4ª feira, 11 de março, final de tarde e nós no parquinho, senti a Mariana quentinha ... viemos pra casa e ela pediu o bico, se agarrou nas minhas pernas, com preguiça, moleza, sem vontade para brincar, jantou pouco, a temperatura já na casa dos 37°
Antes da hora costumeira de dormir tudo o que ela queria era mamãe, colo e bico, a temperatura chegou nos 38,1° e demos Tylenol, dormiu em seguida, a noite foi agitada!!
Na 5ª feira resolvi não levar ela pra escola nem pra natação e passou o dia com febrícula, temperatura na casa dos 37,5°, horas mais baixa, horas mais alta, mas não passou dos 38° e não medicamos mais!
Após sair do banho fui secar seus ouvidos e quando toquei a orelha esquerda ela tirou minha mão!!
??????
Seria dor de ouvido?
Apertei e pedi se doía e ela respondeu que sim.
Mas será que era mesmo?
Será que não era um dentinho superior nascendo?
Será que não era a garganta?
A Mariana esta numa fase que responde a tudo o que lhe é perguntado mas não da pra confiar em tudo, muda de ideia - e de resposta - facilmente!!
Outra noite agitada, principalmente pra mim que acordava ansiosa pensando nela e querendo monitorar a tal temperatura.
Mas na 6ª feira acordou bem, temperatura normal e por isso a levamos pra escola, pedi que monitorassem e ficou tudo bem, assim como ao longo da tarde em casa.
Apertei várias vezes sua orelha perguntando se doía e a resposta era sempre negativa.
A noite fomos para a praia pra passar o fim de semana, no sábado de manhã curtimos uma prainha apesar dela estar um pouco congestionada, aliás, há uma semana ela estava congestionada, reclamando que não conseguia falar (era a forma de se expressar por conta do nariz trancado, acho que na verdade a dificuldade era de respirar).
Depois do almoço senti ela quente novamente, era a temperatura que voltava pra casa dos 37°!!
Assim foi o resto do sábado mas a noite melhorou, acordou bem no domingo e depois do meio dia novamente a tal febrícula!!
No meio dessas febrículas nossa garotinha continuava animada e brincando bastante, as vezes ficava chatinha e irritada e aí vinha a dúvida, era sono, era dor, o que poderia ser?
Eu continuava apertando seu ouvido e perguntando se doía, ela seguia dizendo que não!!
Levar para um plantão?
Mas não passou todos os dias com febre, febre alta mesmo deu uma única vez, teve idas e vindas, seria portanto exagero procurar médico?
Mas aí voltando da praia senti ela mais quente, estava perto dos 38°, e sentada na cadeirinha ao meu lado pedia colo, parecia mais caidinha, e achei melhor irmos pro plantão, afinal, na dúvida prefiro mesmo pecar pelo exagero, era o 4º dia que a novela "febre" tinha começado, não queria passar mais uma noite e começar nova semana angustiada na expectativa do que poderia estar acontecendo!!
No plantão o diagnótico:
otite no ouvido esquerdo!!
E pela 3ª vez nossa pitoca entrava pro antibiótico, dessa vez o Velamox.
O tratamento dura 10 dias, ou seja, até 4ª feira dessa semana!!!
Segundo a médica a partir da 3ª feira da semana passada ela não poderia mais ter febre, e de fato, a febre passou, mas o que ela teve na 4ª feira foi irritação, muuuita irritação, só respondia no grito, queria tudo no choro, felizmente na 5ª feira estava melhor e assim seguiu, as vezes coloca a mão no ouvido, mexe, coça!!
Entrei em contato com a pediatra da Mariana contando do caso e perguntando sobre a natação, quando poderia retomar, a orientação foi de não ir na semana passada.
E dai ela perguntou que otite era, pois então, que otite era??
Na minha ignorância, e ignorância mesmo pois nunca estudei melhor o assunto, respondi que achava que era leve pois ela pouco se queixou de dor, sei que dor de ouvido é terrível!!!
É mãe, vamos ler um pouco mais sobre o assunto então já que a pediatra do plantão sem mais delongas se resumiu a dizer que era uma otite??
Vamos aprender só um pouquinho sobre a dita, aprender que tem a otite média, que tem a otite aguda, aprender sobre seus sintomas e causas??
Não quero que volte a acontecer e felizmente dessa vez foi "leve", sim, foi leve!!!
http://drauziovarella.com.br/crianca-2/otite-media/
https://www.paramim.com.pt/saude-e-bem-estar/saude-filhos/artigo/otite-tipos-tratamento
https://www.paramim.com.pt/saude-e-bem-estar/saude-filhos/artigo/otite-tipos-tratamento
Toda infecção do ouvido é chamada de otite.
Tipicamente, divide-se otites consoante o local do ouvido que se verificam em otites externas e otites médias, estas últimas normalmente subdivididas consoante a sua evolução temporal em agudas ou crônicas.
Tipicamente, divide-se otites consoante o local do ouvido que se verificam em otites externas e otites médias, estas últimas normalmente subdivididas consoante a sua evolução temporal em agudas ou crônicas.
A otite externa é
uma infecção da região da orelha externa, um processo inflamatório do canal auditivo, ou seja,
do canal que liga o pavilhão auricular ao tímpano.
Tipicamente ocorre devido à acumulação de água no canal auditivo, o que provoca irritação e inflamação da pele e favorece o crescimento de micro-organismos como bactérias ou fungos.
São situações frequentes em crianças que frequentam piscinas ou durante a época de praia sendo designadas “ouvido do nadador”.
Também a pele seca por ser um fator que favorece esta patologia.
Na maior parte das vezes os fungos e bactérias penetram através de lesões na pele que recobre a orelha externa provocadas por objetos (cotonetes, grampos, por exemplo), por atritos ao coçar ou secar o ouvido e pelo contato com água contaminada (mar, piscina, banhos).
O contato frequente com a água pode facilitar a remoção da cera que serve de proteção para o canal auditivo.
De um modo geral a principal queixa da criança é a dor, que se acentua quando se toca ou com a mastigação, podendo ainda existir diminuição da audição (difícil de avaliar nas crianças pequenas), no caso de o canal estar muito inchado.
Raramente há febre ou outras manifestações mais graves.
Tipicamente ocorre devido à acumulação de água no canal auditivo, o que provoca irritação e inflamação da pele e favorece o crescimento de micro-organismos como bactérias ou fungos.
São situações frequentes em crianças que frequentam piscinas ou durante a época de praia sendo designadas “ouvido do nadador”.
Também a pele seca por ser um fator que favorece esta patologia.
Na maior parte das vezes os fungos e bactérias penetram através de lesões na pele que recobre a orelha externa provocadas por objetos (cotonetes, grampos, por exemplo), por atritos ao coçar ou secar o ouvido e pelo contato com água contaminada (mar, piscina, banhos).
O contato frequente com a água pode facilitar a remoção da cera que serve de proteção para o canal auditivo.
De um modo geral a principal queixa da criança é a dor, que se acentua quando se toca ou com a mastigação, podendo ainda existir diminuição da audição (difícil de avaliar nas crianças pequenas), no caso de o canal estar muito inchado.
Raramente há febre ou outras manifestações mais graves.
Causa
A otite média aguda é
uma infecção por bactérias e vírus que provoca inflamação e/ou
obstruções.
Se não for tratada pode levar à perda total da audição.
Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, infecções na garganta ou respiratórias.
É um tipo de otite comum em crianças, mas pode acometer pessoas de qualquer idade.
A otite média é a segunda doença mais comum da infância, após as infecções de vias aéreas superiores.
Os vírus e bactérias, normalmente infectando o nariz e faringe, ascendem pela tuba auditiva e causam acúmulo de pus dentro do ouvido médio.
A pressão exercida por esta secreção levará a dor, febre e diminuição da audição.
Se não for tratada pode levar à perda total da audição.
Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, infecções na garganta ou respiratórias.
É um tipo de otite comum em crianças, mas pode acometer pessoas de qualquer idade.
A otite média é a segunda doença mais comum da infância, após as infecções de vias aéreas superiores.
Os vírus e bactérias, normalmente infectando o nariz e faringe, ascendem pela tuba auditiva e causam acúmulo de pus dentro do ouvido médio.
A pressão exercida por esta secreção levará a dor, febre e diminuição da audição.
Sintomas
Os
principais sintomas são: dor muito forte, diminuição da audição, febre,
falta de apetite, secreção local.
Nos casos mais graves, pode ocorrer a ruptura da membrana do tímpano e ser eliminada uma secreção purulenta misturada com sangue.
Nos casos mais graves, pode ocorrer a ruptura da membrana do tímpano e ser eliminada uma secreção purulenta misturada com sangue.
Diagnóstico
O
diagnóstico se baseia no levantamento dos sintomas e no exame do ouvido
com aparelhos específicos como o otoscópio e o microscópio.
Vacinas
Vacinas contra o Haemophilus influenzae e o Streptococcus pneumoniae
protegem as crianças de uma série de infecções menores, entre elas a
otite média e a amidalite.
Especialmente a vacina contra o pneumococo, consegue reduzir a incidência de otite em 6% ou 7% da população infantil.
Especialmente a vacina contra o pneumococo, consegue reduzir a incidência de otite em 6% ou 7% da população infantil.
Tratamento
O tratamento requer o
uso de antibióticos e analgésicos.
Em dois ou três dias, a febre desaparece, mas a audição pode exigir mais tempo para voltar ao normal.
Quando a perda auditiva não regride, o indicado é investigar se há sinais de secreção retida atrás da orelha média.
Caso existam, ela deve ser retirada cirurgicamente através de uma pequena incisão no tímpano.
Em dois ou três dias, a febre desaparece, mas a audição pode exigir mais tempo para voltar ao normal.
Quando a perda auditiva não regride, o indicado é investigar se há sinais de secreção retida atrás da orelha média.
Caso existam, ela deve ser retirada cirurgicamente através de uma pequena incisão no tímpano.
Recomendações
*
Procure atendimento médico sempre que você e/ou seu filho/a tiverem dor
de ouvido. O diagnóstico precoce é a única forma de prevenir
complicações ;
* Não se automedique nem siga sugestões de conhecidos para aliviar a dor de ouvido;
* Proteja o ouvido contra a entrada de água quando mergulha ou nada;
* Evite o uso de cotonetes que podem retirar a cera protetora do ouvido ou machucá-lo;
*
Limpe, com frequência, as secreções nasais provocadas por gripes e
resfriados, a fim de evitar que o catarro se acumule no nariz e na
garganta. Essa recomendação vale especialmente para em bebês e crianças
pequenas;
* Não amamente seu bebê deitado. Essa posição favorece a entrada de líquidos na tuba auditiva;
* Vacine seu filho contra a gripe, o Haemophilus influenzae e o Streptococcus pneumoniae .


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