terça-feira, 6 de novembro de 2012

39ª semana gestacional!!


Estamos muito felizes e comemorando essa chegada a 39ª semana gestacional!!!!
Agradeço muito a Deus por tudo ter corrido tão bem ao longo da gestação, agradeço pelo fato da Mariana ter aguentado firme até aqui, sabemos que por ela estar sentadona é ainda mais importante para o pulmãozinho dela entrar na 39ª semana!!!
Agora filhota, se não for pedir demaaaais, aguenta até amanhã de meio dia tá!! rsrsrsr

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Quase quase...
 Seu bebê já está pronto para chegar ao mundo! 

 Os órgãos do bebê estão completamente desenvolvidos.
 Agora ele está acumulando gordura para poder se manter quentinho depois que nascer, particularmente no pescoço, ombros e órgãos vitais.


 O peso considerado normal para um recém-nascido é entre 2,5 e 3,8 quilos. 
O comprimento pode variar entre 46 e 54 centímetros. 
Os meninos tendem a nascer um pouco maiores que as meninas.


Por esta altura já terá perdido a maioria do vernix que lhe protegia a pele.


As camadas exteriores de pele vão descamando à medida que se forma pele nova por baixo. 

 Esta já perdeu a aparência rosada que tinha, agora que a gordura se desenvolveu e os vasos sanguíneos já não se encontram tão à superfície (mesmo os bebês de pele mais escura são brancos nesta fase, uma vez que o pigmento ainda não se desenvolveu e só o fará após o nascimento). 


Para além de lhe fornecer nutrientes, a placenta continua a oferecer ao bebê também os anticorpos que ajudarão a protegê-lo contra infecções virais e bacterianas nos primeiros meses de vida.
 

E vai praticando inúmeros atos que farão parte do seu dia-a-dia, incluindo o choro que, por enquanto, ainda não vem acompanhado de lágrimas (só estarão presentes cerca de um mês depois do nascimento, quando os ductos lacrimais estiverem finalmente funcionais).

O bebê já agarra firmemente.  


O espaço que tem para mover-se é cada vez menor, mas apesar disso deverá continuar a manter-se ativo! 
Se você achar que os movimentos do bebê diminuíram ou pararam, procure o médico. 
O mais provável é que o bebê esteja apenas dormindo, mas o melhor é tirar a dúvida e descartar a probabilidade de algum problema. 


E a mamãe??

Ainda grávida? 
Se esta for a sua primeira gravidez, as chances de o bebê nascer após a data prevista são altas. 
Mesmo que você esteja 100% certa em suas datas, isso não é garantia de que ele nascerá na data prevista. 
Tente ter a mente aberta e confiante de que o seu bebê saberá o momento certo para sair de dentro de você. 
Cada criança tem o seu próprio tempo para se desenvolver a ponto de ficar preparada para a vida fora do útero. 
Embora você possa estar se sentindo cada vez mais impaciente e ansiosa para ter o seu bebê, tente se controlar para evitar possíveis estresses.

A mãe continua a produzir líquido amniótico, mas como agora a absorção tende a ser maior que a produção, os níveis podem diminuir um pouco.
Seu líquido amniótico, que era translúcido, agora está mais opaco e leitoso por causa do verniz caseoso, a camada viscosa que envolvia o bebê e começa a se desfazer. 

Assim como todas as outras mudanças que ocorreram no seu corpo nos últimos nove meses, você pode ter notado que cresceram mais pêlos em você. 
Os lugares que normalmente crescem pêlos durante a gravidez podem ser nas costas, no rosto, e até mesmo em seus mamilos. 
Não hesite em removê-los se você estiver se sentindo incomodada.
 Muitas mulheres grávidas mantêm os seus compromissos habituais de depilação com seu esteticista. 
Além disso, não faz mal algum a você e ao seu bebê.


segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Problemas de saúde mais comum em bebês!!


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Otite
 A otite é um agravamento de um quadro de virose. O catarro do resfriado que se acomoda em canais auditivos pode causar a inflamação do ouvido. 
A otite pode ser externa, quando o problema está na pele do canal do ouvido (conduto auditivo) ou otite média quando a inflamação está na membrana do tímpano e atrás dela, na região que leva o nome de ouvido médio.
Isso acontece porque as secreções constituem um ambiente perfeito para bactérias oportunistas, praticamente uma incubadora. 
Choro intenso, inapetência, perda da fome e irritabilidade são alguns dos sinais do problema. 
Em geral, há febre inferior a 39 °C, mas não necessariamente.
 
O que fazer?
É uma doença que costuma surgir 3 ou 4 dias depois de um resfriado. 

O diagnóstico deve ser feito pelo médico com um otoscópio – aparelho próprio para isso. 
O método de apertar o ouvidinho para ver se a criança chora não é confiável. 
Diante da confirmação da doença, além de seguir a prescrição do pediatra, os pais podem esquentar a região com um lenço aquecido e promover a higienização nasal, a inalação e a sucção do catarro com uma bombinha manual. 
Manter o pequeno hidratado também é importante.

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Cólica


A imaturidade do sistema digestivo do bebê é responsável pelo mais famoso drama na vida de pais de recém-nascidos: as cólicas. 
Trata-se de uma manifestação orgânica. 
O intestino reage a proteínas estranhas, presentes no leite materno.
Marcadores bioquímicos identificam essas substâncias. 
O resultado são desconfortos e dores abdominais, seguidos de choros repentinos e agudos.
Todo bebê chora. 
É totalmente normal um recém-nascido chorar 2h por dia.
Quando o bebê chora muito, a primeira coisa a ser descartada é a fome. 
Ofereça sempre o peito quando ele chorar. 
Se seu bebê está mamando bem, molhando mais de 6 fraldas por dia e ganhando peso, o mais provável é que não seja fome.

 

Num bebê com cólica, você pode notar o seguinte:

    • Ele tem crises de choro intenso, e é difícil acalmá-lo;
    • Ele encolhe as perninhas e arqueia as costas para trás, estica-se e se espreme enquanto chora;
    • Ele solta puns quando chora.
A cólica normalmente ataca no final da tarde e à noite. 
Em casos mais difíceis, o bebê chora a qualquer hora do dia. 
Pode ficar difícil dar de mamar para o bebê quando ele está tão desconfortável.
 
O que fazer?
Não há muito o que fazer, além de esperar a maturação do tubo digestivo da criança. 
A partir do 3º ou 4º mês, a criança passará a reconhecer as proteínas do leite materno e deixará de ter cólicas com frequência. 
Até lá, os pais podem usar bolsas de água quente, massagens e flexão de pernas para amenizar o incômodo, mas essas são medidas paliativas. 
O banho e a posição fetal também acalmam o bebê.
 Há médicos que prescrevem analgésicos e outros que toleram a popular funchicória (remédio fitoterápico), embora não a indiquem. 
Nesse caso, o que vale é a palavra de seu pediatra de confiança.

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Sono intranquilo


Até os 3 meses de vida, é recomendável que a criança durma próxima à mãe por comodidade e segurança. 
Após esse período, no entanto, o bebê deve ir para o quarto dele e deixar aos poucos a mamada da madrugada. 
E é justamente nessa fase que começam os problemas relacionados ao sono. 
A criança chora muito e torna a noite dos pais um tormento. 
Muitas mães voltam a trabalhar nesse período, o que agrava ainda mais a situação.
 
O que fazer?
O sono intranquilo não costuma ser um problema de saúde, e sim de comportamento. 
Afinal, a criança está acostumada a acordar à noite para mamar.
 Por isso, é preciso calma para tirar o peito da madrugada. 
Faça isso aos poucos. 
Começar a criar novos hábitos, com horários mais rígidos, é outra medida importante. 
Além disso, resista à tentação de atender ao choro do bebê de imediato. 
Evite também fazer barulho, acender a luz e pegá-lo no colo: isso vai despertá-lo de vez! 
Deixe-o resmungar um pouco. 
É comum o pequeno acordar, chorar e voltar a dormir. 
Se ele não aprender a dormir nessa idade, poderá levar o hábito para o resto da infância.

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Dor dos primeiros dentes


Os primeiros dentinhos incomodam o bebê ao nascer. 
É um processo dolorido e desconfortável. 
A criança fica bastante irritada, chora a todo instante, pode se recusar a mamar e até ter febre leve, pouco acima de 37 °C. 
Ela também baba muito.
 
O que fazer?
Dê mordedores para a criança.
 Eles ajudam a coçar a gengiva e estimulam a erupção do dente. 
Existem modelos com gel que ficam na geladeira. 
São especialmente indicados porque a baixa temperatura ameniza o incômodo. 
Fale com seu pediatra e pergunte a ele sobre pomadas analgésicas para uso tópico, ou seja, para a aplicação diretamente na gengiva. 
Febres abaixo de 38 °C não devem ser motivo de preocupação demasiada. 
Elas acontecem, mas cessam assim que o dente nasce.

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Descamações e brotoejas


A chamada crosta láctea, um tipo de dermatite seborreica, é muito comum em bebês. 
É uma doença inflamatória de pele, que causa descamações e vermelhidão – principalmente no couro cabeludo, embora possa aparecer em outras partes do corpo. 
Ela surge nas primeiras semanas de vida da criança e tende a desaparecer antes do primeiro ano. 
Está associada à imaturidade da pele. 
As brotoejas, aquelas bolinhas rosadas no corpo da criança, também são bastante comuns nessa idade. 
São pequenas erupções que surgem porque alguns poros do bebê ainda estão fechados, obstruindo a passagem do suor.
 Elas coçam e irritam.
 
O que fazer?
No caso da crosta láctea, a recomendação é passar óleo vegetal na região descamada antes do sono do bebê e lavar com sabão neutro – use um pente fino para limpar o cabelo se o problema estiver no couro cabeludo. 
Já as brotoejas desaparecem sozinhas. 
O máximo que se pode fazer é reduzir o vermelhão e a coceira com a água um pouco mais fria e evitar que a criança transpire. 
Para isso, é importante vesti-la com roupas arejadas e leves. 
Procure também secar bem o bebê, nunca esfregando a toalha, mas pressionando levemente a pele.

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Resfriado


Os vírus são bastante nocivos aos bebês, que apresentam um sistema imunológico ainda imaturo e ficam mais vulneráveis a agentes externos. 
Por isso, os resfriados leves, ou viroses, afetam muitas crianças no primeiro ano de vida, principalmente quando frequentam creches e berçários de escolas. 
A inflamação causa coriza, obstrução nasal, tosse e lacrimação. 
Também pode dar febre baixa.
 
O que fazer?
Em primeiro lugar, não se desespere porque a criança está com 38 °C de febre. 
Antes de ir para o hospital, procure observar seu filho. 
Se for possível, ligue para o pediatra dele.
 Nesses casos, é preciso acompanhar a evolução da doença para saber o que fazer. 
Até lá, monitore a febre, dê banho, limpe o nariz, faça inalação e amamente normalmente. 
Sob orientação médica, um antitérmico pode ser administrado. 
Agora, se a febre persistir por mais de 48 horas ou superar os 38,5 °C e a criança apresentar prostração, leve-a a um pronto-socorro

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Virose intestinal


As viroses também atacam o tubo gastrintestinal. 
O resultado pode ser cólica, vômito e diarreia, seguidos ou não de febre. 
Aqui a situação requer mais atenção. 
O principal risco é o de desidratação. 
É uma doença que provoca choros cíclicos na criança e irritação. 
No caso da diarreia, a evacuação acontece com mais frequência e pode apresentar laivos de sangue.
 
O que fazer?
Se a criança começar a evacuar e vomitar com muita frequência, procure imediatamente ajuda médica. 
A amamentação é a melhor forma de hidratar o bebê até, pelo menos, os 6 meses. 
Para os mais velhos, sirva apenas comidas leves e naturais, como arroz, purê de batata com cenoura, maçã, suco de maçã e banana-maçã. 
Água e chá sem açúcar são bem-vindos também.

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  Pneumonia

Depois de um resfriado ou gripe, há sempre o risco do quadro evoluir para uma bronquiolite ou até uma pneumonia. 
Ou seja, inflamações no pulmão. 
A pneumonia é grave. 
Causa tosse mais carregada, febre persistente, falta de ar e chiado no peito. 
Em alguns casos, a tosse pode levar ao vômito.
 
O que fazer?
Diagnosticada a doença, a criança deve ser medicada conforme indicação do pediatra, hidratada e higienizada. 
É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com bombas próprias para isso.

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  Choro súbito

Como a criança não fala, qualquer ocorrência que envolva uma dor intensa provoca o choro súbito. 
Os motivos variam.
 Pode ser uma picada de inseto, um ouvido entupido ou uma cólica. 
Ou pode não ser nada também, apenas um susto, sem graves consequências.
 
O que fazer?
Diagnosticada a doença, a criança deve ser medicada conforme indicação do pediatra, hidratada e higienizada. 
É importante monitorar o estado geral e a temperatura do bebê, além de sugar o catarro do nariz com bombas próprias para isso.

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Refluxo

Crianças muito pequenas regurgitam bastante.
 O principal motivo é a imaturidade da válvula que controla a passagem de fluxo entre o esôfago e o estômago. 
Além disso, o bebê pode não arrotar direito ou mamar além de sua capacidade. 
Em casos mais graves e menos frequentes, o recém-nascido vomita sempre e muito.
 
O que fazer?
Na maioria dos casos mais simples, é importante estimular o arroto do bebê. 
Coloque-o sobre seu peito de bruços com o corpo inclinado cerca de 30 graus. 
Dê tapinhas suaves nas costas dele e espere a bofada por até 15 minutos. 
Se a criança vomita muito, vale a pena inclinar a base do berço e trocar as fraldas em áreas com a cabeceira mais elevada. 
Agora, em casos mais graves, caracterizados por vômitos frequentes e fortes, perda de peso, irritabilidade, choro constante e tosse exagerada, procure um pediatra. 
Ele pode ter a chamada doença do refluxo gastroesofágico.


Troque a fralda antes da mamada. 
Ou espere que a digestão se complete para fazê-lo. 
Agitar o bebê, seja trocando-o, brincando ou passeando com ele após a refeição, aumenta o risco de o leite voltar do estômago para o esôfago - e aí é incômodo e choro na certa.
  - Estômago muito cheio é sinônimo de refluxo, já que o esfíncter ainda não funciona tão bem. 
O jeito, então, é fracionar a dieta, ou seja, oferecer menor quantidade de leite e distribuir a cota diária ao longo do dia, em várias pequenas refeições.
  - Na hora da mamada, coloque o bebê em posição mais vertical. 
Assim a possibilidade de o alimento voltar é bem menor do que seria se você o mantivesse deitado.
  - Experimente deixar o berço inclinado num ângulo de 30 graus, com o bebê deitado do lado esquerdo. 
A mudança favorece o deslocamento da bolha gástrica do estômago para perto do esôfago. 
Assim, forma-se uma barreira de ar que dificulta o refluxo.
 São medidas simples que podem garantir um sono tranquilo.


Durante a digestão, os alimentos seguem uma direção única. 
Há casos, no entanto, em que ocorre um desvio de rota, o que provoca o desconforto conhecido como refluxo. 
Os bebês, que se alimentam basicamente de líquidos, costumam ser as principais vítimas. 
O leite embarca numa viagem maluca, de lá pra cá, de cá pra lá - mais precisamente do esôfago para o estômago e do estômago para o esôfago. 
Já os sólidos não voltam na contramão com tanta facilidade. 
O resultado dessa contravenção digestiva é a azia, provocada pela acidez do estômago e também do esôfago. 
Em alguns casos, o refluxo fisiológico acontece sem o regurgito e pode até ser confundido com cólica.
 
A principal causa de todo esse transtorno é a pouca idade. 
Como um profissional ainda sem experiência e habilidade para desenvolver suas tarefas, o ainda imaturo esfíncter inferior do esôfago - uma espécie de válvula entre esse órgão e o estômago - não consegue impedir com tanta eficiência que o alimento faça o percurso inverso. Os movimentos de contração que empurram a comida - no caso, o leite - para o caminho certo também não são lá tão eficazes.
  Quanto mais novo o bebê, maior o risco de refluxo.
A solução vem mesmo com o tempo. 
Geralmente o problema diminui a partir dos 6 meses e acaba por volta de 1 ano
 Isso porque o sistema digestivo passa a funcionar com mais competência.
 
Para diagnosticar o refluxo, nada melhor que o próprio relato da mãe. 
Mas também existem exames, como a radiografia contrastada, que verificam se o distúrbio tem origem em algum problema anatômico. 
Um outro, chamado PHmetria, detecta a acidez do esôfago com uma espécie de sonda introduzida pelo nariz. 
Para tratar o refluxo, medidas práticas podem ser úteis. 
Há casos, porém, em que é preciso entrar com medicamentos.
 Os procinéticos, por exemplo, aceleram o peristaltismo (movimento de expansão e contração do esfíncter inferior), enquanto os antiácidos neutralizam a secreção de sucos digestivos no estômago.

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Nariz entupido

As narinas estreitas de um recém-nascido favorecem o congestionamento nasal. 
Por isso, qualquer secreção extra é capaz de obstruir o fluxo do ar nessa região e o bebê passa a respirar com dificuldade.
 Além do barulho característico, o nariz entupido faz com que a criança acorde com mais facilidade e se torne irritadiça. 
O ar seco, o excesso de muco e mesmo um princípio de resfriado podem causar o problema.
 
O que fazer?
Lave as narinas do bebê com solução fisiológica.
 Usar inaladores também é recomendável. 
Se o ar estiver seco, vale a pena ter um umidificador de ambiente. 
Procure manter a criança inclinada, quase sentada, o máximo que puder. 
Essa posição ajuda a descongestionar o nariz. 
Importante: nunca use cotonetes, pois são muito grandes. 
Prefira bombas manuais de sucção, que parecem uma pera.

Sites pesquisados:

http://bebe.abril.com.br/materia/problemas-de-saude-mais-comuns-em-bebes 

http://otorrinobrasilia.com/crianca/otites/index.html 

https://www.utilidadepublica.inf.br/2012/03/27/colica-em-bebe-o-que-e-como-identificar-e-combater/ 

http://bebe.abril.com.br/materia/refluxo-nos-bebes-o-que-fazer-para-amenizar-o-problema 

http://bebe.abril.com.br/materia/refluxo-em-bebes 






O umbigo do bebê!!


Dentre os assuntos que conversei com a pediatra da Mariana estava a questão do umbigo, como cuidar? 
Segundo ela é bem tranquilo...
 devo usar álcool 70% e nem precisa ser no cotonete pois se perde a noção de quantidade, da pra colocar uma gotinha direto nele;
cuidar para não machucar com a fralda e se necessário deixar uma gaze sobre ele;
ele pode ser molhado e portanto o banho pode ser dado normalmente;
ele deve cair dentro de uns 10 dias!!!

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Por que os bebês ficam com o coto do cordão umbilical?

O cordão umbilical ligava o bebê à placenta dentro do útero, e era o responsável pelo transporte dos nutrientes e do oxigênio necessários à sobrevivência dele.
Quando o bebê nasce, o cordão umbilical é cortado, num procedimento indolor, e um pedacinho (o coto) de 2 a 3 centímetros ainda fica ligado à barriga do recém-nascido.

 

Quanto tempo o cordão vai demorar para cair?

Entre 10 e 21 dias depois do nascimento, o coto umbilical vai secar, ficar preto e cair. 
No lugar dele fica uma pequena ferida, que leva de 1 semana a 10 dias para cicatrizar.
O dia da queda do umbigo varia muito de criança para criança. 
Às vezes, o cordão pode demorar até mais do que 21 dias para cair, sem que haja maiores problemas. 
Em caso de demora, contate o pediatra da criança só para ter certeza de que tudo está correndo como o esperado.

 

O umbigo precisa de algum cuidado especial?

O coto umbilical tem de ser mantido limpo e seco para evitar infecções. 
Bactérias que vivem naturalmente em nossa pele podem provocar infecções no coto.
Em regiões sem condições de higiene, a contaminação do coto umbilical pode levar ao tétano
, uma infecção muito perigosa para recém-nascidos.
Os médicos brasileiros costumam orientar as mães a passar um cotonete com álcool a 70% (vendido nas farmácias) no coto, em todas as trocas de fralda, e deixá-lo secar naturalmente.
 Você pode cobrir o coto com a fralda, quando ele estiver bem sequinho, mas não coloque nenhum tipo de faixa.
Lave sempre as mãos antes de cuidar do umbigo. 
Também lave as mãos antes e depois da troca de fralda.
Se o coto ficar sujo de cocô ou xixi, limpe-o bem com água e sabão ou só com água. 
Como o cocô do bebê é gorduroso é melhor usar sabonete para eliminá-lo. 
Depois aplique o álcool.
Em outros países, o cuidado com o umbigo pode ser diferente. 
Em alguns, a orientação médica é de não passar nada no umbigo, nem álcool, para que ele seque mais rápido. 
Em outros lugares, a recomendação é de não molhar o coto, portanto não se dá banho no recém-nascido enquanto o umbigo não cai.
No Brasil, porém, os especialistas indicam o banho desde o primeiro dia de vida, sem problemas. 
Basta secar bem o coto e passar o álcool antes de fechar a fralda.



Está saindo do umbigo uma secreção que parece pus. É perigoso?

É normal que o coto tenha algum tipo de secreção amarelada, até parecida com pus, mas isso não significa que ele esteja infeccionado. 
A secreção pode ter um leve cheiro desagradável.
Também é normal aparecer um pouquinho de sangue na fralda ou na roupinha que tiver ficado em contato com o coto.

Se você estiver preocupada com a aparência ou com o cheiro do coto, peça para o médico dar uma olhada.

 

Com o que devo me preocupar?

Procure o médico se:

• O bebê tiver febre
, ficar letárgico (quietinho demais), começar a mamar pouco ou parecer não estar bem.
• O umbigo e a área em torno dele estiverem inchados ou vermelhos.

• O coto umbilical ficar inchado ou com mau cheiro muito pronunciado (um pouco de cheiro menos agradável é normal).

O umbigo caiu, mas ficou uma feridinha. O que faço?

Depois que o coto cai, demora ainda entre 7 e 10 dias para o umbigo cicatrizar completamente. 
Pode ser que apareça um pouquinho de sangue na fralda, o que é normal.
Continue limpando com o álcool 70%, várias vezes ao dia.

Às vezes, o umbigo leva mais tempo para cicatrizar, e pode aparecer uma carne esponjosa no local. 
Desde que não haja mau cheiro ou sinal de infecção, não há razão para se preocupar, esse tecido logo vai desaparecer.
Se o umbigo continuar sangrando, fale com o pediatra, porque ele pode cauterizar o local com nitrato de prata.

 

Depois que o coto caiu, o umbigo ficou alto. O que é isso?

Quando o umbigo da criança fica saltado, é provável que se trate de uma hérnia umbilical
As hérnias umbilicais são muito comuns e podem afetar até 20% dos bebês. 
Normalmente elas não exigem tratamento e se resolvem sozinhas.
Converse com o pediatra do bebê. 
Ele vai acompanhar a hérnia nas consultas até depois do primeiro aniversário da criança, para aí sim decidir se é necessário algum tratamento ou não.
Nunca coloque nada sobre o umbigo do bebê para "deixá-lo para dentro". 




Faltam 2 dias!!!



Pra chegada da nossa
Mariana!!!


***

Agora já posso dizer..."é depois de amanhã"!!!
"é pra essa semana"!!!
Se ela esperar esses 2 dias não é? 
Mas acredito que sim!!!

Bom, ontem de manhã fomos no mercado, abastecer a geladeira e os armários, mas não é tudo pra Mariana não,  por enquanto é pro papai e pra mamãe e pra quem vem chegando pra nos curtir e nos dar aquela forcinha!!
Vovó Inelde e tio Felipe chegarão na 5ª feira cedinho!!
O bom é que o papai Dani estará de licença e depois de férias, será nosso suporte para todas as horas!!

É loucura como nosso ritmo diminui!!
As vezes o Daniel esquece e sai caminhando normalmente, mas logo lembra quando não vê mais a mulher ao lado dele, rsrsr!!
Ontem deixei ele sozinho no caixa e fui sentar enquanto ele passava as compras...de repente ele passou rapidinho com o carrinho e não me viu, eu estava numas cadeiras meios escondidas, e até levantar...foi até engraçado pois chamei e ele não me ouviu, e continuava a andar rápido, e eu lentamente atrás dele, aí ele se deu por conta de onde eu poderia estar sentada, parou e me viu vindo lááá atrás, hahaha!!!
Calma amor, logo eu volto em forma, só que dai entraremos no ritmo da Mariana!! rsrsr

E o restante do nosso domingão foi por casa, descansando, curtindo nossa barrigona...conversando com ela, cantando pra ela...
Antes de dormir a Mariana estava bem agitada, papai cantou e ela até não demorou muito pra se acalmar!!
Eu fui muuitas vezes ao banheiro nessa noite, acho que umas 6 ou 7, aff!!
Deu fome também e fui pra geladeira tomar um iogurte!!
A perna esquerda estava bem cansada e dolorida, a lombar também, mas vamos em frente que agora não falta muito!!!

E depois de 3 dias com o papai em casa hoje é dia da Mariana ficar só com a mamãe, hoje e amanhã!!
Então ficaremos quietinhas no nosso cantinho, descansando e nos curtindo nessa fase que logo acaba!!!