Não basta ser pai. Tem que participar.
Muita gente já ouviu esse
ditado, mas várias famílias ainda não colocam em prática esse
ensinamento do mundo atual.
Principalmente naquelas mais tradicionais,
em que o pai ainda se coloca no lugar de provedor de recursos para a
casa, deixando para a mãe todas as tarefas relacionadas ao filho.
Ou
naquelas em que, apesar de se interessar pelas crianças, os pais se
limitam ao lazer, enquanto as mães se ocupam de todo o resto mesmo
quando trabalham fora.
"A família do pai legal e da mãe que dá bronca é
muito comum, mas essa não é a forma ideal de criar os filhos", diz o
psicólogo Aguinaldo Gomes, da Universidade Estadual Paulista.
Por quê?
Principalmente porque a autoridade deve ser exercida por ambos, e de
comum acordo.
Do contrário, a mãe acaba sobrecarregada com a imposição
de ordens e deveres enquanto o pai curte a vida ao lado dos filhos.
E
isso gera conflitos inevitáveis no casal, pois os pais acabam se aliando
às crianças para contestar as imposições maternas.
Num momento de
descontração, vale até simular essa situação em que o pai se une aos
filhos para se "defender" da mãe, mas ela nunca pode se impor na rotina
familiar.
E qual é a melhor maneira de dividir os papéis?
Depende do perfil de
cada família.
Quando a mãe cuida da casa o dia todo e o pai trabalha
fora, ele precisa ter a consciência de que, ao voltar do batente, as
brincadeiras com os filhos são apenas uma parte de suas tarefas
domésticas.
Vale a pena dedicar algum tempo mesmo que curto a tarefas
menos prazerosas, como cobrar a lição de casa e colocar as crianças para
dormir.
Quando os dois trabalham fora, a dica é a mesma.
A diferença é
que a mãe precisa compartilhar o tempo de contato com os filhos com o
pai.
Nesses casos, os dois podem assumir, juntos, as tarefas matutinas e
noturnas.
E as brincadeiras também.

Lindo texto querida... e tenho certeza que o Dani faz "sua parte" direitinho!!!!! Vcs são lindos pais: dedicados, focados e abençoados por essa 'coisinha' fofa!!!!! bjs
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