segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Dia Nacional do Livro!!


Hoje é dia Nacional do Livro! 


É na infância que as crianças adquirem o gosto por palavras e histórias, contadas por elas ou lidas pelos pais. 

Estimulem esse hábito:
 

- Converse com seu bebê:
 narre seu dia, conte histórias sobre ele mesmo;


- Dê nome às coisas: 
chame seu filho pelo nome, explique as partes do corpo, das roupas, da decoração etc;


- Introduza livros com figuras: 
aponte e diga o nome;


- Conte histórias antes de dormir como parte do ritual noturno.


Pré-eclampsia e Eclampsia


É impressionante o número de "coisas" que podem acontecer numa gestação!!
Mudanças físicas, químicas, emocionais, psicológicas, financeiras...0_0
E chegar ao final de uma gestação da forma como eu cheguei é mesmo uma grande benção!!!
Sempre penso nas mães que passam por dificuldades... pois mesmo a minha sendo tranquila já foi com mil e um acontecimentos, então da pra imaginar como é a daquelas que passam 9 meses lutando contra problemas dos mais variados tipos!!
Eu tive embrulhos mas nunca cheguei a vomitar pra valer, não tive diabetes, não engordei muito, tive sangramentos nasais leves, o inchaço nos pés também foram poucos, até minhas dores de cabeça que eram comuns antes de engravidar me deram uma folga, minha pressão nunca foi alta...ao menos em todas as vezes que ela foi medida, em casa ou no consultório, se mantiveram bem, o que exclui também a pré-eclâmpsia!!
Que acredito eu, a essas alturas, amanhã entrando na 38ª semana, não deva mais aparecer!!
Mas o assunto é com certeza muito preocupante!!! 

***

Pré-eclâmpsia é um problema grave, marcado pela elevação da pressão arterial, que pode acontecer a qualquer momento da segunda metade da gravidez, ou seja, a partir de 20 semanas, mas é mais comum a partir de 27 semanas.
Os especialistas acreditam que ele seja causado por deficiências na placenta, o órgão que nutre o bebê dentro do útero. 
A pré-eclâmpsia é bastante comum, e afeta em sua forma leve até 10% das grávidas. 
A pré-eclâmpsia grave é mais rara, atingindo 0,5% das gestantes.
A pre-eclâmpsia é diagnosticada quando a grávida tem:
 
- pressão alta
- presença de proteína na urina

Quais são os sintomas da pré-eclâmpsia?

Mesmo que você normalmente não tenha pressão alta, fique atenta aos seguintes sintomas: 
- inchaço repentino no rosto, nas mãos ou nos pés
- dor de cabeça persistente
- perturbações na visão, como vista embaçada ou luzes piscando
- dor forte na barriga, abaixo das costelas
- mal-estar geral

Caso tenha algum desses sintomas, procure um médico e peça para ter sua pressão medida. 
A pressão pode subir de repente.
Normalmente a pré-eclâmpsia é leve e é detectada durante o pré-natal.

Qual é o tratamento para a pré-eclâmpsia?


Se você tiver pré-eclâmpsia, terá de medir sua pressão com frequência e fazer exames de urina, para verificar a presença de proteína. 
Outros exames podem ser realizados para avaliar outros órgãos, como o funcionamento do fígado.
Se sua pressão subir muito, é possível que você seja internada e receba remédios para controlar a pressão (que não prejudicarão o bebê).

O médico poderá receitar uma alimentação com restrição de sal e açúcar.

O bebê também será monitorado, e a qualquer sinal de que ele não está crescendo como deveria ou que o volume de líquido amniótico esteja diminuindo
, ou ainda se o seu estado piorar, o médico vai realizar o parto, mesmo que antes da hora, por cesariana ou indição do parto normal.
A única "cura" para a pré-eclâmpsia é o nascimento do bebê. 
Mas a mãe continua a ser observada depois que o bebê nasce, até na UTI, porque ainda há algum risco nos dias seguintes.  

 

O que vai acontecer depois que o bebê nascer?

Depois do parto, a pressão arterial normalmente volta ao normal, mas pode ser que leve semanas para isso acontecer, e o inchaço nas mãos e nos pés também pode permanecer por algum tempo. 
Nas primeiras 48 horas depois do parto sua pressão será monitorada de perto, e será preciso dar atenção à questão da pressão por algum tempo depois que você for para casa.

Quais são os riscos? 


A pré-eclâmpsia pode ser leve ou grave. 
Quando se torna grave, pode afetar vários sistemas do corpo. 
Como ela reduz o fluxo de sangue para a placenta, é perigosa para o bebê, restringindo o crescimento dele.
Além disso, se a pré-eclâmpsia evoluir para a eclâmpsia, a pressão arterial sobe demais, colocando mãe e bebê em grande risco. 
A eclâmpsia pode causar convulsões, que podem levar ao coma e até ser fatais. 
Quando acontece, a eclâmpsia ocorre no finalzinho da gravidez ou logo depois do parto.
Uma outra complicação é a síndrome de Hellp, que provoca problemas sanguíneos e dificulta a coagulação do sangue.


Há pessoas mais propensas à pré-eclâmpsia?

Embora a causa exata da pré-eclâmpsia não seja conhecida, já foram definidos fatores de risco. 
A probabilidade é maior na primeira gravidez ou quando há um espaço de pelo menos dez anos entre duas gestações. 
Também elevam o risco:  
- Idade acima de 40 anos ou abaixo de 20 anos
- Obesidade antes da gravidez, com um IMC de 30 ou mais
- problema crônico de saúde que afete o sistema circulatório, como hipertensão, lúpus, problemas renais ou diabete
- Gravidez de gêmeos ou mais
- Parente próximo com histórico de pré-eclâmpsia (especialmente mãe ou irmã)
- diagnóstico anterior de pré-eclâmpsia -- uma em cada cinco mulheres apresenta o problema de novo
 - Se o parceiro for diferente entre uma gravidez e outra, a mulher volta a ter risco como se fosse uma primeira gestação, mesmo que não tenha apresentado pré-eclâmpsia.


O que posso fazer para evitar a pré-eclâmpsia? 


Infelizmente, não existe um método garantido para evitar a pré-eclâmpsia. 
O melhor jeito é fazer direitinho o pré-natal e acompanhar com cuidado a gravidez e a pressão arterial.
Quem tem fatores de risco ou já teve pré-eclâmpsia antes terá a gestação acompanhada de perto, com consultas mais frequentes no final da gravidez, para detectar o problema o mais cedo possível, se ele aparecer.

O ganho de peso também será controlado com atenção pelo médico.
 
  
Eclâmpsia e pré-eclâmpsia

A gravidez pressupõe o crescimento de um ser geneticamente diferente dentro do útero da mulher, uma vez que herdou metade dos genes do pai. 
Ela não rejeita esse corpo estranho, porque desenvolve mecanismos imunológicos para proteger o feto.
 Em alguns casos, porém, ele libera proteínas na circulação materna, que provocam uma resposta imunológica da gestante, que agride as paredes dos vasos sanguíneos, causando vasoconstrição e aumento da pressão arterial.
A hipertensão arterial específica da gravidez recebe o nome de pré-eclâmpsia e, em geral, instala-se a partir da 20ª semana, especialmente no 3° trimestre.
A pré-eclâmpsia pode evoluir para a eclâmpsia, uma forma grave da doença, que põe em risco a vida da mãe e do feto.
As causas dessas enfermidades ainda não foram bem estabelecidas. 
 que se sabe é que estão associadas à hipertensão arterial, que pode ser crônica ou especifica da gravidez.

Sintomas
a) Sintomas da pré-eclâmpsia (que também pode ser assintomática): 
hipertensão arterial, edema (inchaço), principalmente nos membros inferiores, que pode surgir antes da elevação da pressão arterial, aumento exagerado do peso corpóreo e proteinúria, isto é, perda de proteína pela urina.

b) Sintomas característicos da eclâmpsia:
 convulsão (às vezes precedida por dor de cabeça, de estômago e perturbações visuais), sangramento vaginal e coma.

Diagnóstico e fatores de risco
O diagnóstico é estabelecido com base nos níveis elevados da pressão arterial, na história clínica, nos sintomas da paciente e nos resultados de exames laboratoriais de sangue e de urina.

São fatores de risco:
1) hipertensão arterial sistêmica crônica;
2) primeira gestação;
3) diabetes;
4) lúpus;
5) obesidade;
6) histórico familiar ou pessoal das doenças supra-citadas;
7) gravidez depois dos 35 anos e antes dos 18 anos;
8) gestação gemelar.

Tratamento e prevenção


 A única maneira de controlar a pré-eclâmpsia e evitar que evolua para eclâmpsia é o acompanhamento pré-natal criterioso e sistemático da gestação.
Pacientes com pré-eclâmpsia leve devem fazer repouso, medir com frequência a pressão arterial e adotar uma dieta com pouco sal.
Medicamentos anti-hipertensivos e anticonvulsivantes são indicados para o controle dos quadros mais graves, que podem exigir a antecipação do parto. 
A doença regride espontaneamente com a retirada da placenta.

Recomendações
* Vá ao ginecologista antes de engravidar para avaliação clínica e início da administração de ácido fólico;
* Compareça a todas as consultas previstas no pré-natal e siga rigorosamente as recomendações médicas durante a gestação;
* Lembre que a hipertensão é uma doença insidiosa, que pode ser assintomática. Qualquer descuido e a ausência de sintomas podem fazer com que uma forma leve de pré-eclâmpsia evolua com complicações;
* Faça exercícios físicos compatíveis com a fase da gestação e suas condições orgânicas no momento;
* Reduza a quantidade de sal nas refeições, não fume e suspenda a ingestão de álcool durante a gravidez.




 

 

Faltam 9 dias!!!


Pro nosso coração ficar ainda mais feliz!!!

Faltam 9 dias pra Mariana chegar!!!!


***

Minha barriga tem estado muito mais pesada nesses últimos dias, ontem em alguns momentos tinha a sensação que a Mariana viria abaixo, srrsrsr!!
Uma pressão forte, um peso, e ela mexe e empurra com força!!
Inclusive durante a noite, ao deitarmos ela estava toda animadinha, primeira coisa foi reclamar com os pés pois deitei virada por lado esquerdo e ela sentiu os pés pressionados contra a cama!
Dormi um pouco e não demorou muito pra eu acordar com ela, super agitada, empurrava com tanta força que eu mal conseguia respirar, rsrsr, lembrei da minha irmã que dormia sentada nos últimos dias!!!
Figuras essas menininas!!!
Depois se acalmou e até que nossa noite foi mais tranquila!

Bom, e então começamos a semana...
uma semana sem exames, mais tranquila, apenas com consulta na 5ª feira!!
Desde que a Mariana aguente firme sem interromper a contagem regressiva né!! rsrsrs!!!
Lindeza da mamãe, te amo minha filha!!!!

domingo, 28 de outubro de 2012

A Mariana mexe muito...


O Tampão mucoso!


Pois então, será que perdi o tal tampão??
Desde a última consulta, que foi na 5ª feira passada, que só vejo isso na minha frente...
pontos de interrogação!!
O que gera mais ansiedade na fase final da gestação é não ter certeza do que está acontecendo, as gestações são diferentes uma da outra, existe o que em via de regra pode acontecer.
No caso do tampão, pelo que tenho lido, a coloração pode ser rosa, vermelha ou marrom...
Pode ser transparente e grosso mas também com um pouco de sangue vivo...ou escuro...
Para algumas mulheres ele é evidente, outras perdem e nem percebem...
Pode sair 2 semanas, 1 semana antes do parto ou durante o trabalho de parto...
ou seja...vai saber, vai saber!!!! 


O colo uterino é a parte inferior do útero, podendo ser visualizado pelo exame vaginal da mulher. 
Ele permanece fechado durante uma gestação normal até próximo ao parto. 
O trabalho de parto é antecedido por um período preparatório denominado de pré-parto, período prodrômico ou de latência (pródromo de trabalho de parto).
Nesta etapa uma série de sinais está presente, demonstrando que o trabalho de parto e o nascimento do bebê estão se aproximando.
Durante a gravidez o tecido que reveste o canal do colo uterino produz uma secreção mucosa espessa que bloqueia o colo do útero, e é chamado de tampão mucoso. 
Sua função é evitar que as bactérias cheguem ao útero. 
No período prodrômico ocorre uma secreção exacerbada de muco pelas glândulas presentes no colo uterino, sendo eliminada pela vagina, acompanhada ou não de sangue em pequena quantidade. Este sinal é chamado de perda de tampão mucoso. 
A perda do tampão mucoso pode ocorrer junto com o trabalho de parto ou anteceder o mesmo em mais de uma semana. 
Ela é considerada como sinal de que o trabalho de parto está próximo, embora o momento exato em que termina o período prodrômico e se inicia o trabalho de parto seja impossível de ser determinado.

  
http://www.projetopequenosguerreiros.com/2012/01/tampao-mucoso-e-parto-prematuro-just.html

Atenção, se você está com mais de 36 semanas, não se assuste, a perda do tampão é normal, sinal que seu bebezão está chegando!

O que é o tampão mucoso?

O tampão mucoso é uma concentração de muco como o próprio nome diz! que sela o colo do útero e protege contra infecções e bactérias, fazendo uma barreira protetora para o desenvolvimento do bebê.

Como é a aparência do tampão mucoso?

Algumas mulheres descrevem como sendo parecido com o muco do nariz. 
Parece como uma bola de meleca, mais espesso e grudento que o muco vaginal normal. 
Se você estiver muito perto de entrar em trabalho de parto, poderá notar coloração rosa, marrom ou vermelha.
Se você notar a queda do tampão antes da 36ª semana, procure um médico na hora.
Quando seu corpo se prepara para o parto, seu colo do útero dilata e fica mais fino. 
Enquanto o colo do útero abre, o tampão mucoso pode cair, o que é sinal de que o parto está muito próximo, pode levar dias ou semanas. 
A maioria das mulheres não perde o tampão de uma vez só, mas sim fica perdendo durante dias. 
Pode-se notar, nestes casos, que o a secreção vaginal aumenta muito.


Identificando o tampão mucoso
 O tampão pode ser transparente e grosso como um catarro, pode vir acompanhado de raias de sangue vivo (devido ao rompimento de pequenos vasos durante a descida do muco) ou de sangue escuro (coagulado), neste caso fica com um tom marrom. 
A descida do tampão indica a proximidade do início do trabalho de parto, embora possa sair muitos dias antes do início deste ou acontecer quando o trabalho de parto já se encontra em fase ativa.
Perder o tampão mucoso nem sempre significa que o trabalho de parto vai começar em breve. 
Lembre-se que mesmo uma mulher tenha começado a dilatar, pode levar semanas para entrar realmente em trabalho de parto.
Perder o tampão mucoso nos estágios finais da gravidez é um processo fisiológico e não a obriga comunicar seu médico com urgência. 
Algumas mulheres notam mais a perda do tampão mucoso, outras nem percebem, pois já existe um aumento natural da umidade vaginal devido aos hormônios da gravidez, deste modo, não se assuste se nas semanas finais da gestação você não notar nada.
Diferenciando o tampão mucoso
Perder líquido pela vagina nem sempre quer dizer que você está perdendo o tampão mucoso. 
Existem algumas situações que podem confundir o diagnóstico, como:
Perda urinária – As gestantes, principalmente as que estão nos últimos meses da gravidez podem ter a sua bexiga comprimida pelo útero que agora ocupa em grande parte este espaço. Outro fator é que na gravidez, principalmente um hormônio chamado progesterona age relaxando os ligamentos responsáveis pela continência da urina, contribuindo então para que a grávida perca urina e às vezes não perceba. 

Infecções – infecções vaginais ou mesmo uterinas podem gerar uma secreção que será percebida como um corrimento (branco, amarelado, esverdeado, castanho, são os mais comuns).

Rompimento da bolsa – este é o diagnóstico que mais atentamente deve ser descartado (ou confirmado), pois nestes casos se torna necessária uma conduta ativa, que na maioria das vezes é a internação para o parto. Diferentemente do tampão mucoso, o líquido da bolsa é transparente, não tem aspecto mucoso (é líquido como água), geralmente desprende um cheiro semelhante à água sanitária e a quantidade de líquido perdida é bem superior a do tampão mucoso.

Considerações sobre o tampão mucoso
 Não significa que o trabalho de parto é iminente.
É comum após o um exame de toque vaginal.
É comum após relações sexuais.
É comum após atividade física, quedas ou situações de forte estresse.
É comum no trabalho de parto prematuro (no caso há a presença das contrações).
Pode ser marrom, isto é apenas velho sangue.
No final da gestação é um sinal que o nascimento está próximo.

 http://brasil.babycenter.com/pregnancy/pre-natal/saude/secrecao/ 

O tampão pode até se regenerar e sair de novo uma semana depois!