É gente, embora eu tenha falado e me convencido de que essa contagem "em meses" é confusa demais, há outra contagem que é certa:
estou no último trimestre!!
3º TRIMESTRE DA GESTAÇÃO:
ESTÁ CHEGANDO A HORA... O QUE VAI ACONTECER ?
ESTÁ CHEGANDO A HORA... O QUE VAI ACONTECER ?
O
terceiro trimestre representa a etapa final da gestação e, por esse
motivo, os cuidados e a atenção tem que aumentar.
O acompanhamento
obstétrico é fundamental nesse momento, o que justifica as consultas
quinzenais até a 36ª semana e, a partir de então, semanais, com o
objetivo de intensificar a monitorização das condições do bebê e da mãe.
Alguns exames são fundamentais mesmo nas gestações de baixo risco:
Alguns exames são fundamentais mesmo nas gestações de baixo risco:
- Com 28
semanas de gestação, deve-se repetir hemograma, sorologias e exame de
urina com urocultura.
Deve-se também confirmar a tipagem sanguínea do
casal e o teste de Coombs indireto, para definir se há necessidade de
vacinar a mãe.
O teste simplificado de tolerância à glicose visa
identificar diabetes gestacional, mais comum no terceiro trimestre da
gravidez.
- Com 32 semanas, a ultra-sonografia obstétrica com doppler
permitirá avaliar o fluxo sanguíneo feto-placentário, líquido amniótico,
maturidade da placenta e peso fetal, com o objetivo de definir o ritmo
de crescimento e as condições do bebê dentro do útero.
- Entre a 34ª e a
35ª semanas de gestação, o obstetra solicitará a cultura de secreção
vaginal e anal, para pesquisa da bactéria Estreptococo do grupo B.
Caso o
resultado seja positivo, a mulher deverá necessariamente receber
antibiótico antes do parto para minimizar os riscos de infecção do
recém-nascido.
- Na 36ª semana, o perfil biofísico fetal servirá para
avaliar o bem-estar do bebê e, a partir de então, essa avaliação será
feita semanalmente através da cardiotocografia.
Toda grávida, em diferentes graus, vai observar inchaço, sensação de formigamento nas mãos e pés, ansiedade, dificuldade para dormir, desconforto nas costas, sensação de empachamento e aumento da secreção vaginal.
Nessa fase, é comum que a gestante apresente contrações
fracas, esparsas e geralmente indolores, conhecidas como contrações de
Braxton-Hiccs, que são normais e não devem gerar preocupação.
Para
minimizar alguns destes desconfortos, a gestante deve, principalmente
no último mês, evitar o consumo de alimentos de difícil digestão e que
causem gases, manter atividade física leve, hidratação adequada,
realizar sessões de drenagem linfática especializada e evitar ficar
longos períodos na mesma posição, o que melhora a circulação e diminui o
inchaço, além de evitar momentos de stress emocional ou físico como
esforço excessivo.
- Sangramento ou perda de líquido via vaginal,
- contrações
efetivas (endurecimento do útero por mais de 40 segundos e mais de duas
vezes em 10 minutos)
- diminuição significativa da
movimentação do bebê.
Alguns sintomas como dor de cabeça, alterações
visuais, queimação no estômago, náuseas ou vômitos podem ser sinal de
aumento da pressão e devem ser avaliados.
Na
maioria dos casos, não há motivo para apreensão e correria.
Situações
de urgência felizmente são raras.
O trabalho de parto franco demora, em
média, 10 horas na primeira gestação.
Ainda
assim, é prudente que algumas providências sejam tomadas
antecipadamente, para evitar stress desnecessário na hora "H":
- deixar
prontas as malas da mãe e do bebê,
- checar detalhes referentes à
internação como cobertura do plano de saúde, documentos necessários,
honorários médicos e autorização de internação, definir o melhor trajeto
para a maternidade e quem irá levá-la em caso de imprevistos, escolher
com quem ficarão os outros filhos nesse período, além de organizar a
casa para a chegada da maternidade.
Vale a pena agendar uma consulta
para conversar com o pediatra que deverá acompanhar o bebê após a alta
hospitalar, o que minimiza bastante a insegurança, especialmente das
mães de primeira viagem.
Se o casal desejar, esse é o momento para se
informar sobre a coleta de sangue de cordão umbilical nas empresas
especializadas.
Também é válido gravar um CD com músicas que a tranquilizem para o momento do parto e colocar juntamente com máquina fotográfica, filmadora, celular, carregadores de bateria, agenda telefônica e outros objetos que, frequentemente, acabam sendo esquecidos na hora de ir para a maternidade.
O
acompanhamento adequado e a confiança no obstetra garantem um final de
gestação mais saudável e tranquilo.
Depois de tudo resolvido, é só
curtir a espera !
http://www.einstein.br/einstein-saude/gravidez-e-bebe/Paginas/sinais-da-chegada-do-bebe.aspx
É a evidência de que o trabalho de parto começou.
Mas é preciso saber diferenciar as contrações em latente e ativa.
Só nessa segunda fase é que se deve ir para o hospital.
É preciso paciência.
O trabalho de parto normalmente tem início entre a 37ª e a 42ª semana de gestação e pode levar mais de 12 horas, principalmente se for o primeiro filho.
Dividido em duas fases é, em geral, na segunda – chamada de ativa – que a gestante deve tomar o caminho da maternidade.
Permanecer em casa no início das contrações é mais confortável.
A grávida fica no seu ambiente, na sua cama e, se tiver banheira, pode relaxar com um banho morno – excelente para aliviar as dores das contrações, caso elas ocorram.
http://www.einstein.br/einstein-saude/gravidez-e-bebe/Paginas/sinais-da-chegada-do-bebe.aspx
Sinais da chegada do bebê
Os bebês anunciam a sua chegada.
Na maioria das vezes,
eles mandam sinais de que estão prontos para encarar o mundo aqui fora.
Entretanto a ansiedade, sensação comum à maioria das grávidas que estão
próximas da hora do parto, pode interferir na interpretação desses
sinais.
A contração, por exemplo, é um dos principais sinais de que a hora do
nascimento do bebê está próxima.É a evidência de que o trabalho de parto começou.
Mas é preciso saber diferenciar as contrações em latente e ativa.
Só nessa segunda fase é que se deve ir para o hospital.
É preciso paciência.
O trabalho de parto normalmente tem início entre a 37ª e a 42ª semana de gestação e pode levar mais de 12 horas, principalmente se for o primeiro filho.
Dividido em duas fases é, em geral, na segunda – chamada de ativa – que a gestante deve tomar o caminho da maternidade.
Permanecer em casa no início das contrações é mais confortável.
A grávida fica no seu ambiente, na sua cama e, se tiver banheira, pode relaxar com um banho morno – excelente para aliviar as dores das contrações, caso elas ocorram.
Fique por dentro de cada etapa do trabalho de parto e saiba reconhecer os sinais reais da chegada do bebê.
Pré-parto: sinais sutis
Pode ter início 15 dias antes do nascimento ou até horas antes da chegada do bebê.
Três sinais o anunciam e a gestante pode apresentar todos, alguns ou nenhum.
Um deles é a contração de Braxton-Hicks,
sentida a partir do sétimo mês, cuja frequência é maior na última
quinzena da gravidez.
São tão rápidas que as mulheres as confundem com a
movimentação do bebê
A queda da barriga é outro sinal: o bebê desce e se encaixa na região pélvica.
O último sinal é a saída do tampão – um muco que bloqueia o útero e
impede a entrada de bactérias vaginais.
Com a aproximação do parto, o
feto pressiona o colo do útero e o tampão pode se soltar.
O bebê continua protegido pela bolsa d'água e ainda pode demorar 15
dias para nascer.
Na calcinha, o tampão aparece como um corrimento
amarelado ou esverdeado.
É normal que contenha um pouco de sangue.
Em todos esses casos é importante ligar para o seu médico a fim de que ele acompanhe todos os sinais.
Fase latente: está quase na hora!
É nesse momento que começa de verdade o trabalho de parto.
Essa fase
pode durar de dois dias a duas semanas e as contrações vêm de forma
irregular.
A contração ocorre para afinar o colo do útero e empurrar o
bebê, alargar o canal de parto e dilatar o colo.
Algumas mulheres
relatam dor, outras não.
Tudo depende do limiar de dor de cada uma
Nessa fase, a barriga endurece e depois relaxa.
As
contrações aparecem e depois somem.
Avise o médico e fique de olho na
evolução.
Para ter certeza se está nessa fase, deite-se um pouco ou tome
um banho quente.
Se as contrações passarem, pode ser o que os médicos
chamam de falso trabalho de parto.
Fase de transição: falta pouco
Nesse momento você deverá estar no hospital, com contrações em
intervalos de 2 a 3 minutos.
A fase de transição pode durar mais de duas
horas, período em que a dilatação do colo do útero se aproxima dos 10
centímetros.
É nesse período que a gestante recebe a analgesia (pequena
dose de anestesia, que diminui a sensibilidade sem interferir nas
contrações).
O bebê também responde aos avisos dos hormônios maternos e
começa a fazer manobras corporais para deslizar pelo canal de parto.
Ele
encosta o queixo no tórax, suspende um ombro e os ossos da cabeça se
sobrepõem, fazendo-a diminuir de tamanho.
Fase de expulsão: vai nascer
A dilatação do colo do útero atinge 10 centímetros e a cabeça do feto
estará visível pelo canal de parto.
As contrações atingem sua
intensidade máxima e têm duração maior, mas os intervalos passam a ser
mais longos, de 5 em 5 minutos.
O estágio pode durar por alguns
minutos ou até 3 horas e termina com o
nascimento da criança.
nascimento da criança.
Fase de dequitação: última contração
Entre 5 e 30 minutos após o nascimento do bebê a placenta será
expulsa com uma última contração forte.
Nas cesáreas, é o médico quem a
retira.











Muito boa essa postagem querida!!!!
ResponderExcluirMais explicadinho que isso, impossível!!!!
Tá chegando a hooooooora, o dia já vem raiando meu bem - e a Mariana também!!!!!! :)
Bjkinhas ;)
Então Nara..."gramática" e tenho...quero ver na hora da "prática"!! rsrsrsrs
Excluirbjsssssss