terça-feira, 28 de maio de 2013

Meu filho, você não merece nada.


 A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
  ELIANE BRUM
   Divulgação
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. 
Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. 
Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. 
Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. 
E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. 
E não foi ensinada a criar a partir da dor.
Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. 
Uma geração que teve muito mais do que seus pais. 
Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. 
Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.
Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. 
Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. 
E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.
Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito.
 Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. 
Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.
Por que boa parte dessa nova geração é assim? 
Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. 
Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. 
E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. 
Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.
É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. 
Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. 
Mas é possível uma vida sem frustrações? 
Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? 
Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? 
Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. 
Prefere a genialidade. 
O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. 
Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. 
Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor.
 Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. 
Este atesta a excelência dos genes de seus pais. 
Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.
Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. 
De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido.
 Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito.
 E a frustração um fracasso. 
Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.
Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido.
 Expressão que logo muda para o emburramento.
 E o pior é que sofrem terrivelmente. 
Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. 
Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.
A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? 
É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. 
Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. 
Desde sempre sofremos. 
E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.
Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? 
Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.
Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. 
E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual.
 Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.
Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? 
Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? 
Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.
 Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia.
 É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. 
E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.
O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. 
E, portanto, estão perdendo uma grande chance. 
Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados.
 E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. 
E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.
Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. 
Com tudo o que a realidade é. 
Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. 
Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada.
 É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas.
 Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.
Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. 
Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. 
Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência.
 É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.
Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência.
 De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. 
O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. 
Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. 
E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. 
Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.
Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. 
Sim, a vida é insuficiente.
 Mas é o que temos. 
E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Os 10 mandamentos da Alimentação!!


O congelamento de papinhas!!



Eu já imaginava que depois que a Mariana começasse a comer o trabalho seria maior, de fato, saudades de quando era só botar o peito pra fora e o cardápio estava pronto!!
Andei fazendo umas continhas e gasto em torno de 2 horas diárias em função das papinhas dela, entre planejar o que fazer, cozinhar, moer, acondicionar, servir a ela (só aqui é uns 20 minutos), lavar as louças (minha pia está sempre com louça suja), as roupas (agora tenho que esfregar mais e deixar de molho), o chão que sempre recebe umas colheradas ... enfim, aí que uma das formas de tentar otimizar um pouco esse tempo é congelando papinhas!!
Conversei com algumas amigas sobre o assunto e pesquisei na internet também, é claro que algumas opiniões se divergem, a começar pela dos pediatras.
Bom, segundo a pediatra da Mariana posso congelar por 1 semana e deu uma dica, já comentei em post anterior, a de congelar os produtos separados pois assim posso montar as papas com 2 ou 3 produtos congelados e 2 ou 3 feitos na hora, o que vai resultar num resultado "mais fresquinho"!!
E eu fiquei contente pois já é o que venho fazendo, pois olha gente, preparar pelo menos 5 alimentos diários é muita coisa!!
Mas claro que tenho também alguma papinha pronta pras horas de emergência!! 


Eu que já não sou muito chegada na cozinha coloco toda a minha vontade e amor nas papinhas da Mariana e sobra pouca coisa pra minha comida, tenho vontade de só tomar sopa!! rsrsr
Ah sim, outra recomendação da Dra Renata é a de congelar e usar somente recipientes de vidro, nada de plástico!!!
Então estou fazendo uso de vidrinhos de papinhas Nestle que ganhei da Luciana!

E aqui alguma coisa que selecionei da internet:



Pode descongelar e congelar de novo?
 
Não. 
A multiplicação de bactérias começa no ato do descongelamento e pode se agravar, caso a comida seja congelada novamente. 
Por isso, armazene porções pequenas, para não haver sobras.
A saber: a maioria das papinhas dura cerca de 30 dias no freezer, mas tudo irá depender do tipo de alimento que a compõe.

 Confira alguns exemplos de armazenamento:
 
 - Papinha de fruta ou de legumes: 
2 dias na geladeira e 6 meses congelada.

- Papinha de carne: 
1 dia na geladeira e 2 meses congelada.

- Combinações de carne e legumes: 
2 dias na geladeira e 2 meses congeladas.

- Dica: cole uma etiqueta no recipiente, com a data de produção e de validade. 
Aproveite e anote o sabor, para facilitar a identificação.

Para servir
 
Um dia antes, retire a papinha do freezer e coloque-a na geladeira. 
O processo de descongelamento será natural e com menor risco de contaminação bacteriana. 
No dia seguinte, esquente e sirva.
 
A verdade sobre a perda de nutrientes
 
Não existe alimento que não perca nutrientes quando congelado, mas há dicas para melhorar a conservação. 

Fique por dentro:
 
- Chuchu, abobrinha e berinjela congelam melhor como prato pronto.
- Mandioca bem fresca pode ser congelada crua e sem casca.
- Couve-flor, brócolis, alcachofra e repolho: precisam ser bem lavados. Em seguida, deixados de molho em água com limão e sal por 30 minutos. Assim, eliminam pequenos insetos e duram mais.
- Ervas para tempero: lave, seque, pique a gosto e congele.
- Tomate: retire a casca e as sementes antes de preparar molho, suco ou purê.
 
 
http://bebe.abril.com.br/materia/como-congelar-os-alimentos-do-bebe 

 As papinhas também podem ser congeladas, desde que não contenham:
 - maionese
- ovos ou claras cozinhas, gemas
- vegetais crus
- iogurte
-  folhas de verduras e de frutas
-  banana

E nada de colocar no freezer o que sobrou do pratinho da criança. 
Alimentos que já entraram em contato com a saliva ficam suscetíveis à contaminação.

http://guiadacozinha.uol.com.br/receitas/14-Materia-Superguia-de-Congelamento 

 Quanto mais rápido o alimento for congelado e quanto mais devagar ele for descongelado, melhor será o resultado final.



quarta-feira, 22 de maio de 2013

As papinhas segundo a pediatra!!

Essas orientações sobre as papinhas da Mariana nós recebemos ainda na consulta mensal de abril, e eu trouxe para o blog mas ficou nos rascunho, pela metade, sabem como é, ao invés de terminar de escrever fui cozinhar, agora que tenho algumas papinhas congeladas vou conseguir terminar e então publicar a postagem!! ;)



A COMPOSIÇÃO DAS PAPAS da Mariana deve conter:

* 2 cereais ou tubérculos
* 1 leguminosa
* 1 proteína animal
* 1 hortaliça


CEREAL ou TUBÉRCULOS

- CEREAIS
trigo (macarrão), cevada, arroz, aveia
 
- TUBÉRCULOS 
batata, cará, inhame/mandioca, 

LEGUMINOSAS
feijões, ervilha, lentilha, grão de bico e soja

PROTEÍNA ANIMAL
 carne bovina, vísceras, frango, peixe , carne suína, ovos inteiros

HORTALIÇAS

- VERDURAS
 acelga, agrião, aipo, alface, almeirão, brócolis, chicória, couve, couve-flor, escarola, espinafre, mostarda, repolho, rúcula, salsa e salsão.

- LEGUMES
 cenoura, beterraba, abobrinha, abóbora, pepino, cebola, chuchu, berinjela, tomate 




DEMAIS ORIENTAÇÕES:

- carne - 70 a 100 gramas por dia para 2 refeições
- oferecer água: 
0 a 6 meses - 700 ml
7 a 12 meses - 800 ml
1 a 3 anos - 1300 ml
Lembrando que o leite materno e fórmula infantil possuem a maior parte do fornecimento de água
- não acrescentar sal e condimentos industrializados
- óleo vegetal no final do preparo - não refogar
- peixe 2 vezes por semana pois são fonte de ômega 3. Ex. salmão, anchova, sardinha e atum
- evitar os alimentos ricos em agrotóxicos
- lavagem cuidadosa dos alimentos: mergulhar o alimento em solução de bicarbonato de sódio (1 colher de sopa para 1 litro de água filtrada) deixar por 20 minutos.
- retirar as folhas externas das verduras
- retirar gorduras e pele das carnes
- não oferecer nada com sal ou açúcar nas frutas e papas
- não dar produtos industrializados tipo: refrigerantes, bolachas recheadas, "danoninhos", sucos de caixinhas







A 7ª consulta!!



Na 4ª feira da semana passada, dia 15, depois de levarmos a Mariana pra tomar as vacinas mensais foi a vez da consulta mensal!

Como na data da consulta faziam 9 dias que a Mariana havia começado com as papinhas estávamos curiosos pra saber como estava o peso dela, aumentou, mas foi um aumento normal, o esperado pela idade dela e tempo de papinhas, ela ganhou 460 gramas e está pesando praticamente 7 Kg, 6950!!

E cresceu 1 centímetro, está agora com 64,5.


Segue a tabelinha:

DATA IDADE PESO ESTATURA
07/11/12 nascimento 3015 48
14/11/12 7 dias 3020
07/12/12 1 mês 3780 52
09/01/13 2 meses 4480 57
19/02/13 3 meses 12 dias 5550 61
14/03/13 4 meses 7 dias 6020 63
16/04/13 5 meses 9 dias 6490 63,5
15/05/136 meses 8 dias695064,5


E depois vieram as perguntas nossas e da pediatra...


Conversamos muito sobre as papinhas da Mariana já que de fato acho que é o assunto e acontecimento do momento!!
Devemos continuar no esquema que estamos agora, em torno do meio dia o almoço, papinha preparada com 5 ingredientes, suco e mamazinho como complemento. 2 horas depois uma fruta e novamente mamazinho de complemento, passadas mais 2 horas a janta conforme o almoço.
A grande dúvida é saber o quanto a Mariana está comendo, se a quantidade é boa ou não, pelo que relatamos está bom sim considerando os poucos dias.
Perguntei sobre o congelamento das papinhas, na verdade já ando congelando baseada em informações de amigas e da internet, mas queria a opinião dela, que nos disse pra congelar por 1 semana e sugeriu um esquema de congelar produtos separados e usar 2 ou 3 deles congeladas e 2 ou 3 feitos na hora, assim a papinha não fica com cara de 100% congelada, recebe sabor de feita na hora.
O que me deixou feliz é saber que é exatamente como já estou fazendo!!
Mas claro que tenho sempre alguma papinha pronta para aquelas horinhas de emergência!!
Nesse primeiro mês as papinhas devem ser batidas no liquidificador ou mixer e a partir do 7º mês essa consistência deve ir engrossando aos poucos, ou seja, alguns triturados, outros só amassados, depois tudo só amassado, então menos amassadinhos, depois pedacinhos e assim por diante!!
Sobre o atum enlatado, já que a orientação é de comer peixe 2 vezes por semana, ele pode ser usado de forma eventual, assim como as papinhas prontas Nestlé!!

Pegando a linha "alimentação" chegamos a outro ponto, o intestino da Mariana, que trancou depois que ela começou com as papinhas!!
Há 1 mês, antes de começar com as papinhas, o intestino dela já estava meio preguiçoso e não funcionava mais diariamente. Quando ela começou a comer chegou a ficar 4 dias sem fazer cocô até passar a fazer todos os dias, porém aos poucos e com dificuldade que da peninha de ver ela fazendo tanta força e choramingando irritada com a situação!
Por hora a indicação foi a de dar a ela mamão com ameixa e mais água ao longo do dia!!


Conversamos sobre o sono da D.Mariana, na verdade o sono dela não é ruim, o difícil é na hora de dormir pois ela luta e luta contra o sono, está caindo de sono mas não quer se entregar.
Bom, pra isso ela receitou uma homeopatia pra ver se a bichinha entra nos eixos!!

Além das gotinhas de homeopatia agora a Mariana também vai tomar ferro, que é habitual ser receitado aos bebês a partir do 6º mês e que vai até os 2 anos!! 
(é a fase das roupas manchadas!! rsrs)
O receitado pela Dra Renata foi esse:
E como o ferro costuma trancar o intestino dos bebês, e o da Mariana já anda trancadinho, a introdução será de forma gradual, começando por 1 gotinha até a 7ª!!

 
Outra dúvida é sobre o calor e o frio da Mariana, tão difícil às vezes saber o que vestir e o que ela está sentindo!!
É muito comum ela suar a cabeça, enquanto pernas e pés estão frios, e então, ela sente frio ou calor?
Embora já acreditássemos que se ela está suando é por que sente calor, resolvemos perguntar e de fato é sinal de calor, até por que os pés ficam frios por suarem muito!!

Bom gente, foi mais ou menos isso, o bom é sempre sair de lá sabendo que estamos no caminho certo e que está tudo bem com ela!!