Reportagem da revista Crescer que resolvi compartilhar, afinal estamos indo pro inverno e tosse nessa época é super comum!!
A sua avó já dizia: mel é bom pra tosse.
De fato, ele pode ser um aliado na hora de diminuir o desconforto da criança, mas há algumas restrições.
O mel alivia a irritação da garganta - que pode fazer com que a tosse se repita, mas não acaba com ela.
A tosse é um sintoma, não uma doença, ou seja, se seu filho estiver tossindo porque o ar está muito seco ou porque pegou um resfriado, o mel não vai sumir com o problema.
O mel é um coadjuvante no tratamento.
É preciso tomar cuidado para não usar apenas o mel e deixar o tratamento correto para depois.
O mel está liberado, desde que não substitua os remédios indicados pelo médico.
Outra coisa que é preciso saber é que a tosse é um mecanismo para limpar o pulmão.
Os pais ficam angustiados com a tosse, e é compreensível, mas é importante que eles não tentem freá-la a todo custo, isso porque, se o organismo está querendo se livrar do catarro, é preciso deixar que ele saia enquanto se investiga a causa do problema.
Nesse caso, dar bastante água para a criança é o melhor a ser feito.
Ao hidratar, o catarro fica mais fluido e sai mais fácil.
Em tese, o mel é uma substância natural e não faz mal para ninguém.
Mas não é bem assim.
Crianças com menos de 1 ano não podem consumir o produto, porque seu organismo ainda não tem proteção contra a bactéria Clostridium botulinum, que pode estar presente no mel e é responsável pela transmissão do botulismo, doença que atinge os nervos e músculos e pode até matar.
Outra restrição é em relação a quem tem alergia a pólen e picada de insetos.
Os pais também precisam ficar de olho para o alimento não se tornar um adoçante.
Colocar no leite quando a criança está resfriada pode se tornar um hábito e fazer com que ela se acostume com o sabor adocicado e não aceitar mais o leite puro.
E, claro, sempre que o mel for ingerido antes de dormir é preciso escovar os dentes.
De fato, ele pode ser um aliado na hora de diminuir o desconforto da criança, mas há algumas restrições.
O mel alivia a irritação da garganta - que pode fazer com que a tosse se repita, mas não acaba com ela.
A tosse é um sintoma, não uma doença, ou seja, se seu filho estiver tossindo porque o ar está muito seco ou porque pegou um resfriado, o mel não vai sumir com o problema.
O mel é um coadjuvante no tratamento.
É preciso tomar cuidado para não usar apenas o mel e deixar o tratamento correto para depois.
O mel está liberado, desde que não substitua os remédios indicados pelo médico.
Outra coisa que é preciso saber é que a tosse é um mecanismo para limpar o pulmão.
Os pais ficam angustiados com a tosse, e é compreensível, mas é importante que eles não tentem freá-la a todo custo, isso porque, se o organismo está querendo se livrar do catarro, é preciso deixar que ele saia enquanto se investiga a causa do problema.
Nesse caso, dar bastante água para a criança é o melhor a ser feito.
Ao hidratar, o catarro fica mais fluido e sai mais fácil.
Só a partir de 1 ano!!
Mas não é bem assim.
Crianças com menos de 1 ano não podem consumir o produto, porque seu organismo ainda não tem proteção contra a bactéria Clostridium botulinum, que pode estar presente no mel e é responsável pela transmissão do botulismo, doença que atinge os nervos e músculos e pode até matar.
Outra restrição é em relação a quem tem alergia a pólen e picada de insetos.
Os pais também precisam ficar de olho para o alimento não se tornar um adoçante.
Colocar no leite quando a criança está resfriada pode se tornar um hábito e fazer com que ela se acostume com o sabor adocicado e não aceitar mais o leite puro.
E, claro, sempre que o mel for ingerido antes de dormir é preciso escovar os dentes.





















