Encontrei essa reportagem que fala de um probleminha que a Mariana tem, se é que devo chamar de probleminha, quem sabe uma característica então!!
Ela faz parte de um grupo de 2 a 5% da população mundial que nasce com orelha de abano!!
Confesso que quando ela era bebê fiz várias vezes o que muitas mães fazem e a reportagem cita, usei faixas!!
Embora eu goste tanto das tais faixinhas de cabelo que de qualquer forma teria usado nela!!
Mas lá pelos 10 meses nenhuma faixa mais parava no cabelo, ela as tirava, mas aí o cabelinho já estava um pouco mais comprido e hoje os cachos ajudam a disfarçar!!
Como ela vai encarar isso daqui algum tempo não sabemos, mas o que sabemos é que há uma solução e que de tantos males que acometem tantas crianças esse é o menor, beeeem menor!!!
Ela faz parte de um grupo de 2 a 5% da população mundial que nasce com orelha de abano!!
Confesso que quando ela era bebê fiz várias vezes o que muitas mães fazem e a reportagem cita, usei faixas!!
Embora eu goste tanto das tais faixinhas de cabelo que de qualquer forma teria usado nela!!
Mas lá pelos 10 meses nenhuma faixa mais parava no cabelo, ela as tirava, mas aí o cabelinho já estava um pouco mais comprido e hoje os cachos ajudam a disfarçar!!
Como ela vai encarar isso daqui algum tempo não sabemos, mas o que sabemos é que há uma solução e que de tantos males que acometem tantas crianças esse é o menor, beeeem menor!!!
Na escola, elas viraram motivo de piadas e bullying dos colegas.
Em
casa, o simples fato de ter que colocar o cabelo para trás acabava em
choro.
Ao se dar conta de que algo errado estava acontecendo, os pais de
Melissa Melo, 7 anos, perceberam o que a deixava triste: o formato de
sua orelha.
A chamada orelha de abano é um problema que afeta em torno de 2 a 5% da população mundial, um índice considerado pequeno, mas que afeta muito a qualidade de vida de quem sofre com isso.
A alteração é caracterizada por um problema na estrutura da cartilagem da orelha que, em vez de ser posicionada rente ao couro cabeludo, fica afastada.
A orelha de abano tem origem genética, mas sua única consequência é o prejuízo estético.
Ela se torna mais aparente com o desenvolvimento da criança, especialmente em meninos, que usam o cabelo mais curto.
Quando as mães notam a orelha de abano no filho, podem lançar mão de alguns métodos para disfarçá-la e até para corrigir a proeminência, como colocar uma faixa sobre as orelhas.
O pediatra Victor Nudelman, do Hospital Albert Eisntein (SP), recomenda o uso da faixa durante a amamentação, por exemplo, quando a mãe, por acidente, pode dobrar a orelha do bebê e não perceber.
A cirurgia para corrigir a orelha de abano é chamada otoplastia e deve
ser feita a partir dos 5 anos, quando a orelha da criança já chegou ao
seu tamanho definitivo.
Além disso, é menos dolorosa se realizada na infância.
“O pós-operatório se torna mais incômodo quando a cirurgia é adiada para a fase adulta, já que a cartilagem se torna mais rígida com o passar do tempo”, explica o cirurgião plástico Pablo Rassi Florêncio, de Goiânia (MT).
Se os pais optarem pela operação, a criança demora, em média, um mês para se recuperar.
“Nas primeiras semanas, o pequeno paciente permanece com uma faixa na orelha, que envolve toda a cabeça, para proteção. Na semana seguinte, a faixa fica restrita ao período de sono, para garantir que não ocorra nenhum trauma capaz de interferir na recuperação dos pontos”, conta Pablo.
Porém, antes de decidir pela cirurgia, é preciso conversar com a criança.
Um dos motivos pelo qual os cirurgiões preferem esperar que o paciente cresça um pouco é para que possa, junto com os pais, tomar essa decisão.
“Em geral, a razão pela qual algumas pessoas não se submeteram ao procedimento quando pequenas é porque não se incomodavam com a aparência ou por falta de condição”, explica Pablo.
Projeto Orelhinha
Idealizado pelo cirurgião plástico Marcelo Assis, o projeto começou quando o médico percebeu a grande procura pela cirurgia de reestruturação da orelha. Como o procedimento é caro (custa, em média, 6 mil reais), o projeto arca com 70% do custo, a família precisa apenas pagar pelo material e pela acomodação hospitalar. A iniciativa visa acabar com o bullying nas escolas e no trabalho, por isso, a idade mínima para participar é 7 anos. O projeto está presente também em Campinas (SP), no Rio de Janeiro, e, no ano que vem, em Fortaleza.
A alteração é caracterizada por um problema na estrutura da cartilagem da orelha que, em vez de ser posicionada rente ao couro cabeludo, fica afastada.
A orelha de abano tem origem genética, mas sua única consequência é o prejuízo estético.
Ela se torna mais aparente com o desenvolvimento da criança, especialmente em meninos, que usam o cabelo mais curto.
Quando as mães notam a orelha de abano no filho, podem lançar mão de alguns métodos para disfarçá-la e até para corrigir a proeminência, como colocar uma faixa sobre as orelhas.
O pediatra Victor Nudelman, do Hospital Albert Eisntein (SP), recomenda o uso da faixa durante a amamentação, por exemplo, quando a mãe, por acidente, pode dobrar a orelha do bebê e não perceber.
Além disso, é menos dolorosa se realizada na infância.
“O pós-operatório se torna mais incômodo quando a cirurgia é adiada para a fase adulta, já que a cartilagem se torna mais rígida com o passar do tempo”, explica o cirurgião plástico Pablo Rassi Florêncio, de Goiânia (MT).
Se os pais optarem pela operação, a criança demora, em média, um mês para se recuperar.
“Nas primeiras semanas, o pequeno paciente permanece com uma faixa na orelha, que envolve toda a cabeça, para proteção. Na semana seguinte, a faixa fica restrita ao período de sono, para garantir que não ocorra nenhum trauma capaz de interferir na recuperação dos pontos”, conta Pablo.
Porém, antes de decidir pela cirurgia, é preciso conversar com a criança.
Um dos motivos pelo qual os cirurgiões preferem esperar que o paciente cresça um pouco é para que possa, junto com os pais, tomar essa decisão.
“Em geral, a razão pela qual algumas pessoas não se submeteram ao procedimento quando pequenas é porque não se incomodavam com a aparência ou por falta de condição”, explica Pablo.
Projeto Orelhinha
Idealizado pelo cirurgião plástico Marcelo Assis, o projeto começou quando o médico percebeu a grande procura pela cirurgia de reestruturação da orelha. Como o procedimento é caro (custa, em média, 6 mil reais), o projeto arca com 70% do custo, a família precisa apenas pagar pelo material e pela acomodação hospitalar. A iniciativa visa acabar com o bullying nas escolas e no trabalho, por isso, a idade mínima para participar é 7 anos. O projeto está presente também em Campinas (SP), no Rio de Janeiro, e, no ano que vem, em Fortaleza.

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