quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

A 13ª consulta e outros papos!!

No 1º ano de vida as consultas dos bebês são mensais e depois trimestrais!!
Semana que vem já temos a primeira trimestral e antes disso acho que vou conseguir postar sobre a última desse "1º ciclo", que ela fez com 1 ano e 14 dias e foi no dia 21 de novembro!!!
Pra fechar então aqui está a tabelinha completa de como ela se desenvolveu nesse 1º ano!!

DATA IDADE PESO ESTATURA
07/11/12 nascimento 3015 48
14/11/12 7 dias 3020
07/12/12 1 mês 3780 52
09/01/13 2 meses 2 dias 4480 57
19/02/13 3 meses 12 dias 5550 61
14/03/13 4 meses 7 dias 6020 63
16/04/13 5 meses 9 dias 6490 63,5
15/05/13 6 meses 8 dias 6950 64,5
17/06/13 7 meses 10 dias 7400 68,5
22/07/13 8 meses 15 dias 7400 69,5
22/08/13 9 meses 15 dias 8300 71
20/09/13 10 meses 13 dias 8620 72,5
21/10/13 11 meses 14 dias 8730 74
21/11/13 1 ano 14 dias 9190 75,5
 
Conforme a pediatra dela está bom, dentro da curva, e comentou que a tendência agora é ela ficar mais magrinha, tanto pelo fato de nós pais termos esse biotipo mais magro como pelo fato de que depois do 1º ano eles ficam muito mais seletivos com o que comem!!
Falando em comer a médica liberou a Mariana para comer nossa comida!!
Na prática sabemos que isso acontece aos poucos, não posso encher o prato dela de estrogonofe ou um belo bife e muitas folhas de alface que não vai dar muito certo!!
O que eu esperava dessa consulta era que o 2ª almoço fosse dispensado, e como não aconteceu, confesso, eu mesma dispensei!!
A Mariana é a única bebê que conheço que almoçava 2 vezes!!
Por ela eu faria até meia dúzia deles se necessário, mas como o peso dela está bom fui por mim, pois vamos combinar né gente, que função essa de almoço as 11 e almoço as 13:30!!
Em um deles ela comia bem pouco!!
É verdade que nesses dias longos de verão as vezes sinto uma certa dificuldade de oferecer a ela opções diferentes de alimentos, já que entre almoço e janta são pelo menos 2 lanches!!
Bom, aí entra a sagrada fruta e depois vem o milho verde que ela adora, bolachas, sucos, ovo cozido, vitaminas.
Comprei Mucilon e farinha láctea pra diversificar um pouco os sabores, assim coloco sobre as frutas ou faço vitaminas!!
Ah sim, e como o papai e a mamãe ela tem tomado toda manhã uma vitamina de frutas com aveia e leite Ninho, ela adora e é capaz de tomar um copinho numa só vez, e percebi ainda que isso ajudou no melhor funcionamento do intestino dela!!
E já dei uma espichadinha no papo, então voltando ao assunto consulta...
 a pediatra solicitou consultas a dentista e a oftamologista!!
Além de exames de sangue e urina!!
Também receitou a ela o Annita, que é um vermífugo.

Perguntei sobre protetor solar e ela indicou o Anthelios:

Mas chegando na farmácia descobri que existe o infantil:

Bom, aí apesar dela ter falado que não precisava de um filtro acima de 40 eu acabei comprando esse de 60 e que é infantil, pois no meu raciocínio alguém estudou, pesquisou e desenvolveu essa fórmula para bebês, então foi esse que escolhi!!
O ponto negativo desse protetor é o preço, pagamos R$ 85,00!!
Mas proteger e prevenir nossa pequena de uma sapecada é cosia que não tem preço!!!

Ela também receitou um repelente, o Weleda de citrolena.

Mas aí...como esse produto não é tão comum de achar, soube de uma loja num outro bairro, acabei me rendendo as facilidades da farmácia e comprei o da Turma da Mônica que é indicado para bebês de 6 a 24 meses!!

Ah sim, lá em cima comentei que tenho feito uma vitamina com leite Ninho pra Mariana, pois é, quando a Mariana fez 1 ano começou a morder meu peito, fiquei sem saber ao certo o que fazer, e ela foi mordendo, e foi machucando, e doendo, e doendo!!
Fiquei triste e chateada pois não conseguia fazer a Mariana parar, até porque achava que não era por sapeca que ela mordia, os dentinhos começaram a crescer e ela foi mordendo, coçando, sei lá!!
Enfim, conversei com a pediatra sobre isso que disse que eu deveria conversar sério com ela pra que parasse!!
Ainda assim eu temia não conseguir continuar amamentando pois doía muito, ela deixava seus dentinhos desenhados no peito e as vezes com um sanguinho!!
E por isso pedi que leite poderia dar a ela se nescessário fosse e ela receitou o Ninho +1.

Graças a Deus a fase das mordidas passou, demorou mas passou e agora ela só toma o Ninho nas vitaminas!!

Bom, foi mais ou menos isso, e eu até adicionei ao título da postagem "outros papos" pois fui um pouco além de contar da consulta em si, aproveitei o atraso nas postagens e o enredo e espichei o papo!!
Ah, não "falem mal de mim" que não segui a risca algumas recomedações da pediatra, foi tudo com bom senso, ou pelo menos com o o senso que pra mim é bom!! :)








Seu bebê entende tudo!




De 1 a 2 anos
Eles já têm senso de humor e se divertem com caretas e imitações. 
Por volta de 1 ano e meio, pronunciam algumas palavras completas, começam a criar frases curtas e referem-se a si mesmos na terceira pessoa – chamam-se de “o bebê” ou “o João”. 
Seu filho também já entende o significado de expressões relativas ao espaço físico – como “em cima” e“embaixo” –, além ter algumas noções de causa e efeito, como saber de antemão que, caso vire o copinho com o suco, o líquido irá se derramar e poderá molhá-lo.
  Com uma capacidade de concentração mais apurada,consegue acompanhar histórias curtas. 
Então, se ainda não o fez, aproveite para apresentá-lo aos primeiros livros, cultivando desde já o prazer da leitura. 
Prepare-se, também, para lidar com algumas teimosias. 
Nessa idade, a criança tem bastante vontade própria e demonstra seus sentimentos com mais força. 
Mas, isso não precisa se transformar em sinônimo de confronto.
O segredo é combinar a negativa com possibilidades de escolha. 
Então, se ele pegou um livro para brincar, negocie: “Este livro é da mamãe, mas você pode ficar com um desses dois, que são seus”.
Por em prática seus talentos diplomáticos vale a pena. 
“Oferecer as escolhas certas é uma forma de colocar limites e um incentivo à autonomia, à medida que estimula o bebê a tomar as primeiras decisões”
 O senso de justiça e a empatia, característicos de fases anteriores, continuam sendo aprimorados nessa etapa, garantem os cientistas. 
E uma pesquisa realizada na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, com 50 bebês de 15 meses, não deixa dúvidas sobre isso: 
todos os pequenos se mostraram indignados com uma divisão desigual de guloseimas!
Outro experimento, levado a cabo pelo Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva, na Alemanha, por sua vez, constatou que crianças de 18 meses entendem quando alguém precisa de ajuda. 
A prova? 
Gentilmente, elas tentaram puxar a porta para um adulto que estava com as mãos ocupadas e não conseguia abri-la. 
E você ainda duvida que seu fofo sabe das coisas?
 
Ops! Cuidado com o que diz
Seu bebê é muito esperto, mas nem por isso entende figuras de linguagem e outras sutilezas. 
Portanto, ainda que esteja nervosa na hora de uma bronca, policie-se para não dizer coisas como: “Você só me dá dor de cabeça” ou “ Você só faz isso para me irritar”. 
Esse tipo de acusação leva a criança a se sentir culpada e, com o tempo, pode abalar a autoestima dela.
Outro cuidado importante é nunca negar os sentimentos e as percepções do filho. 
Se ele cair e chorar, em vez de dizer que não foi nada, diga que sabe que doeu e que vai ajudá-lo a se sentir melhor, lavando o machucado ou fazendo uma massagem.


Como parei de trabalhar fora para ficar mais tempo com meu filho

Quase sempre quando uma mãe escreve, contando coisas do dia a dia ou vindas do coração, outra mãe consegue de alguma forma se identificar um pouquinho!!




Quando eu trabalhava fora, na redação de uma revista de uma grande editora, e passava rapidinho pra deixar meu filho na escola antes de começar aquelas jornadas de 10 ou 12 horas (que se estendiam pra 16 ou até 18 nos fechamentos), tinha muita inveja (é, inveja mesmo) das mães que podiam ficar na porta da escolinha por mais um tempo, olhando seus pequenos brincar, batendo um papo com a professora para saber o que estava rolando e depois passavam na hora do almoço para buscá-los. 
E nas reuniões de pais contavam como é que eles chegavam da escola, todos sujos de terra, ou com uma flor na mão ou coisa assim. 
Talvez elas também tivessem inveja de mim, que em vez de estar de chinelinhos e um rabo de cavalo, ia de salto alto, maquiada, com uma bolsa bonita, direto pro trabalho. 
Ia para alguma reunião chata, sem muito sentido, que me mandavam para cobrir um chefe que estava ocupado. 
Também tinha inveja de quando elas contavam que na hora de dormir os filhos tinham falado isso ou aquilo, enquanto eu, de novo, estava revisando algum texto pela terceira vez ou correndo pra escolher uma foto para ilustrar tal matéria. 
Mas eu pensava: não tenho outra escolha, se eu não estivesse aqui, trabalhando loucamente, não poderia pagar a escola, o supermercado, a viagem de férias. 
E eu seguia em frente.
Sei que o trabalho realiza, sustenta e dá sentido à vida. 
E eu sempre tive orgulho do meu. 
Mas, naquela época, enquanto meu filho tinha 4 ou 5 anos, não conseguia achar que tinha algo mais importante do que passar mais tempo com ele, acompanhar o dever de casa, deixar ele me fazer de gato e sapato nas brincadeiras, almoçar junto. 
Precisava e queria trabalhar, mas não naquele ritmo. 
Mas, como a gente bem sabe, as empresas brasileiras estão se lixando para a importância de se exercer a maternidade como se deve. 
E meu chefe facilmente me chamava para uma reunião às seis da tarde, mesmo sabendo que meu filho ia pra cama às sete. 
Eu ia sem pensar muito, afinal, o sustento da casa dependia de mim e meu filho idem. 
E eu seguia em frente.
Até que um dia uma psicóloga me falou uma coisa radical. 
Pode ser bobagem de sessões de terapia, daquelas que eles jogam para ver se cola, pois já me disseram que fazem isso. 
Mas dessa vez colou. 
Ela disse: seu filho não é prioridade nem na sua vida, nem na do pai dele. 
Ele não é prioridade pra ninguém. 
E criança tem que ser prioridade na vida de ao menos um adulto. 
Como assim, se eu trabalhava para dar o melhor pra ele? 
Como assim, se eu passava dias enfurnada em um prédio pra garantir o futuro dele? 
Enfim, desse dia em diante, não consegui mais seguir em frente.
Comecei, então, a pensar no que faria para ter mais tempo com o Antonio. 
Tentei acordos no trabalho, de entrar mais tarde pra passar a manhã livre. 
Mas sempre tinha um projeto importante para fechar e vira e mexe acabava indo mais cedo. 
Ou estava tão cansada que acordava mais tarde. 
Depois combinei de ter um dia por mês livre, após os fechamentos que se prolongavam pela madrugada, mas meu pequeno estava tão estressado porque tinha ficado uma semana sem me ver que esses dias eram os piores, com choros, birras e muitas emoções à flor da pele. 
Fui tentando, tentando, até que me senti tão cansada que tive uma crise de stress. 
Parei de trabalhar por um tempo e, quando voltei, já não havia mais lugar para mim. 
Na empresa. 
Porque o tempo que eu tinha passado com meu filho durante a licença mostrou que tinha um lugar imenso a ser preenchido lá em casa. 
Tive outros convites de trabalho, mas já não tinha energia pra isso. 
Como fazer, então, para continuar o papel que a vida me obrigou – ou suplicou – para que eu desempenhasse? 
Percebi que dava pra viver com menos. 
Menos cobranças, menos stress, menos viagens de férias caras, menos sorvetes de R$ 10 a bola. 
Passávamos férias no sítio de algum amigo ou na casa da vovó, o que pro meu filho é o lugar melhor do mundo. 
Como jornalista (e acho mesmo essa profissão maravilhosa porque te coloca em contato com muita gente), acionei meus contatos, passei a fazer frilas e dar consultorias, no início. Logo de cara, ganhava metade do meu salário anterior. 
Mas já não tinha necessidade daqueles presentes que a gente se dá, dizendo “eu mereço, já que trabalho tanto”.
 Aqueles jantares caros, aquele sapato lindo, aquele vinho bacana pra você relaxar quando chega em casa, cansado, do trabalho. 
O meu “eu mereço” passou a ser, naquele primeiro momento, passear na praça com o Antonio, dormir mais cedo pra acordar na boa quando o despertador tocasse às seis da manhã, fazer um almoço gostoso em família, poder trazer um cachorrinho pra casa e deixar meu filho mais alegre. 
Vi que dava pra viver com pouco mais da metade do que eu ganhava antes. 
E nunca tínhamos vivido tão bem.
Eu já não precisava mais de babá também. 
E por isso pude economizar uma boa grana. 
Passei a fazer parte do trabalho doméstico, com a ajuda do Antonio, que eu fui educando pra não bagunçar tanto. 
Minha mãe vinha pra me ajudar quando eu tinha reunião ou um trabalho grande pra entregar.
 Renegociei o valor da pensão com meu ex-marido, já que agora seria eu a babá. 
De alguma maneira, eu confiava em algo acima e mais poderoso que eu. 
E essa ajuda veio em diversas formas, em todos os momentos que precisei. 
Não me preocupava mais em juntar dinheiro para comprar algo novo, mas em viver o presente. 
E o futuro foi tão bem que nem eu acreditava. 
Minha relação com o meu filho (e todas as minhas outras relações) mudou completamente. 
Se ele antes já não contava comigo para colocar pra dormir à noite, agora esperava ansiosamente a historinha e a oração na cama. 
Precisava de mim para a lição de casa e me esperava na porta da escola.
 Meu filho passou a me ver mais forte e mais inteira. 
Era assim que eu me sentia e, no primeiro Dia das Mães desse novo momento, meu presente foi um desenho inesquecível. 
Uma mulher com os cabelos cacheados (eu!) enfrentando um dragão com uma espada.
 Sem titubear. 
“Eu te amo, mamãe”.
 Estava escrito lá. 
Nunca tinha recebido nada assim. 
E nem preciso dizer o quanto chorei ao perceber que meu filho viu, ao jeito dele, a minha força em fazer exatamente o que minha natureza me mandava fazer. 
Sem a pressão da carreira, do carro novo ou da prestação da casa, que não são ordens da minha natureza, mas da natureza esquisita da sociedade em que vivemos, onde status e poder de consumo importam mais do que cuidar de uma criança e onde as mães não podem contar com quase nada para ajudá-las nessa tarefa tão essencial em nossos dias.

Por Fabi Corrêa

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Espelho espelho meu...

existe alguém mais linda do que eu??
(mamãe duvida!!!!)
Uma pena que não consegui pegar ela se dando beijo!!




(21 de novembro de 2013)

E ela engatinhou!!!!


Quem acompanha o blog tem lido meus comentários de como estou atrasada nas postagens, pois é, faz tempo que quero contar de quando a Mariana começou a engatinhar!!
E vou ter que correr pois daqui uns dias tenho que contar de quando ela começou a caminhar!!
É, mas na medida que ela "evolui" meu tempo diminui!!
A intenção não era fazer uma rima mas é assim mesmo!
Bom, dai que ela engatinhou, aos 42 do 2º tempo, com 1 ano e 13 dias!!
 Foi no dia 20 de novembro!!
Ela vinha evoluindo nas "acrobacias", no dia 19 colocou 1 perninha e depois a outra, mas foi no dia 20, de tarde, que ela se largou mais e deu umas 4 ou 5 joelhadas seguidas!!
Entre pernadas, joelhadas, deitadas e roladas ela foi da sala até a cozinha onde eu estava passando roupa, passou por baixo da mesa e se agarrou nas minhas pernas ... ahh que momento ... aquele sorrisinho de alegria por ter chegado, justo nesses dias em que ela está tão grudada com a mamãe!!
Quando digo que foi nos 42 do 2º tempo, (ou quem sabe seriam nos acréscimos?) é por que acho que ela demorou mesmo,  ao menos aos meus olhos, olhos de mãe que viam todos os bebês da idade dela engatinhando ... os das vizinhas, os das amigas, os que encontramos no mercado ou na rua e paramos pra bater um papo ... 
E algumas me disseram que com os delas aconteceu de uma hora pra outra, que de repente o pimpolho saiu engatinhando, e eu esperando por esse dia...não, não foi assim com a Mariana, o processo dela foi lento, e gostoso também, pois vivemos e festejamos cada evolução, cada pernadinha ... 
há meses quando ela começou de bruços girar em círculos..
 em seguida a andar de ré...
 e quando ficou de 4 dava logo um jeitinho de sentar...
 mais um tempo e estando de 4 uma das perninhas ficava espichada mas a outra presa e aí vinha o desequilíbrio e por muitas vezes quase caiu de boca!!
Até finalmente pegar o jeitinho de tirar a 2ª perna e o tico e o teco fazer elas se moverem uma após outra!!
É engraçado como são as coisas, pois acabei de escrever que achei que ela demorou muito pra engatinhar, apesar de saber que cada bebê tem seu tempo, cada um tem seu ritmo de desenvolvimento para cada coisa, os dentes, a fala, o engatinhar, o caminhar...
E mesmo respeitando esses "tempos" acabamos ficando ansiosos para vê-los na "próxima fase"!!
As comparações vão além dos bebês da idade dela, muitas vezes comentei que eu caminhei com 11 meses e também o Daniel foi com menos de 1 ano, e dai nossa filha...
vai ver é por que ela queria ser obediente ao papai que sempre disse que preferia que ela falasse antes de caminhar!!
(só espero que falando meia dúzia de palavras seja o suficiente!!)
E quanto a isso quero ainda comentar que havia uma pressão da pediatra da Mariana, que muito nos cobrava os tais estímulos!!
Putz, as vezes eu ficava até chateada e em outras nem ligava, pois acho que ela só estava fazendo o papel dela, já que de fato deve haver pais que deixam os filhotes nos cercadinhos, cadeiras e etc, pois ao mesmo tempo acho que ninguém melhor do que ela pra saber que cada bebê tem seu tempo!!!
Bom, então é isso, queria contar quando foi que ela engatinhou, comentar que eu sei que cada baby tem seu tempo, mas que francamente, acho que mesmo sabendo disso não estamos livres de esperar com ansiedade pela próxima fase, torcer para que ela chegue logo e nos angustiar caso ela demore um pouco para se concretizar ...
como o caminhar da Mariana por exemplo!! rsrsr