sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

As lembrancinhas e outra coisinhas!!

Comecei o ano aqui no blog fazendo uma postagem sobre o aniversário da Mariana, rascunhava outras e aí ela ficou doente, pronto, virou assunto do momento!!
Mas Graças a Deus agora ela está bem e posso voltar lá no ano passado pra contar coisas boas, como por exemplo algumas coisas que inventei pro aniversário dela!!!
Os que me conhecem sabem que gosto de trabalhos manuais, e por isso minha vontade era de fazer e inventar mil e uma coisinhas pra festa da Mariana, maaas, justo a Mariana não permite que a mamãe faça muita coisa não!
Decidi então que faria as lembrancinhas, era quase uma questão de honra ter na festa da Mariana algo feito pela mamãe!!
Em mente me veio uma caixinha pintada e forrada com tecido e recheada com docinhos!!
OK, ficaria lindo ... e nada de eu conseguir começar, e o tempo foi passando, e nada de eu conseguir começar ... e vi que não iria conseguir fazer por falta de tempo, seria muito trabalhoso e ainda teria que deixar pra colocar os doces lá em Erechim, ou seja, trabalho pendente pra última semana ... comecei a pensar em novas alternativas!!
Foi aí que surgiu a ideia de uma "2ª linha" de caixas!
(Imaginem se um dia a Mariana ler isso e descobrir que as lembrancinhas do 1º aniversário dela foram de 2ª linha!!! óh céus!!! rssr)
Bom, essa 2ª linha consistiu em caixas de papel, e que também acabaram me dando trabalho pois precisei montar as 70 caixas!!
Nesse processo recebi uma ajudinha do papai da aniversariante, e se soubesse que ele se dava tão bem com a coisa tinha pedido desde o início!!


Como escrevi há pouco queria colocar doces, mas não queria deixar pra montá-las em Erechim, então usei bombons, e embrulhei os 280 em papel filme pra que não amolecessem!!
O problema dessa parte do processo é que devo ter comido um meio pacote deles!!

Queria usar uma fita, pra dar acabamento e fechar, inventei esse processo, só não sei se todos entenderam como abrir a tal caixa, pois uns me pediram, outros vi que rasgaram a figura!!
Também né, falha na produção, esqueci de colocar uma etiqueta com "puxe a fita e a descole"!!

Etiqueta personalizada, impressa, recortada e colada!!

Enfim as 70 caixas prontas!!

Mas aí fiquei pensando que as crianças não dariam muita bola pra tais caixas e tive a ideia de dar a elas livrinhos!!
Pra ficar no mesmo "estilo" das caixas coloquei eles em sacolas de papel escuro!!

E aqui o resultado final, as lembrancinhas na festa, num cantinho preparado pra elas!!



Aqui foi invenção minha também, pena que esqueci de fotografar o resultado final!!
Fiz esses toppers para colocar nos cupcakes!!
Ah sim, também colei esses ursinhos nos copinhos de brigadeiro!!
Mas também esqueci de fotografar!!

E o convite, que foi a parte mais fácil!!!



Aprendizados!!



Bem nos dias em que a Mariana ficou doente essa frase caiu no meu colo:

"Na vida, temos que aceitar os dias bons junto com os maus.
Dias bons nos dão alegria.
Dias maus nos dão experiência.
Ambos são essenciais para nossa máxima plenitude."

(Yehuda Berg)

Achei interessante mas logo pensei que esses "dias maus" não precisavam ser com filho doente!!
Mas de fato, como mãe aprendi algumas coisas nesses últimos dias, coisas de todos os tipos, aliás, aprendi, cansei, sofri, me angustiei, me preocupei, chorei, rezei!!

 Aprendi que não se medica febre baixa pois ela é um alerta do corpo, é preciso deixar pra ver aonde isso vai dar, se vai passar ou aumentar!!

Aprendi que essa febre baixa, que é a entre  37,1° e 38,4°, também é chamada de "febrícula"!!


Aprendi que em um quadro febril vale muito cuidar as reações, a disposição da criança, pode ser mais preocupante uma febrícula em bebê que está murchinho do que febre alta em bebê ativo!!

Aprendi a verificar se bolinhas que saem no corpo são perigosas ou inofensivas!!

Aprendi que temperatura muito baixa pode ser tão perigosa quanto a muito alta!!

Aprendi que uma criança não pode ficar mais do que 3 dias com febre, nesse caso é hora de procurar socorro médico!!

Aprendi, ao menos um pouquinho, como agir em caso de hipotermia!!

Aprendi quais são e os endereços dos principais "socorros" para urgência e emergência aqui de Floripa (Arco-Iris, Unimed, Sta Luzia, Hospital Infantil)

Aprendi que no desespero a gente liga sim pra pediatra a meia noite, esquecendo que poderá acordá-la, incomodá-la...

Aprendi que apesar do exame de urina feito por sonda ser mais invasivo possui resultados mais seguros!!

Aprendi que as vezes os termômetros nos enlouquecem, que resultados diferentes são dados dependendo da parte do corpo em que o aparelho é colocado, e que qualquer número depois do ponto pode fazer muita diferença!!

Aprendi a importância de dar antibióticos na hora certa, um atraso diminui sua concentração no sangue dando a oportunidade das bactérias se multiplicarem neste tempo.
E também que as bactérias podem tornar-se resistentes à ele caso a dose diária tomada for abaixo daquela prescrita pelo médico. 

Aprendi que as vezes nem os médicos sabem ao certo o que nossos filhos tem, mas que no final das contas só queremos que fiquem bem!!

Aprendi que um filho pode ter infecção urinária apesar de todos os cuidados "possíveis" tomados !!

Aprendi que intuição de mãe existe mesmo!!

E ainda ontem, ao tentar vacinar a Mariana contra a Hepatite A, aprendi que depois de já ter terminado o antibiótico é bom esperar 1 semana pra dar a vacina, pelo fato da imunidade estar mais baixa!!

Aprendi, ou melhor, confirmei o que eu já sabia: 
um filho saudável é algo que não tem preço!!!





Infância não é carreira e filho não é troféu!!



Nesse mundo contemporâneo, ter, ser, saber, parecem fazer parte de uma competição. 
Nesse mundo, alguns pais e algumas mães acabam acreditando que é preciso que seus filhos saibam sempre mais que os filhos de outros. 
E isso sim seria então sinal de adequação e o mais importante: de sucesso. 
O que uma criança deve saber aos 4 anos de idade? 
Essa foi a pergunta feita por uma mãe, em um fórum de discussão sobre educação de filhos, preocupada em saber se seu filho sabia o suficiente para a sua idade.
Segundo Alicia Bayer, no artigo publicado em um conhecido portal de notícias americano – The Huffngton Post -, o que não só a entristeceu mas também a irritou foram as respostas, pois ao invés de ajudarem a diminuir a angústia dessa mãe, outras mães indicavam o que seus filhos faziam, numa clara expressão de competição para ver quem tinha o filho que sabia mais coisas com 4 anos. 
Só algumas poucas indicavam que cada criança possuía um ritmo próprio e que não precisava se preocupar.
Para contrapor às listas indicadas pelas mães, em que constavam itens como: saber o nome dos planetas, escrever o nome e sobrenome, saber contar até 100, Bayer organizou uma lista bem mais interessante para que pais e mães considerem que uma criança deve saber.

Veja alguns exemplos abaixo:
  • Deve saber que a querem por completo, incondicionalmente e em todos os momentos.
  • Deve saber que está segura e deve saber como manter-se a salvo em lugares públicos, com outras pessoas e em distintas situações.
  • Deve saber seus direitos e que sua família sempre a apoiará.
  • Deve saber rir, fazer-se de boba, ser vilão e utilizar sua imaginação.
  • Deve saber que nunca acontecerá nada se pintar o céu de laranja ou desenhar gatos com seis patas.
  • Deve saber que o mundo é mágico e ela também.
  • Deve saber que é fantástica, inteligente, criativa, compassiva e maravilhosa.
  • Deve saber que passar o dia ao ar livre fazendo colares de flores, bolos de barro e casinhas de contos de fadas é tão importante como praticar fonética. Melhor dizendo, muito mais importante.
E ainda acrescenta uma lista que considera mais importante. 
A lista do que os pais devem saber:
  • Que cada criança aprende a andar, falar, ler e fazer cálculos a seu próprio ritmo, e que isso não tem qualquer influência na forma como irá andar, falar, ler ou fazer cálculos posteriormente.
  • Que o fator de maior impacto no bom desempenho escolar e boas notas no futuro é que se leia às crianças desde pequenas. Sem tecnologias modernas, nem creches elegantes, nem jogos e computadores chamativos, se não que a mãe ou o pai dediquem um tempo a cada dia ou a cada noite (ou ambos) para sentar-se e ler com ela bons livros.
  • Que ser a criança mais inteligente ou a mais estudiosa da turma nunca significou ser a mais feliz. Estamos tão obstinados em garantir a nossos filhos todas as “oportunidades” que o que estamos dando são vidas com múltiplas atividades e cheias de tensão como as nossas. Uma das melhores coisas que podemos oferecer a nossos filhos é uma infância simples e despreocupada.
  • Que nossas crianças merecem viver rodeadas de livros, natureza, materiais artísticos e a liberdade para explorá-los. A maioria de nós poderia se desfazer de 90% dos brinquedos de nossos filhos e eles nem sentiriam falta.
  • Que nossos filhos necessitam nos ter mais. Vivemos em uma época em que as revistas para pais recomendam que tratemos de dedicar 10 minutos diários a cada filho e prever um sábado ao mês dedicado à família. Que horror! Nossos filhos necessitam do Nintendo, dos computadores, das atividades extraescolares, das aulas de balé, do grupo para jogar futebol muito menos do que necessitam de nós. Necessitam de pais que se sentem para escutar seus relatos do que fizeram durante o dia, de mães que se sentem e façam trabalhos manuais com eles. Necessitam que passeiem com eles nas noites de primavera sem se importar que se ande a 150 metros por hora. Têm direito a ajudar-nos a fazer o jantar mesmo que tardemos o dobro de tempo e tenhamos o dobro de trabalho. Têm o direito de saber que para nós são uma prioridade e que nos encanta verdadeiramente estar com eles.
Então, o que precisa mesmo – de verdade – uma criança de 4 anos?
Muito menos do que pensamos e muito mais!

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Hipotermia!


Vou copiar uma parte do que escrevi recentemente na postagem "Doente pela 1ª vez":

"As 11h estávamos nos arrumando pra cair na cama e a Mariana acordou, ao pegar nela me assustei um pouco, estava gelada demais pra quem estava com febre até poucas horas!! Medimos a temperatura e estava em 34°!! Pedi pro Dani ligar o computador e dar uma pesquisada sobre o assunto pra termos uma ideia do que poderia estar acontecendo!! Ela estava com hipotermia, deveríamos aquecer ela, com cobertas ou bebidas quentes, tínhamos que fazer subir pros 35°!! A suspeita de ter ocasionado tal queda de temperatura foi a dipirona que ela tomou no plantão!! Pedi pro Dani ligar pra pediatra e apesar de ser meia noite ela atendeu, a orientação principal era essa, de aquecer ela!! Ficamos até as 3h ao redor dela, hora em que a temperatura subiu pros 35 e pouco, então o Daniel foi pra outra cama e ela ficou comigo, rolou a noite toda, agitada, suada e friazinha ao mesmo tempo!!"

Primeiramente quero comentar que a temperatura da Mariana começou a cair após ela ter tomado Dipirona pela 1ª vez, e esse pode ser um efeito colateral desse remédio, conforme sua própria bula descreve!!
Mas embora naquele momento tenhamos culpado a Dipirona já não sabemos mais se de fato foi ela a causadora da hipotermia dela, já que em outros dias o mesmo continuou acontecendo sem que ela tomasse o medicamento.
Mas eu é que não vou pagar pra ver, enquanto eu tiver opções de medicamentos, Dipirona nunca mais!!
Escrevo essa postagem pensando nas mamães que talvez como eu sempre se preocupavam com a febre de seus bebês mas jamais com uma hipotermia!!
Pois é, depois da Mariana passar 3 dias com febre foram então 5 noites com hipotermia!!


Confesso ainda, eu nunca havia lido sobre hipotermia em bebês e nem ouvido alguma história sobre isso, sim, pois nesse mundo mãe a gente ouve de tudo um pouco, mas sobre hipotermia eu ainda não!!
A gente cresce ouvindo falar sobre febre, mas não sobre hipotermia!!
Sabia sim o que era mas é aquele assunto que passa batido, você acha que só as vítimas do Titanic morreram de hipotermia!!
Gente, tenho até hoje no mural da Mariana, que fica no quarto dela, fixado um rascunho feito pela pediatra na consulta que fiz antes dela nascer, 10 dias antes, e lá está anotado, é lembrete:
"36° a 37° -  normal
37,1º a 38,4° - febre baixa
acima de 38,5° - febre alta"
Ou seja, e abaixo de 36°??
Pode acontecer?
O que faço se acontecer?
Ela não me falou, eu nunca perguntei, eu nunca me dei conta, sei lá, é coisa de mãe de primeira viagem, é coisa que a gente passa mesmo sem saber até acontecer!!
Era ausência completa de informação na minha cabeça!
Graças a Deus antes da ignorância existe um tal de "instinto maternal" que diz "algo não está bem, tem alguma coisa errada"
O que me angustiou diante desse quadro é não ter um remédio que fizesse a temperatura subir, e talvez até tenha, mas o que me refiro é que não é como febre que você da um Tylenol (de preferência) e a febre baixa, ou deve baixar, em algum tempo!!
Na 1ª noite fiquei com a Mariana no meu colo por umas 2h, não sei bem, ela enrolada num edredom e nada de esquentar, enquanto eu suava em virtude dos mais de 30° da temperatura ambiente, aí ela esquentava um pouquinho, ganhava temperatura, mas transpirava muito, a cabeça escorria, encharcava o body, voltava para os 34° e pouco
As 4 noites seguintes foram parecidas, uma delas no pronto socorro da Unimed!!
Que sufôco!!

Bom, depois do ocorrido fui pesquisar sobre o tema, e dai que não achei as explicações que eu esperava, de modo geral fala-se muito da hipotermia em recém nascido e da principal causa que é a exposição ao frio.
A Mariana até ficou exposta ao frio do gelado ar condicionado do Laboratório Santa Luzia, e foi quando a temperatura começou a cair, então penso que isso até pode ter colaborado com o primeiro dia do quadro, mas não justifica as baixas temperaturas dos outros dias!!
Enfim, aí vai alguma coisa sobre o assunto:




Sinais de risco

Identificar os sinais da hipotermia às vezes é uma tarefa difícil, pois os seus sintomas nem sempre são encarados como um real problema. 
Os sinais são os seguintes:
  • Extremidades frias
  • Brilho vermelho no rosto do bebê, que geralmente é confundido com sinal de boa saúde
  • Apatia
  • Recusar comida
  • Calafrios
  • Crianças alérgicas são sujeitas à hipotermia, sobretudo na primeira hora de sono
O que provoca a hipotermia
A hipotermia começa quando a temperatura do corpo cai do nível normal, que são 37°C, para abaixo de 35°C. 
Geralmente, a causa de hipotermia entre os bebês é a baixa temperatura do quarto durante a noite. 
Os bebês prematuros e os que estão com alguma doença são mais suscetíveis a sofrerem com este "mal do frio". 

O que fazer
Caso seu filho apresente esses sinais, procure sentir a temperatura de sua pele. 
Se realmente ele estiver com hipotermia, a pele estará mais fria do que o normal. 
É necessário agir imediatamente para que o estado da criança não piore.
  • Envolva o bebê num cobertor ou manta, de modo que sua cabeça permaneça descoberta.
  • Banho quente.
  • Aqueça o quarto, fechando portas e janelas. Caso não seja possível, leve-o para um cômodo mais quente.
  • Uma ou mais colheres de chá, com bebidas quentes e doces.
  • Não massageie os membros da criança, pois servirá para deslocar sangue dos órgãos vitais.
  • Fricções com álcool canforado


A hipotermia é a descida da temperatura corporal abaixo dos limites normais, ou seja, abaixo dos 35 graus. 
Pode ser consequência da exposição a temperaturas frias durante um tempo prolongado, quer seja na água, num ambiente frio, etc.

Os mais propensos a padecer deste problema são os bebês, pois a capacidade do seu organismo para regular a temperatura ainda não está totalmente desenvolvida.
No caso das crianças, em algumas ocasiões, são os próprios pais ou mães que lhes provocam a hipotermia. 
 Muitos são os que, de forma errônea, quando o pequeno tem febre tratam de baixar-lhes a temperatura expondo as crianças a focos de ar intensos ou dando-lhes um banho de água fria. 
Nestes casos, a criança pode chegar a sofrer um choque por termo regulação – alteração brusca de temperatura.

Como detectá-la?
Os sintomas da hipotermia podem ser muito variados segundo a gravidade: Tremores, extremidades frias, respiração e pulso lentos, dificuldade de atenção, rigidez muscular, confusão, sonolência … podem ser os mais habituais.
Nos bebês temos que centrar a nossa atenção na pele para ver se esta está fria, se estão mais calados ou menos atentos ou se lhes falta o apetite.

Como preveni-la?
Temos de evitar ambientes frios. 
Se isto não é possível, devemos abrigar bem a criança, com várias capas finas de roupa não demasiado justa, já que pode impedir a circulação.
 É muito importante cobrir a cabeça do bebê – cerca de 20% da temperatura corporal pode perder-se por esta parte do corpo.
Também devemos lembrar-nos de que as crianças comem e bebem regularmente, já que a ingestão de alimentos e líquidos lhes proporcionará energia mantendo-os quentes.
O que devemos fazer se isto acontecer?
Se suspeitar de hipotermia no seu filho, deve tirar-lhe a temperatura com precisão em intervalos frequentes.
Esta medição deve ser realizada no reto ou na axila.
 A temperatura axilar é pouco confiável, já que o valor registrado dependerá da umidade da pele, do tempo da tomada da temperatura, etc. Além disso, temos de ter em conta que existem crianças com temperaturas axilares abaixo dos 36 graus, consideradas hipotermias fisiológicas.
Outra nota importante a ter em conta é que as crianças não têm a mesma temperatura nas 24 horas do dia, sendo que devem registrar as temperaturas máximas durante o dia e as mínimas durante a noite.
Não obstante, toda a temperatura registrada abaixo dos 35 graus deve ser avaliada por um médico. 

Até que isso aconteça devemos:
  • Aumentar a temperatura corporal da criança começando pela parte central do corpo (peito, face, pescoço, etc.). Para isso utilize mantas ou roupas quentes. Em último caso utilize o seu próprio corpo para aquecer a criança.
  • Se a hipotermia é devido à imersão em água fria, retire imediatamente a criança da água e envolva-a em toalhas ou roupas quentes.
  • Mantenha quente a temperatura da habitação onde a criança está.
  • Se está consciente, dê-lhe doces e bebidas quentes, evitando a cafeína, já que o seu poder diurético contribuirá para a perda de líquidos.
Pediatra: Dr. Alexandre Dias


 https://www.minhasaudeonline.com.br/br/artigo/58/100261/entendendo-a-hipotermia 

Graduação da hipotermia

Leve: Temperatura entre 32,2 e 35º C. 

Caracterizada por calafrios, diminuição do calibre dos vasos sanguíneos na pele e nas extremidades, aumento da pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória. 
Se não tratada, pode gerar apatia, desorientação, irritabilidade, diurese (micção) e desidratação.

Moderado: A temperatura interna entre 28 e 32,2º C.

 Diminuição da frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial,  diminuição dos reflexos e nível de consciência, alucinações, pupilas dilatadas, tremores e no coração podem causar arritmias atriais.

Severo: Temperatura abaixo de 28º C. 

Respiração deprimida e atleta não reativo à estímulos externos e no coração assistolia ou arritmias ventriculares complexas.

 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Infecção urinária!!

Recentemente fiz uma postagem contando dos dias em que a Mariana ficou doentinha, pois é, infecção urinária!!
A princípio foi só isso mas não está descartada a possibilidade de uma virose "aproveitadora"!!
Hoje é o último dia do antibiótico dela e felizmente há 4 noite que dorme sem que a temperatura caia muito!
Eu continuo monitorando, medindo 2 ou 3 vezes por noite, depois que ela dorme, até porque quero entender como é a temperatura do corpo dela, já que uma coisa que sempre me chamou a atenção foi que mesmo em dias quentes ela tem os braços frescos, seguido fico em dúvida se visto manga ou não pra ela dormir, já que enquanto isso a cabeça está suando!!
Nessas últimas noites até chegou a acontecer picos um pouco mais baixos, de 35,5 e 35,6 mas em geral tudo bem!!
Bom, mas diante desse quadro lembrei de uma postagem que eu havia feito há 1 ano e meio mais ou menos, quando estava grávida dela, sobre infecção urinária!!

 
 
Segue o link abaixo caso mamães queiram espiar: