Felizmente a Mariana nunca foi um bebê chorão, pois está aí uma coisa que angustia e quase enlouquece os pais, e digo isso só pelas poucas vezes em que ela chorou forte, apesar das tais choradas não terem durado mais do que 10 minutos!
E até hoje, se ela fizer um chorinho pode contar que é sono!!
Ela não chora por fome como chora por sono!!
Agora ela está na fase de reclamar muito mesmo, com gritos de doer o ouvido de quem está por perto ela mistura a eles os sons de "da da da" e "ne ne ne" e por aí vai!!!
Mas aqui está um texto que selecionei há algum tempo e que pode ser útil aos papais que enfrentam ou que virão a enfrentar o chorinho, ou chorão, dos filhotes!!
E até hoje, se ela fizer um chorinho pode contar que é sono!!
Ela não chora por fome como chora por sono!!
Agora ela está na fase de reclamar muito mesmo, com gritos de doer o ouvido de quem está por perto ela mistura a eles os sons de "da da da" e "ne ne ne" e por aí vai!!!
Mas aqui está um texto que selecionei há algum tempo e que pode ser útil aos papais que enfrentam ou que virão a enfrentar o chorinho, ou chorão, dos filhotes!!
1. Por que os bebês choram?
O choro é a única forma de o pequeno comunicar o que deseja,
especialmente nos primeiros meses de vida.
É a forma de ele se expressar
antes que seja capaz de dizer as primeiras palavras.
No recém-nascido, é
considerado um ato reflexo.
Com o tempo, ele se modifica.
O bebê
começa a reconhecer o ambiente em que vive e isso vai alterando seu
comportamento.
A partir do 3º mês, a criança passa a
entender que, ao precisar de algo, basta abrir o berreiro.
Aí, nessa
fase, o choro passa a ser voluntário.
2. Existe uma faixa etária em que o choro é mais frequente e intenso?
Nos primeiros 2 meses.
Nesse período, pesquisas apontam que os
recém-nascidos choram em média 3 horas ao longo do dia, em momentos
variados.
No entanto, é importante lembrar que isso também está
relacionado a uma questão individual e de temperamento.
Existem bebês
que choram mais e outros menos.
3. Em que situações eles choram?
Geralmente quando têm fome, sono, frio ou calor.
Eles também põem a
boca no mundo se sentem algum tipo de dor, sujam a fralda, estão com uma
roupa desconfortável ou numa posição incômoda.
4. É possível identificar se o bebê está doente por meio do choro?
Sim.
Toda mãe conhece o choro do filho, entende suas necessidades e
sabe quando o bebê se manifesta de uma maneira diferente.
É exatamente o choro não identificado que
leva a mãe a procurar o pediatra.
5. O choro é sempre sinônimo de incômodo?
Sim, muitas vezes ele sinaliza algum incômodo.
Mas também pode ser
manha.
Na dúvida, não custa dar um pulo no quarto para verificar se algo
está acontecendo.
6. O que devo fazer para acalmar o bebê?
Em primeiro lugar, certifique-se de que ele não está com fome, sono ou
com a fralda suja.
Cheque também se o motivo da bronca não é calor ou
frio.
Quando o pequeno tem a reclamação atendida, costuma parar com o
chororô.
Mas, às vezes, o bebê está apenas pedindo um pouco de afago da
mãe. Tente se aproximar do pequeno e falar em tom afetuoso frases como
“Calma, filho, a mamãe está aqui”.
Outra saída é o uso do método “mamãe canguru”.
Essa técnica é
considerada por médicos e enfermeiros a melhor maneira de estreitar o
contato entre mãe e filho.
Isso porque o pequeno é colocado próximo ao
corpo materno, com a ajuda de uma faixa de tecido – daí o nome.
7. É correto levar o bebê para passear de carro ou pegá-lo no colo sempre que chora?
O ideal é que a criança seja acalmada com métodos diferentes.
Se os
pais acostumam o pequeno com alguns hábitos, como passear de carro ou no
elevador, pegá-lo no colo sempre que chora, com o tempo pode ser
difícil contornar situações em que não seja possível se valer desses
recursos.
8. Tudo bem deixar a criança chorar no berço durante um período sem atendê-la?
É fundamental conferir se está tudo bem com o bebê quando ele chora.
Feito isso, os pais podem deixá-lo choramingando desde que se mantenham
por perto.
Uma dica é conversar com ele, contar histórias, cantar
canções de ninar e passar a mão pela sua barriga.
Não é necessário dar
colo sempre que a criança chora.
Muitas vezes, é aí que começa o mimo em
excesso.
9. O que fazer se o bebê não para de chorar mesmo com as várias tentativas dos pais de acalmá-lo?
Converse sempre com o pediatra para obter orientações de como proceder
nesses casos e procure a ajuda de especialistas se o seu filho
apresentar um choro diferente ou algum sintoma como febre, tosse,
erupções na pele, diarreia, vômito, abdômen inchado, falta de contato
visual e estado de quietude anormal.

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