quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Lendo pra Mariana!!!!


O título da postagem é esse mesmo: Lendo pra Mariana!!!
E que também poderia ser: Lendo para a "barriga"!!!

E foi depois de ler sobre o assunto que comecei a montar a biblioteca da Mariana e que já é composta por 3 exemplares!!! 

Mas confesso que é difícil saber exatamente o que comprar e então escolhi um clássico...

Um com título bastante sugestivo e que tem várias histórias para a "garota mãe" viajar pelo mundo infantil fazendo a Mariana ao menos ouvir sua voz!!!

E quando eu já estava fechando o pedido vi esse: 
"Conta pra mim - Histórias da Bíblia" e pensei, por que não??
Por que não ler pra ela historinhas da Bíblia enquanto o papai também lê a dele??
Afinal, no que depender de nós ela será uma católica praticante!! :)


É claro que a Mariana não vai entender nada do que as histórias contam, depois que ela nascer esses livros serão substituídos por outros até ela voltar pra esses e assim vamos indo, tentando colocar os livros e a leitura na vida dela!!!
Foram 2 as noites que li pra ela, li no sábado e no domingo de noite e na 2ª feira foi o papai quem leu "Conta pra Mim" pra filhotinha, gente, pode ser uma incrível coincidência (e eu já nem acredito mais que seja apenas isso) mas ele lia e ela mexia muito, mais do que nos momentos anteriores...já vi tudo né!!! rsrsrs

Bom, mas então vamos ao que falam sobre o assunto!!!


Sugestões  que podem contribuir para aprofundar o vínculo entre a mãe, o pai e o bebê na barriga:
Leia para o seu bebê!!
Escolha um livro que inspire bons pensamentos, uma leitura prazeroza, e compartilhe com o bebê. 



 Caso você visse uma mãe lendo para o bebê dentro da sua barriga, você acharia normal?
E ler um livro para um bebê?
Você faria ou se acharia um pouco maluquinha?
A verdade é que quanto mais cedo o incentivo à leitura for iniciado, melhor!
Você sabia que a partir da 23ª semana de gestação, o bebê ouve o que acontece fora do útero e consegue processar uma leitura feita pela mamãe?
Incrível, não é mesmo?
Por isso é tão importante começar desde a barriga a ler para o bebê!
Mas o que ler para um bebê?
Até um ano de idade o conteúdo não importa muito, mas imagens bem coloridas, grandes e bem trabalhadas. 
E o mais importante desde o comecinho até sempre, é a interação da criança com adulto, que deve transbordar de prazer, alegria e significado.

Tenha a plena certeza que ao ler para seu filho você estará se aproximando afetivamente dele e o ajudando na construção do seu pensamento e aquisição da linguagem.



As crianças estão cada dia menos acostumadas a ler, sendo que elas serão os adultos de amanhã.
 Uma pessoa com pouca cultura tem maior dificuldade em se socializar e, futuramente, ingressar no mercado de trabalho.
Portanto, o interesse pela leitura deve ser estimulado pela mamãe quando o bebê ainda está dentro da barriga. 
O hábito de ler deve ser desenvolvido desde o início da vida.
O bebê, mesmo dentro da barriga, sente e escuta a voz da mamãe.
Uma mamãe que conta histórias para o seu filhote durante a gestação oferece uma experiência que pode ser levada para toda a vida se for sempre estimulada.
Depois do nascimento, a mamãe, ou mesmo o papai, deve continuar a contar histórias para o seu pequeno.
A partir do momento em que o pequeno começa a pegar objetos e a brincar, brincadeiras com livros já podem ser introduzidas no cotidiano da criança.
As crianças são seres muito curiosos e o manuseio de livros, sejam eles de plástico, pano, papel ou musicais são importantes para que os pequenos manipulem, brinquem e explorem o objeto que pode ampliar o vocabulário e imaginação.
Livros com muitas ilustrações e pouco texto são adequados para crianças acima de cinco anos, que poderão criar histórias com base nos desenhos ou interpreta-los.
Se a leitura for estimulada desde pequenino, o manuseio do livro para essas crianças já será comum.
Desse modo, quando o processo de alfabetização estiver acontecendo, as crianças que passaram por todo o processo de conhecimento e manuseio do livro terão prazer de lê-lo, seja um livro indicado pela escola ou o que a própria criança escolher na biblioteca.


Talvez nunca tenha passado pela sua cabeça ler um livro para um recém-nascido. 
E muito menos para o bebê que ainda nem saiu da sua barriga. 
Não importa se ele não entende o significado das palavras, os benefícios vão muito além disso.
Você está sentada ao lado de um berço, num quarto quase escuro, lendo em voz alta um conto de fadas que adorava quando pequena. 
Na sua frente, um bebê de olhos arregalados parece não entender nada e estar pensando:
 "quem é essa louca falando sem parar?" 
Bom, ele pode não estar entendendo nada mesmo. 
Ou pode até estar entediado com essa história sem pé nem cabeça.
Para melhorar a situação, você poderia estar segurando seu bebê no colo e mostrando para ele as imagens, sons e texturas de um livro feito mesmo para bebês. 
Mas de um jeito ou de outro, o que importa é que você está introduzindo seu filho no mundo dos livros e dando o primeiro passo para ele se tornar um leitor.
Sim, porque o bebê pode até não entender nada da história, mas está ouvindo palavras – o que por si só já é um grande passo para o desenvolvimento da linguagem daqui alguns meses. 
Além disso, você o está familiarizando com esse objeto – o livro – e mostrando quantas coisas tem dentro desse novo “brinquedo”. 
Outro ponto importante é se aproximar do seu bebê. 
Com ele no colo, ouvindo as histórias, ele sente seu cheirinho, abraça, cria um vínculo forte de carinho e calma, que nem sempre está presente nas brincadeiras.
Não tem idade para começar a ler para um bebê. 
Você pode começar desde a gravidez.
 A partir dos 6 meses de gestação, o bebê já pode ouvir o que a mãe diz.
 Um estudo publicado na revista Science em 1986 mostrou que os recém-nascidos preferiam as histórias que eram contadas pelas mães, antes deles nascerem, do que histórias que nunca tinham ouvido. 
Mesmo de dentro da barriga, pesquisas conseguiram avaliar o interesse dos bebês pela fala da mãe por meio dos batimentos cardíacos. 
A mesma frase ou a mesma rima repetida várias vezes fazia a taxa de batimentos deles desacelerarem, o que indica atenção – eles paravam de se mexer para ouvir.


Fala de mãe

Depois que se tornou mãe, você adotou um padrão de fala com o bebê bem mais alto que o comum e com sílabas mais longas. 
Parece ridículo, mas isso é instintivo e faz bem para o seu bebê. 
A “Fala Materna” o ajuda a escutar melhor, graças ao volume mais alto e palavras ditas mais lentamente, com destaque para as vogais.
A modulação de voz faz com que a criança preste mais atenção numa história contada.
 Imitar os personagens, fazer os sons dos animais, interpretar a narração faz tudo ficar mais interessante, claro. 
Mas depende também do seu objetivo. 
Se você está lendo uma historinha na hora de dormir, uma voz baixa e calma é a melhor opção. 
A leitura pode ser antes da hora de dormir, para relaxar, ou na hora da brincadeira, com uma história mais agitada
A voz suave, os sorrisos, a cumplicidade entre leitor e ouvinte são importantes
Quando o bebê não mostra interesse, além das vozes e sons, é importante usar as imagens. 
Existem muitos livros bons para bebês, com ilustrações grandes e coloridas, texturas, pop-ups. 
Não tenha medo que seu filho rasge as páginas ou morda o livro – este tem que ser encarado também como um brinquedo.  
Existem também as opções em plástico, para o banho, ou em tecido, que podem ser virados e revirados sem estragar. 
Ele deve fazer parte do mundo da criança de forma natural. 
Outra forma de atrair as crianças para as histórias é cantando, usando rimas e travalínguas. 
Talvez você esteja mais acostumado a inventar histórias. 
Deixar a imaginação solta para criar personagens e narrar ao filho, mudando o rumo conforme seu interesse. 








terça-feira, 7 de agosto de 2012

Infecção urinária em crianças



Um sério problema que os pediatras enfrentam no seu dia a dia é a infecção urinária (IU), pois ela é a mais frequente infecção em crianças após a respiratória. 
Nas crianças com febre, sem causa aparente, a infecção urinária pode ser encontrada num percentual de 7 a 8%. 
Já nas emergências pediátricas febris e com sintomas digestivos, o índice de infecção pode chegar a 18%.
Nos primeiros 6 meses de vida, a IU ocorre mais nos meninos devido ao maior número de malformações congênitas do trato urinário. 
Depois do primeiro ano de vida, o predomínio da IU ocorre nas meninas. 
A incidência de IU nas meninas é da ordem de 3 a 5% e de 1 a 2% nos meninos. 

O que é ?
A IU é definida pela presença de microorganismos na urina em qualquer parte do aparelho urinário. 
A identificação do microorganismo causador da IU é fundamental para o diagnóstico e o tratamento adequado.
Tanto nos meninos como nas meninas, o agente mais comum é a Escherichia coli, bactéria da flora intestinal, responsável por 80% a 95% dos casos de IU. 
Segue-se, em ordem de frequência, estafilococo, proteus e klebisiela. 
Mas o trato urinário, também, pode ser atacado por vírus (adenovírus), fungos, bacilo da tuberculose.
A principal via de contaminação do trato urinário é a ascendente. 
A partir da flora bacteriana da região perianal, é que se dá a contaminação urinária. 
Somente em infecções generalizadas (septicemia) pode ocorrer que a via sanguínea seja a fonte de infecção urinária, mas isto é excepcional. 

O que se sente? 
Na maioria das vezes, a IU em crianças apresenta sintomas urinários iguais aos dos adultos: ardência, urgência e frequência urinária aumentada. 
Mas, em muitos casos, podem surgir sintomas diferentes e a criança apresentar-se irrequieta, irritadiça, sem fome e emagrecer. 
Fica com medo de urinar. 
Algumas vezes, ocorrem sintomas digestivos com dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia, febre e até icterícia (amareläo). 
Raramente, a IU em crianças é sem sintomas, mas quando isto acontece o diagnóstico fica mais difícil de ser feito. 

Como se faz o diagnóstico?
Quando as queixas urinárias são sugestivas, a confirmação do diagnóstico de IU se faz pela presença de leucócitos, sangue e bactérias no exame de urina e bactérias na urocultura. 
Para encontrar as bactérias na urina é necessário coletar uma urina representativa. 
Porém, a coleta em crianças menores de 5 anos é difícil de ser feita. 
Cuidados extremos devem ser adotadas para evitar a contaminação que pode prejudicar o diagnóstico de infecção urinária.
Há quatro métodos de coleta da urina que podem ser usados com crianças: jato médio, saco coletor, sondagem (cateter) e punção suprapúbica. 
O jato médio e o saco coletor são de mais fácil contaminação. 
A sondagem é um método invasivo que pode levar bactérias para o interior da bexiga, restando a punção suprapúbica como o padrão ouro para a coleta de urina na urocultura em crianças menores.
Após os 5-6 anos, a criança já é mais cooperativa e o jato médio passa a ser mais utilizado, deixando-se a punção para os casos de dúvida. 
Colher uma urina confiável é fundamental, porque a presença ou ausência de bactérias faz o diagnóstico.
Em crianças, a ecografia do aparelho urinário é obrigatória após o primeiro episódio de infecção urinária. 
Com esse exame, procura-se afastar os fatores predisponentes congênitos e adquiridos e, principalmente, os obstrutivos. 
É importante que se determine se há malformações e alterações da estrutura funcional do aparelho urinário. 
Para isso, deve-se realizar os estudos necessários, sejam eles radiológicos, ecográficos e/ou cintilográficos.
Em 30-45% das crianças com pielonefrite, foi encontrado refluxo vésico ureteral devido a algum defeito congênito ou adquirido, que resulta em uma válvula uretero-vesical, incapaz de impedir o refluxo da urina da bexiga para o rim. 

Como se trata?
A IU nas crianças deve ser tratada precoce e intensamente visando à erradicação do processo infeccioso. 
Quanto mais precoce, menos cicatrizes e defeitos estruturais vão ocorrer.
Além do tratamento por antibióticos, a ingestão de líquidos deve ser abundante, cuidando que as micções sejam sempre as mais completas possíveis. 
Geralmente, o tratamento é feito em casa, mas crianças debilitadas e com outros problemas médicos devem ser hospitalizadas para tratamento. 
Na infecção repetitiva e/ou com malformação estrutural, principalmente as crianças com refluxo vésico ureteral, pode ser necessário tratamentos com medicação antiinfecciosa por longos períodos.
Em relação aos meninos, a literatura médica mostra que os não circuncidados apresentam maior probabilidade de infecção urinária, (10 a 20 vezes mais)
Isso não é uma indicação generalizada, mas deve ser discutida com o seu médico pediatra, principalmente se o menino já teve alguma IU e não apresenta outras alterações anatômicas. 

Evolução
As infecções urinárias não complicadas têm uma evolução boa.
 As dificuldades de tratamento e evolução ocorrem mais nas infecções urinárias complicadas por fatores obstrutivos, doenças neurológicas (bexiga neurogênica) e no refluxo vésico ureteral.
Numa revisão de crianças que tiveram infecção urinária, 27 anos após a IU, 23% delas eram hipertensas, 10% tinham insuficiência renal crônica, 7% eram transplantadas e 3% estavam em diálise. 
Portanto, 43% das crianças evoluíram com uma ou mais alterações renais importantes. 
Devido aos problemas futuros, deve-se fazer o diagnóstico precoce e tratamento adequado em todos os casos de infecção urinária em crianças 


Bebês podem ter infecção urinária?

Sim. 
O nome mais específico é infecção no trato urinário, sistema composto pelos seguintes órgãos:
- os rins, que fabricam a urina
- os ureteres, que levam a urina dos rins até a bexiga
- a bexiga, que armazena a urina enquanto ela não é eliminada
- a uretra, que leva a urina da bexiga até o orifício por onde o xixi sai
Em condições normais, a urina segue esse caminho sem problemas, mas, quando se contamina por bactérias -- que costumam vir da pele em torno dos órgãos genitais, do ânus ou pelo sangue --, pode provocar inflamação e infecção em qualquer ponto do percurso.
Cerca de 8% das meninas e 2% dos meninos sofrem pelo menos uma infecção no trato urinário ao longo da infância.

As infecções urinárias são fáceis de tratar, mas se não forem debeladas podem causar danos permanentes aos rins, e até mesmo insuficiência renal. 
De acordo com especialistas, em crianças de até 2 anos a probabilidade de sofrer sequelas graves é maior que em crianças mais velhas, por isso é importante diagnosticar o problema o quanto antes.

 

Como vou saber se meu filho está com a infecção?

Muitas vezes, uma febre inexplicável é o único sinal da infecção. 
Cerca de 5% das crianças até 3 anos com febre e sem nenhum outro sintoma estão com infecção no trato urinário. 
Como os sintomas são escassos e pouco específicos, muitos bebês acabam nem sendo diagnosticados.
 
Em alguns casos, as crianças podem apresentar outros sintomas -- acompanhados ou não de febre --, como:
• Choro ou reclamação na hora de fazer xixi (um jeito de saber se a criança está fazendo xixi naquele exato momento é colocando a mão sobre a fralda. Dá para sentir o quente da urina enchendo a fralda).

• Urina com cheiro ruim
• Urina opaca, turva ou com sangue
• Irritabilidade persistente, sem explicação
• Vômitos
• Falta de apetite
• Emagrecimento ou dificuldade para ganhar peso

 

Como a doença é diagnosticada?

O médico vai fazer perguntas sobre os sintomas que você está percebendo, e vai examinar o bebê. 
Talvez pergunte se há casos de infecções urinárias frequentes na família, já que o problema pode ser hereditário.
Caso o pediatra desconfie de uma infecção no trato urinário, vai pedir um exame de urina, para tentar detectar a presença de bactérias.
O resultado é rápido para saber se se trata ou não de infecção: a presença de um número elevado de glóbulos brancos, em geral, é um forte indício de infecção urinária causada por bactérias, e essa resposta sai no mesmo dia.
Depois disso, a mesma amostra de urina normalmente é mantida no laboratório para o exame de urocultura, que tenta identificar exatamente a bactéria responsável pela infecção, e para o antibiograma, que testa a eficácia de diferentes antibióticos contra a bactéria identificada.


Além do exame de urina, há outros?

Pode ser que o médico peça outros exames. 
Existem algumas alterações no trato urinário que podem facilitar a ocorrência de infecções urinárias, e um deles é o refluxo vésico-ureteral, situação em que a urina da bexiga volta para os rins. 
Os exames extras servem para verificar se há algum problema desse tipo. 
Entre 30 e 40% dos bebês que apresentam infecção urinária têm o refluxo.
Entre os exames que podem ser pedidos estão o ultra-som e uma série de radiografias para detectar o refluxo.

 

Qual é o tratamento?

O tratamento da infecção é feito com antibióticos, na maioria das vezes por boca, por até duas semanas. 
Ainda que a criança pareça ter melhorado depois de alguns dias, é importante dar o remédio até o último dia, conforme a receita do médico, para que a infecção não volte ainda mais forte.
Se a criança estiver debilitada, pode precisar ser internada para receber o remédio pela veia. 
Quando a infecção acontece em bebês de menos de 1 mês, a hospitalização é praxe.

 

E se meu filho tiver um problema mais sério?

Caso o bebê esteja com uma obstrução no trato urinário, pode ser necessária uma cirurgia. 
Em alguns casos, a operação também é realizada para corrigir o refluxo vésico-ureteral, embora na grande maioria deles o problema vá embora sozinho até a criança ter 6 anos.
Quando é diagnosticado o refluxo, às vezes os médicos receitam antibióticos em doses pequenas para ser usados a longo prazo, para evitar infecções frequentes e eventuais sequelas nos rins.

 

Há algo que eu possa fazer para evitar as infecções?

Certas crianças têm mesmo uma tendência a sofrer de infecções no trato urinário, mas há algumas medidas que você pode tomar para reduzir o risco:

• Dê muito líquido ao seu filho. Além de manter o trato urinário em constante atividade, os líquidos ajudam a evitar a prisão de ventre, que pode colaborar para que haja infecções. 

• Também para evitar a prisão de ventre, ofereça bastante fibra ao bebê, como frutas, verduras e grãos integrais, quando ele já estiver comendo outros alimentos além do leite.

• Se você está amamentando, mantenha o aleitamento até o bebê ter no mínimo 7 meses. Estudos já mostraram que o leite materno até essa fase protege contra infecções urinárias, e a proteção se mantém até a criança ter mais de 2 anos, mesmo que não mame mais no peito.

• No caso de meninas, não use muito sabonete na água do banho, para não irritar a região vaginal. E sempre limpe a área da frente para trás, quando estiver trocando a fralda, para não levar bactérias do bumbum para a vagina.


Crianças também sofrem de infecção urinária. 
E na maioria das vezes ela não está relacionada a más formações anatômicas, e sim à contaminação pelas fezes.
Na época das fraldas, por mais que a troca aconteça constantemente, elas podem entrar no canal da uretra e causar a infecção.

  O problema é mais comum em meninas, por conta da anatomia. 
Os meninos têm a uretra mais comprida, o que evita a chegada das fezes até a bexiga. 
Por isso, quando as meninas começam a se limpar sozinhas, é fundamental que os pais ensinem a maneira correta de fazer a higiene, da frente para trás

Sintomas e tratamento


O tratamento é feito geralmente com antibióticos, e dura, em média, 10 dias. 
É importante que, após dois dias do término do tratamento, seja realizado um novo exame de urina, para verificar se a infecção acabou”, diz.
Para prevenir novas infecções, não segurar a urina e hidratação
fazem toda a diferença. 
Urina amarelada, densa e com cheiro forte sugere que a criança não está tomando líquido o suficiente, o que favorece a proliferação de bactérias. 

   
É um dos problemas mais frequentes em crianças. 
Ao contrário do que acontece com os adultos, uma infecção urinária numa criança é quase sempre um sinal de uma perturbação mais ou menos grave do aparelho urinário.
É devida a uma proliferação de bactérias ou fungos, que passaram do exterior para a urina que está na bexiga. 
Daí esses microorganismos podem infectar o resto do aparelho urinário.
 Só se instala quando, por razões muito diversas, a urina não é completamente esvaziada com a micção.
É mais frequente no sexo feminino, pois o meato urinário está localizado perto do ânus e comprimento da uretra é menor do que no sexo masculino. Isso facilita o acesso das bactérias ou dos fungos à bexiga.

É, de longe, a mais frequente.

Pode apresentar- se de dois modos diferentes:
     • Infecção urinária baixa - cistite
     • Infecção urinária alta - pielonefrite



A criança tem dor quando urina, urina muitas vezes por dia, pode ter perdas involuntárias de urina e a urina tem mau cheiro. 
Não há febre e o estado geral não está alterado.
A análise sumária de urina mostra uma proliferação de bactérias
A cultura da urina mostra qual é a bactéria responsável pela infecção e qual o antibiótico mais eficaz. 
No entanto, os resultados da cultura da urina demoram pelo menos 2 a 3 dias. 
Não se deve esperar por estes resultados para iniciar o tratamento.
 O tratamento deve ser instituído de imediato, com um antibiótico reconhecidamente eficaz em infecções urinárias; este deverá ser substituído caso o resultados do antibiograma mostre que outro antibiótico é mais eficaz. 
 A criança deve ser incentivada a beber bastantes líquidos, pois isso ajuda a eliminar as bactérias do aparelho urinário.
 Uma primeira infecção urinária sem febre e sem outros sinais para além do ardor ao urinar, frequência elevada de micções e eventuais perdas involuntárias e urina, não necessita qualquer investigação, para além da análise e da cultura da urina.
Na maior parte das vezes o problema resulta de um inadequado esvaziamento da bexiga durante a micção. 
Isso deve-se a uma incoordenação de funcionamento entre a bexiga e o esfíncter vesical (a”torneira” da bexiga), o que impede o esvaziamento completo da bexiga. 
Em alguns casos, pouco frequentes, pode existir um problema orgânico que se manifesta discretamente pela cistite.
No caso de o problema se repetir, é importante verificar se existe algum problema do aparelho urinário que facilite a instalação das infecções.
Para isso deve ser feita uma ecografia dos rins e da bexiga, como primeira investigação.
 É um exame simples, não agressivo, que dá informações importantes.
 Pode mostrar alterações nos rins que justifiquem uma investigação mais profunda. 
Pode mostrar restos de urina na bexiga depois da micção, indicadora da incoordenação vesico-esfinctérica (ver secção sobre enurese).
Caso sejam encontradas alterações, a criança deve ser orientada para uma consulta especializada, para completar a investigação e ter uma orientação terapêutica.

b) Pielonefrite (infecção urinária alta)

O quadro clínico é exuberante. 
Na 1.a infância pode haver febre, prostração, gemido, irritabilidade, perda de apetite, vômitos, diarreia, distensão abdominal, diminuição da urina produzida, urina com mau cheiro.
Nas crianças mais velhas encontramos febre, e outros sintomas variados, como dor lombar, dor abdominal, ardor ao urinar, micções muito frequentes, incontinência urinária, perdas de urina ou retenção urinária, sangue na urina, vómitos.
Em casos excepcionais a cultura de urina pode vir negativa para bactérias e serem observados fungos. 
É uma situação potencialmente grave, pela maior dificuldade de tratamento
Quando há uma pielonefrite, deve ser realizada, de imediato, uma ecografia dos rins e da bexiga. 
Esta ecografia pode orientar-nos para a causa do problema. 
As informações podem ser muito variadas e levar à realização de outros exames complementares de diagnóstico.






26ª semana gestacional!!


Durante esta semana o seu bebê continua a se desenvolver rapidamente. 
Neste momento ele pode estar medindo 24 cm de comprimento e pesando algo em torno de 910 gramas. 
Logo ele estará completando 1kg.
Durante este período o seu bebê passa a maior parte do tempo dormindo.
 No entanto, ele está dando duro se preparando para a vida fora do útero.
As suas unhas, sobrancelhas e os cílios estão crescendo cada vez mais, e esse processo de crescimento se estenderá durante a vida toda.
A pele do seu bebê, que alguns meses atrás era translúcida a ponto de ser possível enxergar através de sua pele, está se tornando enrugada e ganhando uma coloração rosada. 
Além disso, o seu bebê continua a desenvolver uma camada gordurosa em volta de seu corpo que irá protegê-lo durante o parto.
Os pulmões continuam a amadurecer com o desenvolvimento de sacos aéreos e também começam a produzir uma substância chamada surfactante. 
 Essa substância ajudará o seu bebê a respirar fora do útero. 
Por falar em respiração, o seu bebê começará a inspirar pequenas quantidades de líquido amniótico durante este período.
Alguns dos reflexos que o seu bebê desenvolve durante este período é o reflexo de sucção de lábio, uma vez que começa a chupar os seus pequenos dedinhos. 
O reflexo surpresa também será desenvolvido, uma vez que o seu bebê começará a reagir aos barulhos externos, assim como se estivesse tomando um susto. 
No entanto, com o atual conforto da vida humana esse instinto não é tão necessário como foi para os nossos antepassados.

Chances de sobreviver: 
A cada dia que se passa, as chances de sobrevivência do seu bebê caso ele nasça, aumentam cada vez mais. 
Caso ele nasça neste período ele terá de 70 a 80 por cento de chance de sobreviver.


Se pudesse medir seu bebê agora, você veria que ele está com cerca de 36 centímetros. 
Os olhos do seu bebê começam a se abrir nesta fase. 
Ele responderá melhor a sons mais no finalzinho do sétimo mês, quando a rede de nervos que se estende até o ouvido estiver completa.
A partir de agora até a hora do nascimento,
o peso do seu filho triplicará, já que nas próximas semanas ele vai acumular gordura bem mais rapidamente. 
O bebê precisa de gordura para poder se ajustar à temperatura mais fria que o lugar tão quentinho em que está neste momento.
Além disso, a gordura será fonte de energia e calorias nos primeiros dias de vida.


Ele está com quase 1 kg e mais esperto, aprimorando os sentidos. 
A audição é um exemplo. 
Já estava boa na semana passada, mas ficará ainda melhor no término desta, com o surgimento de novas terminações nervosas no ouvido. 
Ele escuta seus batimentos cardíacos e se sente tranquilo.
 Se à noite ele se mexe mais, experimente cantar uma música de ninar. 
É possível que ele se acalme. 
Quanto à respiração, o pulmão continua se exercitando, inspirando líquido amniótico. 
Assim, quando nascer, o bebê terá um ótimo fôlego para tudo, inclusive chorar.

E a mamãe??
Você está completando 26 semanas de gravidez e logo estará indo para o seu terceiro trimestre de gestação. 
Alguns meses atrás você estava com a sua barriga totalmente normal e agora está praticamente do tamanho de uma bola de futebol. 
Realmente, isto é algo extraordinário e sem explicação, mas sem dúvida é uma das sensações mais realizadoras que uma mulher pode vivênciar. 
A sensação de ser mãe.
Esta semana será uma semana bastante agitada, começando pelas atividades do seu bebê. 
Ele fará muito mais movimentos do que nas semanas anteriores. 
Durante esta semana você pode sentir desconforto devido à indigestões ou azias, o que de fato é comum nesta fase. 
A razão para isto acontecer é que durante a gravidez, a progesterona retarda o esvaziamento do estômago, com o objetivo de permitir que o bebê absorva mais nutrientes. 
Além disso, o seu útero em expansão também pode colocará pressão extra sobre seus intestinos, causando azia e indigestão.
Você pode estar encontrando dificuldades para dormir. 
Encontrar uma posição confortável para dormir pode estar sendo um missão impossível. 
 Todo o tempo gasto indo da cama para a cozinha e da cozinha para o banheiro devem estar atrapalhando as suas noites de sono. 
Para evitar esse tipo de incomodação, procure certificar-se antes de dormir de satisfazer todas as suas necessidades, e ao se deitar esteja sempre acompanhada de uma almofada confortável.
Os seus hormônios continuam a mudar à medida que você se aproxima do final do segundo trimestre.
 Devido isso acontecer, as dores de cabeça podem vir a se tornarem mais frequentes. 
Você também pode começar a sentir as contrações de Braxton Hicks regularmente. 
Essas contrações são indolores, mas a sensação é igual a cólica menstruação, e ocorrem em intervalos irregulares. 
As contrações de Braxton Hicks são uma maneira de preparar o seu útero para o trabalho de parto.

Você está se aproximando da reta final -- o terceiro trimestre. 
Antes que possa imaginar, vai estar segurando seu bebê no colo.
Nesse período, algumas mulheres têm um leve
aumento da pressão arterial, o que é normal. 
Mas, se seu peso subir muito, sua visão ficar embaçada e seus pés e mãos incharem de repente, pode ser que você esteja com pré-eclâmpsia.
Ligue para seu médico imediatamente ou procure um pronto-socorro se perceber qualquer um desses sintomas. 
O cansaço do primeiro trimestre pode estar voltando, então é melhor pegar leve.
Sempre que se sentir meio para baixo, paparique-se
: você tem todo o direito. 
Um filme, uma revista, dormir até mais tarde, uma boa massagem especial para grávidas (ou mesmo improvisada pelo seu parceiro) ou uma manicure -- coisas pequenas fazem milagres pelo seu bom humor.
Uma boa caminhada ao ar livre, em um lugar de natureza bonita ou coisas interessantes para olhar, também é um ótimo jeito de se sentir revigorada. 
Tenha cuidado apenas com o sol porque ele pode provocar ou piorar manchas no rosto. 


Nesta semana, é possível que o obstetra peça o teste de glicemia pós-prandial, que avalia como o seu organismo se comporta na hora de processar o açúcar dos alimentos. 
Essa avaliação serve para detectar o diabete gestacional, um problema que atinge 10% das grávidas e, geralmente, desaparece depois do parto. 

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

O quarto da Mariana - Post 6


E qual será a novidade da vez??

O quarto como era...






A pintura e a faixa decorativa!!!!

A régua adesiva!!!

As cortinas!!

E a novidade da vez:
o tapete!!!!




A princípio a ideia era comprar algo com bichinhos, colorido...
chegamos a ver no catálogo de uma loja tapetes em forma de urso e pensei em encomendar, isso quando ainda a ideia do motivo urso estava sendo cogitada!!
Porém assim como decidimos com relação a cortina foi também com o tapete, compraríamos algo mais "neutro", de preferência no tamanho 1 x 1,5 metros que era o tamanho do que estava até então no quarto e ficava bem no espaço!
Esse "neutro" não significava exatamente cor bege, areia e afins, todavia são os mais fáceis de encontrar e depois dessas cores só vermelho, marrom,  lilás...seria então num desses tons claros, já que nunca tinha visto em rosa!!
A intenção era comprar o tapete no fim de semana passado, junto com a cortina e a régua adesiva!!
Na loja haviam 2 unidades do tamanho que queríamos, o que mais gostei custava quase o dobro do outro que também era bonito mas tinha um tom acinzentado.
Isso me deixou em dúvida e decidimos ver outras coisas na loja enquanto decidíamos...
e uns 15 minutos depois decidimos comprar aquele mesmo, porém...
ele tinha acabado de ser vendido!!
Embora eu quisesse sair de lá também com o tapete não fiquei triste, me conformei pensando que não era pra comprar!!! 
Se tínhamos mesmo certeza teríamos pego ele na hora, mas "perdê-lo" em 15 minutos? Não era pra ser!!!
Eis que nessa 6ª feira fui para o centro, mas não tinha a menor intenção de comprar o tapete...mas é assim né, quando não procuramos é que encontramos!!!
Resolvi entrar numa lojinha em que já havíamos comprado outros tapetes antes, e não é que me dou de cara com um rosaaaa!!!
Quase não acreditei!!
Fiquei meio eufórica, ao mesmo tempo que achei o máximo já parei pra pensar pois tínhamos decidido pelo claro...e como eu levaria de ônibus??
Olhei pra ele uma meia dúzia de vezes imaginando-o no quarto da Mariana e decidi comprar já que a vendedora disse que eu poderia trocá-lo pelo claro caso não ficasse bem!!
E lá vim eu com o tapete que felizmente é bem dobrável e coube numa sacola!! rsrsrs
Chegando em casa a primeira coisa que fiz foi jogá-lo no chão do quarto da Mariana
...adorei!!!! :)
Adorei a cor dele e o colorido que deu ao quarto, o tamanho, o modelo...

domingo, 5 de agosto de 2012

Presente da tia Renata!!!!

E os presentes e mimos pra nossa pequena não param de chegar, já disse antes, eles vem de todo lado!!! :)

6ª feira fui ao centro e pude pegar o que a tia Renata mandou pra Mariana de Goiânia!!

Vejam que amorzinho!!!


"Pra você!!!
Um jardim de flores"

Tia Rê, um jardim de flores pra você também e um grande beijo!!

Muito obrigada pelo presente e carinho!!