domingo, 2 de setembro de 2012

O último trimestre!!!


É gente, embora eu tenha falado e me convencido de que essa contagem "em meses" é confusa demais, há outra contagem que é certa:
estou no último trimestre!!


3º TRIMESTRE DA GESTAÇÃO:
ESTÁ CHEGANDO A HORA... O QUE VAI ACONTECER ?

 
 O terceiro trimestre representa a etapa final da gestação e, por esse motivo, os cuidados e a atenção tem que aumentar. 
O acompanhamento obstétrico é fundamental nesse momento, o que justifica as consultas quinzenais até a 36ª semana e, a partir de então, semanais, com o objetivo de intensificar a monitorização das condições do bebê e da mãe.
 Alguns exames são fundamentais mesmo nas gestações de baixo risco: 

- Com 28 semanas de gestação, deve-se repetir hemograma, sorologias e exame de urina com urocultura
Deve-se também confirmar a tipagem sanguínea do casal e o teste de Coombs indireto, para definir se há necessidade de vacinar a mãe. 
O teste simplificado de tolerância à glicose visa identificar diabetes gestacional, mais comum no terceiro trimestre da gravidez. 

- Com 32 semanas, a ultra-sonografia obstétrica com doppler permitirá avaliar o fluxo sanguíneo feto-placentário, líquido amniótico, maturidade da placenta e peso fetal, com o objetivo de definir o ritmo de crescimento e as condições do bebê dentro do útero

- Entre a 34ª e a 35ª semanas de gestação, o obstetra solicitará a cultura de secreção vaginal e anal, para pesquisa da bactéria Estreptococo do grupo B. 
Caso o resultado seja positivo, a mulher deverá necessariamente receber antibiótico antes do parto para minimizar os riscos de infecção do recém-nascido. 

- Na 36ª semana, o perfil biofísico fetal servirá para avaliar o bem-estar do bebê e, a partir de então, essa avaliação será feita semanalmente através da cardiotocografia.

Toda grávida, em diferentes graus, vai observar inchaço, sensação de formigamento nas mãos e pés, ansiedade, dificuldade para dormir, desconforto nas costas, sensação de empachamento e aumento da secreção vaginal

Nessa fase, é comum que a gestante apresente contrações fracas, esparsas e geralmente indolores, conhecidas como contrações de Braxton-Hiccs, que são normais e não devem gerar preocupação.  

 Para minimizar alguns destes desconfortos, a gestante deve, principalmente no último mês, evitar o consumo de alimentos de difícil digestão e que causem gases, manter atividade física leve, hidratação adequada, realizar sessões de drenagem linfática especializada e evitar ficar longos períodos na mesma posição, o que melhora a circulação e diminui o inchaço, além de evitar momentos de stress emocional ou físico como esforço excessivo.

Existem alguns sinais de alerta, que devem ser necessariamente comunicados ao obstetra: 
- Sangramento ou perda de líquido via vaginal, 
- contrações efetivas (endurecimento do útero por mais de 40 segundos e mais de duas vezes em 10 minutos) 
- diminuição significativa da movimentação do bebê. 

Alguns sintomas como dor de cabeça, alterações visuais, queimação no estômago, náuseas ou vômitos podem ser sinal de aumento da pressão e devem ser avaliados.
Na maioria dos casos, não há motivo para apreensão e correria. 
Situações de urgência felizmente são raras. 
O trabalho de parto franco demora, em média, 10 horas na primeira gestação.  

Ainda assim, é prudente que algumas providências sejam tomadas antecipadamente, para evitar stress desnecessário na hora "H": 

- deixar prontas as malas da mãe e do bebê, 
- checar detalhes referentes à internação como cobertura do plano de saúde, documentos necessários, honorários médicos e autorização de internação, definir o melhor trajeto para a maternidade e quem irá levá-la em caso de imprevistos, escolher com quem ficarão os outros filhos nesse período, além de organizar a casa para a chegada da maternidade. 

Vale a pena agendar uma consulta para conversar com o pediatra que deverá acompanhar o bebê após a alta hospitalar, o que minimiza bastante a insegurança, especialmente das mães de primeira viagem. 

Se o casal desejar, esse é o momento para se informar sobre a coleta de sangue de cordão umbilical nas empresas especializadas. 


Também é válido gravar um CD com músicas que a tranquilizem para o momento do parto e colocar juntamente com máquina fotográfica, filmadora, celular, carregadores de bateria, agenda telefônica e outros objetos que, frequentemente, acabam sendo esquecidos na hora de ir para a maternidade.

O acompanhamento adequado e a confiança no obstetra garantem um final de gestação mais saudável e tranquilo. 

Depois de tudo resolvido, é só curtir a espera !

http://www.einstein.br/einstein-saude/gravidez-e-bebe/Paginas/sinais-da-chegada-do-bebe.aspx 


 

Sinais da chegada do bebê

Os bebês anunciam a sua chegada. 
Na maioria das vezes, eles mandam sinais de que estão prontos para encarar o mundo aqui fora. 
 Entretanto a ansiedade, sensação comum à maioria das grávidas que estão próximas da hora do parto, pode interferir na interpretação desses sinais.
A contração, por exemplo, é um dos principais sinais de que a hora do nascimento do bebê está próxima.
É a evidência de que o trabalho de parto começou.
Mas é preciso saber diferenciar as contrações em latente e ativa.
Só nessa segunda fase é que se deve ir para o hospital.
É preciso paciência.
O trabalho de parto normalmente tem início entre a 37ª e a 42ª semana de gestação e pode levar mais de 12 horas, principalmente se for o primeiro filho.
Dividido em duas fases é, em geral, na segunda – chamada de ativa – que a gestante deve tomar o caminho da maternidade.
 Permanecer em casa no início das contrações é mais confortável.
A grávida fica no seu ambiente, na sua cama e, se tiver banheira, pode relaxar com um banho morno – excelente para aliviar as dores das contrações, caso elas ocorram.
Fique por dentro de cada etapa do trabalho de parto e saiba reconhecer os sinais reais da chegada do bebê.

 

Pré-parto: sinais sutis

 Pode ter início 15 dias antes do nascimento ou até horas antes da chegada do bebê.  

Três sinais o anunciam e a gestante pode apresentar todos, alguns ou nenhum. 

Um deles é a contração de Braxton-Hicks, sentida a partir do sétimo mês, cuja frequência é maior na última quinzena da gravidez. 
São tão rápidas que as mulheres as confundem com a movimentação do bebê
A queda da barriga é outro sinal: o bebê desce e se encaixa na região pélvica.
O último sinal é a saída do tampão – um muco que bloqueia o útero e impede a entrada de bactérias vaginais. 
Com a aproximação do parto, o feto pressiona o colo do útero e o tampão pode se soltar.
O bebê continua protegido pela bolsa d'água e ainda pode demorar 15 dias para nascer. 
Na calcinha, o tampão aparece como um corrimento amarelado ou esverdeado. 
É normal que contenha um pouco de sangue.
Em todos esses casos é importante ligar para o seu médico a fim de que ele acompanhe todos os sinais.

 

Fase latente: está quase na hora!

É nesse momento que começa de verdade o trabalho de parto. 
Essa fase pode durar de dois dias a duas semanas e as contrações vêm de forma irregular. 
A contração ocorre para afinar o colo do útero e empurrar o bebê, alargar o canal de parto e dilatar o colo. 
Algumas mulheres relatam dor, outras não. 
Tudo depende do limiar de dor de cada uma
 Nessa fase, a barriga endurece e depois relaxa. 
As contrações aparecem e depois somem. 
Avise o médico e fique de olho na evolução.
 Para ter certeza se está nessa fase, deite-se um pouco ou tome um banho quente. 
Se as contrações passarem, pode ser o que os médicos chamam de falso trabalho de parto.

 

Fase de transição: falta pouco

Nesse momento você deverá estar no hospital, com contrações em intervalos de 2 a 3 minutos
A fase de transição pode durar mais de duas horas, período em que a dilatação do colo do útero se aproxima dos 10 centímetros. 
É nesse período que a gestante recebe a analgesia (pequena dose de anestesia, que diminui a sensibilidade sem interferir nas contrações).
 O bebê também responde aos avisos dos hormônios maternos e começa a fazer manobras corporais para deslizar pelo canal de parto. 
Ele encosta o queixo no tórax, suspende um ombro e os ossos da cabeça se sobrepõem, fazendo-a diminuir de tamanho.

 

Fase de expulsão: vai nascer

A dilatação do colo do útero atinge 10 centímetros e a cabeça do feto estará visível pelo canal de parto.
 As contrações atingem sua intensidade máxima e têm duração maior, mas os intervalos passam a ser mais longos, de 5 em 5 minutos.
 O estágio pode durar por alguns minutos ou até 3 horas e termina com o
nascimento da criança.

 

Fase de dequitação: última contração

Entre 5 e 30 minutos após o nascimento do bebê a placenta será expulsa com uma última contração forte. 
Nas cesáreas, é o médico quem a retira.




2 comentários:

  1. Muito boa essa postagem querida!!!!
    Mais explicadinho que isso, impossível!!!!
    Tá chegando a hooooooora, o dia já vem raiando meu bem - e a Mariana também!!!!!! :)
    Bjkinhas ;)

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    Respostas
    1. Então Nara..."gramática" e tenho...quero ver na hora da "prática"!! rsrsrsrs
      bjsssssss

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