domingo, 28 de abril de 2013

A 1ª semana após o parto!!


Encontrei essa matéria na internet e resolvi trazer para o blog, com um pouquinho da minha experiência, embora a 1ª semana após o meu parto já tenha passado há quase 6 meses!!

***
  

Os pés incham, as mamas esquentam, a barriga fica flácida e a tristeza aperta o coração. 
É a transição da gestação para a maternidade. 
Aprenda a lidar essas reações


Coceira e dor

 A mulher costuma passar 2 ou 3 dias no hospital após o parto. 
É um período de recuperação supervisionada, principalmente para as que fizeram uma cesárea. 
Mulheres submetidas à cirurgia começam a sentir os efeitos da operação já na sala de parto. 
A anestesia aplaca a dor, mas também pode causar coceira. 
Passado o efeito anestésico, de 12 a 24 horas após o parto, a mamãe sente dores na região da cicatriz e tem dificuldade para se movimentar. 
As que realizaram o parto normal têm uma recuperação mais rápida, muitas nem parecem que tiveram filho, a não ser pela exaustão, já que o procedimento consome muita energia. 
Ainda na maternidade, a mulher tem que iniciar a amamentação e, nessa hora, precisa de orientação, paciência e persistência até ajustar a pegada da boca do nenê na auréola do peito, e não só no bico. 
E ninguém nasce sabendo. 
Nem o bebê nem a mãe. 
Nos primeiros dias, a mãe produz pouco leite, o chamado colostro, vital para a saúde da criança.

(Meu tempo de maternidade deu 2 dias!
A anestesia provocou coceiras sim, sobretudo no nariz, tanto que eu, naquele momento, precisava das duas mãos pra segurar a Mariana mas precisa muito de uma delas pra me coçar!!
As dores na região do corte são enormes e de fato aumentam depois de algumas horas, o que me causou estranheza pois esqueci que nas primeiras horas ainda estava sob o efeito da anestesia, eu esperava que com o passar das horas a dor diminuiria mas no dia seguinte da cesária ela aumentou, foi só depois de questionar a minha médica que me dei conta do detalhe da anestesia!
A dificuldade pra se movimentar de fato é enorme e o que complica tudo!! 
As duas noite que passei no hospital foram muito muito difícies!! 
Na primeira não dormi nada e na 2ª algo em torno de 1 ou 2 horas! 
A Mariana chorava e eu não sabia mais o que fazer, sentia muito sono e muita dor, não conseguia me acomodar em lugar algum do quarto e cada passo era dado com muita dificuldade, imaginem então levantar e deitar daquela cama alta!! 
E na maioria das vezes com a Mariana no colo!!
Lembro quando as enfermeiras foram me ajudar com o primeiro banho pós parto, eu não dava passos mas me arrastava com as duas me segurando, no banho não conseguia pegar o sabonete, o shampoo, a toalha, mal conseguia me lavar...inacreditável tamanha dificuldade, dor, angustia ...
Acho que pela primeira vez na minha vida senti dor ao dar risadas!!
Sim, doía e muito!
Foram dois os momentos engraçados proporcionados por histórias contadas pela minha mãe e meu irmão Felipe, e o pior que eu sentia vontade de rir, dai sentia dor e a cena gerava mais graça, aff, situação!!
A Mariana pegou o peito muito rápido, ainda na sala de observação!! 
Mas confesso que eu estava tão atordoada que não sei dizer se ela estava mamando bem, se estava com uma boa pega ou não, o que lembro foi que de cara comentei que parecia que ela tinha nascido com dentes!!
Lembro das enfermeiras darem dicas, e cada uma dava as suas, e lembro de quase dormir sobre a Mariana!!
Outra coisa que lembro ter sentido na maternidade foi calor, muuuito calor, eu suava a ponto do meu cabelo ficar molhado, só que eu percebia que quem estava comigo no quarto não sentia esse mesmo calor e por isso penso hoje que eu devia estar com febre!! 
Foi horrível e eu não queria o ar ligado muito forte por causa da Mariana )

Pós-operatório


Como qualquer cirurgia, a operação cesariana gera trauma e deixa vulnerável a região abdominal da mulher. 
Além da cicatriz e do curativo, a incisão dificulta os movimentos e provoca dor. 
A perda de sangue também pode favorecer anemia, tontura e mesmo dor de cabeça. 
Por isso, a mãe precisa tomar alguns cuidados, principalmente até tirar os pontos, o que acontece de 1 semana a 10 dias depois do parto. 
Ela não pode ficar parada, mas também não deve fazer muito esforço. 
É um período de resguardo. 
Dirigir, ter relação sexual, subir escadas, fazer trabalhos domésticos, levantar peso... Tudo isso está terminantemente proibido. 
Dependendo do material, o curativo da cesárea deve ser trocado de 12 em 12 horas, e é preciso ficar atento a qualquer sinal de infecção. 
Por isso, o parto normal é sempre preferível. 
Nesse caso, os dias seguintes são menos traumáticos, sem cicatrizes ou dores mais agudas.

(Da dor imensa já falei há pouco!! 
Em casa a maior dificuldade era deitar e levantar da cama, o que precisava fazer várias vezes e algumas com rapidez pra socorrer a Mariana, porém rapidez era o que não dava pra ter nos primeiros dias!!
Não tive muita perda de sangue mas um pouco de dor de cabeça, e quedas de pressão, duas foram muito fortes, nunca havia passado por isso e nem sabia que tinha a ver com a pressão pois tremi descontroladamente de frio!!
Tirei os pontos 15 dias após a cirurgia e a opção por esses pontos foi por que segundo minha obstetra a cicatrização é melhor do que a feita com fios que não precisam ser retirados e que são absorvidos pelo organismo.
Ficar parada era uma enorme dificuldade pra mim pois não sei fazer isso, rsrs!! 
Depender das pessoas pra tudo me incomodava um pouco e as vezes levava uns puxões de orelha!! 
Bom, depois desses meus 2 comentários talvez há quem conclua que eu teria preferido um parto normal, mas a resposta é não!!
Primeiro que eu não tinha opção pois a Mariana estava sentadinha, e segundo que apesar de tudo isso ainda prefiro cesária e se um dia tiver um segundo filho será por cesária que ele vai nascer!!)

Pés inchados


Durante a gestação, o útero comprime a veia que recebe o sangue dos membros inferiores – a chamada veia cava, a que tem o maior calibre do corpo humano. 
Isso gera um congestionamento sanguíneo e o sistema vascular de pernas e pés extravasa líquido para a camada subcutânea, provocando edemas. 
Além disso, a mulher tende a reter líquido durante a gestação e, para o procedimento de parto, recebe muito soro fisiológico. 
O resultado é o inchaço do corpo, em geral e dos pés, em particular. 
Quando a criança nasce, a tendência é que o organismo volte ao normal, mas isso pode demorar, pelo menos, uma semana. 
Por isso, os pés ficam tão inchados após o parto. 
Nesse período, é importante andar para ativar a panturrilha e bombear o sangue dos pés para a circulação geral. 
Fazer atividade física, controlar o ganho de peso e usar meias elásticas durante a gravidez também garante pés menos inchados.

(durante a gestação meus pés incharam mas pouco, lembro mesmo foi de um dia em que ficaram bem inchados, mas ainda assim nem se compara com o que foi após o parto.
 O inchaço começou ainda no hospital e lembro da médica brincando comigo quando falou que eu ainda tinha canela, pois é, em breve eu deixaria de ter pois em casa eles foram inchando cada vez mais, a maioria dos calçados não entravam no pé e isso durou de fato cerca de 1 semana!!)


Mamas quentes


O bebê nasce bem nutrido. 
No útero, ele recebeu tudo o que precisava para suportar bem os primeiros dias de vida. 
Nesse período, o leite da mãe ainda é escasso, mas fundamental para a criança, principalmente porque ativa seu sistema imune, ainda imaturo.
 Porém, por volta do 3º dia após o parto, há o que os médicos chamam de apojadura, que é a descida do leite. 
Ele vem mais grosso e mais branco. 
O peito incha e esquenta. 
Às vezes, a mãe tem até um pouco de febre. 
Tudo isso é normal e, para aliviar a situação, basta dar o peito ao filho.
 Com o tempo, a fome do bebê e a descida do leite entram em sincronia.
 Mas atenção: a pegada da criança precisa ser correta, caso contrário, pode provocar fissuras e inflamações nos mamilos, que causam dor e febre.

(não cheguei a ter febre por causa do peito, mas por outro lado DOR...ah muita dor!!! 
Sim ele inchou, ele esquentou, ele fissurou, ele sangrou...apesar de tudo isso sempre achei que a Mariana tinha a pegada correta e inclusive li em muitos lugares que se a pegada for mesmo correta amamentar não dói, olha, não sou expert nos assunto, mas acho que, por experiência própria e por relatos de outras mães, no começo sempre dói, e chamo de começo 1 mês e meio mais ou menos!)

Tristeza inexplicável


Ter um filho gera insegurança em qualquer mulher. 
Em maior ou menor grau, a mãe se defronta com uma sensação de incapacidade e fica mais fragilizada, desde a gestação. 
Quando a criança nasce, as emoções se exacerbam e, muitas vezes, a mulher é tomada por uma angústia inexplicável. 
A falta de suporte afetivo tende a agravar o quadro. 
Problemas com o marido, filho não planejado e ambiente familiar conflituoso podem precipitar esse tipo de tristeza. 
Em casos mais agudos, é preciso investigar uma eventual depressão pós-parto, que tem como principais sintomas choro fácil, alterações de humor, cansaço excessivo, insônia, irritabilidade e desconcentração. 
Claro que o diagnóstico só quem faz é o médico, mas é importante a mulher estar atenta e conversar sobre o assunto. 
Pedir ajuda faz toda a diferença nessa hora. 
Até porque muitas mães simplesmente param de cuidar do filho.

(Da tristeza sim e de fato é inexplicável!! 
Desde que engravidei  já passei por inúmeras situações em que me coloquei no lugar do outro, ou da outra melhor dizendo!! 
Felizmente não tive depressão pós parto mas oscilações de humor, de alegria, de ânimo, de coragem, e hoje sou capaz de entender o quanto é fácil entrar de fato numa depressão!!
Simplesmente não tem como explicar, você está vivendo um momento mágico, sublime, com uma criaturinha perfeita nos braços e aí vem um turbilhão de sentimentos malucos, e ainda por cima vem a culpa por sentir-se assim!!)

Barriga flácida


Durante a gestação, tanto o útero quanto a pele que o envolve sofrem profundas transformações. 
Eles precisam se distender para a criança se desenvolver. 
Quando o bebê deixa o ventre da mãe, inevitavelmente aquela estrutura elástica permanece distendida durante algum tempo. 
O prazo depende do metabolismo e do comportamento de cada mulher, mas costuma ser de 3 meses. 
Nessa hora, a principal aliada da mulher é a amamentação, que estimula a produção de um hormônio, a ocitocina, responsável pela contração das fibras musculares do corpo inteiro, incluindo as do abdômen. 
Ou seja, quando a mãe amamenta, a barriga volta ao normal mais rapidamente. 
Na 1ª semana, alguns médicos recomendam que a mamãe use uma cinta abdominal. 
Não para voltar mais rápido, e sim por segurança psicológica e conforto – após o parto, parece que tudo está solto. 
Outra medida importante para evitar problemas com a barriga é o controle do peso.
 A mulher deve ganhar de 9 a 12 quilos, em média, durante a gravidez. 
No máximo, 15 quilos, o que já é muito. 
Mais que isso significa problemas para emagrecer depois, além de estrias e celulites, quase sempre irreversíveis. 
Nesse caso, a melhor dica é engravidar já dentro do peso, fazer atividade física orientada durante a gestação e cumprir sempre uma dieta equilibrada. 
Em casos mais complicados, há a opção de fazer uma cirurgia plástica.

(Engordei 8,5 Kg na gestação e voltei pra casa da maternidade com mais ou menos 3,5 deles.
Em pouco tempo consegui perder mais um pouquinho mas não tudo, hoje ainda estou 1,5 Kg acima do peso de quando engravidei, tenho dito que é 0,5 Kg dos peitos e 1 Kg da barriga, e a culpa é mesmo da boca, gente eu tenho muuita fome!!!
Acordo 2 vezes por noite pra amamentar a Mariana e a fome bate mesmo, tanto é que num cantinho do sofá está o meu "kit amamentação" composto por um paninho de boca pra Mariana, sua vitamina e pra mamãe uma garrafa com água e um potinho com bolachas!! 
De fato a barriguinha me incomoda um pouco mas minha prioridade agora é a amamentação da Mariana, então tenhamos paciência!!
Por outro lado não saiu nenhuma estria, o que é tudo de bom!!
Já nas minhas pernas...as varicoses, que já existiam, se multiplicaram!
Mas num balanço geral me sinto bem, nada desesperador!!)







Últimas notícias!


Os bebês mudam o tempo todo, sim claro, comentário óbvio, mas o que quero dizer é que mudam muito mesmo, mudam fisicamente, mudam os hábitos rapidamente, mudam a rotina, evoluem...e aí quando você acha que vai "entendê-lo" muda novamente!!
Na verdade somos nós pais que precisamos estar prontos e atentos a tudo isso!!!
Nesses últimos dias a Mariana apresentou várias mudanças em vários sentidos, vamos a elas!!
 
1 - Ela sempre teve um sono muito bom, com horários considerados até bem regulares, principalmente a noite, sempre dormiu cedo, entre 19 e 20 horas e acordou cedo também entre 6 e 6:30 da matina, e faz seu tirão de 6 horas! 
Pois bem, aí parece que ela ouviu a pediatra dizer que poderíamos tentar aumentar as horas de sono dela para o efeito surtir ao contrário, de uns dias pra cá está com um sono mais agitado, demora pra pegar no sono, acorda com choros as vezes desesperadores, acorda mais vezes e o tal tirão de 6 horas (que era pra aumentar!!) tem diminuído pra umas 4 horas!!
Na verdade as noites tem sido uma incógnita, essa passada foi das boas, ela fez 6 horas e 45 minutos de sono, amamentei as 4 horas e depois as 6 horas, e não é que depois ela dormiu até as 8 horas?
Então, não estou dizendo que as coisas andam mudando!?

2 - O que andou mudando também desde nossa última semana de férias no RS foi o intestino da Mariana!!
E olha que esse também era um reloginho, funcionava normalmente 2 vezes ao dia, uma vez logo cedo, as vezes até de madrugada e outra no final da manhã!
Pois é, só que nas férias ele passou a funcionar apenas 1 vez por dia e depois a cada 2 dias. 
Na volta pra casa as coisas aparentemente voltaram ao normal, até ela ficar 3 dias sem fazer cocô, depois 2, as vezes 1, mas o fato é que há uns 20 dias que ela não faz mais todos os dias!!!
A pediatra nos disse que como ela só está no peito ainda não é considerado constipação, mas o que me preocupa é logo adiante, quando ela vai começar com as papinhas!!

3 - A outra novidade é que nessa semana o vocabulário da Mariana aumentou, ela largou os "DA DA DA"!!!
Foi engraçado que aconteceu de uma hora pra outra, ela já emitia sons  e "conversava" há um certo tempo, mas num dia desses a coisa evoluiu e não parou mais, é muito gostoso ouvir os DA DA DA, e as vezes parece que ela fala "NENEM", principalmente quando esta bravinha ou reclamando, ahh, aí o vocabulário é enooorme, sai coisas daquela boquinha que prefiro nem entender!! rsrsrs

4 - E por fim o que quero contar é que nessa semana ela evoluiu bastante nas sentadinhas!!


 









quinta-feira, 25 de abril de 2013

Baby Einstein!!

Mamães e papais de plantão, achei no blog "Macetes de Mãe" essa ótima dica!
A Mariana ficou sem piscar nos primeiros minutos e depois alterou entre a euforia e os olhinhos arregalados!
Dentre as coisas que ela mais gostou está o canguru amarelo!!




Vocês já ouviram falar da série Baby Einstein? 
 É uma série de vídeos para bebês que promete ajudar no desenvolvimento cognitivo dos pequenos. 
Se realmente funciona eu não sei, mas eles adoram. 
Os episódios são simplesinhos: imagens e música clássica. 
Quer conhecer? 
Assista ao vídeo abaixo. 
Há outros disponíveis no YouTube.



Novos movimentos!!

Essa matéria reforça o que a pediatra da Mariana vem nos dizendo há uns 2 meses: CHÃO, muito chão pra ela!!
Porém a questão de mudar as maneiras de carregar o bebê é novidade pra mim!
E o cadeirão? Será que vamos comprar um?




Até completar 1 ano, a criança irá adquirir uma enorme variedade de movimentos. 
Os pais podem estimular o filho a descobrir o que ele pode fazer com o próprio corpo, mudando constantemente as maneiras de carregá-lo no colo. 
Isso porque cada postura promove diferentes ações e reações.


Apesar disso, o espaço ideal para esse explorador nato é mesmo o chão. 
Durante as horas em que ele está acordado, tente não abusar de berços, quadrados ou bebês-conforto. 
Em outras palavras: não o deixe por muito tempo na mesma posição. 
Coloque-o de barriga para baixo sobre um colchonete cercado de almofadas para que ele possa rolar, se arrastar, engatinhar e ensaiar os primeiros passos à vontade. 
Aos pouquinhos, a criança aprenderá a segurar o pescoço e a mexer o tronco, os braços e as pernas.

  É com liberdade de movimento que o bebê descobrirá ainda como orientar-se em relação ao espaço e controlar seu equilíbrio sem correr riscos. 
Afinal, quanto maior a altura, maior a queda. 
Até mesmo o cadeirão deve ser usado com extrema cautela, especialmente entre os 6 e os 12 meses, quando o sapeca pode se virar e levantar de supetão, enquanto você se volta para pegar algo. 
"Lugar de criança comer é no colo ou no chão", ensina a neuropediatra Vanda Gimenes Gonçalves, da Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. 


 

terça-feira, 23 de abril de 2013

A 6 ª consulta!


Na 3ª feira, dia 16 de abril, foi o dia da consulta mensal da Mariana.

Nesse período entre essa consulta e a anterior, 1 mês e 2 dias, a Mariana engordou 470 gramas e cresceu meio centímetro.
No dia ela pesou 6490 gramas!
   
Aqui está a tabelinha que monto todo mês com a evolução do seu crescimento.
 

DATA IDADE PESO ESTATURA GANHO GRAMAS POR DIA
07/11/12 nascimento 3015 48

14/11/12 7 dias 3020
5 1
07/12/12 1 mês 3780 52 760 33
09/01/13 2 meses 4480 57 700 21
19/02/13 3 meses 12 dias 5550 61 1070 26
14/03/13 4 meses 7 dias 6020 63 470 20
16/04/13 5 meses 9 dias 6490 63,5 470 14


Adicionei a tabela uma "continha" que eu e o Daniel temos feito mais por curiosidade, coisas de pais.
Refere-se ao "ganho" de peso que ela teve entre uma consulta e outra e as "gramas por dia" calculadas dentro desse mesmo período, que é um cálculo curioso pra saber como foram os altos e baixos que formam a curva de crescimento da nossa pequena.
O que da pra observar é que é no começo que eles mais crescem, depois esse ritmo vai baixando, o que é normal.
Inclusive esse último mês foi a menor média da Mariana, a curva dela teve até uma leve queda, mas a Dra Renata comentou que é normal pela idade dela, tanto é que em breve começaremos com as papinhas, sim, pois o leite nem parece mais tão interessante pra ela que se distrai muito pra mamar e percebo que isso tem atrapalhado um pouco, ela tem mamado menos.
Por outro lado tem demonstrado enorme interesse por tudo o que comemos, mas não sabemos se ela tem noção de que é comida pois como está na fase oral tudo vai pra boca, mesmo o que não é comida.
Mesmo assim chega a dar peninha de comer na frente dela, ela olha com a maior carinha de fome, de vontade, de por favor me de um pouquinho!
Acabei de falar que em breve começaremos com as papinhas, de fato, assim que ela completar 6 meses, e como a próxima consulta será depois dessa data então a médica já nos deu uma folhinha com a "composição de papas".
Farei uma postagem a parte sobre as tais papinhas!!

Bom, além dos assuntos comidas, mamadas, pesos e medidas conversamos sobre outras dúvidas.

 Há alguns dias uma senhora viu a Mariana sentada no colo do Daniel e pediu se poderia fazer um comentário, era sobre o fato dela ficar sentada, segundo ela muito cedo já que a coluna ainda é formada por cartilagem e isso poderá trazer problemas futuros.
Ela parecia falar com certa sabedoria até porque seu pai era cirurgião, aí levamos a dúvida pra pediatra afinal de contas, não é daqui a pouco que os bebês começam a sentar sozinhos? 
Como resposta a Dra Renata comentou que as senhoras mais velhas sempre gostam de fazer seus comentários, rsrsr, e em seguida nos mostrou como segurar a Mariana a estimulando a sentar e se firmar.



Conversamos sobre a homeopatia pois estamos indecisos sobre o seu uso.
Assim que paramos de dar a ela, por sugestão da pediatra a fim de observá-la, os pequenos vômitos aumentaram e retomamos o uso, todavia os vômitos continuaram e me dei conta de que poderia ser por eu estar dando junto com o mama. 
Passei a dar nos intervalos das mamadas e os vômitos continuaram , decidimos parar novamente e nos pareceu que os vômitos diminuiram.
É claro que grande parte dos pequenos vômitos da Mariana se dão pro ela se agitar demais logo depois das mamadas, diga-se que por pelo menos 30 minutos depois de mamar se ela se agitar acaba vomitando, pouquinho, mas vomita.
Por fim a sugestão da médica é darmos a ela diluído na água por causa do álcool, que é o que pode estar causado os vômitos.


Perguntamos sobre a vacina da gripe, pois a campanha atual é para que bebês de 6 meses a 2 anos sejam vacinados, a Mariana está com 5 e pouco e até o final da campanha ainda não terá completado 6, então, como agir, vacinar ou não?
Antes dos 6 meses não, mas assim que ela completar 6 meses deveremos vaciná-la sim, se não der nos postos então numa clínica particular, mas é importante imunizá-la.

 Comentamos ainda sobre o fato da Mariana estar dormindo de lado, não é sempre, mas agora que ela aprendeu a rolar é comum ela pegar no sono de lado, sendo que  recomendado aos bebês é que durmam de barriga pra cima.
Como a pediatra mesmo disse não podemos amarrar ela pra que durma de barriga pra cima, então não há o que fazer, ela está encontrando seu jeitinho de dormir e o que tranquiliza um pouco é que ela já se defende, assim como rola, "desrola"!! (quase sempre!)

 Ao examinar a Mariana ... ouvidos, boca, coração ... ela comentou que está tudo bem, e que ... a gengiva está grossa, em pouco tempo os dentinhos poderão sair.
Perguntei então o que é esse "pouco tempo" que pra mim não é muito objetivo, ela disse que é algo em torno de 1 mês.
Pois é, acho que os dentinhos sairão pra hora das papinhas!!