Otite
A otite é um agravamento de um quadro de virose. O catarro do resfriado
que se acomoda em canais auditivos pode causar a inflamação do ouvido.
A otite pode ser externa, quando o problema está na pele do canal do ouvido (conduto auditivo) ou otite média quando a inflamação está na membrana do tímpano e atrás dela, na região que leva o nome de ouvido médio.
Isso acontece porque as secreções constituem um ambiente perfeito para bactérias oportunistas, praticamente uma incubadora.
Choro intenso, inapetência, perda da fome e irritabilidade são alguns dos sinais do problema.
Em geral, há febre inferior a 39 °C, mas não necessariamente.
A otite pode ser externa, quando o problema está na pele do canal do ouvido (conduto auditivo) ou otite média quando a inflamação está na membrana do tímpano e atrás dela, na região que leva o nome de ouvido médio.
Isso acontece porque as secreções constituem um ambiente perfeito para bactérias oportunistas, praticamente uma incubadora.
Choro intenso, inapetência, perda da fome e irritabilidade são alguns dos sinais do problema.
Em geral, há febre inferior a 39 °C, mas não necessariamente.
O que fazer?
É uma doença que costuma surgir 3 ou 4 dias depois de um
resfriado.
O diagnóstico deve ser feito pelo médico com um otoscópio – aparelho próprio para isso.
O método de apertar o ouvidinho para ver se a criança chora não é confiável.
Diante da confirmação da doença, além de seguir a prescrição do pediatra, os pais podem esquentar a região com um lenço aquecido e promover a higienização nasal, a inalação e a sucção do catarro com uma bombinha manual.
Manter o pequeno hidratado também é importante.
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O diagnóstico deve ser feito pelo médico com um otoscópio – aparelho próprio para isso.
O método de apertar o ouvidinho para ver se a criança chora não é confiável.
Diante da confirmação da doença, além de seguir a prescrição do pediatra, os pais podem esquentar a região com um lenço aquecido e promover a higienização nasal, a inalação e a sucção do catarro com uma bombinha manual.
Manter o pequeno hidratado também é importante.
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Cólica
A imaturidade do sistema digestivo do bebê é responsável pelo mais famoso drama na vida de pais de recém-nascidos: as cólicas.
Trata-se de uma manifestação orgânica.
O intestino reage a proteínas estranhas,
presentes no leite materno.
Marcadores bioquímicos identificam essas
substâncias.
O resultado são desconfortos e dores abdominais, seguidos
de choros repentinos e agudos.
Todo bebê chora.
É totalmente normal um recém-nascido chorar 2h por dia.
Quando o bebê chora muito, a primeira coisa a ser descartada é a fome.
Ofereça sempre o peito quando ele chorar.
Se seu bebê está mamando bem,
molhando mais de 6 fraldas por dia e ganhando peso, o mais provável é
que não seja fome.
Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte:
- Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo;
- Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora;
- Ele solta puns quando chora.
A cólica normalmente ataca no final da
tarde e à noite.
Em casos mais difíceis, o bebê chora a qualquer hora
do dia.
Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão
desconfortável.
O que fazer?
Não há muito o que fazer, além de esperar a maturação do tubo digestivo
da criança.
A partir do 3º ou 4º mês, a criança passará a
reconhecer as proteínas do leite materno e deixará de ter cólicas com
frequência. Até lá, os pais podem usar bolsas de água quente, massagens e flexão de pernas para amenizar o incômodo, mas essas são medidas paliativas.
O banho e a posição fetal também acalmam o bebê.
Há médicos que prescrevem analgésicos e outros que toleram a popular funchicória (remédio fitoterápico), embora não a indiquem.
Nesse caso, o que vale é a palavra de seu pediatra de confiança.
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Sono intranquilo
Até os 3 meses de vida, é recomendável que a criança durma próxima à mãe por comodidade e segurança.
Após esse período, no entanto, o bebê deve ir para o quarto dele e deixar aos poucos a mamada da madrugada.
E é justamente nessa fase que começam os problemas relacionados ao sono.
A criança chora muito e torna a noite dos pais um tormento.
Muitas mães voltam a trabalhar nesse período, o que agrava ainda mais a situação.
O que fazer?
O sono intranquilo não costuma ser um problema de saúde, e sim de
comportamento.
Afinal, a criança está acostumada a acordar à noite para mamar.
Por isso, é preciso calma para tirar o peito da madrugada.
Faça isso aos poucos.
Começar a criar novos hábitos, com horários mais rígidos, é outra medida importante.
Além disso, resista à tentação de atender ao choro do bebê de imediato.
Evite também fazer barulho, acender a luz e pegá-lo no colo: isso vai despertá-lo de vez!
Deixe-o resmungar um pouco.
É comum o pequeno acordar, chorar e voltar a dormir.
Se ele não aprender a dormir nessa idade, poderá levar o hábito para o resto da infância.
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Afinal, a criança está acostumada a acordar à noite para mamar.
Por isso, é preciso calma para tirar o peito da madrugada.
Faça isso aos poucos.
Começar a criar novos hábitos, com horários mais rígidos, é outra medida importante.
Além disso, resista à tentação de atender ao choro do bebê de imediato.
Evite também fazer barulho, acender a luz e pegá-lo no colo: isso vai despertá-lo de vez!
Deixe-o resmungar um pouco.
É comum o pequeno acordar, chorar e voltar a dormir.
Se ele não aprender a dormir nessa idade, poderá levar o hábito para o resto da infância.
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Dor dos primeiros dentes
Os primeiros dentinhos incomodam o bebê ao nascer.
É um processo dolorido e desconfortável.
A criança fica bastante irritada, chora a todo instante, pode se recusar a mamar e até ter febre leve, pouco acima de 37 °C.
Ela também baba muito.
O que fazer?
Dê mordedores para a criança.
Eles ajudam a coçar a gengiva e estimulam a erupção do dente.
Existem modelos com gel que ficam na geladeira.
São especialmente indicados porque a baixa temperatura ameniza o incômodo.
Fale com seu pediatra e pergunte a ele sobre pomadas analgésicas para uso tópico, ou seja, para a aplicação diretamente na gengiva.
Febres abaixo de 38 °C não devem ser motivo de preocupação demasiada.
Elas acontecem, mas cessam assim que o dente nasce.
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Eles ajudam a coçar a gengiva e estimulam a erupção do dente.
Existem modelos com gel que ficam na geladeira.
São especialmente indicados porque a baixa temperatura ameniza o incômodo.
Fale com seu pediatra e pergunte a ele sobre pomadas analgésicas para uso tópico, ou seja, para a aplicação diretamente na gengiva.
Febres abaixo de 38 °C não devem ser motivo de preocupação demasiada.
Elas acontecem, mas cessam assim que o dente nasce.
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Descamações e brotoejas
A chamada crosta láctea, um tipo de dermatite seborreica, é muito comum em bebês.
É uma doença inflamatória de pele, que causa descamações e vermelhidão – principalmente no couro cabeludo, embora possa aparecer em outras partes do corpo.
Ela surge nas primeiras semanas de vida da criança e tende a desaparecer antes do primeiro ano.
Está associada à imaturidade da pele.
As brotoejas, aquelas bolinhas rosadas no corpo da criança, também são bastante comuns nessa idade.
São pequenas erupções que surgem porque alguns poros do bebê ainda estão fechados, obstruindo a passagem do suor.
Elas coçam e irritam.
O que fazer?
No caso da crosta láctea, a recomendação é passar óleo vegetal na
região descamada antes do sono do bebê e lavar com sabão neutro – use um
pente fino para limpar o cabelo se o problema estiver no couro
cabeludo.
Já as brotoejas desaparecem sozinhas.
O máximo que se pode fazer é reduzir o vermelhão e a coceira com a água um pouco mais fria e evitar que a criança transpire.
Para isso, é importante vesti-la com roupas arejadas e leves.
Procure também secar bem o bebê, nunca esfregando a toalha, mas pressionando levemente a pele.
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Já as brotoejas desaparecem sozinhas.
O máximo que se pode fazer é reduzir o vermelhão e a coceira com a água um pouco mais fria e evitar que a criança transpire.
Para isso, é importante vesti-la com roupas arejadas e leves.
Procure também secar bem o bebê, nunca esfregando a toalha, mas pressionando levemente a pele.
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Resfriado
Os vírus são bastante nocivos aos bebês, que apresentam um sistema imunológico ainda imaturo e ficam mais vulneráveis a agentes externos.
Por isso, os resfriados leves, ou viroses, afetam muitas crianças no primeiro ano de vida, principalmente quando frequentam creches e berçários de escolas.
A inflamação causa coriza, obstrução nasal, tosse e lacrimação.
Também pode dar febre baixa.
O que fazer?
Em primeiro lugar, não se desespere porque a criança está com 38 °C de
febre.
Antes de ir para o hospital, procure observar seu filho.
Se for possível, ligue para o pediatra dele.
Nesses casos, é preciso acompanhar a evolução da doença para saber o que fazer.
Até lá, monitore a febre, dê banho, limpe o nariz, faça inalação e amamente normalmente.
Sob orientação médica, um antitérmico pode ser administrado.
Agora, se a febre persistir por mais de 48 horas ou superar os 38,5 °C e a criança apresentar prostração, leve-a a um pronto-socorro
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Antes de ir para o hospital, procure observar seu filho.
Se for possível, ligue para o pediatra dele.
Nesses casos, é preciso acompanhar a evolução da doença para saber o que fazer.
Até lá, monitore a febre, dê banho, limpe o nariz, faça inalação e amamente normalmente.
Sob orientação médica, um antitérmico pode ser administrado.
Agora, se a febre persistir por mais de 48 horas ou superar os 38,5 °C e a criança apresentar prostração, leve-a a um pronto-socorro
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Virose intestinal
As viroses também atacam o tubo gastrintestinal.
O resultado pode ser cólica, vômito e diarreia, seguidos ou não de febre.
Aqui a situação requer mais atenção.
O principal risco é o de desidratação.
É uma doença que provoca choros cíclicos na criança e irritação.
No caso da diarreia, a evacuação acontece com mais frequência e pode apresentar laivos de sangue.
O que fazer?
Se a criança começar a evacuar e vomitar com muita frequência, procure
imediatamente ajuda médica.
A amamentação é a melhor forma de hidratar o bebê até, pelo menos, os 6 meses.
Para os mais velhos, sirva apenas comidas leves e naturais, como arroz, purê de batata com cenoura, maçã, suco de maçã e banana-maçã.
Água e chá sem açúcar são bem-vindos também.
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A amamentação é a melhor forma de hidratar o bebê até, pelo menos, os 6 meses.
Para os mais velhos, sirva apenas comidas leves e naturais, como arroz, purê de batata com cenoura, maçã, suco de maçã e banana-maçã.
Água e chá sem açúcar são bem-vindos também.
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Depois de um resfriado ou gripe, há sempre o risco do quadro evoluir
para uma bronquiolite ou até uma pneumonia.
Ou seja, inflamações no pulmão.
A pneumonia é grave.
Causa tosse mais carregada, febre persistente, falta de ar e chiado no peito.
Em alguns casos, a tosse pode levar ao vômito.
Ou seja, inflamações no pulmão.
A pneumonia é grave.
Causa tosse mais carregada, febre persistente, falta de ar e chiado no peito.
Em alguns casos, a tosse pode levar ao vômito.
O que fazer?
Diagnosticada a doença, a criança deve ser medicada conforme indicação
do pediatra, hidratada e higienizada.
É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com bombas próprias para isso.
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É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com bombas próprias para isso.
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Como a criança não fala, qualquer ocorrência que envolva uma dor
intensa provoca o choro súbito.
Os motivos variam.
Pode ser uma picada de inseto, um ouvido entupido ou uma cólica.
Ou pode não ser nada também, apenas um susto, sem graves consequências.
Os motivos variam.
Pode ser uma picada de inseto, um ouvido entupido ou uma cólica.
Ou pode não ser nada também, apenas um susto, sem graves consequências.
O que fazer?
Diagnosticada a doença, a criança deve ser medicada conforme indicação
do pediatra, hidratada e higienizada.
É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com bombas próprias para isso.
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É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com bombas próprias para isso.
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Crianças muito pequenas regurgitam bastante.
O principal motivo é a imaturidade da válvula que controla a passagem de fluxo entre o esôfago e o estômago.
Além disso, o bebê pode não arrotar direito ou mamar além de sua capacidade.
Em casos mais graves e menos frequentes, o recém-nascido vomita sempre e muito.
O principal motivo é a imaturidade da válvula que controla a passagem de fluxo entre o esôfago e o estômago.
Além disso, o bebê pode não arrotar direito ou mamar além de sua capacidade.
Em casos mais graves e menos frequentes, o recém-nascido vomita sempre e muito.
O que fazer?
Na maioria dos casos mais simples, é importante estimular o arroto do
bebê.
Coloque-o sobre seu peito de bruços com o corpo inclinado cerca de 30 graus.
Dê tapinhas suaves nas costas dele e espere a bofada por até 15 minutos.
Se a criança vomita muito, vale a pena inclinar a base do berço e trocar as fraldas em áreas com a cabeceira mais elevada.
Agora, em casos mais graves, caracterizados por vômitos frequentes e fortes, perda de peso, irritabilidade, choro constante e tosse exagerada, procure um pediatra.
Ele pode ter a chamada doença do refluxo gastroesofágico.
Troque a fralda antes da mamada.
Ou espere que a digestão se complete para fazê-lo.
Agitar o bebê, seja trocando-o, brincando ou passeando com ele após a refeição, aumenta o risco de o leite voltar do estômago para o esôfago - e aí é incômodo e choro na certa.
- Estômago muito cheio é sinônimo de refluxo, já que o esfíncter ainda não funciona tão bem.
O jeito, então, é fracionar a dieta, ou seja, oferecer menor quantidade de leite e distribuir a cota diária ao longo do dia, em várias pequenas refeições.
- Na hora da mamada, coloque o bebê em posição mais vertical.
Assim a possibilidade de o alimento voltar é bem menor do que seria se você o mantivesse deitado.
- Experimente deixar o berço inclinado num ângulo de 30 graus, com o bebê deitado do lado esquerdo.
A mudança favorece o deslocamento da bolha gástrica do estômago para perto do esôfago.
Assim, forma-se uma barreira de ar que dificulta o refluxo.
São medidas simples que podem garantir um sono tranquilo.
Durante a digestão, os alimentos seguem uma direção única.
Há casos, no entanto, em que ocorre um desvio de rota, o que provoca o desconforto conhecido como refluxo.
Os bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, costumam ser as principais vítimas.
O leite embarca numa viagem maluca, de lá pra cá, de cá pra lá - mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago.
Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade.
O resultado dessa contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e também do esôfago.
Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica.
A principal causa de todo esse transtorno é a pouca idade.
Como um profissional ainda sem experiência e habilidade para desenvolver suas tarefas, o ainda imaturo esfíncter inferior do esôfago - uma espécie de válvula entre esse órgão e o estômago - não consegue impedir com tanta eficiência que o alimento faça o percurso inverso. Os movimentos de contração que empurram a comida - no caso, o leite - para o caminho certo também não são lá tão eficazes.
Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo.
A solução vem mesmo com o tempo.
Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano
Isso porque o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.
Para diagnosticar o refluxo, nada melhor que o próprio relato da mãe.
Mas também existem exames, como a radiografia contrastada, que verificam se o distúrbio tem origem em algum problema anatômico.
Um outro, chamado PHmetria, detecta a acidez do esôfago com uma espécie de sonda introduzida pelo nariz.
Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis.
Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos.
Os procinéticos, por exemplo, aceleram o peristaltismo (movimento de expansão e contração do esfíncter inferior), enquanto os antiácidos neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago.
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Coloque-o sobre seu peito de bruços com o corpo inclinado cerca de 30 graus.
Dê tapinhas suaves nas costas dele e espere a bofada por até 15 minutos.
Se a criança vomita muito, vale a pena inclinar a base do berço e trocar as fraldas em áreas com a cabeceira mais elevada.
Agora, em casos mais graves, caracterizados por vômitos frequentes e fortes, perda de peso, irritabilidade, choro constante e tosse exagerada, procure um pediatra.
Ele pode ter a chamada doença do refluxo gastroesofágico.
Troque a fralda antes da mamada.
Ou espere que a digestão se complete para fazê-lo.
Agitar o bebê, seja trocando-o, brincando ou passeando com ele após a refeição, aumenta o risco de o leite voltar do estômago para o esôfago - e aí é incômodo e choro na certa.
- Estômago muito cheio é sinônimo de refluxo, já que o esfíncter ainda não funciona tão bem.
O jeito, então, é fracionar a dieta, ou seja, oferecer menor quantidade de leite e distribuir a cota diária ao longo do dia, em várias pequenas refeições.
- Na hora da mamada, coloque o bebê em posição mais vertical.
Assim a possibilidade de o alimento voltar é bem menor do que seria se você o mantivesse deitado.
- Experimente deixar o berço inclinado num ângulo de 30 graus, com o bebê deitado do lado esquerdo.
A mudança favorece o deslocamento da bolha gástrica do estômago para perto do esôfago.
Assim, forma-se uma barreira de ar que dificulta o refluxo.
São medidas simples que podem garantir um sono tranquilo.
Durante a digestão, os alimentos seguem uma direção única.
Há casos, no entanto, em que ocorre um desvio de rota, o que provoca o desconforto conhecido como refluxo.
Os bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, costumam ser as principais vítimas.
O leite embarca numa viagem maluca, de lá pra cá, de cá pra lá - mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago.
Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade.
O resultado dessa contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e também do esôfago.
Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica.
A principal causa de todo esse transtorno é a pouca idade.
Como um profissional ainda sem experiência e habilidade para desenvolver suas tarefas, o ainda imaturo esfíncter inferior do esôfago - uma espécie de válvula entre esse órgão e o estômago - não consegue impedir com tanta eficiência que o alimento faça o percurso inverso. Os movimentos de contração que empurram a comida - no caso, o leite - para o caminho certo também não são lá tão eficazes.
Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo.
A solução vem mesmo com o tempo.
Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano
Isso porque o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.
Para diagnosticar o refluxo, nada melhor que o próprio relato da mãe.
Mas também existem exames, como a radiografia contrastada, que verificam se o distúrbio tem origem em algum problema anatômico.
Um outro, chamado PHmetria, detecta a acidez do esôfago com uma espécie de sonda introduzida pelo nariz.
Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis.
Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos.
Os procinéticos, por exemplo, aceleram o peristaltismo (movimento de expansão e contração do esfíncter inferior), enquanto os antiácidos neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago.
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As narinas estreitas de um recém-nascido favorecem o congestionamento
nasal.
Por isso, qualquer secreção extra é capaz de obstruir o fluxo do ar nessa região e o bebê passa a respirar com dificuldade.
Além do barulho característico, o nariz entupido faz com que a criança acorde com mais facilidade e se torne irritadiça.
O ar seco, o excesso de muco e mesmo um princípio de resfriado podem causar o problema.
Por isso, qualquer secreção extra é capaz de obstruir o fluxo do ar nessa região e o bebê passa a respirar com dificuldade.
Além do barulho característico, o nariz entupido faz com que a criança acorde com mais facilidade e se torne irritadiça.
O ar seco, o excesso de muco e mesmo um princípio de resfriado podem causar o problema.
O que fazer?
Lave as narinas do bebê com solução fisiológica.
Usar inaladores também é recomendável.
Se o ar estiver seco, vale a pena ter um umidificador de ambiente.
Procure manter a criança inclinada, quase sentada, o máximo que puder.
Essa posição ajuda a descongestionar o nariz.
Importante: nunca use cotonetes, pois são muito grandes.
Prefira bombas manuais de sucção, que parecem uma pera.
Sites pesquisados:
http://bebe.abril.com.br/materia/problemas-de-saude-mais-comuns-em-bebes
http://otorrinobrasilia.com/crianca/otites/index.html
https://www.utilidadepublica.inf.br/2012/03/27/colica-em-bebe-o-que-e-como-identificar-e-combater/
http://bebe.abril.com.br/materia/refluxo-nos-bebes-o-que-fazer-para-amenizar-o-problema
http://bebe.abril.com.br/materia/refluxo-em-bebes
Usar inaladores também é recomendável.
Se o ar estiver seco, vale a pena ter um umidificador de ambiente.
Procure manter a criança inclinada, quase sentada, o máximo que puder.
Essa posição ajuda a descongestionar o nariz.
Importante: nunca use cotonetes, pois são muito grandes.
Prefira bombas manuais de sucção, que parecem uma pera.
Sites pesquisados:
http://bebe.abril.com.br/materia/problemas-de-saude-mais-comuns-em-bebes
http://otorrinobrasilia.com/crianca/otites/index.html
https://www.utilidadepublica.inf.br/2012/03/27/colica-em-bebe-o-que-e-como-identificar-e-combater/
http://bebe.abril.com.br/materia/refluxo-nos-bebes-o-que-fazer-para-amenizar-o-problema
http://bebe.abril.com.br/materia/refluxo-em-bebes












Tadinhos, né!!! ooooo... dó!!!
ResponderExcluirMeu priminho, aquele do video que eu queria que vissem, ficou internado 1 semana com pneumonia, que dó, tadinho!!!
Nem em fale que só de ler tenho arrepios!!! rsrsr
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