E cá estou eu com mais uma reportagem da revista Crescer, dessa vez falando sobre os medos das crianças!!
Eu ainda não tinha parado pra pensar no assunto, até por que não via "medos" na Mariana, mas aí lendo sobre os medos das crianças na faixa de 1 ano e meio passei a achar que faz sentido sim:
"de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos" e "de ficar sozinho"
Gente, as vezes ela "pira" quando me perde de vista, dias atrás fui ao banheiro e de lá ouvi um choro desesperado da sala, sai as pressas e lá estava ela escorada no sofá, num pranto de escorrer lágrimas dizendo "é mamãe, é mamãe"!!
Enfim, acho válido sabermos quais os medos mais comuns deles pra então sabermos como reagir, ou pelo menos pra tentarmos!!
Eu ainda não tinha parado pra pensar no assunto, até por que não via "medos" na Mariana, mas aí lendo sobre os medos das crianças na faixa de 1 ano e meio passei a achar que faz sentido sim:
"de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos" e "de ficar sozinho"
Gente, as vezes ela "pira" quando me perde de vista, dias atrás fui ao banheiro e de lá ouvi um choro desesperado da sala, sai as pressas e lá estava ela escorada no sofá, num pranto de escorrer lágrimas dizendo "é mamãe, é mamãe"!!
Enfim, acho válido sabermos quais os medos mais comuns deles pra então sabermos como reagir, ou pelo menos pra tentarmos!!
O medo das crianças de acordo com a idade
Sentir medo é normal, faz parte do desenvolvimento infantil, mas a
criança precisa se sentir amparada quando esse sentimento vem à tona.
Veja aqui quais são os temores mais comuns a cada fase e saiba com
ajudar seu filho a lidar com eles:
ATÉ 7 MESES
De barulhos inesperados e luzes fortes.
- Para ajudar: evite expor a criança a qualquer estímulo intenso. Se não for possível, faça de maneira suave e verifique como ela reage.
De barulhos inesperados e luzes fortes.
- Para ajudar: evite expor a criança a qualquer estímulo intenso. Se não for possível, faça de maneira suave e verifique como ela reage.
DE 7 MESES A 1 ANO E MEIO
De pessoas, ambientes e objetos novos; de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos.
- Para ajudar: o pai, a mãe ou o cuidador devem estar presentes quando o bebê for exposto a situações novas.
De pessoas, ambientes e objetos novos; de perder os pais, pois acham que pessoas desaparecem quando não estão ao alcance de seus olhos.
- Para ajudar: o pai, a mãe ou o cuidador devem estar presentes quando o bebê for exposto a situações novas.
DE 1 ANO E MEIO A 3 ANOS
Do escuro, de pessoas com máscaras ou fantasias, de ficar sozinho.
- Para ajudar: ao encontrar alguém fantasiado, aproxime-se devagar e mostre que é apenas uma roupa diferente. Se ele não gostar, não force.
Do escuro, de pessoas com máscaras ou fantasias, de ficar sozinho.
- Para ajudar: ao encontrar alguém fantasiado, aproxime-se devagar e mostre que é apenas uma roupa diferente. Se ele não gostar, não force.
DE 3 A 5 ANOS
De monstros, fantasmas, da escuridão, de animais, chuva, trovão, de se perder.
- Para ajudar: respeite a criança, permitindo que se expresse, e explique que nada lhe acontecerá de mal. Quanto ao medo de se perder, faça-a decorar o nome inteiro e o telefone de casa e a ensine a pedir ajuda. Ela se sentirá mais segura.
De monstros, fantasmas, da escuridão, de animais, chuva, trovão, de se perder.
- Para ajudar: respeite a criança, permitindo que se expresse, e explique que nada lhe acontecerá de mal. Quanto ao medo de se perder, faça-a decorar o nome inteiro e o telefone de casa e a ensine a pedir ajuda. Ela se sentirá mais segura.
A PARTIR DOS 5 ANOS
De ser deixado na escola, de bandido, de personagens de terror.
- Para ajudar: insegurança melhora com diálogo. Se o medo for de bandido, reforce, por exemplo, a importância de ficar perto de adultos conhecidos. Para a criança se sentir segura, diga que alguém sempre estará cuidando dela na escola.
De ser deixado na escola, de bandido, de personagens de terror.
- Para ajudar: insegurança melhora com diálogo. Se o medo for de bandido, reforce, por exemplo, a importância de ficar perto de adultos conhecidos. Para a criança se sentir segura, diga que alguém sempre estará cuidando dela na escola.
A PARTIR DOS 6 ANOS
Da própria morte e da dos pais, pois já a entende como algo irreversível; de ser criticado.
- Para ajudar: se houver perguntas sobre morte, não invente histórias absurdas, diga a verdade de forma delicada. E quanto às críticas: explique que elas nos ajudam a melhorar.
Da própria morte e da dos pais, pois já a entende como algo irreversível; de ser criticado.
- Para ajudar: se houver perguntas sobre morte, não invente histórias absurdas, diga a verdade de forma delicada. E quanto às críticas: explique que elas nos ajudam a melhorar.
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