terça-feira, 5 de junho de 2012

Pais heróis!!

Gente, achei essa foto na página "Sonho de ser mãe" do Facebook, achei linda, me emocionei!!!

"Não importa se seu pai é rico ou não, heróis são sempre heróis aos olhos dos filhos..!"
 Tati, lembrei do Vitor emocionado com o pai que pescou um peixe...
"eu estou feliz, o pai é um bom pescador"

É fantástico quando os pais são os heróis dos filhos!!

17ª semana gestacional!!


Desenvolvimento do seu bebê

A esta altura da sua gestação o seu bebê está medindo aproximadamente 12 cm de comprimento e pesando algo em torno de 100 gramas.
Além da lanugem, o corpo do seu bebê também está coberto por uma substância gordurosa chamada vermix, que tem por finalidade proteger a pele do seu bebê.

Ele cresce rápido e se movimenta mais. 
Tem apenas 12 cm, mas seus bracinhos e suas pernas já estão suficientemente longos para se mexer com agilidade. 
Isso não é motivo para preocupação. 
O cinto de segurança do bebê está firme. 
O cordão umbilical, que o mantém ligado à placenta, ficou mais resistente e fino. 
O corpo do seu pequeno ganha, agora, mais tecido adiposo, células gordurosas que vão ajudar a manter a temperatura dele equilibrada. 
A pele parece menos transparente. 
No entanto, os vasos sanguíneos ainda são visíveis.

Seu bebê está agora com quase 13 centímetros da cabeça até o bumbum, e pesa por volta de 140 gramas
Com a ajuda de um estetoscópio especial, já dá para escutar os batimentos cardíacos do bebê. 
Poucas coisas são mais reconfortantes e emocionantes que ouvir o ritmo acelerado do coraçãozinho do bebê. 
Você terá chance de ouvi-lo em todas as consultas do pré-natal. 

As coisas começam a mudar bastante. 
Nessa semana, os olhos do bebê passam a olhar para a frente, em vez de para os lados, as orelhas estão praticamente na posição certa e a cartilagem que vai se tornar o esqueleto está prestes a endurecer.

E a mamãe??

Por causa do crescimento do útero, seu centro de gravidade foi modificado, e, portanto, é bem provável que você esteja se sentindo meio desequilibrada.
Tome cuidado e prefira sapatos de salto baixo. 

 As mamães de segunda viagem costumam sentir os movimentos do bebê agora. 
As estreantes talvez demorem mais algumas semanas. 
Muitas mulheres descrevem a sensação como se tivesse uma borboletinha batendo asas dentro da barriga. 

É possível que você note que a aréola, a parte mais escura em volta dos mamilos, está mudando de tamanho à medida que seus seios crescem. Esse é um "efeito colateral" da gravidez que pode persistir por até um ano depois do nascimento do bebê.
Outras mudanças de pele que acompanham a gestação, como a linha vertical mais escura que pode aparecer na barriga e as marcas no rosto, também tendem a sumir uma vez que o bebê tenha nascido. 

Uma semana emocionante! 
Muitas mães relatam que começaram a sentir o bebê a se mexer justamente na 17ª semana. 
A sensação é como se "bolhas de gás" delicadamente estourassem dentro da barriga. 
Os toques e os movimentos da criança são bem delicados, mas estimulantes o suficiente para que você coloque as mãos na barriga, mesmo inconscientemente. 
Logo os chutes se tornarão inconfundíveis. 
Para que ele continue com essa energia toda, não deixe de manter hábitos saudáveis: tente dormir bem e continue a incluir vários nutrientes em seu cardápio diário. 
Evite cigarro e álcool e controle o consumo de café.
 
O segundo trimestre também é ideal para cuidar dos dentes e ir ao dentista para saber como se prevenir de qualquer problema dentário. Então, arranje um tempinho na sua agenda. 
E a ginástica? Em que pé está? Nenhum? 
A gravidez pode servir como um bom incentivo para cuidar mais do corpo e fazer atividades físicas. 
Se isso aconteceu com você, invista nelas, mas não sem antes se informar sobre as modalidades mais recomendadas para as gestantes. Hidroginástica, Ioga e Pilates estão na lista.

Alterações no seu corpo

Durante esta semana você já pode estar sentindo os movimentos do seu lindo bebê. 
Se você é mãe pela primeira vez, então há uma chance de que você ainda não sinta estes movimentos, pois é o que normalmente acontece com as mães de primeira viagem. 
Algumas mães com excesso de peso também podem não perceber tais movimentos do bebê durante os primeiros estágios da gestação, e algumas mais magras podem sentir esses movimentos ainda mais cedo do que esta semana.
Os seus hormônios estão preparando os seus seios para a produção do leite materno, o suprimento de sangue para os seios aumentam e as glândulas que produzem o leite estão crescendo em preparação para a amamentação do seu bebê, e certamente os seus seios estão crescendo cada vez mais. 
A esta altura os sutiãs que você usava antes da gestação estão ficando cada vez mais apertados não é mesmo? Pois é, isso indica que logo logo você terá que comprar novos sutiãs.
É importante que você evite frenquentar ambientes e situações muito estressantes, principalmente se for colocado muita pressão sobre você. 
O stress pode ter um impacto muito negativo sobre a gravidez e o parto. Além disso, existem muitos estudos que indicam que o stress durante a gravidez pode contribuir para complicações durante a gestação, incluindo o trabalho do parto prematuro. 
Alguns estudos indicam que os níveis de stress elevado, especialmente nas semanas 18 e 20 da gestação, também podem resultar no aumento de um hormônio chamado CRH (Hormônio liberador de corticotropina), que tem sido associada ao parto prematuro. 
Esse hormônio pode fazer com que o seu corpo libere prostaglandinas, que podem resultar em contrações. 
Portanto, é muito importante que você se esforce para evitar o stress durante a sua gestação.
Há casos em que apesar de você tentar evitar o stress você não consegue controlá-lo, ele simplesmente acontece. 
No entanto, existem muitas atividades que você pode fazer para amenizá-lo, como por exemplo Ioga ou meditação. 
Essas, são duas alternativas muito efetivas para evitar os níveis de stress durante a gestação. 
Se você nunca praticou ou sempre teve curiosidade sobre essas atividades, chegou a hora!

Dor de estômago e outros incômodos!!

Como diz minha médica "cada fase da gravidez tem suas belezas", se referindo além das belezas em si também aos desconfortos, já sendo um pouco irônica!!
Sim, pois são vários!!!
E a gente aguenta tudo, suporta tudo, pois a razão disso tudo é muito nobre!!
E isso que nem posso reclamar muito pois praticamente não tive enjoos, enquanto que algumas gestantes penam!!
Bom, mas há mais ou menos uma semana comecei a ter dores de estômago, o que normalmente não tinha!! 
E ontem essa dor foi muito forte, não lembro de ter sentido dores assim antes, ela chegava nas costas!! rsrsr
E ela ia e voltava, mais intensa, mais calma, a noite senti um pouco também!! 
Então que a pesquisa de vez foi sobre "dor de estômago na gravidez", o que resultou na enumeração de outros sintomas e desconfortos!!

Quando as mulheres ficam grávidas se tornam mais sensíveis e necessitam de todos os cuidados, principalmente porque seu corpo sofre muitas mudanças em um curto espaço de tempo. 
O que faz com que elas sofram de diversos males como corrimento, cãibras, dor abdominal, prisão de ventre e gases, tonturas e desmaios, urinar várias vezes ao dia, enjoo, inchaço especialmente em pernas e pés, manchas na pele, alteração no paladar, infecção urinária, cansaço, dor nas costas, falta de ar, varizes entre outras coisas. 

 Porém isso não quer dizer que quando você engravidar irá sentir tudo isso, pois varia de mulher para mulher, mas entre essas coisas é comum a mulher sentir dor, queimação e mal-estar, isso ocorre em algumas mulheres, pois nessa época é normal a acidez do estômago aumentar, já que durante a gravidez ele libera uma maior quantidade de enzimas digestivas, que atuam na digestão dos alimentos. 
Isso ocorre principalmente nos primeiros quatro meses de gestação, assim causando dor e queimação no estômago. 

 Caso a mulher antes de ficar grávida já apresentar problemas estomacais, como refluxo, gastrite e úlcera, o problema será mais agravado. 
Além disso, pode ocorrer o retorno do suco gástrico, que é causado pelo mal funcionamento de uma válvula que se encontra entre o estômago e o esôfago, assim causando uma sensação de mal-estar. 

O que também pode agravar mais a situação é o nervosismo e a ansiedade que são totalmente comuns durante a gestação, mas que podem piorar mais a dor. 
Isso tudo acontece devido ao crescimento do útero, que faz com que o estômago e outros órgãos sejam comprimidos, assim afetando seu funcionamento. 

Para você ter uma idéia o útero cresce 4 cm por mês.
 Assim para não sobrecarregar o estômago o ideal é fazer pequenas refeições durante o dia com intervalos pequenos, assim ajudando a aplacar a fome, sem causar dor. 
E também não exagere nas porções, pois o estômago aumentará de tamanho e então se sentirá mais comprimido ainda, causando mais dor. 

 O intestino também pode ser afetado, devido à ação dos hormônios que são produzidos em maior quantidade durante a gravidez, assim fazendo com que o intestino trabalhe em ritmo mais lento, podendo causar problemas como intestino preso e hemorróidas, que ocorre como conseqüência devido à dilatação das veias. 

 Para amenizar a dor e os problemas, o ideal é durante a gravidez aderir a uma dieta rica em fibras, assim dando mais força ao intestino, também é bom beber bastantes líquidos ao recorrer do dia. 
Para diminuir a dor no estômago evite comidas gordurosas, não beba líquido durante as refeições e mastigue bem os alimentos. 

 Em alguns casos se a dor for muito forte, vá a um especialista, que ele irá indicar um medicamento próprio para gestantes, mas nunca tome medicamento mesmo se for natural por conta própria ou você pode prejudicar tanto você quanto seu bebê. 

Dor no estômago e problemas relacionados são motivos das queixas mais frequentes durante o período da gestação.  
A dor no estômago pode ocorrer em qualquer parte do abdômen e, geralmente, o fator que desencadeia a dor é a quantidade de órgãos presentes nesta região que ficam comprimidos por conta do crescimento do útero, que cresce em média até quatro centímetros por mês. 
A ação dos hormônios da gravidez também é um dos elementos apontados como possível causador da dor, já que afetam o processo digestivo da gestante.
 

O que fazer??

A dor é uma resposta do organismo de que algo está errado, por isso o indicado é que a gestante não hesite em procurar um médico e relatar os sintomas.  
É o médico que vai buscar soluções para diminuir a intensidade da dor, como o repouso, medicamentos analgésicos permitidos para gestantes e massagem abdominal suave feita por um profissional especializado. 
Recomenda-se que sejam evitados  os alimentos gasosos, pois costumam aumentar o volume da barriga e comprimir ainda mais os órgãos internos, causando mais dor.  
Outra indicação é fazer leves refeições durante o dia, para que o volume do estômago não aumente subitamente, ocasionando o típico desconforto.
 Sobretudo, atente-se para uma alimentação equilibrada e saudável. 
Mastigar bem os alimentos e evitar ingerir líquidos junto às refeições também é uma dica dos especialistas para evitar a dor de estômago.

Sempre que a gestante sentir dor de estômago deve repousar e relaxar e se a dor persistir,  tomar algum medicamento analgésico indicado pelo teu médico obstetra. 
É importante o alerta contra  a automedicação: a gestante nunca deve utilizar medicamentos sem consultar previamente seu médico. 
Nervosismo, ansiedade e agitação podem agravar ainda mais o quadro de desconforto.

http://bebe.abril.com.br/materia/as-dores-mais-comuns-na-gravidez 

Para que você não se surpreenda com o que pode vir, listamos as dores mais frequentes nesse período, explicamos por que elas aparecem e ainda mostramos como aliviá-las

Desde as mais suaves até as mais chatinhas, elas são um incômodo comum e onipresente. 
"As dores na gestação são alterações usuais, mas não obrigatórias", explica Daniela Maeyama, ginecologista e obstetra do Hospital São Luiz, de São Paulo, e especialista em reprodução humana. 
 São diversos fatores que contribuem para o aparecimento delas, como o peso e o preparo físico materno, o tamanho do bebê e o quanto a mulher engorda ao longo do pré-natal. 
Confira as mais frequentes.
 
1- Dor nos seios
Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação. 
Nessa fase, as mamas aumentam de volume. 
A razão? Elas estão se preparando para a amamentação. 
"Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível" (...)
Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.
 
2- Dor pélvica
Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação. 
"Na maioria das vezes, não está relacionada com nenhuma patologia, mas com as contrações que a mulher tem durante a gravidez" (...)
Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez. 
"Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia" (...)

3- Dor lombar
O incômodo é consequência do peso da barriga, conforme a gestação avança. 
Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para a frente e afaste as pernas. 
"É uma nova posição que o corpo encontra para se equilibrar. 
E isso força bastante os músculos da região lombar", explica Mariano Tamura. 
Ou seja, é uma dor totalmente previsível.
 
4- Dor na virilha e na raiz da coxa
"Aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve", explica a obstetra Daniela Maeyama. 
Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos. 
Na medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar. 
"Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias", completa a ginecologista do Hospital São Luiz. 
Como aliviar o problema? Com bastante repouso. 
Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. N
os casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.
 
5- Dor de cabeça
"O padrão hormonal da gravidez predispõe a mulher a ter sonolência e indisposição. Mas não a dor de cabeça propriamente dita", esclarece o obstetra Mariano Tamura. 
O que pode acontecer é o crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo. 
Por causa disso, a gestante fica mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça. 
"A cefaleia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaqueca", completa Daniela. 
Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.
 
6- Cólicas
As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez. 
Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações. 
"Mas ela deve ser relatada ao médico sempre. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal", alerta o obstetra Mariano Tamura.
 
Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer. 
"No final da gestação, é comum sentir cólicas leves e de curta duração, mas, se elas forem contínuas, durarem mais de 45 segundos e ritmadas (uma a cada três minutos), pode ser sinal de que a mulher está entrando em trabalho de parto", avisa Daniela Maeyama.
 
7- Dor nas articulações
As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase. 
E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos. 
"Por isso, é muito comum a sensação de dor ou dormência nas extremidades do corpo, muito frequente nas mãos e que pode até deixar a mulher mais atrapalhada", justifica Mariano Tamura.
 
8- Dores nas pernas
A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular. 
E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas. 
"A circulação fica mais lenta", explica a obstetra Daniela Maeyane. 
No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício. 
O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática. 
"A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço", recomenda Daniela. 
Vale ainda evitar comidas salgadas.
 
9- Dores de estômago
Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você. 
Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado. 
Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos. 
A consequência são a azia e o refluxo. 
Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo. 
"Não se deite logo após uma refeição, especialmente à noite. Por questões mecânicas mesmo. Nessa posição, fica mais fácil a comida voltar", aconselha o ginecologista Mariano Tamura.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

A música que a mamãe ouve!!


Essa curiosidade encontrei na página da TulipaBaby no Facebook:
Você sabia que muitas mulheres afirmam que a música que escutavam com mais frequência durante a gravidez é capaz de acalmar instantaneamente o bebê depois do nascimento? 
Durante a gravidez, o feto compartilha suas reações diante da música. 
As sequências de notas musicais que o bebê ouve através do líquido amniótico são uma experiência auditiva diferente para ele. 
Como a linguagem, a música é formada por pautas e ritmos que lhe fascinam. 
Por isso, ao se deitar para descansar e ouvir sua canção preferida, lembre-se que a pessoinha que está dentro de você também está aprendendo a relaxar com esses sons tão especiais.
http://www.ruadireita.com/musica/info/ouca-musica-durante-a-gravidez/:
Gravidez significa, para muitas mulheres que já passaram pela experiência ou que estão a vivê-la no momento, o início de uma nova vida – em ambos os sentidos (conotativo e denotativo). 
É, de facto, uma nova vida que a mulher vai encetar, recheada de rotinas diferentes que a vão obrigar a fazer adaptações, tanto ao nível físico, como emocional. 
É, também, por outro lado, uma nova vida que se vai desenvolvendo no ventre materno ao longo de nove felizes e ansiosos meses. 
Ora, o que fazer para tornar esta e a outra jornada em experiências o mais agradáveis, benéficas e enriquecedoras possível? 
 Ouvir música!
Em primeiro lugar, supõe-se que o hábito de se ouvir música durante a gravidez favorece o desenvolvimento harmonioso do feto, apesar de não existir nenhum estudo conclusivo. 
É, aliás, por esta razão que os bebês prematuros são submetidos a "terapias musicais", de forma a favorecer uma melhor recuperação.

Em segundo lugar, sabe-se que ouvir música agradável durante a gravidez desenvolve na criança o gosto pela mesma. 
Paralelamente, a criança reconhecerá as melodias que a mãe seleccionou para si antes do nascimento. 
Por exemplo, muitas mães relatam que o filho, após o nascimento, gosta de ouvir aquela melodia especial que ouvia através da barriga da mãe.
 Outras mães, inclusivamente, colocam bonecos de corda musicais em cima do ventre quando estão a repousar, para que o filho ouça a música e relaxe com ela – será mais fácil adormecê-lo meses mais tarde, quando já tiver nascido.
Por outro lado, a voz da mãe é sempre a mais bela (e afinada!!) do mundo.
 De fato, os bebês adoram que a sua mãe lhes cante, de preferência canções de embalar.
 E, uma vez mais, poderão começar a fazê-lo ainda antes do nascimento, tudo para que a criança aprenda a identificar um mundo familiar, no qual se sente acolhida e protegida.

Finalmente, fica apenas a recomendação de que a mãe deverá usar o seu bom senso quando seleccionar o tipo de música que quiser que o seu bebé ouça. 
Assim, deverá deixar de lado opções que incluam hard metal, rock e rap, uma vez que este tipo de música, desordenada e caótica, pode mesmo provocar alterações na estrutura do cérebro – ainda em formação no recém-nascido (de acordo com estudos científicos realizados em animais).
 As opções deverão, pois, passar por música clássica (Mozart é muito escolhido), latina e africana, que, por serem mais harmoniosas e ritmadas, são mais aconselháveis para as crianças ouvirem.

 

 

Carrinho? Cadeirinha? Bebê conforto?

Bom dia pessoal!!
O dia amanheceu com chuva por aqui e fazem 16° agora, são 9:00!! 
E eu com uma dor de garganta que começou de leve ontem a noite! 
As novidades do fim de semana foi que no sábado fomos almoçar na casa de um casal de amigos em Canasvieiras e a Rosana me levou numa fábrica de MDF onde encontrei o abajur pro baby, única peça que faltava pro seu kit! :D
Em breve começo a pintá-lo!! 
As peças já estão todas no quarto para que eu possa visualizar melhor e imaginar o que vou fazer!! rsrsr

Bom, outra coisa que passei fazendo nesse fim de semana foi pesquisar sobre carrinho de bebê, cadeirinhas, bebê conforto...
 
Gente é de ficar muito perdidaço!!! hehe
Pois são muitas as marcas, muitos os modelos, variados os preços, muitas as opiniões!!!
Ainda não chegamos a uma conclusão mas vou postar algumas dicas que encontrei e que achei boas, e portanto poderão ajudar outros papais que estejam na procura!!


O que vale mais na hora de escolher a cadeirinha certa: a idade da criança, o peso ou a altura? 
A dúvida é uma das mais enviadas por internautas ao G1 desde o início da obrigatoriedade do equipamento em carros de passeio, no último dia 1º.
 Segundo especialistas, o conforto da criança é o que deve contar mais, sobretudo para decidir se já é o momento de mudar ou não de equipamento.
Somente no caso do uso do assento de elevação é que a altura se torna determinante: crianças que ainda não tenham 1,45 m não devem dispensar o dispositivo.

A regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) sobre cadeirinhas utiliza faixas etárias para indicar o equipamento mais adequado:

- bebê conforto deve ser usado por crianças de até 1 ano;
- cadeirinha deve ser usada de 1 a 4 anos;
- assento de elevação é para crianças de 4 a 7 anos e meio;
- banco de trás, só com cinto de segurança, é indicado às que têm de 7 anos e meio a 10 anos, com 1,45 m de altura, no mínimo.

O Inmetro, ao certificar os produtos, dividiu-os em grupos de acordo com o peso, altura e idade:
- grupo 0: crianças de até 10 kg, 0,72 m de altura, 9 meses
- grupo 0+: até 13kg, 0,80 m de altura, 12 meses (1 ano)
- grupo 1: de 9 kg a 18 kg, 1m de altura, 32 meses (2 anos e meio)
- grupo 2: de 15 kg a 25 kg, 1,15 m de altura, 60 meses (5 anos)
- grupo 3: de 22kg a 36 kg, 1,30 m de altura, 90 meses (7 anos e meio)

“Essa é uma classificação mundial. Mas os pais devem usar o bom senso”, explica Gustavo Kuster, gerente da Divisão de Programas de Avaliação da Conformidade do Inmetro. Ele pondera que a indicação do peso máximo não significa que, ao usar um equipamento, pesando mais do que indica o fabricante, a criança terá menos segurança. “Se ela ainda cabe naquele dispositivo, está confortável, com o cinto bem preso, pode continuar nele”.

Segundo Kuster, na hora de escolher a cadeirinha, os pais devem considerar que há produtos que abrangem mais de um grupo. “Existem cadeirinhas certificadas que comportam de 0 kg a 25 kg, por exemplo. 
Outras duram praticamente todo o tempo em que a criança vai precisar usar  dispositivo de retenção”. O especialista em segurança veicular Celso Arruda, da Unicamp, diz que o ideal para escolher a cadeirinha é levar a criança e o carro à loja, testando o produto em ambos para ver qual é o mais adequado. 

Do bebê conforto para a cadeirinha
O mesmo critério deve ser considerado para decidir se é o momento de passar a criança para o equipamento indicado às maiores. 
A hora de trocar o bebê conforto pela cadeirinha preocupa especialmente os pais. 
Em mensagem enviada ao G1, Shirley Araújo conta que tem um filho de 4 meses que já está grande para o bebê conforto. 
Mas ela questiona se, ao colocá-lo na cadeirinha, ele não estará menos seguro, por passar a ser transportado de frente, e não de costas.

“A orientação de levar o bebê conforto voltado para a traseira do carro, diferente da cadeirinha, é devido à composição do corpo do recém-nascido”, explica Arruda, da Unicamp. 
“O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido. Com o tempo, o corpo adquire uma harmonia e não é mais necessário levá-lo de costas no carro. Se a criança está grande para o bebê conforto, já pode ir para a cadeirinha.”

Do assento para uso só do cinto
Já no momento de dispensar o assento de elevação, é fundamental considerar a altura: crianças com menos de 1,45 m, independente do peso, não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais do que os 7,5 anos previstos na resolução do Contran. 
Isso porque o assento serve para que a criança use com segurança o cinto de três pontos, que passa pelo peito. 
“Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, afirma Kuster, do Inmetro.
No caso de veículos antigos, que tenham apenas cintos de dois pontos (abdominal) no banco de trás, o Contran alterou a regra, permitindo que crianças a partir de 4 anos dispensem o uso do assento de elevação, já que o cinto não passa pelo peito.

Aqui estão outras dicas a serem levadas em conta!!
 

Existem muitos fatores a serem considerados antes de comprar seu carrinho de bebê. 
A primeira delas é: você tem carro? 
Ou quer o carrinho só para passear perto de casa? 
Por quanto tempo você quer ter o carrinho: estaria disposta a trocar mais vezes ou quer um que dure por mais tempo?
Bom, acho que todas estas perguntas tem respostas, e elas são diferentes de acordo com as necessidades de cada mamãe. 
Afinal, um carrinho é uma peça essencial na vida de todos os pais que se preocupam com os cuidados e segurança do bebê. 
Na internet é possível comprar online os carrinhos, e existe uma grande oferta, principalmente em lojas maiores de produtos para o bebê.
Para quem tem carro, por exemplo, pode optar por um bebê-conforto e um carrinho mais simples, somente para os passeios no sol com seu filhinho.
 Já se você anda a pé e precisa do carrinho para levar o bebê no pediatra, ir na padaria, farmácia, etc, vale a pena investir num modelo mais sólido e resistente, capaz de enfrentar calçadas esburacadas. 
Além disto, o bebê precisa sentir-se confortável se for passar muitas horas nele.