muito curiosos e o manuseio de
livros, sejam eles de plástico, pano, papel ou musicais são
importantes para que os pequenos manipulem, brinquem e explorem o
objeto que pode ampliar o vocabulário e imaginação.
Livros
com muitas ilustrações e pouco texto são adequados para crianças
acima de cinco anos, que poderão criar histórias com base nos
desenhos ou interpreta-los.
Se a leitura for estimulada desde pequenino,
o manuseio do livro para essas crianças já será comum.
Desse
modo, quando o processo de alfabetização estiver acontecendo, as
crianças que passaram por todo o processo de conhecimento e manuseio
do livro terão prazer de lê-lo, seja um livro indicado pela escola
ou o que a própria criança escolher na biblioteca.
Talvez nunca tenha passado pela sua cabeça ler um livro para um
recém-nascido.
E muito menos para o bebê que ainda nem saiu da sua
barriga.
Não importa se ele não entende o significado das palavras, os
benefícios vão muito além disso.
Você está sentada ao lado de um berço, num quarto quase escuro, lendo
em voz alta um conto de fadas que adorava quando pequena.
Na sua frente,
um bebê de olhos arregalados parece não entender nada e estar pensando:
"quem é essa louca falando sem parar?"
Bom, ele pode não estar
entendendo nada mesmo.
Ou pode até estar entediado com essa história sem
pé nem cabeça.
Para melhorar a situação, você poderia estar segurando seu bebê no colo
e mostrando para ele as imagens, sons e texturas de um livro feito
mesmo para bebês.
Mas de um jeito ou de outro, o que importa é que você
está introduzindo seu filho no mundo dos livros e dando o primeiro passo
para ele se tornar um leitor.
Sim, porque o bebê pode até não entender nada da história, mas está
ouvindo palavras – o que por si só já é um grande passo para o
desenvolvimento da linguagem daqui alguns meses.
Além disso, você o está
familiarizando com esse objeto – o livro – e mostrando quantas coisas
tem dentro desse novo “brinquedo”.
Outro ponto importante é se aproximar
do seu bebê.
Com ele no colo, ouvindo as histórias, ele sente seu
cheirinho, abraça, cria um vínculo forte de carinho e calma, que nem
sempre está presente nas brincadeiras.
Não tem idade para começar a ler para um bebê.
Você pode começar desde a
gravidez.
A partir dos 6 meses de gestação, o bebê já pode ouvir o que a
mãe diz.
Um estudo publicado na revista Science em 1986 mostrou que os
recém-nascidos preferiam as histórias que eram contadas pelas mães,
antes deles nascerem, do que histórias que nunca tinham ouvido.
Mesmo de
dentro da barriga, pesquisas conseguiram avaliar o interesse dos bebês
pela fala da mãe por meio dos batimentos cardíacos.
A mesma frase ou a
mesma rima repetida várias vezes fazia a taxa de batimentos deles
desacelerarem, o que indica atenção – eles paravam de se mexer para
ouvir.
Fala de mãe
Depois que se tornou mãe, você adotou um padrão de fala com o bebê bem
mais alto que o comum e com sílabas mais longas.
Parece ridículo, mas
isso é instintivo e faz bem para o seu bebê.
A “Fala Materna” o ajuda a
escutar melhor, graças ao volume mais alto e palavras ditas mais
lentamente, com destaque para as vogais.
A modulação de voz faz com que a criança preste mais atenção numa
história contada.
Imitar os personagens, fazer os sons dos animais,
interpretar a narração faz tudo ficar mais interessante, claro.
Mas
depende também do seu objetivo.
Se você está lendo uma historinha na
hora de dormir, uma voz baixa e calma é a melhor opção.
A leitura pode
ser antes da hora de dormir, para relaxar, ou na hora da brincadeira,
com uma história mais agitada
A voz suave, os sorrisos,
a cumplicidade entre leitor e ouvinte são importantes
Quando o bebê não mostra interesse, além das vozes e sons, é importante
usar as imagens.
Existem muitos livros bons para bebês, com ilustrações
grandes e coloridas, texturas, pop-ups.
Não tenha medo que seu filho
rasge as páginas ou morda o livro – este tem que ser encarado também
como um brinquedo.
Existem também as opções em plástico, para o banho,
ou em tecido, que podem ser virados e revirados sem estragar.
Ele deve
fazer parte do mundo da criança de forma natural.
Outra forma de atrair as crianças para as histórias é cantando, usando
rimas e travalínguas.
Talvez você esteja mais acostumado a inventar histórias.
Deixar a
imaginação solta para criar personagens e narrar ao filho, mudando o
rumo conforme seu interesse.











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