sexta-feira, 22 de junho de 2012

A Mariana mexeu!!!!

Oi pessoal!!!
Essa postagem estava pra sair já há alguns dias, mas por falta de "certeza" resolvi esperar, hoje ela saiu pois a certeza veio...
a Mariana mexeu!!!!!
Ou melhor, eu senti ela mexendo!!!
Faz alguns dias que comecei a sentir umas mexidas e movimentos um pouco diferentes do que os "normais"!!
Mas como acontece com quase toda gestante fica a dúvida, é difícil afirmar com certeza pois são muitas as sensações, uma hora são gases, outra intestino preso, outra estômago...e por aí vai!!!!
Esses dias teve até um episódio engraçado, eu estava deitada na cama e algo se moveu, comentei com o Daniel que chegou rapidinho pra colocar a mão e aí me disse, "eu acho que é teu intestino!!", hahahah, e de fato era pois em seguida outros movimentos confirmaram isso!!!
Minha barriga é muito barulhenta!!

Mas enfim, nesse amanhecer, mais precisamente as 5:50 da manhã eis que uma mocinha se mexeu!!!
Não tive dúvidas pois foi mais forte e foram 3 vezes seguidas, no lado esquerdo!
E eu até fui abusadinha com ela virando para o lado direito na tentativa de fazer ela virar uma cambalhota!! rsrsrs
E eu não estava sonhando pois essa noite o sono meu e do Daniel estava leve e naquela hora estávamos os dois meio despertos tentando dormir por mais uma meia hora!!
Na verdade éramos 3 os acordados né!!
Acho que alguém aqui é madrugadora e já queria pular pra tomar uns chimas!!
Não contei ao Daniel naquela hora pois despertaria ele ainda mais, mas 1h depois quando ele foi na cama dar beijinhos na Mariana e na mamãe dela então contei!!!

É bom demais compartilhar esses momentos e sensações!!!
É bom demais estar grávida...
sentir-se mais grávida...
mais mãe...
e sentir mais tranquilidade com os movimentos dela!!

Enfim, estou me sentindo...
Ainda mais que a barriguinha tem despontado cada vez mais!!!!


Quando o bebê mexe, a gravidez se torna concreta para a mãe, mesmo que já estivesse comprovadíssima nos exames de ultra-som. 
“Ao sentir os movimentos do feto, a grávida se reassegura de sua presença. Esse momento é especial para reforçar o vínculo entre mãe e filho”, afirma a psicóloga Ana Merzel.  

Minha médica havia me dito que provavelmente eu sentiria a partir da 20ª semana, talvez seria o tempo pra ter mais certeza, mas de fato, estamos quase na 20ª!!!

 

Quando vou sentir meu bebê mexer?

Se esta é sua primeira gravidez, talvez demore um pouco mais para você perceber os movimentos do bebê, porque é uma sensação totalmente nova.
Algumas mulheres a descrevem como uma cosquinha bem de leve, por dentro, como uma borboleta batendo asas.
No caso de primeira gravidez, você provavelmente sentirá os primeiros movimentos entre 18 e 20 semanas. 
Quem não é marinheira de primeira viagem e já conhece a sensação costuma senti-la pela primeira vez entre 15 e 18 semanas.
Para tentar sentir, você pode comer alguma coisa e se deitar de barriga para cima, bem parada, prestando atenção. 
Talvez a sensação apareça. 
A primeira vez que você sentir o bebê será um marco na sua gravidez. 
E depois aqueles movimentos tão levinhos viram chutes vigorosos, ótimos para mostrar que tudo vai bem dentro da sua barriga. 
O bebê não se mexe o tempo inteiro porque, como todo mundo, tem horas em que ele só quer mesmo é descansar e dormir. 
Mais no finzinho da gravidez, ele passa a dormir por cerca de 45 minutos de cada vez. 
Pode parecer mais, porque você não necessariamente sente todos os movimentos dele.  

Da 20ª a 24ª semanas a atividade do bebê vai aumentando gradualmente.
 A partir de agora, o bebê terá um período mais agitado durante o dia, com muitos chutes e cambalhotas. 
Não existe um número exato de chutes por dia para se ter certeza de que tudo vai bem, e mesmo que você resolvesse marcar para contar para o médico, os resultados não seriam precisos e poderiam causar preocupação sem necessidade. 
O melhor a fazer é observar o padrão de movimentos do seu filho durante as horas ativas do dia. 
À medida que sua gestação progride, fica mais fácil entender o ritmo do bebê. 
Cada criança tem um padrão diferente de sono e atividade, mas você acaba percebendo o que é típico da sua.  
Se você estava envolvida com outras coisas, talvez não tenha percebido o movimento. 

Mas, para se tranquilizar, veja abaixo alguns truques para fazer seu bebê se mexer:

• Deite de lado (com uma almofada ou travesseiro debaixo da barriga) e fique parada
• Coloque as pernas para cima e relaxe; os bebê muitas vezes acabam pegando no sono com a sua movimentação e acordam quando você para
• Toque uma música ou faça um barulho inesperado
• Tome alguma coisa gelada: a mudança de temperatura pode fazer com que o bebê tente "desviar" da onda fria

Feito tudo isso, se em duas horas você não sentir absolutamente nenhum movimento, procure o obstetra.


O preferível é confiar nos seus instintos: se você acha que há motivo para estar preocupada, tente falar com o médico. 
Um exame rápido pode tranquilizá-la. 



Mulheres acima do peso podem ter mais dificuldade para sentir o bebê mexer porque a camada de gordura na região do abdômen dificulta a percepção. 

Primeiros movimentos
Você não sente, mas seu bebê pode estar se mexendo no útero a partir da 10ª semana de vida. 
Antes disso, fazia movimentos, mas ainda não tinha o esboço de braços e pernas que agora possui.
 Você não percebe porque a quantidade de líquido amniótico que envolve o feto (cerca de meio litro) é muito maior do que seus 2,5 centímetros de comprimento e 3 gramas de peso. 
É entre a 18ª e a 20ª semana que as primeiras sensações de movimentos do bebê — então com cerca de 18 centímetros e 500 gramas — chegam para a maioria das mães. 

Nesse início, a percepção é de um movimento suave. 
Só cerca de 3 a 4 semanas depois é que a mãe sente o que descreve como chute do bebê. 
E não é necessariamente um chute. 
Pode ser um soco ou uma cabeçada.


Espreguiçadelas 

O amadurecimento do sistema nervoso do feto é que determina a coordenação de suas ações, como levar a mão ao nariz, à boca, ao olho, piscar ou engolir. 
Por volta da 24ª semana, um movimento que começa a ficar frequente é o espreguiçar. 


O bebê estira os braços e as pernas várias vezes, como um exercício para fortalecer os músculos. 
À medida que as espreguiçadelas se tornam mais definidas, aparece na barriga da grávida um calombinho. 
Em geral, é o calcanhar do bebê.
Em torno da 32ª semana da gravidez, segundo os especialistas, muitas grávidas têm a sensação de outro movimento, que se repete um após outro, lembrando um soluço. 
É o bebê simulando a respiração. Embora esteja num meio líquido e não use os pulmões, ele movimenta a musculatura respiratória como num treino.

De olho no ritmo
Assim que os movimentos do bebê se tornam perceptíveis, os médicos recomendam às mães ficarem atentas ao seu ritmo. 
Isso é especialmente importante para a mulher que apresenta uma gestação de risco, como a grávida hipertensa ou com diabete, pois a diminuição dos movimentos pode ser um sinal de má oxigenação fetal.
O ritmo das mexidas, segundo ele, mostra-se mais preciso a partir da 34ª semana, quando se estima que a grávida sinta de sete a oito grandes movimentos do bebê por hora. 
Alguns bebês mexem muito e outros, pouco. 
Por isso não adianta ficar comparando o ritmo do seu bebê com o de outras gestantes. 
Para descobrir qual é o ritmo do seu filho, faça o seguinte: durante três noites, ao deitar-se, procure prestar atenção só no bebê, sem se distrair. 
A mãe vai notar um padrão de movimentos e assim perceberá quando o filho está mexendo mais ou menos.

Segundo os especialistas, as mães também costumam notar que ele se agita mais quando conversam com o filho ou quando alguém de quem gostam se aproxima. 
Nesses momentos, o bebê é estimulado pela liberação de hormônios da mãe. 
Ele se movimenta pela ação da adrenalina ou se tranquiliza por causa da endorfina.
Uma outra relação que as gestantes costumam fazer é que o filho parece chutar mais à noite, quando elas dormem.
A grávida é que sente mais as mexidas quando está deitada e relaxada. 
O bebê não tem percepção de dia ou noite. 
Ele dorme quase o dia inteiro, o que não significa que fique quieto. 
Há fases no sono em que há superagitação
As mães têm ainda a impressão de que os bebês mexem menos quando uma mão fria pousa em suas barrigas. 
A percepção do movimento é que diminui, porque a musculatura da barriga se contrai.

Hora do encaixe
Enquanto seu tamanho é menor que o diâmetro uterino, o bebê pode dar milhares de voltas na barriga. 
Mas como a cabeça é a parte mais pesada do seu corpo, por ação da gravidade, ele costuma ficar de cabeça para baixo.
É uma característica de 96% dos bebês. 
Os outros 4% ficam sentados.
 Essa movimentação costuma ocorrer 15 dias antes do parto, ou a partir da 38ª semana. 
A barriga abaixa e a gestante nota que respira melhor e consegue comer sem se sentir tão cheia.
A partir daí, os chutes de seu filho diminuem. 
Ele está concentrado nos últimos momentos para fazer seu gol de placa.  





quinta-feira, 21 de junho de 2012

E o inverno chegou!!!!

Com o inverno, vêm as gripes, os resfriados, as crises de bronquite. 
Mas em grande parte dos casos, dá pra evitar muitos transtornos com pequenos cuidados no dia-a-dia.

A temperatura vai caindo e se vestir, sair, tomar banho e outras atividades corriqueiras vão ficando mais complicadas, e para as crianças o frio trás ainda mais problemas! 
O corpo das crianças  é mais sensível e as defesas ainda não estão bem fortalecidas, por isso o cuidado dos pais é fundamental para a saúde das crianças no inverno, principalmente os bebês. 
Gripes, resfriados e pele ressecada são os principais problemas que as crianças enfrentam nas épocas de frio. 
Os recém-nascidos correm um grande risco de ter hipotermia, é muito importante ficar alerta para a temperatura do corpo das crianças no inverno, mas não exagere demais nas roupas.
Se os pais estão resfriados ou gripados, devem lavar as mãos constantemente. 
Visitantes também, principalmente quando vem da rua.

 Use álcool 70% ou em gel para higienizar as mãos, mas lave bem as mãos com água e sabonete bactericida também e sempre. 

Se for possível, evite ambientes fechados. 
Mas cuidado com corrente de vento e friagem !!

Evite sair com as crianças no sereno, principalmente se estiver com o cabelo molhado.

 Agasalhe bem as crianças com meias, luvas e toucas, que protegem as extremidades (cabeça, pés e mãos)

 Ao limpar a casa, prefira os panos úmidos e aspiradores de pó. 
A vassoura levanta poeira, que prejudica ainda mais o sistema respiratório. 
Não deixe a criança no mesmo ambiente quando estiver limpando, o retorno do aspirador é muito perigoso. 
Abra as janelas quando iniciar dobra de cobertas ou a limpeza em geral.

(...) é bom começar a ter sempre um protetor solar a mão mesmo nos dias frios, em que não se sente a força do sol, dando a impressão de que ele não queima.
  Além de a pele ficar mais sensível e ressecada por conta dos banhos quentes e do vento, que tira sua proteção, os dias de céu limpo fazem com que a ação ultravioleta chegue com mais intensidade, causando queimaduras inesperadas. 
Um passeio com os filhos no parque num dia nublado também merece atenção. 

  1. Não levar os filhos com resfriado ou em estado gripal para a escola ou creche, pois além do repouso necessário para a recuperação, será evitado que a criança transmita o vírus aos seus amigos;
  2. Evitar que pessoas com gripes ou resfriados fiquem em contato direto com os seus filhos pequenos, dentro da sua própria casa. Caso os pais ou irmãos maiores estejam com resfriado, é recomendado o uso de máscaras comuns (vendidas em farmácias) quando estão pertos destas crianças, especialmente, se for um bebê;
  3. Evitar sair de casa com bebês com menos de quatro meses de idade para lugares com aglomerações de pessoas. Nessa idade, as defesas imunológicas ainda não estão desenvolvidas, sendo muito mais propenso a contrair doenças com mais complicações;
  4. Manter a vacinação adequada e em dia;
  5. Fazer o aleitamento materno que, além de ser o alimento ideal para os bebês até o sexto mês de vida, transmite anticorpos da mãe que os protegerão de um grande número de doenças;
  6. Manter a casa e principalmente o quarto das crianças arejado e limpo. É importante não ter nada que possa acumular pó, pois os ácaros (grande causador de alergias respiratórias) costumam se fixar em objetos como bichinhos de pelúcia, tapetes, cortinas, protetor de berço, mosquiteiro, almofadas, caixas de brinquedos, entre outros;
  7. Manter os animais de estimação no quintal;
  8. Não fumar e não permitir que fumem dentro da sua casa, em nenhum cômodo, pois a fumaça de cigarros irrita as vias respiratórias;
  9. Consultar sempre um pediatra e procurar evitar de ir ao Pronto Socorro com o seu filho sem necessidade, pois neste local ele poderá ficar ao lado de outras crianças que podem estar com doenças contagiosas graves;
  10. Nesta época de clima mais seco, deve-se umidificar os ambientes nos quais o seu filho passa maior tempo, para amenizar possíveis irritações de pele e mucosas.
Corpo aquecido é corpo protegido. 
Pés descalços no chão frio, cabelo molhado ao vento e pouco agasalho nos dias frios nem pensar. 
Colocar um gorro no filhote antes de sair ao relento pode ser a salvação para o chororô de um possível resfriado. 
E, na hora do banho dos bebês, certifique-se que a água está quentinha e que não há correntes de ar frio no local para evitar choque térmico.

 A proteína, das carnes, ovos e queijos, e as vitaminas, das frutas, legumes e verduras, não podem faltar no prato. 
A alimentação rica e balanceada ajuda a fortalecer o sistema imunológico das crianças.

Ameaçou dar aquele friozinho? 
Hora de separar as roupas de inverno e cobertores para uma sessão limpeza e colocar a máquina de lavar para funcionar. 
Depois de muito tempo guardadas, essas peças reúnem além da poeira, fungos e ácaros, que facilitam processos alérgicos

 Vale água, sucos, água de coco, chás. 
Mas tem que beber bastante! 
Para manter o corpo das crianças hidratado, deixar as vias nasais umedecidas e evitar as irritações provocadas pelo clima muito seco dos dias frios.

O uso do soro fisiológico é um benefício pouco conhecido e difundido. 
Ajuda a evitar inclusive dores de ouvido! 
Use e abuse! 
Pingue nas narinas três ou quatro vezes ao dia. 

Faça nebulização caseira com umidificador e o vapor do banho. 
Ajuda a umidificar e faz chegar líquido aos pulmões.

Os exercícios na água aumentam a resistência cardiorespiratória, ampliando a capacidade ventilatória da criança e ajuda a diminuir o aparecimento dessas doenças típicas do inverno
 No inverno alguns pais resistem em deixar seus filhos frequentarem aulas de natação,  por ser uma época propícia para as doenças do sistema respiratório, como gripe, rinite e asma. 
Porém, especialistas indicam que continuar com o esporte pode fazer muito bem à saúde na infância. 
Os exercícios na água aumentam a resistência cardiorespiratória, ampliando a capacidade ventilatória da criança e ajuda a diminuir o aparecimento dessas doenças típicas do inverno. 
Estas atividades também fortalecem o tônus, a coordenação, o equilíbrio, a agilidade, a força, a velocidade, as percepções tátil, auditiva e visual e as noções espaciais.
Até as crianças com asma são beneficiadas pelas atividades aquáticas. 
Isso porque  quando os pequenos fazem força para respirar na água, trabalha-se a musculatura, tendo uma melhor captação de oxigênio, melhorando o condicionamento físico e respiratório.
No mais, é só curtir o friozinho agarrada com seu filhote, debaixo do edredon e enchendo-o de carinhos e beijinhos!


terça-feira, 19 de junho de 2012

Diabetes Gestacional

Resolvi pesquisar sobre Diabetes Gestacional a partir de uma situação que me deixou um pouco preocupada.
Já contei aqui como foi nossa última ultrassonografia em que descobrimos que seremos papais da Mariana!!
Pois bem, nesse ultrassom o médico comentou que a Mariana estava com aproximadamente 243 gramas, ou seja, peso acima da média!!
Num primeiro momento isso me soou como algo bom, numa ideia "enganosa" de muita saúde, afinal, se ele dissesse que ela está abaixo da média eu ficaria preocupada...mais preocupada!!
Mas em casa, bisbilhotando pela internet e conversando com outras pessoas tive certeza de que ela está mesmo grande, e então mandei um email a minha médica contando sobre a situação!!
A drª Raphaella não fez maiores comentários ao responder o email, apenas me disse para comer menos doce!!
Ao ler isso algo me veio de imediato na cabeça...
Diabetes Gestacional!!
E resolvi pesquisar sobre o assunto, e eis que descobri que bebês com tamanho acima da média podem ser sim sinal de mãe com diabetes gestacional!!
Isso não significa que eu tenha diabetes gestacional, não posso tirar conclusões precipitadas, até porque ela ocorre durante a gravidez, em geral durante a 24 e a 28 semana. 
Mas de qualquer forma ficou o alerta...e um pouco de preocupação!!





O diabetes gestacional é o alto nível de açúcar no sangue que começa ou é diagnosticado durante a gestação. 
Os hormônios da gravidez podem impedir que a insulina cumpra sua função. 
Quando isso acontece, os níveis de glicose podem aumentar no sangue da gestante.


Geralmente não há sintomas ou os sintomas são leves e não apresentam risco de morte para a grávida. 
Com frequência, o nível de açúcar (glicose) no sangue volta ao normal após o parto. 

Os sintomas podem incluir:
  • Visão borrada
  • Fadiga
  • Infecções frequentes, incluindo as na bexiga, vagina e pele
  • Aumento da sede
  • Aumento da micção
  • Náusea e vômitos
  • Perda de peso, apesar do aumento de apetite
O objetivo do tratamento é manter o nível de açúcar no sangue (glicose) dentro dos limites normais durante a gravidez e garantir que o bebê em formação seja saudável.
O médico deve acompanhar atentamente você e seu bebê durante toda a gestação. 
O monitoramento fetal que verifica o tamanho e a saúde do bebê geralmente inclui ultrassom e testes sem estresse.
  • Um teste sem estresse é um teste muito simples e indolor para você e o bebê. Um aparelho que ouve e exibe os batimentos cardíacos do bebê (monitor fetal eletrônico) é colocado sobre o seu abdômen. Quando o bebê se movimenta, a frequência cardíaca normalmente aumenta 15 a 20 batimentos acima da sua frequência normal.
  • O médico compara o padrão dos batimentos cardíacos do bebê quando ele se movimenta e determina se ele está bem. O médico procura elevações na frequência cardíaca do bebê que ocorrem dentro de um período específico.
A melhor maneira de melhorar sua dieta é comer uma grande variedade de alimentos saudáveis. 
Você deve aprender a ler os rótulos dos alimentos e sempre verificá-los quando precisar tomar decisões em relação à sua alimentação. 
Em geral, a dieta deve ser moderada em gordura e proteína e fornecer níveis controlados de carboidrato com alimentos como frutas, hortaliças e carboidratos complexos (como pão, cereais, massa e arroz). 
Será necessário diminuir os alimentos que contêm muito açúcar, como refrigerantes, sucos de fruta e doces.
Você deve fazer três refeições pequenas ou médias e comer um ou mais lanches diariamente. 
Não pule as refeições nem os lanches. 
Mantenha a mesma quantidade e os tipos de alimentos (carboidratos, gorduras e proteínas) todos os dias.
  • O médico receitará uma vitamina prénatal diária. Ele ainda pode recomendar que você tome ferro ou cálcio. Se você for vegetariana ou seguir alguma outra dieta especial, converse com seu médico.
  • Lembre-se de que "comer por dois" não significa ter que ingerir o dobro de calorias. Geralmente são necessárias apenas 300 calorias a mais por dia (como um copo de leite, uma banana e 10 bolachas tipo água e sal).
Para obter mais detalhes sobre o que você deve comer, consulte: 
Dieta para diabéticos - gestacional
Se a melhora na sua dieta não controlar os níveis de açúcar (glicose) no sangue, pode-se receitar medicamentos para diabetes tomados por via oral ou terapia insulínica. 
Você precisará monitorar seus níveis de glicose durante todo o tratamento.
A maioria das mulheres que desenvolve o diabetes gestacional não precisa tomar medicamentos para diabetes ou insulina, mas para algumas isso é necessário. 

A maioria das mulheres com diabetes gestacional consegue controlar a glicose no sangue e evitar danos a elas e aos bebês.
Grávidas com esse tipo de gestação tendem a ter bebês maiores que o normal. 
Isso pode aumentar a chance de ocorrerem problemas no momento do parto, como:
  • Lesão de parto (trauma) devido ao tamanho do bebê
  • Parto cesária
Esses bebês têm mais probabilidade de apresentar períodos de pouco açúcar no sangue (hipoglicemia) durante os primeiros dias de vida.
As mães com diabetes gestacional têm mais risco de apresentar hipertensão durante a gravidez.
O risco de o bebê morrer aumenta ligeiramente quando a mãe apresenta diabetes gestacional não tratado. 
Controlar os níveis de glicose diminui esse risco.
Os altos níveis de glicose no sangue geralmente voltam ao normal após o parto. 
Entretanto, as mulheres com diabetes gestacional devem ser observadas atentamente depois do parto e durante as consultas médicas para identificar sinais de diabetes. 
Muitas mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes dentro de 5 a 10 anos após o parto. 
O risco pode ser maior para mulheres obesas. 

Complicações possíveis:
  • Complicações relacionadas ao parto por causa do tamanho do bebê
  • Desenvolvimento de diabetes no futuro
  • Risco maior de dar à luz um natimorto ou de o bebê morrer pouco tempo depois
  • Pouco açúcar no sangue (glicose) ou outra doença no recém-nascido
Começar o pré-natal cedo e realizar consultas regulares ajuda a melhorar sua saúde e a do bebê. 
Conhecer os fatores de risco do diabetes gestacional e fazer exames de triagem entre a 24ª e a 28ª semana de gestação ajudam a detectar a doença mais cedo.
Se você estiver acima do peso, diminuir seu índice de massa corporal (IMC) para um valor normal antes de engravidar diminuirá o risco de desenvolver diabetes gestacional. 

http://brasil.babycenter.com/pregnancy/complicacoes/diabete/ 

Seu corpo precisa produzir insulina extra para atender às necessidades do bebê -- principalmente da metade da gravidez em diante. 
Se seu corpo não conseguir fazer isso, você pode ficar com diabete gestacional. 
Seu nível de açúcar no sangue também pode subir devido às mudanças hormonais da gravidez, que interferem na ação da insulina. 
O lado positivo do tratamento da diabete é que você tem como influenciá-lo para o bem. 
Com orientação médica, você conseguirá controlar a diabete durante toda a gestação. 
O principal problema do excesso de açúcar no sangue é que ele atravessa a placenta e chega ao bebê, o que pode fazer com que ele cresça demais.
 Um bebê muito grande pode dificultar o parto, e aumenta a probabilidade de você precisar de uma cesariana.
O bebê também fica mais propenso a ter icterícia e hipoglicemia após o parto, e a apresentar problemas respiratórios.
 O volume de líquido amniótico também pode aumentar demais.
Há pesquisadores que acreditam que bebês grandes demais têm maior probabilidade de sofrer de obesidade mais tarde. 

Quando adultos, também têm mais propensão à própria diabete.
Quando a mulher já era diabética antes da gravidez, há um risco maior de o bebê apresentar problemas de saúde -- especialmente se a diabete pré-gestacional não estava sendo controlada. 

Pode acontecer de a mulher só descobrir que é diabética nos exames do pré-natal. 
Esse é um dos motivos para a recomendação de as mulheres se submeterem a novo exame de glicemia de jejum cerca de um mês e meio depois do parto. 
Você dificilmente saberá que tem diabete gestacional a não ser que o problema seja detectado pelos exames do pré-natal. 
Por isso os exames são tão vitais. 
Algumas mulheres sentem sede anormal ou cansaço extremo, sintomas clássicos da diabete.

Seu obstetra ou um endocrinologista vão orientá-la sobre como controlar a taxa de açúcar no sangue, reduzindo o consumo de alimentos doces e bebidas com cafeína. 
 Você receberá conselhos sobre como se alimentar -- o melhor é fazer refeições pequenas e frequentes, em vez de comer muito de uma vez só. 
 Para algumas mulheres, se a diabete gestacional for considerada grave e não responder apenas ao controle pela alimentação e pelas atividades físicas, os médicos podem prescrever injeções de insulina. 

Você poderá aplicar a injeção sozinha -- a agulha é bem pequena. 
De qualquer maneira, precisando ou não de insulina, você terá um acompanhamento mais frequente da gestação, com a realização de mais ultra-sons para verificar o crescimento do bebê e o volume de líquido amniótico.


A diabetes gestacional ocorre durante a gravidez, em geral durante a 24 e a 28 semana.
Ela é muito específica e afeta as mulheres não-diabéticas durante a gravidez e desaparece alguns dias após o nascimento do bebê.
Existem vários riscos durante a gravidez, como a diabetes, a hipertensão, etc. 
Essa gravidez de risco deve ser corretamente acompanhada por um médico.
A diabetes gestacional pode ser controlada  por uma mudança na alimentação, pela prática de esportes de forma moderada e pelo uso de medicamentos, se necessário. 
As causas dessa diabete se da pelas inúmeras mudanças no corpo da mulher grávida, no entanto, essas modificações podem gerar complicações que podem ser perigosas para a mãe e para a criança. 
Em geral, durante a gravidez, a transformação do açúcar fica mais devagar, mas quando a taxa sanguína de açúcar fica muito elevada, falamos em diabetes gestacional. 


Antecedentes familiares, ter tido um bebê com mais de 4 quilos ou engravidar acima do peso estão entre os fatores de risco para desenvolver o diabetes gestacional. 
Além disso, os médicos consideram que mulheres com mais de 35 anos têm maior propensão à doença por conta de alterações na placenta. 
O tratamento é essencial para não prejudicar o bebê. 
Isso aumenta as visitas ao médico: no início, a cada três semanas; depois da 28ª semana, a cada duas semanas; e a partir da 36ª, toda semana. Normalmente, o controle do diabetes acontece por meio da alimentação. 
O que não significa apenas cortar docinhos e barras de chocolate, mas também reduzir a porção de carboidratos, que se transformam em açúcar no sangue. 
 Em geral, aumenta-se a quantidade de proteínas ingeridas e de refeições também: de seis a sete por dia. 
Praticar alguma atividade física também é recomendado. 
O excesso de glicose é usado como energia para a prática do exercício. 
São poucos os casos, mas algumas mães necessitam de aplicação diária de insulina. 
E estas precisam fazer um controle rígido da glicemia, cerca de duas a três vezes por dia. 
Existem medidores digitais, bem fáceis de usar e com a necessidade de uma única gota de sangue. 


http://bebe.abril.com.br/materia/20-questoes-sobre-o-diabete-gestacional


20 questões sobre o diabete gestacional:


1. O que é diabete gestacional?
“É o aumento dos níveis de açúcar no sangue na gravidez”.
 Na maior parte dos casos, o problema, que afeta cerca de 7% das mulheres, aparece depois do segundo trimestre e, uma vez diagnosticado, persiste até o fim da gestação.
 
2. Por que esse tipo de problema pode ocorrer durante a gestação?
A placenta produz diversos hormônios que podem bloquear parcialmente a ação de insulina, a substância responsável pelo transporte do açúcar do sangue para dentro das células. 
A produção de insulina é insuficiente para que o corpo processe adequadamente o excedente de glicose que está na circulação. 
 Daí, conforme as semanas de gravidez avançam e a placenta cresce, eleva-se o risco do diabete surgir.
 
3. Quais são os sintomas?
Se a futura mãe não estiver altamente descompensada, ou seja, com as taxas de açúcar no sangue muito elevadas, ela não vai ter nenhum sinal do problema. 
“Somente em casos mais extremos a doença pode gerar mal-estar, cansaço e muita sede”
 Além disso, os efeitos tradicionais da doença se confundem com sensações bem familiares às futuras mamães, como fadiga, apetite elevado e aumento das escapadas ao banheiro para fazer xixi.
 
4. Algumas mulheres estão mais propensas ao diabete gestacional?
Sim. 
 Estão mais propensas ao problema as gestantes obesas ou que engordaram em demasia ao longo da gravidez, as portadoras de ovário policístico e aquelas com histórico de diabete na família. 
Também fazem parte desse grupo mulheres cujo primeiro bebê nasceu muito acima do peso.
 
5. Como é o diagnóstico da doença?
O problema é detectado por meio de um exame de sangue, feito em torno da 24ª semana. 
Alguns médicos defendem que todas as gestantes devem fazê-lo, outros especialistas acreditam que ele deve ser restrito a aquelas com propensão ao mal. 
“Se for constatado o diabete, o acompanhamento deve ser mais específico e inclui avaliações periódicas e mais detalhadas, como a curva glicêmica”
 Nesse exame, a gestante bebe uma espécie de concentrado de glicose. 
Em seguida, de hora em hora, colhe-se uma amostra de seu sangue para checar quanto tempo o açúcar demora para desaparecer da corrente sanguínea. 
Assim, uma hora depois de o líquido ser ingerido, o nível de glicose não deve ultrapassar 180 mg/dl. 
Duas horas depois, essa valor não deve ultrapassar o limiar de 155 mg/dl. 
Por fim, após três horas, deve ser menor do que 140 mg/dl. 
O crescimento acelerado do bebê ou o aumento do líquido aminiótico, diagnosticados por meio do ultrassom, também podem indicar a presença do excesso de açúcar no sangue.
 
6. Como é o tratamento?
“A maior parte das mulheres que têm diabete gestacional consegue controlar as taxas de açúcar apenas com dieta e, se não houver contra-indicação, com a prática de uma atividade física”
 Apenas 20% delas precisam fazer uso de insulina, que é um tratamento seguro e não afeta nem a mãe nem o bebê. 
“Tudo depende do grau do problema. Se as taxas de açúcar estão pouco alteradas não é preciso entrar com remédios”
 
7. E como fica o tratamento de quem já era diabética?
“A paciente que já era diabética e fazia uso de remédios como os hipoglicemiantes orais deve trocar a medicação para a insulina antes mesmo de engravidar. 
Isso porque esses medicamentos são contra-indicados para o período
 Por isso a importância de ela ter uma gravidez planejada: “No momento da fecundação as taxas de açúcar devem estar bem controladas, porque esse deslize pode provocar a malformação do bebê”
 Fora isso, a filosofia de tratamento é a mesma: cuidar da alimentação e evitar o sedentarismo.
 
8. É verdade que a grávida diabética contrai infecções com maior facilidade?
Depende. 
Se o diabete estiver controlado isso não acontece. 
As infecções geralmente ocorrem em pacientes que estão com as taxas de açúcar muito elevadas.
 
9. O problema desaparece depois do parto?
Sim. 
Os níveis de açúcar costumam se normalizar de três dias a uma semana após o nascimento do bebê, já que a causa do problema (a gravidez em si) já não existe.
 
10. Quem teve diabete gestacional corre maior risco de se tornar diabética com o passar dos anos?
Sim. 
O fato de a mulher ter tido a doença durante a gravidez serve de alerta para que mantenha uma vida saudável, evite ganhar peso e pratique alguma atividade física.
 Afinal, o pâncreas, que é o responsável pela liberação da insulina, já avisou de que talvez não consiga lidar a contento com o excesso de açúcar no corpo.
 
11. Existe alguma restrição em relação à amamentação?
Não. 
“A mãe pode ter um leite com um pouco mais de açúcar. Mas isso não é muito preocupante e não demora a se estabilizar”
 
12. Durante a gestação o bebê corre algum risco?
Dois terços do açúcar da mãe vão para o bebê. 
Essa dose extra de glicose sobrecarrega o pâncreas da criança que, então, começa a produzir mais insulina
 Para completar, a insulina, além de processar o açúcar do sangue, é um hormônio anabólico, ou seja, ele promove o crescimento de alguns órgãos e tecidos. 
Dessa forma, níveis elevados dessa substância vão interferir diretamente no desenvolvimento do feto, que pode se tornar um bebê com um tamanho acima da média. 
Felizmente, a maioria dos casos de diabete gestacional evolui bem.
 
13. É verdade que o peso exagerado do recém-nascido nem sempre é um bom sinal?
Sim. 
Nem todo bebê gordinho e rechonchudo é saudável. 
Os filhos de mães que tiveram diabete gestacional descontrolado, além da gordura subcutânea em excesso, desenvolvem, por assim dizer, órgãos agigantados, especialmente o fígado e o coração. 
Um recém-nascido com um coração hipertrofiado corre o risco de ter problemas de circulação e dificuldades para bombear o sangue
 
14. É preciso ter algum cuidado adicional na hora do parto?
Na verdade, os cuidados se concentram ao longo da gestação, antes, portanto, do nascimento do pequeno.
 É com esse acompanhamento que a mãe vai garantir a saúde do bebê e dela própria. 
O certo é que o diabete não vai interferir na escolha entre a cesariana ou o parto normal. 
Essa decisão depende de fatores alheios ao problema.
Mas vale lembrar: o tamanho do bebê é uma variável importante nesse momento, porque se ele for grande demais dificilmente virá ao mundo por meio de parto normal. 
A equipe médica deve ser avisada sobre a condição da mãe e a glicemia avaliada. 
De resto, os procedimentos na hora do parto são semelhantes aos adotados em situações consideradas normais
 
15. Como devem ser os cuidados com o bebê logo após o parto?
O filho de uma mãe diabética recebeu doses elevadas de açúcar durante a gestação. 
Para equilibrar essa condição, seu pâncreas produziu mais insulina do que o habitual. 
Assim que ele sai do ambiente uterino, para de ser alimentado com esse grande volume de glicose e pode apresentar um quadro de hipoglicemia. Se isso acontecer, o bebê é medicado para que o açúcar no seu sangue entre em equilíbrio.
 
16. É verdade que esse bebê tem maior probabilidade de ter icterícia?
Sim. 
A icterícia acontece por conta do excesso de bilirrubina, o que dá à criança um aspecto amarelado. 
Essa substância é um produto do metabolismo da hemoglobina, um dos principais componentes do sangue. 
O distúrbio é comum em filhos de mulheres cujo diabete gestacional não foi controlado corretamente. 
Pelo crescimento exagerado da criança ela acaba precisando de mais sangue e, assim, de mais hemoglobina
 
17. O bebê também pode ter mais problemas respiratórios?
Sim. 
Os problemas respiratórios do bebê são uma consequência do tamanho exagerado da criança ao nascer e do descompasso na adaptação do corpo –a insulina pode colaborar para uma hipertensão pulmonar.
 
18. Quais as chances dessa criança ter diabete no futuro?
A mulher que tem diabete antes da gravidez corre mais risco de passar a condição para seus descendentes. 
O pâncreas desse bebê foi estimulado durante toda a gestação. 
E é constatado que com isso ele terá mais facilidade em desenvolver obesidade e diabete mais tarde
 Esse risco, no entanto, vai depender também de outros fatores, como o estilo de vida sedentário.
 
19. Há risco de o diabete gestacional se manifestar novamente em uma mulher que já teve esse quadro?
Sim.
 Ela correrá seis vezes mais risco de desenvolver o problema novamente porque o pâncreas, que é o responsável pela liberação da insulina, já deu sinais anteriormente de que talvez não consiga lidar com o excesso de açúcar no corpo.
 
20. Dá para reduzir o risco de desenvolver o problema?
Sem dúvida. 
Uma estratégia de prevenção certeira se dá por meio da adoção de uma dieta saudável e da prática regular de alguma atividade física.