Amamentar pode parecer um ato intuitivo, mas não é o que os números têm
mostrado: a cada quatro mulheres, uma não consegue dar o seio a seu
bebê.
Entre as alegações femininas para que
desistam de dar o peito ao bebê estão a dificuldade em posicionar a
criança corretamente, a dor causada pelas rachaduras nos bicos e também a
baixa produção de leite.
Os pesquisadores constataram ainda que a falta de orientação, antes e
depois do nascimento do pequeno, é a principal causa para que as mães
não obtenham sucesso nessa tarefa.
Boa parte delas não recebe nenhum
tipo de instrução sobre como massagear e estimular as mamas ou mesmo
posicionar o recém-nascido.
Como preparar os seios para amamentar
Para diminuir o estresse na hora de alimentar o filho, é fundamental que toda grávida prepare bem o peito para esse momento
Uma das maiores preocupações de toda grávida é como cuidar dos seios e
deixá-los prontos para amamentar.
Por causa disso, durante toda a
gestação, as mulheres são bombardeadas com conselhos e dicas de
familiares e amigas e se perdem diante de tantos palpites.
O que, de
fato, pode ser feito nessa fase para preparar os seios? Entrevistamos
especialistas que revelaram o que realmente funciona.
1. Tipo de mamilo
Nem todos os bicos dos seios são iguais.
Alguns são invertidos ou
planos e necessitam de manobras específicas. Converse com o seu médico
para saber como proceder.
2. Banho de Sol
Encontre um lugar reservado em casa, tire o sutiã e coloque os seios
para tomar sol.
Os médicos indicam que as gestantes exponham os mamilos
durante dez minutos por dia.
Fique atenta para não causar queimaduras e
lembre-se de que o horário ideal é entre 8 e 10 da manhã ou entre 15h e
16h.
3. Bucha vegetal
No geral, não é aconselhável que as mulheres esfreguem buchas nos seios
porque muitas exageram e causam fissuras.
Assim, o que era para ajudar a
deixar a pele mais resistente acaba machucando uma região tão sensível.
No entanto, alguns obstetras aconselham o uso, por isso o melhor é
conversar com o seu médico e saber o que é mais recomendado no seu caso.
4. Creme hidratante
Como a ideia é deixar a pele mais resistente e não hidratada, não faça
uso dessas loções.
Se você quiser hidratar as mamas, deixe pelo menos os
mamilos sem creme.
5. Exercícios de puxar o bico do seio
Os exercícios de puxar o bico do seio se mostraram ineficazes com o
passar do tempo.
Mas fique tranquila porque o estímulo natural existirá a
partir do nascimento do bebê.
6. Sutiã ideal
Como as mamas estão crescendo e se tornam mais pesadas, você deve usar
um sutiã com alças largas e que sustente o peso.
Não existe um sutiã
ideal.
O importante é que você se sinta confortável.
7. Depois que o bebê nasce
Depois que a criança nasce, a mãe deve tomar alguns cuidados ao
amamentar.
Quando o bebê está mamando, a boca deve formar uma ventosa e
para tirá-lo é necessário deixar que entre um pouco de ar.
Desloque a
mama para o lado para desencaixar os lábios do pequeno.
Você pode
colocar o dedo na boca do bebê ou fazer um pouco de cócegas no pezinho e
ele, assim, soltará o peito.
Depois da mamada, use o próprio leite como hidratante, espalhando-o
sobre o mamilo.
Além dele, você pode fazer compressas com casca de
mamão, de banana ou chá de camomila, que são igualmente hidratantes.
Por
fim, lembre-se de não deixar a mamada ultrapassar 40 minutos em cada
peito.
E não deixe seu bebê usar o seio como uma chupeta, pois o mamilo
fica úmido por tempo demais.
Por volta da segunda metade da gestação, pode surgir uma secreção
incolor, rica em anticorpos e aminoácidos, o chamado colostro, que
persiste até o final da gravidez.
O leite propriamente dito, só aparece
três ou quatro dias após o parto.
O mamilo estimulado pela sucção do
bebê provoca a liberação dos hormônios ocitocina e prolactina.
A
ocitocina que provoca, além da ejeção do leite, contrações uterinas.
Isso ajuda o útero a retornar ao tamanho normal depois do parto.
Cremes e óleos hidratantes
Os cremes hidratantes podem e devem ser usados nas mamas durante a
gestação, principalmente para evitar o aparecimento de estrias, ajudando
na hidratação e melhorando a elasticidade do tecido mamário que, em
breve, irá aumentar de volume.
Esses cremes hidratantes são aliados
eficazes nessa luta, pois também possuem substâncias que ajudam na
regeneração da pele.
Produtos que contenham em sua fórmula ureia (máximo
3%), lactato de amônia, colágeno, elastina, vitamina E, e óleos
vegetais, são recomendados antes e durante a gravidez.
Porém, mesmo que a
gestante já faça uso de algum creme ou óleo antes de engravidar, é
importante perguntar ao médico, para se certificar de que nenhuma
substância da fórmula é capaz de prejudicar o desenvolvimento do bebê.
Como lavar os seios durante o banho
A recomendação é lavar o bico do peito (auréola e mamilo) apenas com
água.
Não utilize sabonete nessa região.
Os seios têm uma hidratação
natural ideal que deve ser preservada.
Claro que, durante o banho, um
pouco de sabonete pode escorrer, e não há motivo para pânico.
O que não é
recomendado é usar o sabonete diretamente nos bicos, esfregando-os, já
que isso pode aumentar ainda mais a sensibilidade nessa área.
http://bebe.abril.com.br/materia/tres-formas-de-amamentar:
Aprenda diferentes maneiras para o aleitamento.
Assim, a mulher previne fissuras nos mamilos e garante que todo o leite produzido na mama seja liberado para seu filho
Os manuais de amamentação sugerem alternar a posição da criança durante o aleitamento.
Desse modo, a mulher previne as fissuras nos mamilos e garante que todo o leite produzido na mama seja liberado para o bebê.
Conheça três maneiras de amamentar:
Aprenda diferentes maneiras para o aleitamento.
Assim, a mulher previne fissuras nos mamilos e garante que todo o leite produzido na mama seja liberado para seu filho
Os manuais de amamentação sugerem alternar a posição da criança durante o aleitamento.
Desse modo, a mulher previne as fissuras nos mamilos e garante que todo o leite produzido na mama seja liberado para o bebê.
Conheça três maneiras de amamentar:
1 - Da maneira tradicional
A mãe fica sentada e apóia a cabeça do bebê sobre a dobra do cotovelo.
É dessa maneira que a maioria das mulheres prefere amamentar.
Uma dica é colocar um travesseiro ou uma almofada sob o corpo da criança, mantendo-a ainda apoiada no braço.
Desse modo, mãe e filho ficam mais confortáveis.
2 - Invertendo o bebê
Essa posição é bastante indicada em caso de cesarianas, quando os seios estão fissurados ou o bebê não consegue abocanhar toda a aréola.
O corpo dele é encaixado sob o braço da mãe, que permanece sentada.
A criança pode fazer uma boa pega porque fica de frente para o peito.
Assim, é possível drenar melhor o leite que fica no quadrante da mama localizado próximo às axilas.
3 - Na cama
Mãe e bebê deitam frente a frente.
Com a cabeça apoiada no travesseiro, ela oferece o peito do lado que está deitada.
O bebê pode ficar com a cabeça apoiada no antebraço da mãe, todo envolvido por ela, ou deitado na cama, com as costas apoiadas por ela na hora da pega.
Nessa posição, a mulher precisa estar acompanhada para não correr o risco de dormir.
Isso porque ela pode se virar ou o bebê fazer algum movimento perigoso.
A mãe fica sentada e apóia a cabeça do bebê sobre a dobra do cotovelo.
É dessa maneira que a maioria das mulheres prefere amamentar.
Uma dica é colocar um travesseiro ou uma almofada sob o corpo da criança, mantendo-a ainda apoiada no braço.
Desse modo, mãe e filho ficam mais confortáveis.
2 - Invertendo o bebê
Essa posição é bastante indicada em caso de cesarianas, quando os seios estão fissurados ou o bebê não consegue abocanhar toda a aréola.
O corpo dele é encaixado sob o braço da mãe, que permanece sentada.
A criança pode fazer uma boa pega porque fica de frente para o peito.
Assim, é possível drenar melhor o leite que fica no quadrante da mama localizado próximo às axilas.
3 - Na cama
Mãe e bebê deitam frente a frente.
Com a cabeça apoiada no travesseiro, ela oferece o peito do lado que está deitada.
O bebê pode ficar com a cabeça apoiada no antebraço da mãe, todo envolvido por ela, ou deitado na cama, com as costas apoiadas por ela na hora da pega.
Nessa posição, a mulher precisa estar acompanhada para não correr o risco de dormir.
Isso porque ela pode se virar ou o bebê fazer algum movimento perigoso.
O que toda mãe precisa saber para a amamentação dar certo
Amamentar já foi um ato instintivo e ninguém precisava "aprender" a dar o peito aos filhos.
Mas as chupetas, mamadeiras e fórmulas infantis ganharam espaço e esse saber se perdeu.Hoje, a ciência prova o que as nossas tataravós apenas intuíam: o leite materno é, de longe, o melhor alimento nos primeiros anos de vida.
Mais potente do que qualquer vacina, sozinho pode evitar 13% das mortes de crianças com menos de 5 anos por causas passíveis de prevenção.
É que o leite humano é "vivo".
Ou seja, sua composição se modifica a cada mamada acompanhando as necessidades do bebê.
Além de proteínas e vitaminas, possui anticorpos, que diminuem os riscos de infecções respiratórias, diarréias, alergias, otites e até previnem doenças crônicas, como hipertensão e diabetes.
Também para a mãe, amamentar traz inúmeras vantagens.
Você perde peso com mais facilidade e tem menos sangramento no pós-parto.
Além disso, pesquisas em 30 países constataram que o risco de câncer de mama diminui 4,3% a cada 12 meses de amamentação.
Números da ciência postos de lado, o que leva muitas mulheres a amamentar e a continuar amamentando os seus filhos é o prazer da intimidade e o vínculo afetivo com a criança.
É, sem dúvida, uma excelente maneira de começar uma relação tão importante e duradoura.
A primeira vez
O stress do parto mal passou e a mulher já se vê diante de um novo desafio: o que fazer?
Tente relaxar para que os dutos do seio se dilatem e o leite encontre "caminho livre".
Escolher um hospital onde os bebês têm chance de mamar logo após o nascimento também faz diferença.
Quando isso acontece, eles aprendem a pegar o peito mais rapidamente.
É que, por volta de meia hora depois do parto, o recém nascido possui grande capacidade de sucção.
Nas primeiras mamadas, o que alimenta o bebê não é o leite, mas, sim, o colostro, um líquido amarelo com aspecto aguado.
Ele é tão precioso que os médicos costumam chamá-lo de "primeira vacina".
Contém vários tipos de glóbulos brancos, para a defesa do organismo, e grande quantidade do anticorpo IgA, que, na corrente sanguínea da criança, forma uma espécie de blindagem contra microorganismos que invadem as mucosas.
O resultado é a diminuição das gastrenterites e ataques por vírus.
Mamando ao nascer, o bebê já fica protegido e estimula a produção e a descida do leite.
Após partos normais e cesarianas não marcadas, o leite costuma aparecer nas primeiras 24 horas.
Já as mulheres que não passaram por trabalho de parto podem demorar até cinco dias para ter leite, comprometendo a amamentação.
Por isso, se você está grávida e pretende dar de mamar, leve em conta esse aspecto antes de agendar uma cesárea.
Nas primeiras duas ou três semanas após o parto, fuja de sutiãs com aberturas especiais para amamentar.
Quando os seios enchem, a costura reforçada das aberturas pode pressionar os dutos mamários, fazendo o leite empedrar.
Os modelos mais indicados são os de tecido macio, sem recortes, com bojos grandes, boa sustentação e alças largas.
Se as mamas estão pesadas demais e doloridas, pode ser que a criança não esteja dando conta da sua produção.
Com o passar do tempo, haverá um ajuste natural entre vocês.
Até lá, nunca ofereça o peito muito cheio ao bebê.
Como é difícil pegar o bico, as tentativas poderão machucá-la.
O melhor é tirar o excesso de leite.
Você pode tirar o leite com bombinhas (existem elétricas e manuais) ou com as próprias mãos, bem limpas.
No caso de excesso de leite, não faça compressas mornas ou quentes.
O calor tende a aumentar ainda mais a produção.
Busque alívio em compressas frias ou geladas.
Uma boa opção é fazê-las com chá de camomila quase gelado.
Ofereça os dois peitos ao bebê.
Se ele ainda é pequeno, faça revezamento: comece a mamada pelo peito que não entrou em ação na mamada anterior.
Assim, você evita que um deles fique cheio demais e empedre.
É recomendável também que a criança esvazie o peito.
O leite posterior (do final da mamada) traz maior índice de gordura e a sensação de saciedade.
Assim, se o bebê mamar bem, não vai logo chorar de fome novamente.
Machucou. E agora?
O tratamento varia de acordo com a gravidade do caso.
Há uma série de
pomadas cicatrizantes para rachaduras e fissuras, mas alguns
especialistas indicam apenas o uso do próprio leite, para lubrificar as
aréolas, e a exposição dos seios ao ar livre.
Pular uma ou duas mamadas
também ajuda a pele a se recompor.
Nesse caso, tire o leite com as mãos e
dê ao bebê imediatamente em um copinho esterilizado.
Usar bicos ou
mamadeiras pode dificultar que ele pegue o peito depois.
Passe longe de
receitas caseiras, como casca de banana ou de mamão.
Elas trazem
bactérias que podem contaminar os dutos mamários e o leite.
Não vai faltar
Leite de mãe é sempre fresquinho.
Boa parte dele, ao contrário do que
se imagina, não fica "estocada" no peito.
Ele é produzido na hora de
cada mamada, de acordo com a fome do bebê.
Um recém-nascido mama, em
média, de oito a 12 vezes ao dia.
Isso não quer dizer que o seu leite
seja insuficiente ou fraco.
Nem pense em complementar com chás, água,
sucos ou papinhas.
Até os 6 meses, a única coisa da qual seu bebê
precisa - exceto em casos de indicação médica - é do seu leite.
Ele só quer brincar
Usar o peito como chupeta dá prazer aos bebês.
O movimento de sugar é
analgésico e acalma.
Mas não vale deixá-lo "chupetando", a ponto de
machucá-la.
Como ele não interrompe a sucção para engolir, a circulação
na aréola pode ficar prejudicada e, se a brincadeira causa dor, é melhor
interrompê- la para não comprometer as mamadas.
Emergências
Se você está febril, as mamas apresentam nódulos doloridos e mamilos
intumescidos, fique atenta.
Pode se tratar de um problema chamado
"ingurgitamento" e requer cuidados médicos, porque pode obstruir os
dutos mamários, causar interrupção na produção de leite ou mesmo se
transformar em mastite.
Ainda mais grave, a mastite vem acompanhada de
febre alta e mal-estar.
Ela acontece quando o leite empedrado nos dutos
entra em contato com as bactérias da saliva do bebê.
Geralmente, o
tratamento é feito com a retirada do excesso do leite e antibióticos.
Em paz para mamar
Procure amamentar em locais tranqüilos.
Gente demais, barulho e
movimento podem agitar o bebê e você mesma.
E está provado: mães
nervosas, com a adrenalina em alta, tendem a ter a produção do leite
inibida.
Prefira roupas que não restrinjam os seus movimentos e deixe o
bebê com os braços livres.
Uma banqueta ou apoio para os pés pode ser
útil.
Se o papai estiver disponível, envolva-o na amamentação.
Ele pode
trazer um copo de água e fazer companhia.
É um jeito de eliminar a
sensação de inutilidade que ataca muitos homens nessa hora.
Comida de mãe
É comum que a fome e a sede aumentem após o parto.
Os especialistas
calculam que são necessárias 940 calorias para produzir 1 litro de
leite.
Como você acumulou alguns quilos na gravidez, não precisa
exagerar no tamanho do prato.
Convém apenas evitar dietas que promovam
perda rápida de peso (mais de meio quilo por semana).
Consuma uma boa
variedade de pães, cereais, frutas, legumes, verduras e carnes e três ou
mais porções de derivados de leite.
Muita água e moderação no café e
bebidas cafeinadas - como chá preto e refrigerantes à base de cola -
completam os cuidados.
Amamentação: mitos e verdades
1. Mamadeira e chupeta interferem no aleitamento?
Às vezes. Os bicos artificiais não são indicados, principalmente, no primeiro mês de vida.
A razão é simples: existe uma grande diferença entre sugar um seio e uma mamadeira.
Alguns bebês podem confundi-los, o que dificulta a amamentação
Já a chupeta supre a necessidade de sucção da criança e substitui o peito em momentos que ela deveria estar mamando.
2. Prótese de silicone prejudica a qualidade do leite?
Não. Mulheres que puseram silicone e amamentam normalmente
Como a prótese costuma ser colocada abaixo da glândula mamária ou atrás do músculo peitoral, não há influência direta na produção de leite.
3. E mamoplastia redutora?
Em alguns casos. Quando há remoção de tecido com glândulas e dutos mamários, a amamentação pode ficar comprometida.
É possível superar o problema usando um suplementador - trata-se de uma sonda macia adaptada a uma seringa cheia de leite, que é colocada ao lado do mamilo.
O bebê, então, suga ao mesmo tempo o líquido proveniente da seringa e da mama.
4. Canjica e cerveja preta estimulam a produção do leite?
Mito. A descida do leite depende de três fatores:
que a mãe se hidrate bem (por isso, é recomendável tomar bastante líquidos),
que o corpo dela esteja descansado e, o principal,
que o bebê sugue o peito.
Até mesmo mães adotivas, que não engravidaram, são capazes de amamentar nessas condições.
5. O leite materno pode ser congelado?
Sim, tanto para guardar em casa como para doar. Ao extraí-lo, é preciso seguir algumas orientações.
A mãe deve prender os cabelos, lavar bem as mãos e enxugá-las com toalhas limpas
O líquido precisa ficar em um frasco de vidro com tampa de plástico.
Congelado e armazenado dessa forma, o leite tem validade de 15 dias.
6. Estresse faz o leite secar?
Não, mas pode atrapalhar a sua descida. Isso porque a vazão do líquido depende da liberação do hormônio ocitocina
Em uma situação de muito cansaço e ansiedade, a produção dessa substância é bloqueada
7. Alguns leites são mais fracos?
Não. A qualidade é sempre a mesma e todas as mulheres são capazes de produzir leite suficiente e adequado para o seu filho
Mesmo mães desnutridas ou que precisam seguir uma dieta restritiva conseguem preservar as propriedades do alimento.
8. Seios pequenos produzem menos leite?
Não.O que dá forma ao seio é o tecido adiposo, a gordura
Isso não tem nada a ver com a glândula mamária, que é a responsável pela produção do leite.
9. Existe uma posição ideal para amamentar?
Depende da idade do bebê e de como a mãe se sente mais à vontade. É apropriado que a criança esteja com a cabeça acima do resto do corpo, para evitar engasgos, e com o corpo reto, para que não fique desconfortável
10. Se interrompida por um longo período, a amamentação pode ser retomada?
Pode, sim. Basta que a mulher esvazie os seios regularmente, como se a criança estivesse mamando.
Assim ela provavelmente continuará produzindo leite.
11. A alimentação da mãe reflete no leite?
Sem dúvida. Tudo o que ela ingere passa para o leite materno.
Comidas que causam flatulência na mãe também causarão na criança.
Vale a pena apostar em um cardápio variado durante o aleitamento. Estudos mostram que, se a lactante tem uma dieta variada nesse período, o bebê aceita melhor a diversidade de alimentos quando começa a comer.








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