segunda-feira, 10 de março de 2014

Ser mãe!!

 
 

SER MÃE
A missão de ser mãe quase sempre começa com alguns meses de muito enjoo, seguido por anseios incontroláveis por comidas estranhas, aumento de peso, dores na coluna, o aprimoramento da arte de arrumar travesseiros preenchendo espaços entre o volume da barriga e o resto da cama. Ser mãe é não esquecer a emoção do primeiro movimento do bebezinho dentro da barriga.
O instante maravilhoso em que ele se materializou ante os seus olhos, a boquinha sugando o leite, com vontade, e o primeiro sorriso de reconhecimento.
Ser mãe é ficar noites sem dormir, é sofrer com as cólicas do bebê e se angustiar com os choros inexplicáveis: será dor de ouvido, fralda molhada, fome, desejo de colo?
É a inquietação com os resfriados, pânico com a ameaça de pneumonia, coração partido com a tristeza causada pela morte do bichinho de estimação do pequerrucho.
Ser mãe é ajudar o filho a largar a chupeta e a mamadeira. 
É levá-lo para a escola e segurar suas mãos na hora da vacina.
Ser mãe é se deslumbrar em ver o filho se revelando em suas características únicas, é observar suas descobertas.
Sentir sua mãozinha procurando a proteção da sua, o corpinho se aconchegando debaixo dos cobertores.
É assistir aos avanços, sorrir com as vitórias e ampará-lo nas pequenas derrotas. 
É ouvir as confidências.
Ser mãe é ler sobre uma tragédia no jornal e se perguntar: E se tivesse sido meu filho?
E ante fotos de crianças famintas, se perguntar se pode haver dor maior do que ver um filho morrer de fome.
Ser mãe é descobrir que se pode amar ainda mais um homem ao vê-lo passar talco, cuidadosamente, no bebê ou ao observá-lo sentado no chão, brincando com o filho.
É se apaixonar de novo pelo marido, mas por razões que antes de ser mãe consideraria muito pouco românticas.
É sentir-se invadir de felicidade ante o milagre que é uma criança dando seus primeiros passos, conseguindo expressar toscamente em palavras seus sentimentos, juntando as letras numa frase.
Ser mãe é se inundar de alegria ao ouvir uma gargalhadinha gostosa, ao ver o filho acertando a bola no gol ou mergulhando corajosamente do trampolim mais alto.
Ser mãe é descobrir que, por mais sofisticada que se possa ser, por mais elegante, um grito aflito de mamãe a faz derrubar o suflê ou o cristal mais fino, sem a menor hesitação.
Ser mãe é descobrir que sua vida tem menos valor depois que chega o bebê.
Que se deseja sacrificar a vida para poupar a do filho, mas ao mesmo tempo deseja viver mais, não para realizar os seus sonhos, mas para ver a criança realizar os dela.
É ouvir o filho falar da primeira namorada, da primeira decepção e quase morrer de apreensão na primeira vez que ele se aventurar ao volante de um carro.
É ficar acordada de noite, imaginando mil coisas, até ouvir o barulho da chave na fechadura da porta e os passos do jovem, ecoando portas adentro do lar.
Finalmente, é se inundar de gratidão por tudo que se recebe e se aprende com o filho, pelo crescimento que ele proporciona, pela alegria profunda que ele dá.
Ser mãe é aguardar o momento de ser avó, para renovar as etapas da emoção, numa dimensão diferente de doçura e entendimento.
É estreitar nos braços o filho do filho e descobrir no rostinho minúsculo, os traços maravilhosos do bem mais precioso que lhe foi confiado ao coração: um Espírito imortal vestido nas carnes de seu filho.

* * *

A maternidade é uma dádiva. 
Ajudar um pequenino a desenvolver-se e a descobrir-se, tornando-se um adulto digno, é responsabilidade que Deus confere ao coração da mulher que se transforma em mãe.
E toda mulher que se permite ser mãe, da sua ou da carne alheia, descobre que o filho que depende do seu amor e da segurança que ela transmite, é o melhor presente que Deus lhe deu.
 
Redação do Momento Espírita, com base no cap. Dia das mães, de autoria de Sharon Nicola Cramer e no cap. Isso vai mudar totalmente a sua vida, de autoria de Dale Hanson, ambos extraídos da obra Histórias para aquecer o coração, v. 2, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.


Dia de vacina!!

No dia 28 de janeiro levamos a Mariana para tomar a vacina contra a Hepatite A.



É nos dias quentes que o vírus da doença ataca.
À beira-mar as crianças se divertem (...)  o vírus da hepatite A se esconde tanto na água doce quanto na salgada. 
Ou seja, pode estar naquelas gotas engolidas sem querer em um mergulho no mar poluído por esgotos não tratados ou no gelo feito com água de uma fonte contaminada.
  Uma vez dentro do corpo, o vírus logo se instala no fígado, onde indiretamente faz alguns estragos. 
As vítimas mais frequentes são crianças entre 5 e 9 anos 
 A doença é mais avassaladora, porém, nos adolescentes.
A princípio não haveria motivo para preocupações. 
Ora, existe vacina para a hepatite A. 
Mas a questão é que ela não faz parte do calendário oficial de imunização determinado pelo Ministério da Saúde. 
Muita gente fica sem acesso, por ter de pagar. 
E outros, mesmo frequentando clínicas particulares, nem sabem da sua existência. 

Quanto menor a criança...  
...menos intensos os sintomas da hepatite. 
Em dois terços dos pequenos abaixo dos 6 anos o contato com o vírus quase passa batido. 
“Neles os sintomas costumam ser inespecíficos”, diz a hepatologista Edna Strauss. “Canseira, febre, dor de barriga...”, exemplifica. 
Ou seja, aquilo descrito nos relatos de férias com o famoso “pegou uma virose”. 
Na minoria em que a infecção evolui seus sinais só surgem de duas a seis semanas depois da entrada do vírus.

Vacina nota 10
Injetável, ela passou a ser aplicada no início dos anos 1990 e é considerada muito segura. 
“Tem uma eficácia de mais de 95%”, garante a hepatologista Gilda Porta, do Instituto da Criança, em São Paulo. 
 “Toma-se a primeira dose a partir de 1 ano e, depois de seis ou doze meses, é dada a segunda”, explica o pediatra Norberto Freddi. 
Elas são suficientes para proteger o organismo pelo resto da vida. Adolescentes e adultos que ainda não se vacinaram também podem receber a injeção, sem problemas.
 Só não precisa tomá-la quem já teve hepatite A, porque, uma vez doente, o corpo aprende a enfrentar o vírus e nunca esquece a lição.

 
 



Adora óculos!!!

E já que o assunto do dia aqui no blog tem sido olhos, óculos, visão e etc resolvi postar essas fotos de uma figurinha que adora óculos!!
Aliás, acessório que poucas vezes consigo usar, ou se consigo é com mini impressões digitais!!
Os óculos coloridos geraram certa estranheza na pessoinha, que prefere ver a mamãe botando e tirando, botando o tirando...

Ela prefere mesmo o óculos da mamãe e com esse faz até pose, como nesse dia, 29 de janeiro, em que fomos passear no parque!!


Hipermetropia e a visão das crianças!




Crianças que nascem nas maternidades geralmente são examinadas por médicos neonatologistas, mas nem sempre por oftalmologistas. 
Por isso, é fundamental que no 1º ano de vida, de preferência até os 6 meses, sejam encaminhadas para avaliação oftalmológica. 
O diagnóstico precoce de grande maioria dos problemas visuais é garantia quase certa de evolução favorável. 
Detectados tardiamente, porém, exigem tratamentos complexos aos quais elas nem sempre respondem bem, ou podem ser irreversíveis.
Essa avaliação deve ser repetida aos 3 anos de idade e mais tarde durante o processo de alfabetização.

Drauzio – Quais são os defeitos visuais mais comuns nas crianças?
Rosana Cunha – A hipermetopia é o distúrbio mais frequente na população em geral e, em particular, no recém-nascido. 
Caracteriza-se pela diminuição do diâmetro ântero-posterior do globo ocular.
 Como consequência, toda criança nasce hipermétrope, porque a imagem se forma atrás e não na retina onde deveria ser focalizada.
Na miopia, acontece exatamente o contrário. 

Drauzio – Você disse que todas as crianças nascem hipermétropes. Como evolui a hipermetropia à medida que elas vão crescendo?
Rosana Cunha – A extensão do diâmetro ântero-posterior do globo ocular é de 23 mm no adulto, e de 16 mm no recém-nascido. 
À medida que a criança cresce, o olho vai aumentando de tamanho, o que poderia justificar uma tendência à miopização. 
No entanto, nem todas as crianças ficam míopes, porque existem mecanismos compensatórios; um deles é o achatamento da curvatura da córnea.



Hipermetropia é o nome dado ao erro de focalização da imagem no olho, fazendo com que a imagem seja formada após a retina.
 Isso acontece principalmente porque o olho do hipermétrope é um pouco menor do que o normal.
 A maioria das crianças apresenta hipermetropia, pois os seus olhos normalmente são menores do que o que deveriam ser. 
O Hipermétrope geralmente tem boa visão para longe, pois o seu grau, se não for muito elevado, é corrigido pelo aumento do poder dióptrico do cristalino, o que chamamos de acomodação. 
Crianças têm um maior poder de acomodação do que os adultos, e suportam graus muito mais elevados de hipermetropia. 
O grau do hipermétrope, geralmente diminui com o crescimento do olho, e é comum existirem pessoas que necessitavam de óculos durante a infância, mas que deixaram de usar óculos na idade adulta. 
A Hipermetropia pode estar associada ao aparecimento de estrabismo acomodativo na infância, com aparecimento geralmente ao redor dos 2 anos de idade.


Antes do nascimento o exame de pré natal é importante para prevenir doenças que possam afetar a visão do bebê ainda na barriga da mãe. Algumas infecções como toxoplasmose e rubéola podem afetar o desenvolvimento do olho e causar problemas congênitos difíceis de ser corrigidos, por isso fazem parte do pré natal exames de sangue na mãe para detectar se ela já teve estas infecções. 
As crianças não tem o olho e o sistema visual completamente formados e maduros desde o nascimento. 
Até os 7 anos de idade ocorre o amadurecimento da visão. 
Depois do nascimento, lentamente a criança percebe objetos em movimento e depois passa a perceber objetos parados e seguir objetos com o olhar. 
Normalmente até os 2 meses de idade a criança começa a seguir com os olhos focos de luz, até os 6 meses a criança passa a fixar e seguir estímulos luminosos (acompanhar com os olhos a luz de uma pequena lanterna, por exemplo). 
Sabemos que a visão vai se desenvolvendo e melhorando aos poucos e que apenas aos 5 anos de idade a criança apresenta visão semelhante à de um adulto normal (20/20 ou 100% de visão).
Desde o nascimento até o 1º mês de vida é comum que a criança apresente os olhos um pouco desalinhados (chamado de estrabismo) e isto costuma parar até o 3º mês de vida porque os músculos que alinham os olhos e seu funcionamento ainda estão imaturos. 
A partir dos 4 a 6 meses de idade a visão do bebê está mais desenvolvida e ele começa e enxergar objetos mais próximos. 

Necessidade de usar óculos
Cerca de 80% das crianças são hipermétropes ao nascimento. 
Esta hipermetropia diminui com a idade e costuma se aproximar de zero aos 8 ou 9 anos de idade. 
Até esta idade a grande maioria das crianças não precisa de óculos a não ser que apresente estrabismo ou grau muito alto.
 Normalmente os bebês são examinados depois do nascimento ainda na maternidade e se não apresentarem outro sinal de doença devem ser examinados perto dos 5 anos.
Algumas crianças apresentam hipermetropia maior, que as vezes causa desvio do olho (estrabismo) ou cansa a criança quando ela olha objetos próximos. 
É comum ter crianças consideradas hiperativas, mas que na verdade têm dificuldade para enxergar (geralmente por hipermetropia) e depois da prescrição de óculos melhoram a atenção, diminuindo sua "hiperatividade". 

Oftamologista!!


Quando a Mariana fez 1 aninho a pediatra dela solicitou alguns exames de rotina, como sangue e urina.
Além de consultas a dentista e a oftamologista!!
Então no dia 23 de janeiro lá fomos nós até o HOF - Hospital de Olhos Florianópolis para a consulta.
A oftalmopediatra foi a Dra Eliane Cardoso dos Reis
Antes da consulta colocaram na Mariana o tradicional colírio para dilatação da pupila, eita coisa chata, aliás, toda consulta foi chata, ou alguém aí gosta que fiquem mexendo nos seus olhos??
Mas até a 1ª gota tudo bem pois até então nunca ninguém havia colocado nada no olho dela, mas pra pingar no outro olho já foi a força e minutos depois ao repetir a dose foi bem pior!!
No consultório aquele momento de alegria inicial ao ver brinquedos novos!!
No meu colo foi feito um dos exames e ela aguentou por alguns instantes, depois apesar de toda a "didática" da médica a coisa começou a complicar!!
Nada de olhar!!
Era um Mariana daqui, Mariana dali, Mariana olha o brinquedo, Mariana olha a mamãe...
E ao deitar ela pra fazer o outro exame então...
era boa hora para um exame de garganta e cordas vocais!!
Bom, de modo geral tudo bem, mapeamento de retina normal, outras observações normais, e, hipermetropia fisiológica limítrofe!!
Segundo a médica explicou é absolutamente normal hipermetropia em bebês, mas também é "normal ela se normalizar" ao longo do tempo.
Na Mariana está limítrofe, ou seja, em grau 3, e assim ela pediu para retornarmos em 6 meses, ou seja, lá por julho/agosto.
Única coisa a ser feita é monitorar e torcer pra que ela de fato normalize, do contrário ela será mais uma dessas crianças que vemos correndo por aí usando óculos, e que tenho maior peninha!!
Ao sair de lá ela já estava sorrindo pra médica e ao chegar no carro ela parecia com sono, distante, não queria ver o desenho do DVD...estranhei um pouco o comportamento dela, até lembrar que estava com as pupilas dilatadas!!