segunda-feira, 29 de abril de 2013

O choro dos bebês!!

Felizmente a Mariana nunca foi um bebê chorão, pois está aí uma coisa que angustia e quase enlouquece os pais, e digo isso só pelas poucas vezes em que ela chorou forte, apesar das tais choradas não terem durado mais do que 10 minutos!
E até hoje, se ela fizer um chorinho pode contar que é sono!!
Ela não chora por fome como chora por sono!!
Agora ela está na fase de reclamar muito mesmo, com gritos de doer o ouvido de quem está por perto ela mistura a eles os sons de "da da da" e "ne ne ne" e por aí vai!!!
Mas aqui está um texto que selecionei há algum tempo e que pode ser útil aos papais que enfrentam ou que virão a enfrentar o chorinho, ou chorão, dos filhotes!!


1. Por que os bebês choram?
 
O choro é a única forma de o pequeno comunicar o que deseja, especialmente nos primeiros meses de vida. 
É a forma de ele se expressar antes que seja capaz de dizer as primeiras palavras. 
No recém-nascido, é considerado um ato reflexo. 
Com o tempo, ele se modifica. 
O bebê começa a reconhecer o ambiente em que vive e isso vai alterando seu comportamento.
  A partir do 3º mês, a criança passa a entender que, ao precisar de algo, basta abrir o berreiro. 
Aí, nessa fase, o choro passa a ser voluntário.
 
2. Existe uma faixa etária em que o choro é mais frequente e intenso?
 
Nos primeiros 2 meses. 
Nesse período, pesquisas apontam que os recém-nascidos choram em média 3 horas ao longo do dia, em momentos variados. 
No entanto, é importante lembrar que isso também está relacionado a uma questão individual e de temperamento. 
Existem bebês que choram mais e outros menos.
 
 3. Em que situações eles choram?
 
Geralmente quando têm fome, sono, frio ou calor. 
Eles também põem a boca no mundo se sentem algum tipo de dor, sujam a fralda, estão com uma roupa desconfortável ou numa posição incômoda.
 
4. É possível identificar se o bebê está doente por meio do choro?
 
Sim. 
Toda mãe conhece o choro do filho, entende suas necessidades e sabe quando o bebê se manifesta de uma maneira diferente.
É exatamente o choro não identificado que leva a mãe a procurar o pediatra.
 
 5. O choro é sempre sinônimo de incômodo?
 
Sim, muitas vezes ele sinaliza algum incômodo. 
Mas também pode ser manha. 
Na dúvida, não custa dar um pulo no quarto para verificar se algo está acontecendo.
 
 6. O que devo fazer para acalmar o bebê?
 
Em primeiro lugar, certifique-se de que ele não está com fome, sono ou com a fralda suja. 
Cheque também se o motivo da bronca não é calor ou frio. 
Quando o pequeno tem a reclamação atendida, costuma parar com o chororô. 
Mas, às vezes, o bebê está apenas pedindo um pouco de afago da mãe. Tente se aproximar do pequeno e falar em tom afetuoso frases como “Calma, filho, a mamãe está aqui”.
 
Outra saída é o uso do método “mamãe canguru”.
 Essa técnica é considerada por médicos e enfermeiros a melhor maneira de estreitar o contato entre mãe e filho. 
Isso porque o pequeno é colocado próximo ao corpo materno, com a ajuda de uma faixa de tecido – daí o nome.
 
7. É correto levar o bebê para passear de carro ou pegá-lo no colo sempre que chora?
 
O ideal é que a criança seja acalmada com métodos diferentes. 
Se os pais acostumam o pequeno com alguns hábitos, como passear de carro ou no elevador, pegá-lo no colo sempre que chora, com o tempo pode ser difícil contornar situações em que não seja possível se valer desses recursos.
 
8. Tudo bem deixar a criança chorar no berço durante um período sem atendê-la?
 
É fundamental conferir se está tudo bem com o bebê quando ele chora. Feito isso, os pais podem deixá-lo choramingando desde que se mantenham por perto. 
Uma dica é conversar com ele, contar histórias, cantar canções de ninar e passar a mão pela sua barriga. 
Não é necessário dar colo sempre que a criança chora. 
Muitas vezes, é aí que começa o mimo em excesso.
 
9. O que fazer se o bebê não para de chorar mesmo com as várias tentativas dos pais de acalmá-lo?
 
Converse sempre com o pediatra para obter orientações de como proceder nesses casos e procure a ajuda de especialistas se o seu filho apresentar um choro diferente ou algum sintoma como febre, tosse, erupções na pele, diarreia, vômito, abdômen inchado, falta de contato visual e estado de quietude anormal.
 

domingo, 28 de abril de 2013

A 1ª semana após o parto!!


Encontrei essa matéria na internet e resolvi trazer para o blog, com um pouquinho da minha experiência, embora a 1ª semana após o meu parto já tenha passado há quase 6 meses!!

***
  

Os pés incham, as mamas esquentam, a barriga fica flácida e a tristeza aperta o coração. 
É a transição da gestação para a maternidade. 
Aprenda a lidar essas reações


Coceira e dor

 A mulher costuma passar 2 ou 3 dias no hospital após o parto. 
É um período de recuperação supervisionada, principalmente para as que fizeram uma cesárea. 
Mulheres submetidas à cirurgia começam a sentir os efeitos da operação já na sala de parto. 
A anestesia aplaca a dor, mas também pode causar coceira. 
Passado o efeito anestésico, de 12 a 24 horas após o parto, a mamãe sente dores na região da cicatriz e tem dificuldade para se movimentar. 
As que realizaram o parto normal têm uma recuperação mais rápida, muitas nem parecem que tiveram filho, a não ser pela exaustão, já que o procedimento consome muita energia. 
Ainda na maternidade, a mulher tem que iniciar a amamentação e, nessa hora, precisa de orientação, paciência e persistência até ajustar a pegada da boca do nenê na auréola do peito, e não só no bico. 
E ninguém nasce sabendo. 
Nem o bebê nem a mãe. 
Nos primeiros dias, a mãe produz pouco leite, o chamado colostro, vital para a saúde da criança.

(Meu tempo de maternidade deu 2 dias!
A anestesia provocou coceiras sim, sobretudo no nariz, tanto que eu, naquele momento, precisava das duas mãos pra segurar a Mariana mas precisa muito de uma delas pra me coçar!!
As dores na região do corte são enormes e de fato aumentam depois de algumas horas, o que me causou estranheza pois esqueci que nas primeiras horas ainda estava sob o efeito da anestesia, eu esperava que com o passar das horas a dor diminuiria mas no dia seguinte da cesária ela aumentou, foi só depois de questionar a minha médica que me dei conta do detalhe da anestesia!
A dificuldade pra se movimentar de fato é enorme e o que complica tudo!! 
As duas noite que passei no hospital foram muito muito difícies!! 
Na primeira não dormi nada e na 2ª algo em torno de 1 ou 2 horas! 
A Mariana chorava e eu não sabia mais o que fazer, sentia muito sono e muita dor, não conseguia me acomodar em lugar algum do quarto e cada passo era dado com muita dificuldade, imaginem então levantar e deitar daquela cama alta!! 
E na maioria das vezes com a Mariana no colo!!
Lembro quando as enfermeiras foram me ajudar com o primeiro banho pós parto, eu não dava passos mas me arrastava com as duas me segurando, no banho não conseguia pegar o sabonete, o shampoo, a toalha, mal conseguia me lavar...inacreditável tamanha dificuldade, dor, angustia ...
Acho que pela primeira vez na minha vida senti dor ao dar risadas!!
Sim, doía e muito!
Foram dois os momentos engraçados proporcionados por histórias contadas pela minha mãe e meu irmão Felipe, e o pior que eu sentia vontade de rir, dai sentia dor e a cena gerava mais graça, aff, situação!!
A Mariana pegou o peito muito rápido, ainda na sala de observação!! 
Mas confesso que eu estava tão atordoada que não sei dizer se ela estava mamando bem, se estava com uma boa pega ou não, o que lembro foi que de cara comentei que parecia que ela tinha nascido com dentes!!
Lembro das enfermeiras darem dicas, e cada uma dava as suas, e lembro de quase dormir sobre a Mariana!!
Outra coisa que lembro ter sentido na maternidade foi calor, muuuito calor, eu suava a ponto do meu cabelo ficar molhado, só que eu percebia que quem estava comigo no quarto não sentia esse mesmo calor e por isso penso hoje que eu devia estar com febre!! 
Foi horrível e eu não queria o ar ligado muito forte por causa da Mariana )

Pós-operatório


Como qualquer cirurgia, a operação cesariana gera trauma e deixa vulnerável a região abdominal da mulher. 
Além da cicatriz e do curativo, a incisão dificulta os movimentos e provoca dor. 
A perda de sangue também pode favorecer anemia, tontura e mesmo dor de cabeça. 
Por isso, a mãe precisa tomar alguns cuidados, principalmente até tirar os pontos, o que acontece de 1 semana a 10 dias depois do parto. 
Ela não pode ficar parada, mas também não deve fazer muito esforço. 
É um período de resguardo. 
Dirigir, ter relação sexual, subir escadas, fazer trabalhos domésticos, levantar peso... Tudo isso está terminantemente proibido. 
Dependendo do material, o curativo da cesárea deve ser trocado de 12 em 12 horas, e é preciso ficar atento a qualquer sinal de infecção. 
Por isso, o parto normal é sempre preferível. 
Nesse caso, os dias seguintes são menos traumáticos, sem cicatrizes ou dores mais agudas.

(Da dor imensa já falei há pouco!! 
Em casa a maior dificuldade era deitar e levantar da cama, o que precisava fazer várias vezes e algumas com rapidez pra socorrer a Mariana, porém rapidez era o que não dava pra ter nos primeiros dias!!
Não tive muita perda de sangue mas um pouco de dor de cabeça, e quedas de pressão, duas foram muito fortes, nunca havia passado por isso e nem sabia que tinha a ver com a pressão pois tremi descontroladamente de frio!!
Tirei os pontos 15 dias após a cirurgia e a opção por esses pontos foi por que segundo minha obstetra a cicatrização é melhor do que a feita com fios que não precisam ser retirados e que são absorvidos pelo organismo.
Ficar parada era uma enorme dificuldade pra mim pois não sei fazer isso, rsrs!! 
Depender das pessoas pra tudo me incomodava um pouco e as vezes levava uns puxões de orelha!! 
Bom, depois desses meus 2 comentários talvez há quem conclua que eu teria preferido um parto normal, mas a resposta é não!!
Primeiro que eu não tinha opção pois a Mariana estava sentadinha, e segundo que apesar de tudo isso ainda prefiro cesária e se um dia tiver um segundo filho será por cesária que ele vai nascer!!)

Pés inchados


Durante a gestação, o útero comprime a veia que recebe o sangue dos membros inferiores – a chamada veia cava, a que tem o maior calibre do corpo humano. 
Isso gera um congestionamento sanguíneo e o sistema vascular de pernas e pés extravasa líquido para a camada subcutânea, provocando edemas. 
Além disso, a mulher tende a reter líquido durante a gestação e, para o procedimento de parto, recebe muito soro fisiológico. 
O resultado é o inchaço do corpo, em geral e dos pés, em particular. 
Quando a criança nasce, a tendência é que o organismo volte ao normal, mas isso pode demorar, pelo menos, uma semana. 
Por isso, os pés ficam tão inchados após o parto. 
Nesse período, é importante andar para ativar a panturrilha e bombear o sangue dos pés para a circulação geral. 
Fazer atividade física, controlar o ganho de peso e usar meias elásticas durante a gravidez também garante pés menos inchados.

(durante a gestação meus pés incharam mas pouco, lembro mesmo foi de um dia em que ficaram bem inchados, mas ainda assim nem se compara com o que foi após o parto.
 O inchaço começou ainda no hospital e lembro da médica brincando comigo quando falou que eu ainda tinha canela, pois é, em breve eu deixaria de ter pois em casa eles foram inchando cada vez mais, a maioria dos calçados não entravam no pé e isso durou de fato cerca de 1 semana!!)


Mamas quentes


O bebê nasce bem nutrido. 
No útero, ele recebeu tudo o que precisava para suportar bem os primeiros dias de vida. 
Nesse período, o leite da mãe ainda é escasso, mas fundamental para a criança, principalmente porque ativa seu sistema imune, ainda imaturo.
 Porém, por volta do 3º dia após o parto, há o que os médicos chamam de apojadura, que é a descida do leite. 
Ele vem mais grosso e mais branco. 
O peito incha e esquenta. 
Às vezes, a mãe tem até um pouco de febre. 
Tudo isso é normal e, para aliviar a situação, basta dar o peito ao filho.
 Com o tempo, a fome do bebê e a descida do leite entram em sincronia.
 Mas atenção: a pegada da criança precisa ser correta, caso contrário, pode provocar fissuras e inflamações nos mamilos, que causam dor e febre.

(não cheguei a ter febre por causa do peito, mas por outro lado DOR...ah muita dor!!! 
Sim ele inchou, ele esquentou, ele fissurou, ele sangrou...apesar de tudo isso sempre achei que a Mariana tinha a pegada correta e inclusive li em muitos lugares que se a pegada for mesmo correta amamentar não dói, olha, não sou expert nos assunto, mas acho que, por experiência própria e por relatos de outras mães, no começo sempre dói, e chamo de começo 1 mês e meio mais ou menos!)

Tristeza inexplicável


Ter um filho gera insegurança em qualquer mulher. 
Em maior ou menor grau, a mãe se defronta com uma sensação de incapacidade e fica mais fragilizada, desde a gestação. 
Quando a criança nasce, as emoções se exacerbam e, muitas vezes, a mulher é tomada por uma angústia inexplicável. 
A falta de suporte afetivo tende a agravar o quadro. 
Problemas com o marido, filho não planejado e ambiente familiar conflituoso podem precipitar esse tipo de tristeza. 
Em casos mais agudos, é preciso investigar uma eventual depressão pós-parto, que tem como principais sintomas choro fácil, alterações de humor, cansaço excessivo, insônia, irritabilidade e desconcentração. 
Claro que o diagnóstico só quem faz é o médico, mas é importante a mulher estar atenta e conversar sobre o assunto. 
Pedir ajuda faz toda a diferença nessa hora. 
Até porque muitas mães simplesmente param de cuidar do filho.

(Da tristeza sim e de fato é inexplicável!! 
Desde que engravidei  já passei por inúmeras situações em que me coloquei no lugar do outro, ou da outra melhor dizendo!! 
Felizmente não tive depressão pós parto mas oscilações de humor, de alegria, de ânimo, de coragem, e hoje sou capaz de entender o quanto é fácil entrar de fato numa depressão!!
Simplesmente não tem como explicar, você está vivendo um momento mágico, sublime, com uma criaturinha perfeita nos braços e aí vem um turbilhão de sentimentos malucos, e ainda por cima vem a culpa por sentir-se assim!!)

Barriga flácida


Durante a gestação, tanto o útero quanto a pele que o envolve sofrem profundas transformações. 
Eles precisam se distender para a criança se desenvolver. 
Quando o bebê deixa o ventre da mãe, inevitavelmente aquela estrutura elástica permanece distendida durante algum tempo. 
O prazo depende do metabolismo e do comportamento de cada mulher, mas costuma ser de 3 meses. 
Nessa hora, a principal aliada da mulher é a amamentação, que estimula a produção de um hormônio, a ocitocina, responsável pela contração das fibras musculares do corpo inteiro, incluindo as do abdômen. 
Ou seja, quando a mãe amamenta, a barriga volta ao normal mais rapidamente. 
Na 1ª semana, alguns médicos recomendam que a mamãe use uma cinta abdominal. 
Não para voltar mais rápido, e sim por segurança psicológica e conforto – após o parto, parece que tudo está solto. 
Outra medida importante para evitar problemas com a barriga é o controle do peso.
 A mulher deve ganhar de 9 a 12 quilos, em média, durante a gravidez. 
No máximo, 15 quilos, o que já é muito. 
Mais que isso significa problemas para emagrecer depois, além de estrias e celulites, quase sempre irreversíveis. 
Nesse caso, a melhor dica é engravidar já dentro do peso, fazer atividade física orientada durante a gestação e cumprir sempre uma dieta equilibrada. 
Em casos mais complicados, há a opção de fazer uma cirurgia plástica.

(Engordei 8,5 Kg na gestação e voltei pra casa da maternidade com mais ou menos 3,5 deles.
Em pouco tempo consegui perder mais um pouquinho mas não tudo, hoje ainda estou 1,5 Kg acima do peso de quando engravidei, tenho dito que é 0,5 Kg dos peitos e 1 Kg da barriga, e a culpa é mesmo da boca, gente eu tenho muuita fome!!!
Acordo 2 vezes por noite pra amamentar a Mariana e a fome bate mesmo, tanto é que num cantinho do sofá está o meu "kit amamentação" composto por um paninho de boca pra Mariana, sua vitamina e pra mamãe uma garrafa com água e um potinho com bolachas!! 
De fato a barriguinha me incomoda um pouco mas minha prioridade agora é a amamentação da Mariana, então tenhamos paciência!!
Por outro lado não saiu nenhuma estria, o que é tudo de bom!!
Já nas minhas pernas...as varicoses, que já existiam, se multiplicaram!
Mas num balanço geral me sinto bem, nada desesperador!!)







Últimas notícias!


Os bebês mudam o tempo todo, sim claro, comentário óbvio, mas o que quero dizer é que mudam muito mesmo, mudam fisicamente, mudam os hábitos rapidamente, mudam a rotina, evoluem...e aí quando você acha que vai "entendê-lo" muda novamente!!
Na verdade somos nós pais que precisamos estar prontos e atentos a tudo isso!!!
Nesses últimos dias a Mariana apresentou várias mudanças em vários sentidos, vamos a elas!!
 
1 - Ela sempre teve um sono muito bom, com horários considerados até bem regulares, principalmente a noite, sempre dormiu cedo, entre 19 e 20 horas e acordou cedo também entre 6 e 6:30 da matina, e faz seu tirão de 6 horas! 
Pois bem, aí parece que ela ouviu a pediatra dizer que poderíamos tentar aumentar as horas de sono dela para o efeito surtir ao contrário, de uns dias pra cá está com um sono mais agitado, demora pra pegar no sono, acorda com choros as vezes desesperadores, acorda mais vezes e o tal tirão de 6 horas (que era pra aumentar!!) tem diminuído pra umas 4 horas!!
Na verdade as noites tem sido uma incógnita, essa passada foi das boas, ela fez 6 horas e 45 minutos de sono, amamentei as 4 horas e depois as 6 horas, e não é que depois ela dormiu até as 8 horas?
Então, não estou dizendo que as coisas andam mudando!?

2 - O que andou mudando também desde nossa última semana de férias no RS foi o intestino da Mariana!!
E olha que esse também era um reloginho, funcionava normalmente 2 vezes ao dia, uma vez logo cedo, as vezes até de madrugada e outra no final da manhã!
Pois é, só que nas férias ele passou a funcionar apenas 1 vez por dia e depois a cada 2 dias. 
Na volta pra casa as coisas aparentemente voltaram ao normal, até ela ficar 3 dias sem fazer cocô, depois 2, as vezes 1, mas o fato é que há uns 20 dias que ela não faz mais todos os dias!!!
A pediatra nos disse que como ela só está no peito ainda não é considerado constipação, mas o que me preocupa é logo adiante, quando ela vai começar com as papinhas!!

3 - A outra novidade é que nessa semana o vocabulário da Mariana aumentou, ela largou os "DA DA DA"!!!
Foi engraçado que aconteceu de uma hora pra outra, ela já emitia sons  e "conversava" há um certo tempo, mas num dia desses a coisa evoluiu e não parou mais, é muito gostoso ouvir os DA DA DA, e as vezes parece que ela fala "NENEM", principalmente quando esta bravinha ou reclamando, ahh, aí o vocabulário é enooorme, sai coisas daquela boquinha que prefiro nem entender!! rsrsrs

4 - E por fim o que quero contar é que nessa semana ela evoluiu bastante nas sentadinhas!!


 









quinta-feira, 25 de abril de 2013

Baby Einstein!!

Mamães e papais de plantão, achei no blog "Macetes de Mãe" essa ótima dica!
A Mariana ficou sem piscar nos primeiros minutos e depois alterou entre a euforia e os olhinhos arregalados!
Dentre as coisas que ela mais gostou está o canguru amarelo!!




Vocês já ouviram falar da série Baby Einstein? 
 É uma série de vídeos para bebês que promete ajudar no desenvolvimento cognitivo dos pequenos. 
Se realmente funciona eu não sei, mas eles adoram. 
Os episódios são simplesinhos: imagens e música clássica. 
Quer conhecer? 
Assista ao vídeo abaixo. 
Há outros disponíveis no YouTube.



Novos movimentos!!

Essa matéria reforça o que a pediatra da Mariana vem nos dizendo há uns 2 meses: CHÃO, muito chão pra ela!!
Porém a questão de mudar as maneiras de carregar o bebê é novidade pra mim!
E o cadeirão? Será que vamos comprar um?




Até completar 1 ano, a criança irá adquirir uma enorme variedade de movimentos. 
Os pais podem estimular o filho a descobrir o que ele pode fazer com o próprio corpo, mudando constantemente as maneiras de carregá-lo no colo. 
Isso porque cada postura promove diferentes ações e reações.


Apesar disso, o espaço ideal para esse explorador nato é mesmo o chão. 
Durante as horas em que ele está acordado, tente não abusar de berços, quadrados ou bebês-conforto. 
Em outras palavras: não o deixe por muito tempo na mesma posição. 
Coloque-o de barriga para baixo sobre um colchonete cercado de almofadas para que ele possa rolar, se arrastar, engatinhar e ensaiar os primeiros passos à vontade. 
Aos pouquinhos, a criança aprenderá a segurar o pescoço e a mexer o tronco, os braços e as pernas.

  É com liberdade de movimento que o bebê descobrirá ainda como orientar-se em relação ao espaço e controlar seu equilíbrio sem correr riscos. 
Afinal, quanto maior a altura, maior a queda. 
Até mesmo o cadeirão deve ser usado com extrema cautela, especialmente entre os 6 e os 12 meses, quando o sapeca pode se virar e levantar de supetão, enquanto você se volta para pegar algo. 
"Lugar de criança comer é no colo ou no chão", ensina a neuropediatra Vanda Gimenes Gonçalves, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista.